Wolverine: Imortal
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4,1
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Marília C.
Marília C.

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3,5
Enviada em 27 de julho de 2013
Wolverine: imortal
O princípio da imortalidade de alguma maneira ronda o inconsciente humano. Talvez pelo mais puro desejo de viver, fundamento instintivo, ou por cultura, religiosidade. Por isso mesmo, Wolverine (Hugh Jackman) se tornou o personagem mais querido da franquia X-men. Neste último filme, vemos um personagem com carga emocional maior. Deprimido e isolado após os acontecimentos de X-men-O Confronto Final e agora com a possibilidade de enfim, morrer. Essa vida em sombras se revela na construção de um cenário mais carregado com tonalidades que giram em torno do escuro passando a um vermelho-amarelado, migrando para claridade nos momentos de contato com o mundo exterior ainda que carregue um pouco da obscuridade. Apesar disso, consegue ter ritmo de ação e criar expectativa com relação ao desfecho por se apresentar novas possibilidades. Hugh Jackman sempre a vontade no personagem, consegue manter a ideia de alguém que envelhece num ritmo lento, dada sua forma física, e transmite as dores das experiências vividas sem torná-lo um chato graças ao seu senso de humor que já virou marca registrada. A construção desse personagem é o ponto forte do filme. Vê-lo é ter certeza que se trata sobre a história de Wolverine, inclusive com seus antagonistas quando um dos principais trata-se dele mesmo. Esse elemento por si, já torna mais equiparável sua luta neste filme, com rivais não mutantes, como Yashida (Hal Yamanouchi) e seu filho Shingen Yashida (Hiroyuki Sanada) que tem ao seu lado a própria cultura oriental, entre samurais e ninjas e a mítica que os envolve aliada a presença da mutante Víbora (Svetlana Khodchencova) só para não esquecer que há mutantes em todo o lugar. Merece destaque a relação com Yukio (Rila Fukushima), personagem que cria a ponte para esse novo universo e uma parceria que dá empatia a causa, bem como abre possibilidades para aventuras futuras. A paixão, também uma marca da personalidade de Wolverine, é apresentada como um passado atormentador na presença de Jean Grey, ou melhor, da Fênix (Famke Janssen) e como algo motivador no vislumbre de um futuro na presença de Mariko (Tao Okamoto) onde a cumplicidade é criada pelo enfrentamento dos medos de ambos e por suas ações análogas. O filme consegue juntar os elementos emocionais com a ação característica da franquia X-men, sendo que o último perde mais intensidade, o que pode decepcionar um pouco, além disso, o 3D também é dispensável ou não explorado. No mais, consegue conectar-se com os filmes anteriores e já cria link com o que vem pela frente (ver cena adicional nos créditos finais) e faz de Wolverine um imortal porque segue em frente, vivendo sempre outra história, outra vida.
Deny S.
Deny S.

8 seguidores 2 críticas Seguir usuário

1,0
Enviada em 27 de julho de 2013
Ontem, fui assistir ao filme "Wolverine imortal", devo dizer que fui com grandes esperanças, sou um grande fã do personagem... Contudo, diferente de quando fui assistir ao Homem de aço, me decepcionei!!! Filme fraco, cansativo, péssimo roteiro, Personagens inexpressivos, e uma guria com o cabeção!!!! É nisso que se resume Wolverine imortal... Muitas pessoas criticaram o filme X-Men origens: Wolverine, contudo o mesmo dá de 10 à 0 no novo filme. Tudo bem o Logan nesse filme está um pouco mais humano (leia sanguinário), um pouco mais mortal (leia perigoso), mas ainda assim não me convenceu... A finada Jean Gray aparece o filme todo e ela é um puta de um encosto que fica obssediando o cara o tempo todo com frases do tipo: "- Venha se juntar a mim Logan!!" ou "- Vc fez isso comigo Logan!!" Puta merda cara o filme mais parece terror... sabe aqueles filmes holliwodianos com fantasmas?? pronto isso é Wolverine Imortal... Filme sem sal, sem açucar, sem sazon!!! Espero que X-man: dias de um futuro esquecido seja bem melhor!!! O que fizeram com a saga?
Marçal V.
Marçal V.

34 seguidores 1 crítica Seguir usuário

3,0
Enviada em 27 de julho de 2013
Em um série cheia de personagens interessantes, Wolverine foi o único escolhido para alçar voo solo nos cinemas. E ter uma carreira solo não é fácil: você pode virar Nicole Scherzinger ou Beyoncé. E após um péssimo primeiro filme, o famoso mutante da Marvel finalmente volta com um pouco mais de dignidade neste Wolverine Imortal ("The Wolverine", EUA, 2013). O longa, na verdade, está longe de superar qualquer fita da série "X-Men", mas até que consegue ser um bom filme de ação. Uma diversão descerebrada e passageira para quem não tem grandes expectativas.

Dessa vez, a trama toda se desenrola no Japão e conta a história de um ricaço que quer se apoderar da imortalidade de Wolverine. O longa não possui um grande roteiro, uma ótima direção ou um 3D decente. No fim das contas, só estamos ali por causa de Hugh Jackman. É inegável: ele carrega o filme inteiro nas costas. Treze anos após encarnar o musculoso mutante pela primeira vez, o carisma de Hugh Jackman só aumentou e seu preparo físico ainda continua impecável. Fora isso, Jackman também brilhou no teatro, venceu um Tony, trabalhou com Woody Allen e conseguiu sua primeira indicação ao Oscar soltando a voz em "Os Miseráveis". Uma carreira realmente incrível e versátil. É uma pena que, o grande público, só o conheça pelo trabalho em "X-Men".

James Mangold é um diretor que já fez pérolas como "Garota, interrompida" e besteiróis como "Encontro Explosivo". Neste aqui, ele consegue achar uma boa dose de humor e ação. A cena de perseguição no trem é realmente muito boa. Wolverine Imortal está longe de ser um grande filme, mas não chega a passar vergonha. Como o próprio título nos lembra, Wolverine é imortal. E, como já dizia Sandy Leah, "o que é imortal, não morre no final". Ou seja, já podemos aguardar novas aventuras do mutante nos cinemas. É só esperar.
Tiago A.
Tiago A.

3 seguidores 1 crítica Seguir usuário

4,5
Enviada em 27 de julho de 2013
é um filme fixe e intersante so o nao consigo ver mas espero conseguilo e vou ficar faxinado deve ser muito fixe da curte
Roberto O.
Roberto O.

26 seguidores 59 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 29 de julho de 2013
Romantismo e fúria no novo filme do herói mutante

Japão, uma terra de tradições e rígidos códigos de honra, é cenário para o novo filme do herói mutante de garras afiadas da Marvel, sob as mãos do diretor James Mangold, que consegue realizar uma produção digna do padrão que têm se estabelecido desde o primeiro X-Men de 2000, e sem sombra de dúvida, muito superior ao controverso X-Men: Origens – Wolverine, se mostrando desta vez uma ótima “aventura solo do herói”.
A história busca desta vez uma aproximação maior do personagem com seu lado animalesco e sombrio, ainda que o cinema hollywoodiano não possa mostrar, em nome da censura e do faturamento, todo o potencial de ferocidade que o herói possui nos quadrinhos. O roteiro de Scott Frank e Mark Bomback, inspirado em uma famosa história das HQs, “Eu, Wolverine”, faz adaptações e concessões, é claro, e se aproxima, em alguns momentos, do clima da obra original, sem nunca atingir um nível de dramaticidade ou profundidade que pudesse causar afastamento por parte do público alvo, em sua grande maioria, a juventude. Mas os elementos básicos do personagem estão lá, mesmo que apenas superficialmente: sua fúria, seu senso de justiça, ainda que beirando a linha da moralidade, seu sentimento de inadequação e solidão provocado pelo seu fator de cura que não o permite envelhecer, e com isso, ter uma vida normal, e principalmente (a ênfase do filme), seu contraditório e improvável romance com uma fina e delicada princesa da Terra do Sol Nascente.
Wolverine: Imortal nos leva inicialmente ao Canadá onde encontramos o herói ressentido com os acontecimentos relatados em X-Men – O Confronto Final, em que se viu na obrigação moral de tirar a vida de sua amada Jean Grey, que agora o atormenta em sonhos. É quando ele conhece Yukio (Rila Fukushima) que o leva ao Japão sob o pretexto de que um velho amigo à beira da morte quer vê-lo uma vez mais e se despedir. Lá chegando, Logan revê Shingen Yashida (Hiroyuki Sanada), hoje o líder do clã Yashida, mas que na época em que o conheceu era apenas um soldado cuja vida foi salva pelo herói no momento da explosão da bomba atômica de Nagazaki. Yashida lhe oferece a mortalidade, o que, no caso de Logan, seria uma bênção, pois ele não teria mais que conviver com as dores de sempre perder as pessoas que ama ao longo dos anos. Mas Logan opta por continuar a carregar seu fardo. É quando a morte do ancião desencadeia uma intensa disputa pelo poder e controle da família, colocando seu filho, Harada (Will Yun Lee) e a Yakusa (a máfia japonesa), no encalço de Mariko, (Tao Okamoto), a neta a quem Yashida deixou toda sua herança, e por quem Wolveine se apaixona... tem início então um delicado romance. Mas algo aconteceu com o fator de cura de Logan, pois agora ele não se recupera mais tão rapidamente de seus ferimentos, o que causa uma situação inédita na vida do herói, com a qual ele terá de lidar, e um desafio a mais na hora de enfrentar seus oponentes.
Vemos no filme alguns contrastes visuais, bem retratados pela fotografia, que impressiona em alguns momentos, como no início, quando é mostrada a detonação da bomba atômica em Nagazaki e suas implicações, em uma sequência toda construída com tons amarelados, e também em uma batalha à noite quase toda permeada por sombras em conjunto com o azul escuro que ajuda a compor toda a ambientação sombria criada para a tal sequência entre o herói e outro personagem.
Os vilões, ainda que “made in Hollywood”, cumprem com seu papel. Desta vez somos apresentados à Víbora e ao Samurai de Prata, que proporcionam empolgantes sequências de ação. Destaque para o combate em cima de um trem bala, de tirar o fôlego. O elenco oriental está muito bem, e Hugh Jackman já está tão acostumado com esse personagem que faz já há 13 anos, que sua interpretação é aquela da qual já estamos acostumados, com os mesmos maneirismos, e algumas tiradas oportunamente cômicas.
Wolverine – Imortal certamente não vai desagradar nem aos fãs nem ao público em geral, e vai alimentar ainda mais as expectativas para o próximo filme “mutante” que neste exato momento está em plena fase de produção. Durante os créditos finais, a cena que você verá é importantíssima para a continuidade da saga dos mutantes no cinema. Mas essa é uma outra história, que vamos assistir em 2014, quando X-Men: Dias de Um Futuro Esquecido chegar às telas.
ROBERTO OLIVEIRA
ACN
ACN

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4,5
Enviada em 27 de julho de 2013
O filme atendeu as expectativas quanto as cenas de ação, a fotografia com belas paisagens japonesas também foi muito bem explorado. O romance que logan desenvolve com a mariko yashida, faz com que ele nem perceba do que realmente esta acontecendo, e arriscando a sua própria existência, e não mede esforços para salvar a bela jovem, concretizando belas cenas de ação ao longo do filme, ao final consegue se livrar do mal que a vibora havia lhe infectado e volta a ser o wolverine imortal. spoiler:
Wendel A.
Wendel A.

2 seguidores 4 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 27 de julho de 2013
spoiler: Desde já fica a confirmação que este filme ficou melhor que o primeiro. Tem uma historia muito interessante,que se retrata dois sentimentos do wolverine o lado do amor e a angustia de sempre ser imortal. Recomento sim todos ver o filme, talvez alguns deve achar diferente por não ter os bandidos mutantes que todos conhece, mais é uma historia q mostra ser antes d wolverine ser um X-men, e depois dele deixar os Xe-men com a morte da Dim. Boas senas de ação apresentando ser mais reais que o filme passado, quando wolverine tem os seus poderes bloqueados, realmente ficou mais parecido com o wolverine que todos conhece o estilo herói durão assim como ele sempre demostra. Ótimos atores, o filme demostra que sim pode ser um filme sem aquela demostração de violência assuntadora, e agradar o publico adolescente, infantil e adutor pois Wolverine é um herói de todas estas categoria. Hoje em dia esta difícil de ser ver um filme que consegue ajuntar uma boa Historia que vem junto com Romance, intriga, ação e emoção neste novo filme do Wolverine é policiável ver um polco de cada na medida certa.
Danyel M.
Danyel M.

111 seguidores 4 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 27 de julho de 2013
Ok...um bom filme....e só.
o filme peca pelo grande apelo melodramático onde a maior parte do filme é o Wolverine sofrendo.
percebi uma grande falta de agilidade do personagem...O problema será na história ou o ator está velho?
sintetizando...é bom...Mas não ótimo...
Luan S.
Luan S.

1 crítica Seguir usuário

3,0
Enviada em 27 de julho de 2013
A questão da inevitável destruição causada pela passagem do tempo, que conduz tudo, inclusive nós mesmo a um fim irreversível foi e ainda é um dos maiores assuntos da humanidade, no decorrer dos séculos muitos filósofos, cientistas, poetas e artistas tentaram discorrer de forma satisfatória sobre não só o que significa estar limitado ao tempo, como também estar ciente de tal fato. Eis que um filme chega para dar sua contribuição ao tópico, importante traçar a condição de blockbusters hollywoodiano não tira o mérito da capacidade de tal produção em discorrer a respeito de tal fato, Christopher Nolan já deixou claríssima a perfeita capacidade de união entre cinema como mera ferramenta de entretenimento e cinema como ferramenta de discussões politicas, sociais, filosóficas etc. quando dirigiu sua trilogia de Batman, mais especialmente os dois últimos filmes da franquia. Mas afinal, o filme Wolverine Imortal consegue tratar o tema de modo satisfatório? Seria de certo modo reducionismo polarizar a resposta de tal indagação com um mero sim ou não, mas digamos que a solução a este questionamento penda mais para o sim. Tantas décadas de HQs dos heróis Marvel potencializam premissas interessantes para serem aproveitadas na telona, seja a imortalidade de um personagem (Wolverine), seja o alcoolismo de um super herói bastante poderoso (Homem de Ferro) infelizmente nem sempre se aproveita tais argumentos de forma positiva, como é o exemplo de Homem de Ferro 2. Fora isso digamos que o filme funciona bem como entretenimento, em meio a um mercado tão saturado com a temática do super herói, o filme vem a acrescentar e não é apenas mais uma simplória história de salvar o mundo, como ocorre em outras películas do gênero, de forma mais gritante por exemplo em Homem de aço.
Quanto a atuações, nada muito interessante, convém ressaltar porém que Hugh Jackman já interpreta o papel de Wolverine há mais de uma década, tendo participado de mais de cinco filmes, sua atuação e ligação com o personagem pode ter se estreitado tanto que daqui pra frente poderá ser sempre o Wolverine favorito de quase todos, bem como Sean Connery está para seu James Bond, a propósito, aquele que já assistiu 007 Os diamantes são eternos, de 1971, pode perceber que uma piada de tal película do agente britânico é copiada neste filme de Wolverine. Mas essa ligação entre personagem e ator pioneiro na interpretação do papel somente poderá ser melhor analisada em alguns anos, quando outros tiverem interpretado o personagem na telona, tal cenário é bem possível de acontecer, tendo-se em vista a notável predisposição de Hollywood para produzir reboots, sequencias e remakes. E como é praxe em filmes estadunidenses que se passam em outros países há a presença de algum esteriótipo, que no caso deste filme toma forma através da personagem Yukio (Rila Fukushima), uma guia e ao mesmo tempo guarda-costas de Logan no Japão e que traz um ar de anime para o filme.
Enfim, Wolverine Imortal é um bom filme, apesar de estar longe de ser a melhor adaptação relacionada a X-men para as telonas.
Guilherme F.
Guilherme F.

3 seguidores 3 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 27 de julho de 2013
Achei o filme: OK! e só, sem grandes surpresas... É um bom filme para ver comendo pipoca, apesar de ter ficado com sono em algumas partes bem monótonas... Além disso, é importante assistir aos filmes X-men (pelo menos o terceiro), para entender o porquê de algumas cenas...
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