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Marcos Martins
18 críticas
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5,0
Enviada em 30 de outubro de 2025
Não é pra qualquer um, filme com um tema muito complexo mas sem polemizar. A conexão entre os personagens nos coloca numa angustia inquietante. Vale muito, mas exige maturidade pra acompanhar o desenrolar da historia.
Os últimos passos de um homem contou com a direção e roteiro de Tim Robbins. O filme recebeu algumas indicações ao oscar de 1996: melhor ator (Sean Penn), melhor direção e melhor atriz (Susan Sarandon), vencendo apenas a última categoria mencionada. O filme conta a história de Matthew Poncelet (Sean Penn) que está preso e prestes a ser executado por pena de morte. Porém, o mesmo acaba pedindo ajuda a uma freira, irmã Helen (Susan Sarandon) para entrar em apelação, insistindo em sua inocência. A medida em que Helen se aproxima do condenado, começa a criar laços com ele. O filme é um dos grandes clássicos dos anos 1990, vale lembrar que o filme se baseia na obra da própria Elen Prejean, retratada no filme. Encontramos um grande dilema no filme: se matar é errado, então porque pena de morte existe? Difícil ouvir isso de alguém que cometeu um crime bárbaro. O filme procura se apoiar nos dois lados da moeda: do condenado e das famílias das vítimas. O roteiro também é interessante pois vai conduzindo a trama a ponto de duvidarmos se Matthew é apenas uma vitima da sociedade ou de fato é um criminoso. Assim como a direção é eficiente em apenas revelar no terceiro ato, já no corredor da morte por meio de flashback o que de fato aconteceu. Aqui cabe a boa química entre os protagonistas e o destaque maior para Susan Sarandon que mereceu a estatueta do oscar.
Esse filme é muito interpretativo, em uns causa repulsa e em outros comiseração. A ajuda foi para o carrasco mas não para a família das vítimas, mais uma vez a arte imitando a vida. Ora, uma coisa é matar para se defender ou por uma causa moral e outra é matar por pura maldade, só para ver o tombo. Não sei qual foi a intenção que o autor quis causar no telespectador mas em mim causou raiva. A grande pauta é a pena de morte. É justa? O filme não dá uma resposta, mostra dois lados da moeda.
Obra prima do cinema mundial! Filme comovente e de um roteiro perfeito, atuações memoráveis de todo o elenco, em especial de Susan Sarondon ganhadora do óscar nesse ano e de Sean Pen que está ótimo ou seja um filme marcante em tudo!!
SENSACIONAL! Se o objetivo do filme era retratar o sentimento que impermeiam o corredor da morte, Tim Rubbins conseguiu com mestria, além de conseguir passar uma maravilhosa mensagem religiosa, deixando o filme ainda mais emocionante e reflexivo!
Eu tenho o VHS (fita cassete/fita de vídeo pra quem não sabe) desde pequeno, abarrotado com outras tantas fitas. Resolvi assistir esses dias e me emocionei com o fim. Um filme que deve ser assistido, mas não faça como eu, e não fique enrolando para assistir filmes que você tem. kkkkk
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