Notas dos Filmes
Meu AdoroCinema
    Melancolia
    Média
    3,9
    468 notas e 59 críticas
    distribuição de 59 críticas por nota
    19 críticas
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    7 críticas
    2 críticas
    3 críticas
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    Você assistiu Melancolia ?

    59 críticas do leitor

    Cinetrix
    Cinetrix

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    4,0
    Enviada em 12 de setembro de 2013
    O fim do mundo está próximo. A Terra está na rota de um planeta chamado Melancolia que irá se colidir com o ‘nosso lar’. O impacto destruirá tudo e todos. O que fazer nessa situação? Enviar astronautas ao tal planeta para implantar soluções nucleares para tentar impedir a tragédia? O filme tem tema para ser uma superprodução hollywoodiana de ficção científica com atmosfera catastrófica, mas, também, é um quadro perfeito para o diretor Lars Von Trier ("Anticristo") destilar seus autênticos dramas ‘psicosofrimentais’ de pontos de vista poucos convencionais. Com a aproximação do tal planeta, a trama coloca o apocalipse como pano de fundo que envolve uma família em crise por causa do ‘fim do mundo’. As primeiras cenas, com tomadas em câmera lenta, são de uma beleza plástica impressionante. Esteticamente, “Melancolia” é belo e de carga pesada em sua atmosfera, como é peculiar de Lars, com níveis elevados de angústias e tristezas retratadas pela trilha sonora pontual e pelas ótimas fotografia e direção de arte. “Melancolia” é um filme envolvente e, ao mesmo tempo, perturbador. O espectador pode apreciar o curioso drama psicológico como cinema de arte ou pode fazê-lo odiar a produção pelo ritmo lento, pela câmera nervosa e pelo enredo extremamente melancólico. É um filme para poucos, alias, o estilo massante de Lars Von Trier é bastante restrito. Dificilmente alguém fica em cima do muro, ou você o ama ou você o odeia. Lars Von Trier comete o ‘equívoco’ de sempre ao exagerar na duração, que deixam seus filmes, em certos momentos, cansativos. Em “Melancolia” não é diferente, porém, analisando de uma forma mais impessoal, Lars sempre consegue o que quer por ser um cineasta provocador e, sobretudo, ousado. Assim como faz com as atrizes com quem trabalha ao extrair o máximo de seus talentos, Lars também procura ‘brincar’ com o espectador ao transportá-lo para a atmosfera de seus longas por causa das situações bem desenvolvidas. Está aí os motivos da longa duração e da lentidão narrativa que consagra o diretor, seja de maneira positiva ou negativa. Por isso Lars é polêmico, principalmente por promover interações que resultam em choques melancólicos, custe o que custar.
    Henrique S.
    Henrique S.

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    5,0
    Enviada em 10 de junho de 2013
    Há filmes que são filmes. Histórias contadas usando sons e imagens. Contudo, há filmes que são poesias, poesias audiovisuais que, se lidas no momento certo e pelos olhos certos, proporcionam uma experiência quase epifânica. "Melancolia", uma obra prima de Lars Von Trier, é dessas. Tal é a grandeza desse filme, que não me contive e me propus escrever uma resenha mais apurada, mesmo já o tendo visto pela primeira vez, há mais de um ano, numa sala de cinema, e tendo deixado um pequeno comentário no blog. É válido dizer que a experiência que esse filme me proporcionou naquela época foi muito maior do que agora que o revi, graças ao momento específico que estava vivendo lá. Mas quando uma arte é boa, não importa quantas vezes você a enxerga, sempre consegue a ver. Como os outros filmes do diretor, este contém seus elementos característicos, como a divisão em capítulos, a câmera móvel e a valorização dos diálogos. Entretanto, aqui também vemos o culto à imagem e toda a beleza que esta pode oferecer. Logo no início, a sequência de imagens maravilhosas, semelhantes a pinturas surrealistas, em câmera lenta, demonstram a profundidade do longa. O primeiro capítulo tem como foco a personagem Justine (Kirsten Dunst) e sua festa de casamento, que acontece na casa da irmã, Claire, e de seu cunhado milionário, o anfitrião. De início, a noiva parece estar vivendo o que espera-se dela: felicidade. Contudo, logo no inicio da recepção, percebemos seu real estado, simplesmente alheia a tudo que ocorre a sua volta e sendo pressionada por todos para "ser feliz". No segundo capítulo, focado em Claire, sabemos que "Melancolia" é um misterioso planeta que passará próximo à Terra e corre o risco de encontrá-la. Com isso, Claire (brilhantemente interpretada por Charlotte Gainsbourg, também presente em "Anticristo", do mesmo diretor), luta contra o desespero, isolada com a irmã depressiva, o filho pequeno e o marido na gigante casa de campo, até o dia da chegada do planeta. Saber que o diretor se encontrava em uma fase da vida na qual teve depressão dá condições de entender melhor a situação melancólica e pessimista que vive Justine. É impossível alguém que já teve tais momentos não se reconhecer. Talvez a ideia não tivesse funcionado tal bem não fosse a incrível compatibilidade entre as duas atrizes principais, que conseguem construir uma relação irmã-irmã comovente e real. Frases como "A Terra é má, não precisamos lamentar por ela. Ninguém sentirá falta", conseguem expressar toda a carga de descrença, frustração e aniquilamento que nós, seres conscientes da nossa futura morte certa, em muitos momentos experimentamos. Os belos diálogos e imagens, juntamente com a trilha sonora de violino, formam a melhor personificação da melancolia que já vi no cinema. Mais um filme que ao invés de exigir uma mente aberta, exige um coração disposto a absorver as sensações que surgem quando nos conscientizamos da nossa pequenez e fragilidade como humanos.
    Anderson  G.
    Anderson G.

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    4,0
    Enviada em 8 de outubro de 2016
    Um filme sobre o fim do mundo diferente de tudo que você já viu, o fim está próximo, “Melancolia” nos mostra o fim do mundo seguindo a ideia de Lars Von Trier, polemico, mal educado, tagarela, mas um diretor espetacular, sem alienígenas, sem robôs gigantes ou criaturas que vem do fundo do mar, melancolia não passa de um planeta que está em colisão com a terra, começamos o filme presenciando um casamento extremamente conturbado, com uma família abastada mas problemática, Lars Von Trier antes de falar que todos vão morrer (por favor né, não espere um final de conto de fadas de um filme do Von Trier), ele nos faz conhecer todos os personagens e simpatizar com eles, ou não. A primeira parte é focada em Justine (Kirsten Dunst) que faz uma atuação bem regular, e essa primeira parte que corresponde a metade do filme, depois de 20 minutos fica completamente arrastada, nos dando sempre a mesma mensagem, fica visível que tem algo estranho, o casamento, a festa, o marido e a estrela..., e esses pilares vão se repetindo e se repetindo, na segunda parte a protagonista é a irmã de Justine, a Claire (Charlotte Gainsbourg) que faz uma boa atuação como sempre, nada de exagerado, nessa segunda parte temos todas as consequências do casamento mais o temor da morte iminente, todos os pecados do roteiro na primeira partes são compensados na segunda, que não é perfeita, mas ao menos tem um ritmo, a fotografia é lindíssima, Lars Von Trier abusa da câmera lenta, mas ele pode, pois ele sabe a usar, como todos os filmes dele, a cenas iniciais são obras de arte, com uma trilha sonora triste e magistral, os primeiros 5 minutos de filme são alá “200I, Uma odisseia no espaço”, Lars também grava quase todo filme com câmera na mão, o deixando mais realista e poético. Por fim, temos aqui um ótimo filme de ficção científica, diferente, profundo (poderia ser mais), com problemas de roteiros e ritmo, mas é um filme que surpreende pela simplicidade e no final, mesmo não tendo toda a reflexão que os filmes de Lars Von Trier geralmente causam, quando você deitar no travesseiro, você vai pensar, pensar, e pensar a respeito dessa película, e no final, Justine finalmente encontra seu slogan “A vida na terra é má”.
    AllBs
    AllBs

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    5,0
    Enviada em 3 de agosto de 2013
    Com uma humilde bagagem de filmes vistos no mundo da sétima arte, posso dizer com êxito, mesmo assim e até precipitadamente, que essa provavelmente é uma das únicas obras cinematográficas que me embriagará tão arrebatadoramente. Sempre o Trier. Não tenho muita base, mesmo pra elogiá-lo. Mas tudo nesse filme embriaga; a música do Bethoven que culmina os vários picos do filme, as cenas meio-estáticas no início que parecem uma pintura viva, os diálogos e até a depressão. Principalmente a depressão. Dunst, aqui em Justine, se banhando na luz do planeta Melancolia depois de, fisicamente e nas suas expressões expor a depressão que a corrói após um casamento fracassado, é embriagante. Sim, Melancolia não é sobre um planeta que vai destruir a Terra. É sobre a depressão, que por seja-lá-qual-motivo, pode visitar qualquer um, já que todos estão sujeito à vida. Essa vida, a minha, a sua, que não é nada perto do vasto universo, que nem sentiria a nossa falta e a da Terra, destroçada tão delicadamente por outro planeta. Câmera, fotografia, atuação, diálogo, orquestrados com tanta magnitude compõem um filme tão tragicamente belo.
    Jackson A L
    Jackson A L

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    1,0
    Enviada em 14 de março de 2016
    Definitivamente essa produção entra para a lista de qualquer um como um daqueles inesquecíveis, mas de forma muito negativa. O filme já começa de forma irritante, já deu vontade de desligar nos dois primeiros minutos, tivesse eu seguido minha intuição, pois o restante é muiiitooo pior. Filme arrastado, chato, sonolento e cansativo. Faltam adjetivos para expressar o quão ruim é esse filme. Antes que digam que é uma metáfora, que é preciso ter sensibilidade e atenção com o filme, até entendo opiniões contrárias, mas quem quer passar um bom tempo na frente da televisão quer ver algo que possa trazer um tempo aproveitado e não ficar angustiado esperando que o filme tome rumos diferentes e aconteça algo interessante. Por fim, o filme não teria um titulo melhor: Melancolia, do começo ao fim.
    Mario B.
    Mario B.

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    5,0
    Enviada em 22 de janeiro de 2013
    Um dos melhores filmes que assisti. Certamente não é para pessoas que adoram filminhos comerciais de ação ou melequentos de romantismo barato. Não se sai mais feliz, rindo, ou com sentimentos baratos vendidos pela mídia comercial. A gente sai melancólico, exatamente como Lars Von Trier queria, mas a melancolia com um bom toque de lucidez.
    Abimael C.
    Abimael C.

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    4,5
    Enviada em 15 de abril de 2014
    Um ótimo filme de drama/ficção que centra no psicológico das personagens. Inicialmente é um filme sonolento e aparentemente sem graça, mas ao iniciar a Parte 2, as coisas começam a ficar mais claras e interessantes. A primeira parte coloca o telespectador no estado de espírito propício para a parte seguinte. Não é um filme para todos, deve ser assistido por uma mente bem aberta, atenta e crítica. Se você procura um filme com muita ação e efeitos especiais, abandone este filme. Leia o título do filme e entenda, desde já, que esta é a sensação que o filme consegue transferir para o telespectador.
    Roberto O.
    Roberto O.

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    4,0
    Enviada em 19 de agosto de 2016
    O fim do mundo como metáfora para o estudo da depressão. Depressão é uma doença seríssima. Para uma pessoa acometida desse mal, a notícia da iminência do fim do mundo, proporcionada pela rápida aproximação de um planeta que está em uma inevitável rota de colisão com a Terra, pode ser recebida com um imenso alívio, acompanhado da certeza de que todos os seus problemas serão, afinal, solucionados pelo singelo motivo de que simplesmente deixarão de existir, bem como tudo ao seu redor, restando apenas a ‘paz’ gerada pela consumação de todas as coisas. Porque eu acredito que uma pessoa depressiva pense assim? Bem, é que... Atire a primeira pedra quem nunca na vida teve um lampejo semelhante de devaneio escapista, ainda que apenas por um momento. Quase sempre esse pensamento logo é substituído pela esperança de que a má fase vai passar e a vida vai, enfim, melhorar... Quase sempre. O cultuado cineasta dinamarquês Lars von Trier, melancólico por natureza, e habituado com as polêmicas em seus filmes e em suas declarações, propõe, com este sensível longa convenientemente batizado de Melancolia (que é o nome dado ao gigantesco planeta fictício que poderá se chocar com o nosso) uma profunda discussão acerca da vontade de viver e o desespero diante do fim em paralelo com o desespero de viver e a vontade de que tudo termine, aqui ilustrados pelas duas irmãs que conduzem a narrativa, Claire (Charlotte Gainsburg) e Justine (Kirsten Dunst). Claire quer que o planeta intruso vá embora. Justine não vê a hora de ele chegar. É na festa de casamento de Justine que conhecemos o núcleo familiar das irmãs: seus pais separados, vividos por John Hurt e Charlotte Rampling, o abastado marido de Clair (o astro da série 24 Horas Kiefer Sutherland), o filho pequeno do casal (Cameron Spurr) e o noivo de Justine, (Alexander Skarsgård, o novo Tarzan dos cinemas). Há ainda o patrão da noiva (Stellan Skarsgård, pai de Alexander na vida real) e seu funcionário recém-contratado (Brady Corbet). Estes personagens trocarão farpas o suficiente para que suas máscaras caiam, deixando transparecer a tremenda farsa que é aquela confraternização que, na verdade, nada tem a celebrar. Vagarosamente vamos percebendo que há algo errado com Justine, a julgar não apenas por suas próprias atitudes como também pela preocupação daqueles que a cercam. O cunhado, que pagou a festa, e que ainda por cima está sendo realizada em sua própria mansão, não para de reclamar do dinheiro que gastou. Ele conhece a instabilidade emocional da noiva e não enxerga um futuro promissor para aquela união matrimonial. Opinião compartilhada também pela mãe de Justine, que vê no casamento uma instituição falida, motivo para confrontação verbal com o ex-marido. Ele não tem muitos argumentos a seu favor, pois sua promiscuidade é conhecida por toda a família. Os insultos vindos de ambas as partes são inevitáveis. Tudo isso na frente da própria noiva e de todos os convidados, no melhor estilo ‘lavando a roupa suja’. Ainda surgem outros percalços, envolvendo o noivo, o patrão... E quando ouvimos Justine confidenciar para sua irmã: “Eu sorrio, sorrio e sorrio”, concluímos que, se ela está dizendo isso com tanta ênfase, é porque não é de seu costume fazê-lo. Justine tem depressão. As situações constrangedoras que se sucederam em sua desastrosa festa de casamento só desencadearam algo com o qual Justine já lidava desde sempre em sua vida, tendo em vista os comentários da irmã, da mãe, do cunhado e até do noivo. A depressão, que esteve camuflada por um tempo, veio à tona novamente. No fim da ‘festa’, a notícia da aproximação do planeta Melancolia começa a ganhar destaque, e deixa clara ao espectador a metáfora sugerida pelo diretor acerca do corpo celestial prestes a cobrir a Terra tal qual um sentimento profundo de tristeza pode se abater sem aviso sobre uma pessoa. A segunda metade do longa se concentra justamente nas já citadas reações opostas das irmãs diante do inevitável fim. É quando os diálogos, mais especificamente entre as duas, se desenvolvem de forma até bucólica, expressando seus devaneios existenciais e inquietações filosóficas acerca do sentido da vida. Ao ver seus dilemas, se é fácil entender as motivações de cada uma das duas irmãs em relação ao que as espera no horizonte, de onde já se enxerga o gigantesco corpo celestial se aproximando, muito desse mérito se deve ao desempenho de suas intérpretes. Kirsten Dunst (vencedora da Palma de Ouro de Melhor Atriz no Festival de Cannes de 2011 por este papel) confere fragilidade à Justine durante a primeira hora de projeção, situação que muda para uma mórbida comodidade quando passa a ter a certeza de que o fim está próximo e trará com ele seu tão desejado refrigério. Charlotte Gainsburg, por sua vez, faz Clair traçar um caminho oposto, em que a outrora bem resolvida esposa e mãe é tomada pela aflição com a chegada do evento que acarretará a irremediável interrupção de tudo o que conhece. Em alguns momentos da projeção, o já conhecido perfeccionismo de von Trier se faz sentir mais do que em outros, como na longa construção visual que abre o filme, em que presenciamos um melancólico mosaico, belissimamente concebido em sua fotografia, ao som de Tristão e Isolda (memorável peça musical de Richard Wagner), em uma sucessão de imagens que se dá de forma poética e monumental. Visualmente grandioso, o longa apresenta, todavia, como seu maior mérito a discussão que propõe. Não é um filme catástrofe com impressionantes cenas de destruição, longe disso. É um profundo estudo sobre a depressão, mostrado com uma beleza plástica incontestável, é bem verdade, mas sem desviar a atenção de seu tema. Melancholia é um filme adulto, contundente, extremamente reflexivo e, por isso mesmo, merece toda a atenção. A despeito do pessimismo inerente à história, uma obra cinematográfica que exemplifica com tal propriedade o drama vivido por quem é acometido desse mal, a depressão, pode ajudar muitos a verem a questão com a seriedade devida. E, se esta obra nos mostra, de um lado, o fim do mundo como uma acolhedora solução para todos os problemas, ao mesmo tempo vemos, do outro lado, o desespero de quem sente na iminente tragédia a interrupção brusca de todos os seus sonhos e a consequente impossibilidade de realizá-los. Eis o contraste das irmãs. As duas querem paz e felicidade, mas de maneiras absurdamente contraditórias. Se este lúgubre e inquietante longa-metragem realizado, contudo, de maneira tão bela e sensível, puder contribuir para amenizar um estado de depressão de quem o assistir, então ele já terá deixado o seu legado para a humanidade, enquanto ela existir... Apesar do nome, e do final chocante (literalmente), Melancolia pode, sim, trazer uma interpretação positiva, a de que a vida, apesar de tantos percalços pelos quais se pode passar, ainda vale a pena ser vivida.
    Alvaro S.
    Alvaro S.

    Segui-los 1493 seguidores Ler as 349 críticas deles

    4,0
    Enviada em 11 de abril de 2016
    Do controverso diretor Lars von Trier, Melancolia é uma belíssima alegoria. O filme começa com umas imagens lindamente fotografadas, num slow motion intrigante que só faz sentido do meio para o final. São momentos que antecedem o final trágico anunciado. Duas irmãs, Justine (Kirsten Dunst) e Claire (Charlotte Gainsburg) são o centro da trama. Enquanto a primeira celebra seu casamento, a segunda tenda lidar com a ansiedade da colisão do Planeta Melancholia com o Planeta Terra. Kirsten nunca esteve tão linda. Em alguns momentos me lembrou a atriz Grace Kelly. No elenco ainda Kiefer Sutherland, Charlotte Rampling e Jonh Hurt. Mais do que apenas o fim do mundo, Melancolia nos mostra o fim de algo muito desejado, a felicidade. Curiosidade. A atriz Kirsten Dunst ganhou o prêmio de Melhor Atriz no Festival de Cannes pelo papel no filme. Nota do público: 7.1 (IMDB) Nota dos críticos: 79%(Rotten Tomatoes) Bilheterias EUA - $3 milhões Mundo - $15 milhões Acesse o blog 365filmesem365dias.com.br para ler sobre outros filmes.
    Andre Abidon
    Andre Abidon

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    4,5
    Enviada em 9 de fevereiro de 2012
    Não teria como ser um filme catástrofe igual aos outros! Lars Trier inicia com um clímax de festa que logo se torna algo deprimente até chegar ao segundo ato que é de fato o fim do mundo. Concordo que a primeira parte é muito arrastada mas talvez tenha sido necessária para dar mais dramaticidade e também valorizar os personagens. Um bom filme para quem prefere o diferente, assim como Dogville, Manderlay, ...!
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