Wolverine: Imortal
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4,1
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Eduardo K.
Eduardo K.

17 seguidores 2 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 29 de julho de 2013
Levado ao Japão à pedido de um velho conhecido, Wolverine (Hugh Jackman), acaba envolvido em um conflito que o força a confrontar seus próprios demônios.

WOLVERINE: IMORTAL, nova incursão do mutante preferido de todos, ainda não é o filme à altura que o herói merece. O filme me lembrou muito HOMEM DE FERRO 3, não em sua estrutura, mas sim em algumas de suas características. A mais pungente delas, sendo a constatação de que assim como o herói de lata, o herói de garras começa a mostrar sinais de desgaste no cinema.

Sempre achei que o Wolverine funcionava melhor no cinema nos filmes da saga X-MEN. Como herói de um filme só seu, é difícil segurar sozinho quase duas horas de duração. Digo isso porque por mais cativante e carismático que seja seu intérprete, o fantástico Hugh Jackman, não há muito no personagem que encante o público a ponto de segurar a produção sozinho. Foi assim no anterior X-MEN ORIGENS: WOLVERINE, que até começa bem, mas que descamba muito de sua metade em diante, e é também assim aqui, em WOLVERINE: IMORTAL.

Ambientado no Japão, o filme pelo menos não renega os filmes anteriores da saga X-MEN e nem o próprio ORIGENS: WOLVERINE. Mas o ritmo um tanto quanto lento, e o verniz realista demais do filme, destoam da persona imortal do herói, deixando uma indigesta mistura entre a fantasia e o “pé no chão”, que pouco funciona durante a projeção. WOLVERINE: IMORTAL ainda deixa uma sensação incômoda de ser um filme bobo demais para os adultos e sério demais para os mais jovenzinhos, sendo que em alguns momentos, passa longe de ser um filme de super-herói.

Assim como em HOMEM DE FERRO 3, em que Robert Downey Jr. segura o filme sozinho na base do carisma do milionário Tony Stark, aqui Hugh Jackman também leva o filme nas costas, sempre muito à vontade na pele do herói, que já interpretou 6 vezes na telona e cuja sétima aparição será no próximo X-MEN: DIAS DE UM FUTURO ESQUECIDO. Aliás, uma cena pós-créditos finais amarra de maneira primorosa este exemplar solo de Wolverine ao já citado próximo lançamento dos mutantes no cinema, deixando água na boca dos fãs dos X-MEN.

WOLVERINE: IMORTAL é dirigido pelo polivalente James Mangold, que já dirigiu de tudo no cinema, passeando por diversos gêneros e se destacando em filmaços como JOHNNY & JUNE, OS INDOMÁVEIS e COP LAND. Aqui, Mangold também faz um bom trabalho na direção, principalmente na sequência inicial do filme. O diretor também faz bom uso da atmosfera nipônica do filme, e compõe pelo menos mais duas cenas bem bacanas, como o ataque de um grupo de ninjas à Wolverine, e na melhor sequência do filme, que consiste em uma eletrizante luta entre o herói e um grupo de assassinos, em cima de um trem-bala em pleno movimento.

Infelizmente, Mangold não foi capaz de contornar o roteiro sem inspiração e sem energia de Mark Bomback (DURO DE MATAR 4.0, INCONTROLÁVEL) e Scott Frank (MINORITY REPORT: A NOVA LEI), cujas situações colocam Wolverine como um peão em uma trama desnecessariamente complexa demais, e onde o herói passa a impressão de que pouco pode fazer para resolvê-la, em outra situação semelhante à HOMEM DE FERRO 3, em que Tony Stark e sua armadura não consegue nem eliminar os vilões do filme sozinho.

No elenco de apoio pouco conhecido, ninguém exatamente se destaca. As presenças mais famosas de qualquer maneira são as da bela Famke Janssen, que reprisa seu papel como Jean Grey (que interpretou na trilogia X-MEN), que é o grande amor da vida do herói; e também do ótimo ator japonês Hiroyuki Sanada (O ÚLTIMO SAMURAI), tristemente desperdiçado em um papel sem importância nenhuma.

WOLVERINE: IMORTAL, como mencionado acima, não é o filme que o herói merece. Porém, assim como no caso de Robert Downey Jr. e seu HOMEM DE FERRO, será difícil uma nova aventura do herói nos cinemas, sem que o mesmo seja de alguma maneira reinventado. De qualquer maneira, mantenho a minha opinião de que Hugh Jackman e seu herói de garras de adamantium funciona muito melhor nos filmes da saga X-MEN, onde quase sempre, funciona como o furioso elemento surpresa das situações.

Por Eduardo Kacic.
Gildeon C.
Gildeon C.

26 seguidores 1 crítica Seguir usuário

3,5
Enviada em 29 de julho de 2013
Filme bom, mas o mesmo de sempre, não adentra muito no eu de Wolverine e não explica muita coisa. Apenas mais uma tentativa da Marvel de alcançar ótimas bilheterias.
rmac
rmac

1 seguidor 19 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 29 de julho de 2013
Wolverine: Imortal - Muito superior ao oringins:Wolverine indiscultivelmente. um filme digno que traz a carateristica raiva de Logan em alguns momentos. muita ação, bons efeitos e sei que virão criticas em relação a descaracterização do Samurai de Prata (exagerado) tinham que errar em algum momento. os bem sucedidos filmes da marvel estão fazendo escola e assim a Fox resolveu neste filme unir velha Triologia de X-men com X-men: primeira classe usando este filme como ponte para o aguardado x-men:Dias de um futuro esquecido. tem uma cena extra empolgante com gosto de quero mais. o que havia sido deixado prá trás (esquecido) voltou.
Sadyra C.
Sadyra C.

8 seguidores 1 crítica Seguir usuário

4,0
Enviada em 28 de julho de 2013
spoiler:
Muita emoção e algumas mentirinhas
O filme é voltado para total adrenalina e acredito que são poucos os picos de calmaria. Pra mim, gostei muito, sou fã e não perco um. Mas só tenho uma pequena observação a fazer a respeito da cena do trem, em que Logan e um do caras da máfia disputam. Ok! Wolverine voa, pula, salta, enfias as garras, mas o chines da máfia fazer o mesmo? não sabia se estava assistindo a Jack Shan ou Heróis da Marvel. (rs)
Tirando essa mentirada toda, eu gostei muito de todo o enredo. Minha nota é 9.0
Mau S.
Mau S.

3 seguidores 1 crítica Seguir usuário

4,0
Enviada em 28 de julho de 2013
Não odiei o filme, mas não amei tanto quanto o primeiro Wolverine. As cenas de lutas são ótimas, assim como os diálogos e o spoiler: inesperado romance entre Wolverine e Mariko.
O filme vai indo bem até a cena spoiler: do trem-bala, que é além de exagerada, é de uma duração longa, desnecessária.
Mesmo sabendo que é uma adaptação dos quadrinhos, o Samurai de Prata (que na verdade é de adamantiun) me pareceu mal feito, de um filme de quinta, spoiler: e um recurso estranho para justificar a vida eterna na visão do Yashida.
A vilã Víbora é uma cópia loura, moderna e piorada das caras e bocas da Hera Venenosa de Batman & Robin de 1997. No final, spoiler: quando a armadura se abre e mostra que tem Yashida dentro dele, lembrei do módulo de sobrevida de Darth Vader em Star Wars. A lutra entre a armadura e Wolverine é fraca, não empolga. Poderia ter sido melhor.
O que salva o filme são as cenas de luta com humanos, e as sequências de luta de Yukio, que são perfeitas. O filme é muito bom porque é Wolverine, mas poderia ser ótimo.
Adriano R
Adriano R

3 seguidores 10 críticas Seguir usuário

0,5
Enviada em 25 de agosto de 2013
Mais um filme com roteiro de desenho animado, vai ótimo para vender brinquedos
Alexandre S.
Alexandre S.

152 seguidores 116 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 28 de julho de 2013
Em relação ao bizarro "X-men Origens: Wolverine", esse "Wolverine Imortal" é muito melhor que o primeiro. Ainda não é o filme do Wolverine q gostaríamos, mas está no caminho. Além do arco da estória ser muito bom, o filme passa despercebido em relação a filme de super-heróis. Parece muito mais um filme de ação. Nos últimos 25 minutos que o filme desanda e acaba atrapalhando tudo que foi construído. Atenção a uma cena sensacional ao final dos créditos! Recomendo.
Luciano A.
Luciano A.

51 seguidores 1 crítica Seguir usuário

3,0
Enviada em 28 de julho de 2013
Wolverine é um daqueles personagens que cativa não pela simpatia ou a capacidade de ser bom diante do mundo. Logan cativa pelo implacável senso de justiça, praticado de forma rude e porque não dizer, animal. Em Wolverine: Imortal, dirigido por James Mangold (Encontro Explosivo e Os Indomáveis), vemos essa marca do personagem muito bem retratada. Ponto positivo para o roteiro de Mark Bomback, Scott Frank e Christopher McQuarrie, que nem é tão original assim, na verdade tudo foi inspirado num HQ dos anos 80 que tem o dedo de ninguém menos que Frank Miller. A notícia boa acaba aí. O filme carece de algo mais. Hugh Jackman esforça-se como de costume para desenvolver o papel, e só. Os demais personagens ficam muito à margem. A vilã Viper interpretada pela atriz de nome quase impronunciável, Svetlana Khodchenkova (O Espião que Sabia Demais), é o respingo que nos faz lembrar que o filme trata do universo mutante.
Wolverine é mergulhado numa disputa de poder em uma grande empresa japonesa. É nesse contexto que uma figura do passado de Logan retorna em busca de uma forma de enganar a morte. E a imortalidade de Wolverine é chave dessa conquista. As coreografias das lutas não repetem a mesma eficiência por exemplo, de X-Men – Origens: Wolverine. Ainda assim, é possível respirar um pouco de emoção.
Samurais, Ninjas, os conflitos existenciais de Logan e até uma espécie de fantasma da personagem Jean Grey (Famke Janssen) estão lá para atormentar a cabeça, já perturbada de Wolverine.
Wolverine: Imortal não é tão bom, mas vale a diversão. E não esqueça que o melhor do filme pode vir depois que ele acaba.
Ederson R.
Ederson R.

10 seguidores 2 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 28 de julho de 2013
Frase do Filme: "Você é Ronin, um samurai sem mestre."

Melhor do filme: "Direção, roteiro, fotografia e Hugh Jackman.

Depois do desastroso Wolverine - A Origem, a Fox/Marvel, acertaram no que eu chamo "o cara" dos X-Men, não é a toa que é o mutante favorito do publico, tem 2 filmes solos e 3 filmes com a turma toda, mas sofreu muito até acertarem seu temperamento, comportamento e até na sua mutação.

Esse filme é o elo central entre todos os filmes, X-MEN 3 , A ORIGEM e o próximo filme dos X-Men: Dias de um futuro esquecido, que é a continuação de First Class, ele se passa algum tempo depois dos X-MEN 3, onde Logan está atordoado e de certo modo depressivo e paranoico por ter matado seu amor Jean Grey e decide se isolar do mundo até ser encontrado.

O filme se passa na sua maioria no Japão, e o publico foi respeitado, através dos diálogos em japonês entre eles, sem forçarem de barra de todo mundo falar em inglês no filme, o filme tem um tom sombrio, até por que a Yakusa a máfia japonesa e os onde tradicionais ninjas aparecem no filme. Neste filme as piadas do Wolverine, até mesmo o uso da palavra "Xará" estão bem encaixadas, temos também sangue, coisa que no seu primeiro filme solo, não apareceu nem uma gota, o que revoltou muitos dos fãs do personagem, mas de modo moderado é claro até por conta da classificação do filme.

Hugh Jackman é o ator assim como Robert Downey Jr(Homem de Ferro), que personificou seu personagem o mais próximo do quadrinho e desenhos. Hoje acho impossível ver um ator que possa substitui-lo no seu papel de Wolverine, Portanto Wolverine - Imortal é filmaço de ação com um personagem querido do publico e não galhofa de herói como foi seu antecessor, recomendo, apesar de ter algumas coisas questionáveis no filme, principalmente no ato final, mas se supera perante e apaga a péssima impressão do filme solo anterior, vá sem medo.

P.S: Lembre-se que esse filme é um elo, então temos cenas pós-créditos.
Joe D.
Joe D.

1 seguidor 2 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 28 de julho de 2013
muita ação! vale a pena conferir! wolverine aparece mais sentimental, mas a ação compensa a película.
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