Wolverine: Imortal
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4,1
5319 notas

227 Críticas do usuário

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Andreia C.
Andreia C.

1 crítica Seguir usuário

2,5
Enviada em 31 de agosto de 2013
Nesse filme ficamos sempre na expectativa de que algo grande irá acontecer, mas o filme acaba e não tem nada espetacular. Deixou a desejar!!
Kamila A.
Kamila A.

7.941 seguidores 816 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 27 de agosto de 2013
Nos filmes da série “X-Men”, somos acostumados a ver o Wolverine (Hugh Jackman) como um grande heroi destemido e sempre pronto para agir em prol dos interesses dos mutantes contra grandes ameaças. Por isso mesmo, a forma como a personagem nos é apresentada durante o filme “Wolverine: Imortal”, do diretor James Mangold, chega a ser surpreendente, uma vez que, pela primeira vez, encontramos o Wolverine de uma forma muito vulnerável do ponto de vista emocional.

Tendo que lidar com o sentimento de perda e, principalmente, diante da culpa frente às situações que ele viveu, o Wolverine começa a renegar aquilo que ele é: um soldado sempre em busca da próxima batalha a vencer. Vivendo uma existência no anonimato, em localizações remotas e completamente longe da civilização, o Wolverine é descoberto justamente por alguém que ele ajudou no passado (Hal Yamanouchi) e que quer reencontrá-lo de forma a obter uma ajuda preciosa dele.

Desta forma, temos o desenho do grande conflito do roteiro escrito por Mark Bomback e Scott Frank e que aborda uma discussão em torno daquela que pode ser considerada como a maior característica do Wolverine: o fato de que ele tem o poder de se regenerar e de se curar de qualquer tipo de ferimento ou enfermidade. Se, de um lado, temos uma personagem que, devido às desilusões da vida, gostaria de não carregar tal tipo de dom; de outro, temos pessoas que dariam tudo para usar esse tipo de poder, pois não conseguem ser desapegadas diante do seu destino final.

Por mais que essa discussão seja interessante, a forma como ela foi abordada pelo roteiro de “Wolverine: Imortal” faz com que isso fique em segundo plano em detrimento de uma outra trama que envolve o relacionamento que começa a nascer entre Wolverine e a jovem Mariko Yashida (Tao Okamoto). Além disso, o filme ainda perde a boa chance de utilizar um dos ganchos mais legais dessa história: a volta de Wolverine e a sua aceitação definitiva daquilo que ele realmente é. Quando o longa enxerga esses pequenos momentos e os dá o merecido destaque é quando o filme de James Mangold alcança o seu ponto mais alto.

Ou seja, ainda não foi dessa vez que a personagem mais icônica do universo narrativo dos “X-Men” conseguiu um filme à sua altura. Talvez, seja o caso de a Marvel Comics deixá-lo restrito a esta franquia, apesar do enorme carisma de Hugh Jackman à frente do personagem e, no caso particular de “Wolverine: Imortal”, dos bons nomes envolvidos na produção do filme, como o próprio diretor James Mangold (um diretor muito versátil e experiente, que conduz com competência as cenas de ação) e o roteirista Scott Frank (indicado ao Oscar, em 1998, por “Irresistível Paixão”).
Geovane A.
Geovane A.

1 seguidor 4 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 22 de agosto de 2013
filme enrola a historia e nao usa de todo o potencial dos personagens, torna-se cansativo a ponto da plateia bocejar, enfim tinha tudo pra ser melhor que o primeiro e ficou pena!
Mikaella L.
Mikaella L.

4 seguidores 1 crítica Seguir usuário

2,0
Enviada em 22 de agosto de 2013
Por ser um seguimento marvel e sobre um mutante deveria ter mais mutaçoes e menos love history de volverine com a jen gray
Guilherme M.
Guilherme M.

14 seguidores 19 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 22 de agosto de 2013
podia ser melhor... falar mais sobre o controle e menos sobre o arrependimento da morte da outra... nada haver...
rafael felipe M.
rafael felipe M.

2 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 21 de agosto de 2013
Filme bem produzido e bons efeitos especiais... porém Wolverine é WOLVERINE... e tivemos pouco dele neste longa... Hugh Jackman é um monstro, tudo o que faz fica maravilhoso!!!
Renato H.
Renato H.

21 seguidores 4 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 21 de agosto de 2013
Pois bem, se você gostou do filme Wolverine Origens ( e parabéns por isso ) este segundo filme tendo Logan como protagonista é espetacular. Agora se assim como a maioria dos seres humanos pensantes e que de alguma forma gostam do personagem e esperam por um bom filme do Wolverine com uma história que faça sentido e que ao menos tenha um pouco de fidelidade ao personagem... bem, nesse caso, peço que abstraia muito do senso critico para poder se divertir.

NOW LOANDING ....*Abstraindo*

OK! Não é um filme ruim, as cenas de lutas são bem montadas, assim como a maioria dos Blockbusters atuais as imagens , edições , etc são ótimas. É forçado demais essa historinha insistente que colocaram no universo de wolverine nos cinemas dele ser apaixonadaço pela Jean ( e o fato do Cyclops ser o maior corno da historia do cinema atualmente) MAS tentando retornar aos pontos positivos. Não dá pra ser pior que o Wolverine Origens. O desenrolar da historia (mesmo que fraca) é natural, é um filme que você consegue assistir e se divertir com a sequencia, o ritmo, as lutas e etc. Apenas não foi feito para fãs que irão se apegar ao personagem se perguntar "WHY?"

Foram poucos os pontos negativos, que pra quem é fã na verdade são pontos cruciais, mas poucos.
O vilão que deveria ser o samurai de prata, com a historia apresentada convence. (abstraia o universo das HQS) infelizmente acontece o mesmo com este vilão do que ocorreu com o Mandarim em Iron Man 3.

Yukio é uma excelente personagem, devido ao pouco tempo e a velocidade que o filme se passa acaba ficando forçado a amizade e fidelidade que cresce entre Yukio e Logan.
Podem perceber que as idéias são boas, mas sempre tem um porém. Perder o fator de cura deixa o Wolverine mais humano mas não o deixa menos agressivo. Não entendi o fato de aumentarem a faixa etraia do filme, Realmente ele ficou mais sombrio porém eu não vi uma gota de sangue sequer nas cenas ( e olha que o Wolverine rasga muita gente em alguns momentos

A vilã secundária é a Vibora, uma das personagens mais sensuais dos quadrinhos, Svetlana Khodchenkova (tinha que falar esse nome) ficou um vibora Elegante, porém o personagem só é relevante pelo fato de que o veneno dela que deixou logan fraco durante todo o filme, mas podiam ter feito isso de qualquer outra maneira. A personagem em si é inutil.

Créditos a cena de luta em cima do trem Bala, que ficou bem bacana. E ao Ator Hugh Jackman que em uma entrevista ter dito que ficou no seu auge de treinamento fisico para atuar como Wolverine.
Pedro F.
Pedro F.

29 seguidores 1 crítica Seguir usuário

2,0
Enviada em 16 de agosto de 2013
De todos os filmes do wolverine, este com certeza é o mais fraco. Mais parece um "filme ponte", feito somente pra unir o anterior ao próximo. A história mais parece drama do que ação (nada contra, mais foge da proposta dos super heróis) e ela se alonga demais, de forma superficial. Acabou por não despertar
nenhuma emoção. é fraco
Pollyana L.
Pollyana L.

9 seguidores 2 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 14 de agosto de 2013
achei q poderia ter um pouco mais de acao como nos outros wolverine, e o ficou bastante obvio qual o real interesse de yashiba.
Silvio  J.
Silvio J.

1 crítica Seguir usuário

2,0
Enviada em 12 de agosto de 2013
Uma bomba!
Eu resumiria assim a trama. Enredo fraquíssimo. Sem sentido.
Tirando os momentos que o Wolverine luta, o resto é um lixo.
TEM SPOILER abaixo:
spoiler: Enche o saco os sonhos do mutante. Na visita ao veio que queria ser "veio jedi" já dava pra "dopar o mutante" e pegar o que o "veio" queria. Se o "veio" também queria que o mutante cuidasse da neta, porque deixar a cascavel jogar o lula molusco no heart do logan? Tudo vai ficando sem explicação. O arqueiro verde fica em cima da casa e só o Wolverine acha estranho! Depois só ele vê que os caras eram da Yacusa. Daí, chega uma hora que não se sabe se são os yashida que estão atrás do Logan ou se é a máfia. E a defendida do Logan, neta do veio jedi? Estava prometida pro político, era antigamente namoradinha do arqueiro verde ninja e sem o tempo necessário já sai com o Logan. Depois o Logan vai buscar a neta do jedi e todos os ninjas do mundo aparecem. Quando prendem o mutante, aparece a aberração do Samurai de Prata (assassinando totalmente o personagem da HQ) cujos movimentos eram piores que do robocop. Quando o samurai perde a cabeça, a pergunta que fica é: onde estava a head do veio jedi? E se estava abaixo da cabeça do samurai, pra quê a cabeça então? Por onde o veio jedi enxergava? A explicação de como o veio jedi concretiza seu plano mirabolante de pegar "os poder" do Wolverine é ridícula. E é assim: se ele não pegar tudo não vale, reverte. Ter que entrar no Wolverine pelo caminho das garras para pegar o fator de cura???? Hã??? Um grande lixo! E naquela hora do pega pra cá, onde estavam os 250 ninjas? E o arqueiro ninja verde bipolar? Não sabe pra que lado joga, totalmente desnecessário, sem sentido! E a cobra? Qual o sentido de mudar de pele? Só pra mostrar que muda? Depois o Wolverine diz que precisa ir embora. E a japonezinha feia que doi, vai de guarda costa de um cara que se cura sozinho e é o "melhor naquilo que faz". Realmente achei o filme todo uma grande porcaria. De 1 a 10, nota 2.
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