Ana (Geraldine Chaplin) é uma mulher de tristes lembranças. Duas décadas antes, quando tinha nove anos, ela acreditava ter em suas mãos um misterioso poder sobre a vida e a morte de seus familiares. Assim teria causado a morte inesperada do pai, o militar franquista Anselmo (Héctor Alterio), logo após o doloroso martírio da mãe.
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Ana (Torrent) vive com a irmã mais velha, Irene (Pérez) e mais nova Maite (Sanchez) com uma tia, Paulina (Randall), que as aborrece, a avó (Díaz) que não consegue mais falar, e a empregada Rosa (Chico), numa mansão. O universo de Ana precocemente se depara com várias mortes. A da mãe (Chaplin), de uma doença letal. A do pai (Alterio), encontrado morto por ela, após ter esse encontrado uma amante, Amelia (Miller). E também seu pequeno ...
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Por muito tempo ficaram em minha memória tanto a música "Por que te vás" quanto o ditado espanhol "Cría cuervos que te arrancarán los ojos". Ana Torrent era uma atriz promissora e sensível. Geraldine Chaplin foi uma escolha acertada do genial diretor Carlos Saura.
A jovem Ana, personagem da estupenda Ana Torrent, acorda uma noite e se depara com seu pai morto, antes, vê se súbito uma mulher fugir da casa. Seu pai um militar a serviço de Franco, de alguma forma martiriza a consciência de Ana que está certa de ser culpada pela morte. Com uma abertura assombrosa, torna-se aos poucos uma crônica de Ana e suas duas irmãs que vão amadurecendo para a liberdade. Uma metáfora ao fascismo, porém, um filme ...
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Filme lindo! Lindo demais! Uma história tocante que trata da morte mais temida para todos nós: A morte da mãe. A protagonista vivida pela atriz Ana Torrent, lida de forma peculiar com a morte. Uma história que fica muito tempo em nossa memória e, em nossos corações. A canção "Por que te vas" é praticamente a "protagonista" da história. Uma canção que faz com que o filme ainda fique mais magnífico! Assistam que vale a pena!
Criando corvos...
O título vem do dito popular "crie corvos e eles te arrancarão os olhos".
Prêmios
Vencedor do Grande Prêmio do Júri no Festival de Cannes de 1976 - empatado com A Marquesa d'O (La Marquise d'O) (1976), de Eric Rohmer.Indicado ao César de melhor filme estrangeiro em 1977.Indicado ao Globo de Ouro de melhor filme estrangeiro em 1978.
Nacionalidade
Espanha
Distribuidor
-
Ano de produção
1976
Tipo de filme
longa-metragem
Curiosidades
2 curiosidades
Orçamento
-
Idiomas
Espanhol
Formato de produção
-
Cor
Colorido
Formato de áudio
-
Formato de projeção
-
Número Visa
-
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