Kung Fu Panda 2
Média
4,3
2829 notas

34 Críticas do usuário

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Maria Eduarda Gretter
Maria Eduarda Gretter

6 seguidores 98 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 10 de maio de 2023
O melhor vilão que já apareceu das sequências, filme bem cativante. Engraçadinho, vale a pena assistir.
Daniel Tavares
Daniel Tavares

3 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 9 de maio de 2020
Muito bom gostei a melhor coisa nesse filme sao as cenas de ação principalmente a cena da torre muito bom
Scrat C
Scrat C

3 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 1 de junho de 2019
Umas das melhores animações que já vi, tem uma ótima história, boas tilhas sonoras, bons personagens, o filme e muito legal pra assistir, mas o filme teve muito drama, cheios de ações, não e melhor que o primeiro, mas ele continuar na mesma posição, muito imocionante principalmente nas ações, personagens 10/0 história 8/0, Vilão 7/0 tilha sonora 10/0
cinetenisverde
cinetenisverde

29.473 seguidores 1.122 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 16 de janeiro de 2017
A continuação das aventuras de Po, agora o Dragão Guerreiro, e os cinco furiosos, contém em sua essência os mesmos elementos que fizeram do original um sucesso como filme: as piadas irreverentes em torno da figura de um panda lutanto Kung Fu (e Po é um personagem irreverente não apenas por natureza, mas em sua própria concepção de personalidade divertida), as sequências de luta orquestradas pela animada trilha sonora (que aqui já se torna um pouco mais confusa, e desafina um pouco se revermos o primeiro filme) e os primorosos efeitos visuais, que aqui ainda contém o interessante efeito da água no pêlo de Po.
Rafael B.
Rafael B.

8 seguidores 48 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 5 de janeiro de 2017
Filme bom de mais, e além de eu achar superior ao primeiro, marcou minha infância. Recomendo assistirem.
Patrick Fernando A.
Patrick Fernando A.

4 seguidores 33 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 1 de dezembro de 2016
Lindo filme. Assisti e esclareci uma dúvida que eu tinha em relação ao Po
como eu já tinha assistido os desenhos eu ficava me perguntando como Po (Panda) era filho do sr Ping (Ganso)?
Nesse filme descobri que ele veio numa caixa de madeira com legumes e o Senhor Ping cuidou dele.
Baunilha M.
Baunilha M.

11 seguidores 24 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 2 de novembro de 2015
Adoro esse filme,os personagens são bons e os dubladores também
Otavio B.
Otavio B.

2 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 10 de julho de 2015
Mtu bom!!! Recomendado, história bem feita e ansioso para o próximo filme ano Q vem
Guilherme G.
Guilherme G.

1 crítica Seguir usuário

3,0
Enviada em 13 de junho de 2014
Minha critica vai para o final do filme, Lorde Shen ataca o Po no final do dezenho, isso trais uma certa certeza que crianças veja a brutalidade da raiva do lorde shen, muitas crianças veem isso como se fosse normal, isso traiz praticamente a elas,de fazer o mesmo com qualquer uma pessoa ou com algum colega que ela nao e muito chegada, com todo respeito, acho que erraram muito nessa parte, Lord Shen odiava seus Pais, tai outra coisa que as crianças veem como se o pavao, tenha sua toda rasao de odiarem seus pais, podem faze - lo mesmo, toda criança quando e fan de um personagem imita uma certa concigencia de faze-lo mesmo [imita] isso ja preucopa muitos pais nessa parte.
Leandro A.
Leandro A.

21 seguidores 65 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 6 de julho de 2013
Vimos no primeiro Kung Fu Panda (2008), Po (dublado originalmente por Jack Black e aqui no Brasil por Lúcio Mauro Filho) alcançar o seu sonho e se tornar o Dragão Guerreiro das lendas que ele ouvia desde pequeno no Vale da Paz. O seu jeitão desajeitado, os golpes de barriga e a sua enorme fome continuam, mas agora Po já está bem mais ciente de sua força interior, liderando os Cinco Furiosos - Louva-a-Deus (Seth Rogen), Macaco (Jackie Chan), Garça (David Cross),Tigresa (Angelina Jolie) e Víbora (Lucy Liu) - sempre que algo errado acontece por ali. E desta vez a ameaça é muito maior do que o temido leopardo Tai Long.

A nova história começa com uma linda animação, que usa uma técnica diferente das utilizadas no filme original, como se fossem bonecos de sombra. Logo ali descobrimos que Lorde Shen (Gary Oldman) era o príncipe pavão que, ao ouvir a profecia de que seria derrotado por um ser preto e branco, manda matar todos os pandas. Seus pais, desapontados com o ato impensado, o banem do reino. Ele sai de lá jurando voltar para se vingar e dominar o país. Utilizando o avançado recurso dos chineses na exploração da pólvora para fazer os belos fogos de artifício, ele inventa a arma de fogo, mais especificamente, um enorme canhão, que agora coloca em risco a China e o kung fu. Cabe então a Po e seus companheiros derrotá-lo.

A tarefa se provará mais difícil do que qualquer coisa que eles já enfrentaram, pois a cada encontro de Po com o próprio Lorde Shen ou seus asseclas, ele sofre um apagão, que está intimamente ligado ao seu passado. Os flashbacks que saem desses blecautes utilizam uma segunda técnica de animação, mais próxima do 2D tradicional, mas ainda assim cheia de estilo e seguindo a estética asiática de um anime de movimentos econômicos.

Todas as demais cenas são feitas utilizando a computação gráfica mais avançada que existe. E como ela funciona bem aliada ao 3D estereoscópico nas cenas de ação. Se há um filme que mereça um gasto extra para ser visto em 3D este ano, certamente é este Kung Fu Panda 2. Todos os cenários das planícies chinesas que já eram lindos no primeiro longa ficaram ainda mais belos, a água (bastante importante no terceiro ato) está incrivelmente realista e os traços dos animais, embora permaneçam os mesmos, recebem mais detalhes do que o olho consegue captar. É impressionante o tanto que a tecnologia evoluiu em tão pouco tempo, apenas três anos.

Já a história se desenvolve de forma menos brilhante, mas não menos perfeita. Redondinho, o roteiro equilibra cada uma das cenas de ação (e como são belas as coreografias dos animais lutando!) com boas pitadas de humor físico e também verbal, que farão as crianças (e os adultos) gargalharem nas salas. Mas o filme não fica só nas lutas e trapalhadas. Há também um arco dramático, um novo ritual de passagem para Po, que depois de descobrir sua força interior, agora tem de descobrir a paz interior, como lhe ensina o Mestre Shifu (Dustin Hoffman).

E pode se preparar, porque as lágrimas chegarão na conclusão. Não é aquela enxurrada dos desenhos da Pixar, mas o golpe da lágrima está lá e é preciso ser muito durão para resistir. Mas rola, então, o único porém do longa. Por que é que todos os filmes atuais não podem apenas existir um de cada vez? Por que é que tudo tem que ter um gancho para a próxima aventura? Ok, a pergunta é retórica, afinal nós já sabemos a resposta, mas mesmo assim não custa nada demonstrar a indignação... e depois respirar fundo e repetir "paz interior... paz interior..." spoiler:
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