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1 crítica
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0,5
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
Vou ser sincero: O filme é um saco! Esquisito, chato, terrivelmente entediante! Aos 20 minutos de filme eu já estava rezando para o tal planeta atingir logo a Terra e acabar com aquela loucura! Devido ao tema e aos atores, achei que seria um ótimo filme... lêdo engano... O filme é horroroso! Foram as 2 horas mais desperdiçadas e mais longas da minha vida! Não se iluda, o filme é muito ruim!
Não teria como ser um filme catástrofe igual aos outros! Lars Trier inicia com um clímax de festa que logo se torna algo deprimente até chegar ao segundo ato que é de fato o fim do mundo. Concordo que a primeira parte é muito arrastada mas talvez tenha sido necessária para dar mais dramaticidade e também valorizar os personagens. Um bom filme para quem prefere o diferente, assim como Dogville, Manderlay, ...!
Olha sempre gostei de filmes com essa pegada, ouvi muitos sobre o diretor , o elenco fantástico, mas sinceramente eu sinto como se tivesse perdido 2 horas da minha vida, deu sono, concordo que o diálogo é super cansativo , perde o contexto , e o tipo de filme q é impossivel assistir mais de 1x !
Maravilhoso. Atuações perfeitas, história já velha no cinema, mas explorada por outro angulo: as medos e as aflições pessoais em vez dos eventos destrutivos e cataclismos. A história se desenrola um tanto devagar mais vale a pena ver. O Final é super bem feito,
A primeira parte do filme ficou um pouco arrastada, mas a segunda parte foi de tirar o fôlego. Não me lembro de qualquer filme que conseguisse transmitir de um evento catastrófico iminente características humanas tão profundas. "Meu novo filme preferido"
...Bem, como os demais filmes do Lars, não é uma coisa assim lá tão fácil de digerir. Mas certamente, possui uma acidez de metáforas desconcertantes, porque, sem querer estragar a graça de quem ainda não viu, (ou seja, podem continuar lendo), mas quem era só calma e razão, precisão e cálculo, terminam por se curvar diante da inocência aliada à representação da própria melancolia em si, feita por Dunst. A melancolia em tempos de "shine happy people" é muito criticada e vista como doença a ser medicada, mas no fundo, é uma percepção necessária do mundo, porque, independentemente de se ele vai mesmo acabar por agora ou não, ficar vivendo na superfície das decisões que todos esperam já é um fim do mundo dentro de si mesmo. O choque com a melancolia, no caso, parece nos querer dizer que a única forma de sim, realmente viver, é encarando essa parte quase morta, esse cavalo que não atravessa, as certezas que se diluem, e ainda assim, desafiadoramente, construir sua "cabana mágica" de valores de modo a continuar vivendo. Enfim, eu gostei, achei difícil de levar na boa, mas gostei, e muito.
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