Deadpool
Média
4,5
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493 Críticas do usuário

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Marcelo M.
Marcelo M.

14 seguidores 56 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 5 de março de 2016
eu comentando do serviço, o filme é?????. Opa, não assisti o filme!!! Como vou comentar, se nao assisti? Talvez seja legal?! Consulte a opinião dos que assistiram. assis sp brasil
Diogo P
Diogo P

2 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 1 de março de 2016
Achei bacana, acessível, legal... hahahaha como diria Glória Pires. vale muito a pena assistir, pois dei muitas risadas e quando vi, já tinha terminado. Veja depois dos créditos.
Clauzi R.
Clauzi R.

1 crítica Seguir usuário

3,0
Enviada em 24 de fevereiro de 2016
Um filme bom mas que exagera nas piadas e acaba se tornando cansativo. Deadpool é um verdadeiro anti-herói dos quadrinhos.
Roberto O.
Roberto O.

26 seguidores 59 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 21 de fevereiro de 2016
Ei, você. É, você mesmo, que está começando a ler esta crítica agora. Lembra daquela clássica comédia oitentista Curtindo a Vida Adoidado? Nela, o estudante Ferris Bueller (personagem que marcou o auge da carreira de Matthew Broderick) conversava com a plateia durante todo o filme, que se passava em apenas um dia, no qual ele vivia momentos divertidíssimos com seus amigos. Quando olhava para a câmera e falava diretamente conosco, nos deixando a par de suas intenções, o jovem – que matou aula para poder tirar esse dia de ‘folga’ – nos colocava na condição de ‘cúmplices’ de seu ‘delito estudantil’ e, consequentemente, de suas aventuras. A última intervenção de Ferris, após os créditos finais, é antológica: “Ainda estão aí? Já acabou! Vão embora!” Esse é apenas um entre tantos exemplos de um curioso recurso narrativo chamado de quebra de quarta parede. No teatro – onde teria surgido esse conceito – teoricamente existem três 'paredes', a quarta seria justamente a que separa o palco do público. Quando um ator 'conversa' com os espectadores, ele está 'quebrando' essa parede, proporcionando com isso situações hilárias, como a descrita acima. Quem conhece o personagem Deadpool dos quadrinhos, sabe que ele 'derruba' a quarta parede o tempo todo. Ao descobrirem que o anti-herói iria protagonizar seu próprio longa, seus muitos fãs logo pensaram: "Será que no cinema ele também vai interagir conosco?" A resposta é um empolgante e entusiasmado SIM!
O longa nos apresenta, de forma não linear, a história de Wade Wilson (Ryan Reynolds), um mercenário meia-boca que descobre estar acometido de um câncer terminal. Ele resolve então aceitar uma misteriosa proposta que lhe é feita envolvendo um projeto secreto que poderá não apenas curá-lo, mas fazer dele um super-herói! Só que ele não mediu as consequências... Após ficar com o rosto e o corpo desfigurados, em virtude da tal operação (que o livrou do câncer e lhe deu um certo ‘fator de cura’), Wade passa a usar um traje de couro vermelho, e busca reencontrar seu algoz, Francis – ou Ajax, como prefere ser chamado (!) – na esperança de que o vilão (vivido por Ed Skrein) lhe devolva sua aparência normal. A maior motivação do sujeito é a sua amada Vanessa (a bela morena Morena Baccarin), para a qual quer voltar, e retomar o relacionamento feliz (e liberal) que haviam iniciado há pouco tempo. Deadpool, no fim das contas, é uma história de amor... Você não vai acreditar nessa última frase, vai?
O tom escrachado e irreverente se faz presente na projeção do início ao fim, deixando claro que se trata de um projeto inovador (e ousado). Havia o risco das piadas soarem sem graça (e algumas até são), e do humor proposto não encontrar o seu público, acostumado com os super-heróis em sua maioria austeros vistos todo ano na telona desde a virada do milênio, o que inclui a franquia mutante da Fox. Em contrapartida, o atrevimento com que a obra foi apresentada (desde os cartazes até os trailers e chamadas para TV), e o curioso detalhe da censura 16 anos (18 nos EUA), 'preparam' o espectador para o que irá ver. Nesse sentido, a campanha de marketing foi acertadíssima, vendendo o filme como uma obra repleta de humor, que esbarra no escatológico, gags infames e alfinetadas certeiras ao seu próprio universo, e à indústria que o concebeu, tudo isso temperado com sequências de ação sanguinárias e ‘colossais’, e lutas dignas dos mais violentos combates de MMA. Ou você acha que a lutadora profissional Gina Carano entrou no elenco para fazer o papel de donzela em perigo?
Contudo, o que realmente fez a diferença nessa nova proposta foi mesmo a ‘parede quebrada’ por Deadpool. Ele sabe que é um personagem de ficção, que está em um filme, e que é vivido por Reynolds, conhece até a filmografia do sujeito. Aliás, Deadpool é uma enciclopédia ambulante de Cultura Pop, despejando citações mordazes a todo momento. O anti-herói não poupa ninguém de seus comentários sarcásticos (sobra até pro Batman). Ao ouvir sobre o Professor X, ele pergunta: “James McAvoy ou Patrick Stewart? Eu sempre me confundo com essas linhas temporais!” Quanto a Wolverine... Bem, digamos que seu intérprete faz uma aparição surpresa em um momento crucial da trama! Deadpool representa, sim, mais um passo evolutivo para os filmes de super-heróis, sendo inegável a influência que deverá exercer para obras similares que virão, isso sem falar das paródias. Agora imagine a paródia de um original que já é quase uma paródia...
O ritmo frenético das tiradas do protagonista, porém, não teria surtido o mesmo efeito se o acertado elenco de apoio não correspondesse à altura da proposta. A picante relação de Wilson com a curvilínea Vanessa de Morena Baccarin, os papos de amigo com o “Fuinha” vivido por T. J. Miller (comediante com timing certo), a rivalidade com Francis levada ao extremo e as heroicas parcerias firmadas ao longo da trama, todos possuem uma ótima interação com o herói piadista, e consequentemente são ‘vítimas’ do seu ácido humor.
Ryan Reynolds, afinal, encontrou em Deadpool (bem conduzido pelo diretor estreante Tim Miller) a redenção que buscava. Sua atuação despojada e descontraída sugere a sua satisfação pessoal com o projeto, no qual se envolveu diretamente. Depois desse sucesso, o verde não é mais uma lanterna vergonhosa para ele, e sim um semáforo sinalizando caminho livre para a continuação (já confirmada) do anti-herói que se veste de vermelho-sangue, olha para a câmera e conversa com a plateia. Ah, atento leitor, e se até agora não foi mencionado aquele Deadpool equivocado, interpretado pelo mesmo Ryan Reynolds no primeiro filme solo do Wolverine, é porque ele realmente não merece menção. É pra ser esquecido mesmo, como se nunca tivesse existido...
E você, caro leitor, já foi conferir Deadpool? Ainda não? Então, corra para o cinema mais próximo – desde que você tenha mais de 16 anos – e divirta-se à beça com este personagem anárquico que não para de falar, saído dos quadrinhos da Marvel diretamente para os cinemas nesta caprichada produção da Fox. Ah, não se esqueça, é claro, da tradicionalíssima e, como não poderia deixar de ser, hilária cena pós-créditos. Alerta de Spolier: você não vai querer perder o tchau, né?!
Eduardo Santos
Eduardo Santos

340 seguidores 183 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 19 de fevereiro de 2016
A zueira está no ar. Depois de um trailer muito ruim que passava direto nos cinemas, acabei cedendo e fui ver o filme do “super heroi” mais sacana da Marvel. Bastante ação, cenas muito bem feitas e muita, muita sacanagem. Parece que o Ryan Reynolds foi feito para esse papel. Cheio de referências e piadas pra tudo que é lado, o filme acerta por não parecer se levar tanto a sério. Mesmo sob as mais graves situações, Deadpool leva sempre tudo na brincadeira, e é justamente por causa de todo esse humor que ele faz tanto sucesso. Há cenas muito divertidas e enquanto a chacota reina, o público se diverte. Agora convenhamos, o filme não é nada de tão especial. Todas as piadas tentam cobrir o fiapo de história, que de tão pífia, não chega a empolgar. O personagem é a alma do filme, e o roteiro tira água de pedra para conseguir segurar um filme inteiro nas costas de um personagem só, que tudo bem, é bem poderoso e carismático, mas que é somente isso. Não há profundidade alguma. Todos os outros personagens são ofuscados, seja o vilão super insosso, seja a namorada gostosona, seja o amigo paspalho... Todos são infinitamente inferiores na construção. Mas claro, não posso exigir muito de um filme desse tipo que foi visivelmente feito para entreter as massas da forma mais zoada possível. É praticamente uma bem sucedida paródia dos clichês de gênero, tornando um anti super heroi em um personagem engraçado e icônico. Então pegue seu combo de pipoca e refri e vá com seus amigos se divertir e rir com esta aventura politicamente incorreta (lembrando que não é um filme pra crianças), que não acrescenta nada na sua vida além de um bocado de piadas não convencionais. E para que mais, afinal?
Vitor H.
Vitor H.

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3,5
Enviada em 19 de fevereiro de 2016
Filme Muito engraçado, porém alguns efeitos gráficos deixam a desejar, como quando os poderes da negasonic são mostrados.
Mauricio V Boas
Mauricio V Boas

3 seguidores 16 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 18 de fevereiro de 2016
Bom filme... mas não achei excelente...
Te muita ação, gestos obscenos, palavrões, gestos obscenos, cenas de sexo, gestos obscenos,mulher pelada e antes que eu me esqueça, cuidado com o excesso de gestos obscenos.

Inteligente, divertido, nerd, alfineta a cultura pop toda hora, inclusive alguns personagens antigos do próprio ator, e até a produção (pobre) do filme, o que certamente torna o filme mais legal.
Porém, achei a explicação lenta, previsiva, bem explicadinho demais.

Mas as cenas de ação e violência e as piadas infames compensam o ingresso.
Só pra constar: Morena Bacarim e muito gostosa.

E cuidado com os gestos obscenos.
Thiago C
Thiago C

172 seguidores 152 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 18 de fevereiro de 2016
Agora visualmente coerente, cheio de piadas e muito desbocado, Ryan Reynolds rouba a cena e a estreia de seu (relutante) super-herói mercenário em seu filme solo faz com que os fãs de filmes do subgênero enxerguem Deadpool como um novo amigão da vizinhança do Universo Marvel.
Juninho S.
Juninho S.

7 seguidores 1 crítica Seguir usuário

3,0
Enviada em 16 de fevereiro de 2016
Bom, primeiramente o filme é legal, tem várias cenas com umas piadas boas, spoiler: tipo a piada que o Deadpool fala que sonhou com o Liam Neeson
. mas, o filme não é "tudo isso". para dizer a verdade, eu gostei mais de Vingadores 2 ou Guardiões da Galáxia do que de Deadpool. não vale um 10, ou 5 estrelas, no caso do Adoro Cinema. acho que pode não ser o melhor filme de super herói de 2016, já que estamos esperando Batman VS Superman, Capitão América Civil War, entre outros. é um filme que vale a pena assistir? sim. mas, não espere ver um dos melhores filmes já feitos pela Marvel.
danilo k.
danilo k.

1 crítica Seguir usuário

3,5
Enviada em 20 de fevereiro de 2016
esse é o Deadpool !!! , ótimo filme com belas atuações e senas de ação , incluindo as ótimas piadas do anti herói tagarela . , ótimo filme !
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