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    Selma - Uma Luta pela Igualdade
    Média
    4,3
    457 notas e 45 críticas
    distribuição de 45 críticas por nota
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    45 críticas do leitor

    Neto S.
    Neto S.

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    3,0
    Enviada em 29 de janeiro de 2016
    Cinebiografia do pastor protestante e ativista social Martin Luther King, Jr (David Oyelowo), que acompanha as históricas marchas realizadas por ele e manifestantes pacifistas em 1965, entre a cidade de Selma, no interior do Alabama, até a capital do estado, Montgomery, em busca de direitos eleitorais iguais para a comunidade afro-americana.Mediano,filme tem ate um bom elenco, e boas atuaçoes, mais e meio parado e cansativo, filme tem uma excelente trilha sonora, recomendo. Nota 7.0
    Junior d.
    Junior d.

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    5,0
    Enviada em 2 de maio de 2015
    A critica é pra se falar sobre o q VOCÊ achou do filme, e NÃO, fazer uma SÍNTESE. Pra isso já existe a SINOPSE no topo.
    Sandro P.
    Sandro P.

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    4,0
    Enviada em 16 de maio de 2016
    Belo filme! História inspiradora e comovente, ótimas atuações. Achei o filme um pouco longo e algumas cenas bem lentas, mas nada que atrapalhe. Recomendo!
    Isis Lourenço
    Isis Lourenço

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    3,0
    Enviada em 23 de dezembro de 2020
    Retrata a luta de Martin Luther King Jr. e outros para garantir o direito ao voto dos negros,mas de uma forma pacífica,portanto torna-se indispensável para todos.
    Por ser uma história real temos aqueles que não suportam ver um negro em boa posição e fazem o que podem para tentar atrapalhar a vida dele.
    A respeito da luta,foi importante,foi pacífico e foi muito bonito ver a ponte cheia de gente que entendeu a necessidade do povo,da cidade e abraçou a causa.

    Citações :

    "A escuridão não pode expulsar a escuridão; apenas a luz pode fazer isso. O ódio não pode expulsar ódio; só o amor pode fazer isso."

    "Sempre é hora de fazer o que é certo."

    "No final, não nos lembraremos das palavras dos nossos inimigos, mas do silêncio dos nossos amigos."
    anônimo
    Um visitante
    3,5
    Enviada em 15 de setembro de 2015
    Estamos vivendo uma boa temporada de cinebiografias.Temos mais uma boa pra entrar na lista.Martin Luther King é colocado a frente em "Selma".O enredo vem com aquelas histórias bem conhecidas quando o assunto é a diferença entre condições financeiras e principalmente o preconceito que está bem vivo nessa história.Tem uma ótima interpretação de David Oyelowo,vivendo o personagem principal,uma pena não ter sido indicado ao Oscar.E um elenco de apoio bem preparado para fortes cenas.Temos um Luther King bem humanizado,que não mostra em nenhum momento que ele está ali como um herói,e sim,como um líder que está a defesa de seu povo,como devia de ser.E sem contar que é uma luta que parece não ter fim.O tal preconceito é algo tão rídiculo,que é mostrado com perfeição nesse filme.É bem diferente de alguns filmes com a mesma história,já que aqui temos algo mais real,e não se deixa levar por histórias surreais.
    Heitor L.
    Heitor L.

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    4,0
    Enviada em 15 de janeiro de 2017
    Selma é um soco no estômago para nossa visão da causa negra e a luta por direitos. A distância que existe entre ter um direito e usufuir dele o faz não existir pra alguns segmentos da sociedade.

    Apesar de convencional na sua fotografia, estrutura e cinematografia, tem nas atuações e trilha sonora seu peso, tendo merecido o Oscar que levou por Glory.

    Uma pena não ter problematizado mais a figura e as decisões questionáveis de Martin L. King, o que tira um pouco da imersão na história, mesmo que o roteiro queria deixar clara a seus dilemas.
    Kamila A.
    Kamila A.

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    4,5
    Enviada em 3 de abril de 2015
    Quando a Lei dos Direitos Civis foi aprovada pelo Congresso dos Estados Unidos, em 1964, pondo um fim à segregação racial no país, com certeza, o Dr. Martin Luther King, uma das personalidades que mais lutou por isso, sabia que a batalha estava muito longe de chegar ao fim. Pelo contrário, ela estava apenas começando. O filme “Selma: Uma Luta pela Igualdade”, dirigido por Ava DuVernay, retrata o esforço empreendido pelo Dr. King (David Oyelowo, em performance indicada ao Globo de Ouro 2014 de Melhor Ator num Filme de Drama) e pelos seus liderados em prol do direito dos cidadãos negros poderem se registrar como votantes – naquilo que culminaria na Lei dos Direitos de Voto de 1965, que foi um verdadeiro marco na história dos Estados Unidos.

    Selma é uma cidade localizada no Estado do Alabama (um dos mais preconceituosos contra os negros naquela época) e foi escolhida por Martin Luther King como o palco principal para diversos atos de manifestações (pacíficas e violentas) em favor da luta por um direito básico de qualquer cidadão: o de poder escolher os seus representantes, aquelas pessoas que vão brigar nas casas legislativas e nos cargos públicos pelos nossos interesses. Na cena que é um dos ápices vistos em “Selma: Uma Luta pela Igualdade”, vemos uma passeata que reúne pessoas de diferentes raças, credos e culturas, numa representação perfeita daquilo que o então presidente Lyndon B. Johnson dizia que “não era um problema dos negros, do sul, do norte. E sim, um problema que afeta todos os americanos”.

    “Selma: Uma Luta pela Igualdade” é um filme que mexe com os nossos sentimentos e que, principalmente, nos faz refletir sobre uma grande contradição na história dos Estados Unidos. Como um país construído em cima de valores que exaltam a liberdade e a coragem dos seus pioneiros pôde permitir, durante um determinado período de sua história, que os negros sofressem tal tratamento? Por quê foi preciso que pessoas como Martin Luther King chamassem a atenção para algo que parece ser tão natural, uma vez que todos nós somos iguais perante a lei, sem qualquer distinção de raça, classe social ou credo? Por quê foi preciso ocorrer tantos tumultos, tantas mortes, tanta gente ferida para que os governantes daquela época (representados aqui pelos personagens interpretados por Tom Wilkinson e Tim Roth) abrissem os olhos para a importância dessa questão?

    Mas, talvez, a pior constatação que “Selma: Uma Luta pela Igualdade” faz é que Martin Luther King estava completamente correto e que a luta dos negros (ou daqueles que fazem parte das chamadas minorias) é diária. Ao receber o Oscar 2015 de Melhor Canção Original pela belíssima “Glory”, o rapper Common fez a seguinte afirmação: “Selma é agora. A luta pela justiça acontece agora.” Por isso mesmo, o papel mais importante do filme fortíssimo de Ava DuVernay é fazer com que essas mesmas minorias percebam que, para as verdadeiras transformações acontecerem, é preciso ter a coragem necessária para não abaixar a cabeça diante das adversidades e ter a abnegação para lutar por aquilo que é certo, em união. Afinal de contas, já dizia o Pink Floyd, na maravilhosa “Hey You”: “juntos, nós resistimos. Divididos, nós caímos”.
    Juarez Vilaca
    Juarez Vilaca

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    4,0
    Enviada em 12 de fevereiro de 2015
    Um grande, lindo e emocionante filme. Um drama baseado em fatos reais de um período da vida de Martin Luther King Jr., muito bem representado por David Oyelowo. O filme é bem dirigido, bem feito e com um elenco de primeira, justifica a indicação para melhor filme. Um pouco lento e massante no início, mas tudo tem uma razão de ser, a luta era pacífica. Muita discussão, negociação e paciência. O final é apoteótico. Imperdível. Os americanos são sistemáticos, todo ano tem um filme sobre a luta por igualdade de direitos dos negros, contra o nazismo e de guerra, sempre tentando levantar heróis. Eles tem o poder e sabem usar. Esse ano tem um filme que está concorrendo por fora desse grupo, Boyhood, trata apenas da vida do americano comum.
    Anderson A
    Anderson A

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    4,5
    Enviada em 25 de setembro de 2015
    Sem apelação religiosa, racial ou política, demosntra mais uma vez a realidade daquela época, racismo em seus piores momentos, não passa so a imagem de um Martin Luther King "intocável", mostra um lado mais frágil, sentimental e familiar aberto a diálogos, que ainda não havia visto em outros do gênero. Bela biografia, excelentes fotografias, excelente atuação de David Oyelowo, light sem apelativos e brincando na interpretação, indicadíssimo, um dos melhores que assisti neste ano, belíssimo filme!
    c4rlc4st
    c4rlc4st

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    4,0
    Enviada em 26 de março de 2019
    Muito interessante a forma "enxadrista" que os conflitos políticos são apresentados. Me senti testemunha de uma das mais importantes articulações políticas da história dos Estados Unidos e acompanhar os movimentos do líder revolucionário contra os das autoridades governamentais faz com que a apreciação pelo caráter obstinado e inspirador de MKL seja maior.

    Essa narrativa detalhada só foi possível pela excelente escolha do roteiro em não abordar momentos mais corriqueiros de sua história, como o discurso do sonho e sua morte, mas sim fazer um recorte de sua trajetória em que conquista uma importante vitória. Celebrar esse triunfo é muito recompensador.

    A diretora consegue várias coisas aqui: constrói uma tensão política que mantém no espectador aflito em boa parte da trama, aflora os sentimentos de raiva e revolta nas cenas de protesto e, somado com a direção de arte e fotografia elegantes, torna o filme muito vistoso.

    Só não acerta quando cai no drama. Segue os padrões clichês das biografias de Hollywood e usa a inexpressiva trilha sonora de maneira manipuladora e quase brega.

    No entanto, o saldo é positivo. A atuação principal passa o poder retórico, inteligência e coragem de seu protagonista e os discursos são inspiradores
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