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Gigica_sensis
1 crítica
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5,0
Enviada em 31 de dezembro de 2023
Sou fã do primeiro, eu fiquei tão impressiona com o segundo que demorei meses para assisti-lo porque saberia que seria muito bom, foi fantástico quem realmente entende a msg como a conexão da natureza, o homem como protagonista da destruição a relação família, espiritualidadade enfim baita filme chorei para krl… zero defeitos … quem não gostou não se conectou com avatar
Que o filme é lindo e com belos efeitos visuais todo mundo sabe (inclusive até quem não assistiu), só por este fato o filme já vale 100% ser assistido e o filme traz os novos elementos que são os filhos de Jake e os novos Biomas marítimos muito bem, mas na minha humilde opinião, deveriam ter trazido mais a participação do Neteyam (filho de jake) ao filme spoiler: assim nós sentiríamos ainda mais sua perda
No geral, "Avatar: O Caminho da Água" é uma sequência digna do seu antecessor, ampliando e aprimorando o universo de Pandora. Com uma narrativa envolvente, efeitos visuais deslumbrantes e atuações marcantes, o filme cumpre as expectativas e oferece uma jornada cinematográfica inesquecível. James Cameron mais uma vez prova seu talento como diretor e nos lembra da importância de preservar e respeitar nossa própria casa, a Terra.
Visualmente o filme é deslumbrante, sem dúvidas um dos filmes mais lindo que já vi. A história é boa e que também envolve, as cenas de batalhas são grandiosas e muito bem feitas. Apesar de ser muito grande não me cansou... Eu achei bem melhor que o primeiro filme. Muito bom mesmo.
Que roteiro ruim, "chesuis", (escrevi errado de propósito tá). Nossa o visual é incrível, mas é só, a história é boba sem motivação nenhuma, sem novidade nenhuma, não chega a lugar nenhum, é só pra ter um terceiro filme, os personagens eram intrigantes no primeiro filme, aqui eles são só chatos.
Alguns furos de roteiro, passa muiito tempo de baixo d' água e em uma.cena x do filme parece q desaprenderam, em certas partes do filme parece q os efeitos são dos inícios dos anos 2000. Essa média ai de 4.4 n tá merecida. Então vou dar uma bem baixa p baixar ela.
Contexto ruim, filhos da selva mas americanizados demasiado, furos brutais de roteiro, contextos lógicos falhos, alguns da mesma família ficam horas sem respirar, outros já não. Próximo ao final, ao invés de mergulhar e passar por baixo do fogo, para sair em retirada ao perigo, sem logica alguma,como Bob esponja" fogo de baixo de água " eles voltam ao navio explodindo. O vilão desmaiado por vários e vários minutos abaixo da água, é encontrado por seu "filho" volta a superfície como se nada tivesse acontecido, vivo e lúcido ! O seu "dragão" que tomou horas antes uma mordida no pescoço e "morrido" aparece pleno e sem marcas , os dois saem voando tranquilamente.
Verdadeira obra-prima da Disney e Fox, o filme traz uma magia maravilhosa e traz o sentido da vida com novas culturas e tradições. O melhor filme da atualidade.
Se, em “Avatar”, a terra era o caminho pelo qual Jake Sully (Sam Worthington) encontra o seu propósito; em “Avatar: O Caminho da Água”, como o próprio título deixa subentendido, é a água que leva o protagonista desta história a encontrar o seu destino.
Doze anos separam os dois filmes. Neste ínterim, Sully e Neytiri (Zoe Saldana) formaram uma família, tiveram filhos e se posicionaram como líderes do povo Na’vi. Entretanto, os rastros das decisões tomadas por Sully possuem consequências e, quando eles se vêem na iminência do perigo (representado por Quaritch - personagem interpretado por Stephen Lang), eles têm que se reinventar, como clã e como família.
Assim como em “Avatar”, portanto, que promovia a transformação pessoal de Jake Sully por meio do amor e do contato com a cultura dos Na’vi; é o desejo de proteção à família que ele formou que move a personagem (e, consequentemente, seus filhos) em mais uma jornada de transformação pessoal, no contato com a cultura de um novo povo, o que habita os recifes dos ambientes marinhos.
Existem vários filmes dentro de “Avatar: O Caminho da Água”: o que retrata a descoberta do perigo representado por Quaritch, o que retrata o êxodo familiar e o exílio deles junto ao povo dos recifes, e, finalmente, aquele que retrata o grande conflito que interessa ao roteiro escrito por James Cameron, Rick Jaffa e Amanda Silver: o embate entre Sully e Quaritch.
Estas tramas se desenrolam numa obra que chama a atenção por ser um espetáculo visual, e pelo desejo de James Cameron de, como diretor, levar o seu cinema a um outro patamar. São poucos os que conseguem trabalhar com a tecnologia. E Cameron é um dos que traz isso ao seu favor. Ao custo de um roteiro problemático, diga-se de passagem, mas não é isso que interessa ao público de “Avatar”. Cameron entrega ao seu público o filme que eles desejam assistir!
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