Uma história que todos deveriam conhecer! Mais um belo exemplo do que a virtude, a coragem e a humanidade são capazes de transformar a própria história! Boas atuações, roteiro com algumas falhas, mas as interpretações são magistrais!
Um filme quase completo! faltando apenas cenas reais de King, mas tirando isso é um espetaculo de filme! roteiro maravilhoso e uma atuação fenomenal David Oyelowo, uma história baseada em Martin Luther King Jr, mostradando o sofrimento pelos os ideias dos negros em busca do direito ao voto! com certeza um dos melhores do ano!!!!
De longe a melhor canção original entre os indicados. Quanto ao filme, segue a receita comum de outras biografias: mostrar datas, fatos impressos ou arquivos, resumo dos destinos dos personagens, etc. Achei que o racismo foi retratado de forma equilibrada, não muito apelativo mas também não muito brando. Porém, esperava me comover mais. Foi bom não terem apelado para a morte de King no final, afinal o filme é apenas uma das várias marchas importantes que liderou em 13 anos de luta por direitos igualitários, não sendo esta ligada a sua morte.
"Selma - uma luta pela igualdade" é uma boa ideia com execução frustrante. Tão interessante quanto uma possível cinebiografia de Martin Luther King é fazer um recorte de um dos episódios da sua curta, porém densa, trajetória. O filme optou pela segunda alternativa, destacando a marcha de Selma para Montgomery (Alabama), protestando pela concretização do direito (garantido apenas na teoria, não efetivado na prática) ao voto para os afrodescendentes (fato que motivou a marcha). Um roteiro interessante, com potencial, mas com muitos erros técnicos. A começar pelo roteiro em si, que, enclausurado na boa ideia, não tem o condão de emocionar verdadeiramente. Restou apenas o potencial - exceção honrosa para uma das cenas do início, surpreendente e chocante, ótimo ponto de partida. O roteiro ruim foi mal dirigido: a opção pelo formato de quase documentário tornou o filme burocrático (inclusive pelo exagero) e, apesar do ritmo louvável (acelerado, mas, desta vez, sem exagero), também não teve êxito em comover. A comoção restou pregada na ideia e nos princípios do "Doc", não no filme em si. Da mesma forma, a reflexão. Nem mesmo a atuação salva "Selma". David Oyelowo até agora não convenceu em suas interpretações. Desta vez, o papel que lhe foi atribuído tinha potencial para, no mínimo, indicações a grandes prêmios. Mas não, Oyelowo é um protagonista bastante discreto - de tão discreto, a superficialidade da atuação se destaca e compromete todo o filme. Dos "coadjuvantes principais", nenhum se salva. Destaque de atuação mesmo são Oprah Winfrey e Cuba Gooding Jr., com personagens "coadjuvantes acessórios", de participação diminuta (do ponto de vista temporal), mas excelência que salta aos olhos. Isto é, diante da incompetência geral do elenco, Winfrey e Gooding Jr. são um colírio. Nem mesmo o experiente Tom Wilkinson se salva. A indicação ao Oscar de melhor filme refere-se, de forma explícita, à boa ideia. Tanto é assim que a única outra indicação refere-se à estatueta de melhor canção original ("Glory"), que o filme deve ganhar. Nenhuma indicação por atuação, direção ou premiações técnicas (fotografia, edição, mixagem de som etc.). "Apenas" melhor filme. É isso que deixa explícito o que retratei: tecnicamente, "Selma" é paupérrimo, não faz jus ao legado da grande figura histórica que é Martin Luther King. Por outro lado, não há dúvida que invocar seus ideais e sua luta merecem crédito imensurável e mesmo destaque necessário, o que justifica a indicação (que não vai ganhar) a melhor filme. O filme é tecnicamente fraco - mas atenção: não chega a ser ruim, longe disso, tem seus atrativos, em especial do ponto de vista histórico (interessante visualizar um pouco da luta pelos direitos). Contudo, MLK merece a "homenagem".
Um bom filme, retratando um período relativamente recente cujo eco se manifesta até hoje, tendo em vista as recentes manifestações contra a violência policial sobre negros nos EUA bem como, indiretamente, as violentas repressões policiais à manifestações pelo Brasil (até mesmo no Carnaval!). Crítica completa no link
O filme é espetacularmente bem produzido, profundo e marcante. Uma obra inquietante e que chega a ser perturbadora. A atuação de David Oyelowo é sem precedentes. Infelizmente indicaram a obra como " melhor filme" e esqueceram do ator principal que deu todo o sentido ao enredo. É uma estória profunda e real que mexerá com seus mais íntimos sentimentos e o fará pensar. Simplesmente maravilhoso!
Um filme apático, indiferente para a maioria dos brasileiro, não me entenda mal, o filme possui um significado muito bonito envolvendo toda a história de Martin Luther King e sua busca pela igualdade entre raças. É um bom filme para se adquirir cultura, mas é um filme cansativo, um filme "chato", mesmo retratando um momento emocionante o filme não emociona tanto o telespectador, ele buscar mais "chocar" do que "emocionar". Em minha opinião a unica indicação que merecia talvez fosse de melhor ator, e olha lá. É um bom filme, mas está longe de ser o Melhor filme do ano!
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