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Medicina & Natureza! J
8 críticas
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5,0
Enviada em 2 de janeiro de 2023
Avatar 2 é uma obra prima visual. Melhor que o antecessor, a evolução tecnológica permitiu esse avanço. Cameron é perfeccionista e por isso seus blockbusters são matadores. Indiscutilvelmente ele é o maior direitor por bilheterias e isso é por muitos méritos. O filme tem um enredo fraco até, mas o suficiente para manter o filme. Mas destaca-se a identidade visual, ação e trilha sonora. Este avatar ainda foi mais longe, valorizando ainda mais a familia e separando o mal e o bem de forma mais forte. Pode até ser piegas para alguns mas pode apostar que é por inveja. Mas o filme é realmente muito bom. Só não não dou nota 10 pois o âmago do roteiro é fraco. Demais aspectos são nota 10 e será a maior bilheteria da história. Vale muito a pena ver!!
O filme é bom. Cenas de ação excelentes, roteiro simples mas eficiente porém, poderiam cortar 30 minutos tranquilamente de cenas que não acrescentaram nada ao filme.
Evidentemente o diretor se preocupou mais em criticar o trabalho dos outros e todos que fizeram sucesso de 2009 pra cá, do que bolar uma boa história de fato que justificasse tanta propaganda e tanto dinheiro investido nessa "Obra prima que revolucionaria mais uma vez a história do cinema". E a prepotência do tal 3D sem óculos, ou quando criticou de graça a água de Aquaman pra se gabar do trabalho que estava fazendo, ou dos elogios baratos (falsos) à Vingadores Ultimato que merecidamente foi o maior sucesso dos cinemas na ultima década? O resultado é um filme desorganizado e furado. São 3 horas de puro entretenimento barato e breguice, as soluções do roteiro são chulas, ninguém quer ver spoiler: baleia falando , spoiler: ou um vilão chato que volta pra ser ainda mais chato e vazio.
Tem uma coerência de continuação em relação ao primeiro filme tendo suas referências e inovações surpreendentes, além de expandir para uma outra cultura, o filme surpreende desde ao cenário até a atuação, e deixa algumas dúvidas em abertas, o que já me deixou com esperança pelo próximo filme.
Filme bem mais fraco que o primeiro, investe exageradamente nos efeitos especiais (que são belíssimos), na poesia da harmonia entre os Na'Vi e os seres vivos de Pandora e esquece do enredo, transformando o filme em apenas uma vingança de Quaritch (Stephen Lang) sobre Jake Sully e sua família. O objetivo inicial da possível colonização do planeta Pandora pelos humanos é rapidamente esquecida e todo o roteiro se transforma em uma caçada pessoal. São três horas e dez minutos que poderiam ser facilmente resumida em duas horas, mas o filme não chega a ser cansativo, apenas um pouco arrastado em alguns momentos. Vale à pena assistir, mas é importante viajar nos efeitos especiais e esquecer um pouco a trama.
Ameii demais, as horas passaram e nem percebi! Uma Obra maravilhosa e rica de detalhes, a História é envolvente, muito bem feita, não fiquei entediada em momento algum
Avatar, o caminho da água James Cameron repete a fórmula do sucesso
Para os entusiastas de Avatar, do exótico planeta Pandora e dos seus cativantes na’vi, a sequência é um prato cheio que vale pela nostalgia. Todos os elementos do longa de maior bilheteria da história são retomados. Para dizer a verdade, essa é a maior proeza de “Avatar, o caminho da água”, que encanta o público com uma boa história, apesar de não reservar grandes surpresas.
Tal como o título sugere, as cenas subaquáticas povoam grande parte do filme nas suas mais de 3 horas e meia de duração. Os efeitos estonteantes de um cenário marinho inexplorado no primeiro filme permitem ao diretor capturar a atenção do expectador, enquanto desenvolve uma história de poucas reviravoltas.
Mas não se engane, o filme não nos decepciona em nenhum momento, muito pelo contrário, o diretor se mostra muito consciente do que quer contar e sacia o público com a sutileza. A história é para ser assim, e como a água, flui lentamente e com suavidade.
Para um expectador atento, não escapa a repetição da receita do primeiro Avatar: o encanto das tradições e estilo de vida dos na’vi prepara o terreno para a luta contra os humanos invasores. A diferença é que no segundo filme o foco é familiar, e as intrigas são também diminuídas nesse aspecto.
O último longa de Cameron promete manter não só a qualidade, mas o alto padrão também é constante na bilheteria. Arrecadando 1 bilhão duas semanas após a estreia, o longa deve garantir lugar entre as maiores bilheterias e bater a arriscada meta do 1,5 bilhão necessário para a produção se pagar. Para a nossa sorte, enquanto o sucesso se confirma, podemos esperar a continuação de uma das franquias que já se consolida como uma das mais queridas do cinema.
Filme belíssimo. Já assisti duas vezes. Daria 5 estrelas se não achasse que Cameron exagerou um pouco em cenas repetidas mas eu realmente amei todos os personagens inclusive os aquáticos. Fotografia incrível e a música excelente
Péssimo! Se o visual dos personagens desse filme são ridículos hoje, imaginem daqui 30 , 40 , 50 anos! Parecem caras de borracha ambulantes com essas orelhinhas pontudas e cabelos a moda rastafari misturadas com gatos e humanos. É o cumulo do ridículo que demonstra a profunda decadência do cinema americano comercial com suas histórias batidas, suas infinittas sequências de historinhas infantis e sem graça como essa
Produção fantástica, lindíssima, nos prende do início ao fim! Assim como o primeiro, aborda temas como família sistêmica, ecologia profunda e a conexão espiritual entre os humanóides e outros seres da Natureza! Vale cada minuto!!!
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