Cría Cuervos
Média
3,9
16 notas

5 Críticas do usuário

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Cid V
Cid V

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4,5
Enviada em 23 de junho de 2023
Ana (Torrent) vive com a irmã mais velha, Irene (Pérez) e mais nova Maite (Sanchez) com uma tia, Paulina (Randall), que as aborrece, a avó (Díaz) que não consegue mais falar, e a empregada Rosa (Chico), numa mansão. O universo de Ana precocemente se depara com várias mortes. A da mãe (Chaplin), de uma doença letal. A do pai (Alterio), encontrado morto por ela, após ter esse encontrado uma amante, Amelia (Miller). E também seu pequeno porquinho da índia de estimação.

Mais em: https://magiadoreal.blogspot.com/2023/06/filme-do-dia-cria-cuervos-1975-carlos.html
Alan
Alan

16 seguidores 353 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 12 de fevereiro de 2023
Resolvi assistir o filme devido a fama de grande cineasta de Carlos Saura. Porém, não vi um filme grandioso. Tem sim os seus bons momentos, mas, no geral, nada de extraordinário.
Andrea Lira
Andrea Lira

2 seguidores 1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 23 de março de 2022
Filme lindo! Lindo demais! Uma história tocante que trata da morte mais temida para todos nós: A morte da mãe. A protagonista vivida pela atriz Ana Torrent, lida de forma peculiar com a morte. Uma história que fica muito tempo em nossa memória e, em nossos corações. A canção "Por que te vas" é praticamente a "protagonista" da história. Uma canção que faz com que o filme ainda fique mais magnífico! Assistam que vale a pena!
Adriano Côrtes Santos
Adriano Côrtes Santos

1.006 seguidores 1.229 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 20 de abril de 2019
A jovem Ana, personagem da estupenda Ana Torrent, acorda uma noite e se depara com seu pai morto, antes, vê se súbito uma mulher fugir da casa. Seu pai um militar a serviço de Franco, de alguma forma martiriza a consciência de Ana que está certa de ser culpada pela morte. Com uma abertura assombrosa, torna-se aos poucos uma crônica de Ana e suas duas irmãs que vão amadurecendo para a liberdade. Uma metáfora ao fascismo, porém, um filme bem sensível e gracioso. Geraldine Chaplin, a preferida e musa constante do aqui diretor, produtor e roteirista Carlos Saura, está maravilhosa em um papel duplo como a mãe de Ana, sofrida pelo câncer, e a Ana adulta que reflete sobre seus eventos passados. Tudo conflui implicitamente para suplantar o fascismo, algo suportado com peso, mas que, no fim, é vencido.
Elvira A.
Elvira A.

937 seguidores 266 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 25 de setembro de 2013
Por muito tempo ficaram em minha memória tanto a música "Por que te vás" quanto o ditado espanhol "Cría cuervos que te arrancarán los ojos". Ana Torrent era uma atriz promissora e sensível. Geraldine Chaplin foi uma escolha acertada do genial diretor Carlos Saura.
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