Deadpool
Média
4,5
14096 notas

493 Críticas do usuário

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Mykaell Vieira
Mykaell Vieira

5 seguidores 15 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 21 de fevereiro de 2016
Sem nenhuma duvida, e sem nenhum peso na consciência eu posso afirmar que esse filme foi A MELHOR ADAPTAÇÃO DE UM HERÓI DOS QUADRINHOS JÁ FEITA ATÉ HOJE!. O filme não decepciona em nenhuma aspecto. O filme tem o humor exagerado e pesado, que com certeza é o aspecto mais forte do filme, pois esse humor é oque descreve o personagem e o que diverte mais o telespectador durante o longa, e sem esquecer das cenas de lutas grosseiras e brutais. Finalizando, esse filme não pode passar em branco. Quem ainda não assistiu, COORRRAA! e vá assistir.
Filmes mais do que Recomendado.
Rodrigo Gomes
Rodrigo Gomes

6.172 seguidores 975 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 21 de fevereiro de 2016
Até é engraçado, mas muito pastelão. Não acho essa linha muito boa, no entanto agrada ao grande publico. Até vale assistir pela produção. O personagem se encaixou perfeitamente pra Ryan Reynolds, que parece ter um dom para esses personagens duvidosos.
Shadows G.
Shadows G.

1 crítica Seguir usuário

4,5
Enviada em 21 de fevereiro de 2016
Ótimo filme, interpreta muito bem o mercenário tagarela. Palavrões nas horas certas, cenas muito engraçadas, que lógico, ficam marcantes em sua cabeça. Ainda sim, o filme tem seus contras. Embora seja o filme mais engraçado e revolucionário da Marvel (até agora), o filme tem lá seus defeitos, como, cenas de sexo pesadas e forçadas até demais, e, ter uma história (ou enredo) muito simples. Embora, tenha sido a a intenção, não caiu muito bem no filme. Ainda sim, o melhor filme da Marvel, e recomendo para todos.
Victor G.
Victor G.

2 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 21 de fevereiro de 2016
Filme feito para os fãs e cheio de referencias...se Deadpool já tinha uma legião de fãs imagine agora!
WillnoxBR
WillnoxBR

4 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 21 de fevereiro de 2016
O filme é excelente, engraçado e divertido, vale muito apenas ir assistir. Há antes que eu esqueça ele é muito violento, e obsceno, mais muito legal.
Apesar que tem muitas besteiras etc ,mas e muitooo legal top demais recomendo a todos
Roberto O.
Roberto O.

26 seguidores 59 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 21 de fevereiro de 2016
Ei, você. É, você mesmo, que está começando a ler esta crítica agora. Lembra daquela clássica comédia oitentista Curtindo a Vida Adoidado? Nela, o estudante Ferris Bueller (personagem que marcou o auge da carreira de Matthew Broderick) conversava com a plateia durante todo o filme, que se passava em apenas um dia, no qual ele vivia momentos divertidíssimos com seus amigos. Quando olhava para a câmera e falava diretamente conosco, nos deixando a par de suas intenções, o jovem – que matou aula para poder tirar esse dia de ‘folga’ – nos colocava na condição de ‘cúmplices’ de seu ‘delito estudantil’ e, consequentemente, de suas aventuras. A última intervenção de Ferris, após os créditos finais, é antológica: “Ainda estão aí? Já acabou! Vão embora!” Esse é apenas um entre tantos exemplos de um curioso recurso narrativo chamado de quebra de quarta parede. No teatro – onde teria surgido esse conceito – teoricamente existem três 'paredes', a quarta seria justamente a que separa o palco do público. Quando um ator 'conversa' com os espectadores, ele está 'quebrando' essa parede, proporcionando com isso situações hilárias, como a descrita acima. Quem conhece o personagem Deadpool dos quadrinhos, sabe que ele 'derruba' a quarta parede o tempo todo. Ao descobrirem que o anti-herói iria protagonizar seu próprio longa, seus muitos fãs logo pensaram: "Será que no cinema ele também vai interagir conosco?" A resposta é um empolgante e entusiasmado SIM!
O longa nos apresenta, de forma não linear, a história de Wade Wilson (Ryan Reynolds), um mercenário meia-boca que descobre estar acometido de um câncer terminal. Ele resolve então aceitar uma misteriosa proposta que lhe é feita envolvendo um projeto secreto que poderá não apenas curá-lo, mas fazer dele um super-herói! Só que ele não mediu as consequências... Após ficar com o rosto e o corpo desfigurados, em virtude da tal operação (que o livrou do câncer e lhe deu um certo ‘fator de cura’), Wade passa a usar um traje de couro vermelho, e busca reencontrar seu algoz, Francis – ou Ajax, como prefere ser chamado (!) – na esperança de que o vilão (vivido por Ed Skrein) lhe devolva sua aparência normal. A maior motivação do sujeito é a sua amada Vanessa (a bela morena Morena Baccarin), para a qual quer voltar, e retomar o relacionamento feliz (e liberal) que haviam iniciado há pouco tempo. Deadpool, no fim das contas, é uma história de amor... Você não vai acreditar nessa última frase, vai?
O tom escrachado e irreverente se faz presente na projeção do início ao fim, deixando claro que se trata de um projeto inovador (e ousado). Havia o risco das piadas soarem sem graça (e algumas até são), e do humor proposto não encontrar o seu público, acostumado com os super-heróis em sua maioria austeros vistos todo ano na telona desde a virada do milênio, o que inclui a franquia mutante da Fox. Em contrapartida, o atrevimento com que a obra foi apresentada (desde os cartazes até os trailers e chamadas para TV), e o curioso detalhe da censura 16 anos (18 nos EUA), 'preparam' o espectador para o que irá ver. Nesse sentido, a campanha de marketing foi acertadíssima, vendendo o filme como uma obra repleta de humor, que esbarra no escatológico, gags infames e alfinetadas certeiras ao seu próprio universo, e à indústria que o concebeu, tudo isso temperado com sequências de ação sanguinárias e ‘colossais’, e lutas dignas dos mais violentos combates de MMA. Ou você acha que a lutadora profissional Gina Carano entrou no elenco para fazer o papel de donzela em perigo?
Contudo, o que realmente fez a diferença nessa nova proposta foi mesmo a ‘parede quebrada’ por Deadpool. Ele sabe que é um personagem de ficção, que está em um filme, e que é vivido por Reynolds, conhece até a filmografia do sujeito. Aliás, Deadpool é uma enciclopédia ambulante de Cultura Pop, despejando citações mordazes a todo momento. O anti-herói não poupa ninguém de seus comentários sarcásticos (sobra até pro Batman). Ao ouvir sobre o Professor X, ele pergunta: “James McAvoy ou Patrick Stewart? Eu sempre me confundo com essas linhas temporais!” Quanto a Wolverine... Bem, digamos que seu intérprete faz uma aparição surpresa em um momento crucial da trama! Deadpool representa, sim, mais um passo evolutivo para os filmes de super-heróis, sendo inegável a influência que deverá exercer para obras similares que virão, isso sem falar das paródias. Agora imagine a paródia de um original que já é quase uma paródia...
O ritmo frenético das tiradas do protagonista, porém, não teria surtido o mesmo efeito se o acertado elenco de apoio não correspondesse à altura da proposta. A picante relação de Wilson com a curvilínea Vanessa de Morena Baccarin, os papos de amigo com o “Fuinha” vivido por T. J. Miller (comediante com timing certo), a rivalidade com Francis levada ao extremo e as heroicas parcerias firmadas ao longo da trama, todos possuem uma ótima interação com o herói piadista, e consequentemente são ‘vítimas’ do seu ácido humor.
Ryan Reynolds, afinal, encontrou em Deadpool (bem conduzido pelo diretor estreante Tim Miller) a redenção que buscava. Sua atuação despojada e descontraída sugere a sua satisfação pessoal com o projeto, no qual se envolveu diretamente. Depois desse sucesso, o verde não é mais uma lanterna vergonhosa para ele, e sim um semáforo sinalizando caminho livre para a continuação (já confirmada) do anti-herói que se veste de vermelho-sangue, olha para a câmera e conversa com a plateia. Ah, atento leitor, e se até agora não foi mencionado aquele Deadpool equivocado, interpretado pelo mesmo Ryan Reynolds no primeiro filme solo do Wolverine, é porque ele realmente não merece menção. É pra ser esquecido mesmo, como se nunca tivesse existido...
E você, caro leitor, já foi conferir Deadpool? Ainda não? Então, corra para o cinema mais próximo – desde que você tenha mais de 16 anos – e divirta-se à beça com este personagem anárquico que não para de falar, saído dos quadrinhos da Marvel diretamente para os cinemas nesta caprichada produção da Fox. Ah, não se esqueça, é claro, da tradicionalíssima e, como não poderia deixar de ser, hilária cena pós-créditos. Alerta de Spolier: você não vai querer perder o tchau, né?!
Ricardo M.
Ricardo M.

13.444 seguidores 697 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 20 de fevereiro de 2016
Profissão: Humorista Tagarela!

A primeira cena que acompanhamos no novo longa da Marvel Studios são dos créditos, mas não da forma convencional que estamos acostumados, pois a câmera faz um longo passeio por dentro de um veículo capotando, com zoom bem próximo para mostrar o que está ocorrendo com os ocupantes, além da cena em si estar em pausa. Durante toda a sequência acima, os créditos não são para apresentar a equipe e elenco, mas para satirizar cada um deles logo de cara.

Esse clima de humor continua com uma perspicácia invejável ao longo de todo o filme que, na primeira cena em movimento já temos Deadpool contando como tudo aconteceu até chegar naquela situação, um festival de cortes temporais de resultado sensacional. Ryan Reynolds interpreta Deadpool, um indivíduo que chegou ao "cargo" de anti-herói após uma experiência que o curaria de um câncer terminal. Embora curado, mas com terríveis consequências, como regeneração e pele desfigurada. Há uma grande importância nesse elemento relacionado às suas origens, pois o personagem não é tão familiar a maioria do público, requerendo apresentações, ainda que de uma maneira pra lá de inusitada.

Reynolds, já conhecido como um ator versátil e com veia cômica como poucos, incorpora o tagarela de tal maneira que fica impossível não cair na gargalhada a cada segundo, isso porque o roteiro investe pesado em piadas constantes sobre qualquer assunto, e quase 100% delas soam naturais quando pronunciadas pelo ator. E ninguém sai ileso, personagens famosos, sejam de HQs ou artistas, vilões, o próprio Ryan Reynolds serve como piada durante algumas situações, os produtores, além de brincadeiras aos montes disparadas pelo tagarela sem o menor pudor.

Como filme de ação fica nítida a competência técnica e ousadia do diretor estreante Tim Miller. Desde o começo, fica difícil piscar e correr o risco de perder alguma façanha de Deadpool, pois a organização de cenas usa de uma inventividade impressionante, principalmente na violência sempre presente e que casa perfeitamente com as loucuras do protagonista. As cenas de luta criam uma impressão que os atores estão brigando de verdade, certamente por conta da montagem ágil das sequências que, aliadas a uma parte sonora excelente, dão uma ótima percepção de veracidade (Miller leu direitinho a cartilha de Zack Snyder).

Outro ponto fantástico que merece destaque é a edição, pois a história é contada em um vai-e-vem sem qualquer linearidade, impressionantemente funcional, devo admitir. Vários são os momentos em que o enredo conta algo, depois volta, adiciona mais informações, retorna ao presente, sempre sem soar cansativo ou desgastar a fórmula amplamente utilizada por Quentin Tarantino.

Os personagens secundários, compostos pelos mutantes Colossus e Negasonic, aparecem pouco, mas principalmente o grandalhão metálico que atua em uma das mais divertidas situações da produção (autoestrada, heim); o vilão Ajax (Ed Skrein) também entretém como um sujeito que parece cobaia paras a piadas infames de Deadpool (mas quem não é, dã!).

Fazendo uso de piadas constantes, uma trilha sonora que oscila entre diversos ritmos de gerações diferentes, muito conteúdo politicamente incorreto, DEADPOOL é com folga um dos melhores filmes de super herói já produzidos, ou como ele mesmo diz: "sou super, mas não herói!".

Obs.: Até os créditos finais animados mantém um ritmo nonsense do protagonista; isso sem deixar de citar a cena pós-créditos que enlouquece aqueles com mais de 30 anos.
Stanislaus  Kat
Stanislaus Kat

24 seguidores 82 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 20 de fevereiro de 2016
Deadpool é uma paródia dos filmes X-Men. Apenas dois X-Men participam do filme e como o próprio protagonista menciona, não há mais mutantes pelo fato da produtora não ter tido dinheiro o suficiente para pagar o cache dos demais. Inclusive, esses dois heróis tentam insistentemente recrutar o anti-herói para o grupo, em vão. A história apresenta muitas gírias, palavras de baixo calão, violência gratuita, e com o personagem principal conversando várias vezes com a pláteia, para explicar o enredo. Não consegui rir de nenhuma das piadas, apesar de muitos espectadores terem rido na sessão de cinema em que estive.
Rafael M.
Rafael M.

3 críticas Seguir usuário

0,5
Enviada em 20 de fevereiro de 2016
Filme terrível... Com exceção de 2 ou 3 vezes onde ele conseguiu me tirar um sorriso, o restante das piadas ou frases engraçadas do filme era muito fracas. Esse filme só deve ser realmente legal para quem gosta de seriados americanos ruins.
Ficou muito abaixo das expectativas para um filme da Marvel.
Diego M.
Diego M.

1 crítica Seguir usuário

4,5
Enviada em 20 de fevereiro de 2016
Mudou a forma que se faz um filme de herois, de: mantendo amigaeis para as familias para: a natureza do personagem.
(e foi so eu que entendeu a referencia a serie Heroes com o nome do taxista Dopinder se referindo a o personagem Mohinder Suresh, que nos primeiros episodios da serie ele se apresenta como um taxista).
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