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Quando se está próximo do fim da linha, reflexões sobre toda a nossa vida são inevitáveis. Prestes a enfrentar a morte, Matthew Poncelet, com a ajuda de Helen, uma freira católica, passa a tentar entender o porquê de suas ações e omissões durante sua vida, além disso, busca encontrar o que nunca achou, a paz de espírito.
Esse filme é emocionante. Robbins consegue fazer você se sensibilizar com alguém que em circunstâncias normais seria dito como um monstro (não que ele não seja, de certa forma), mas o que acontece é que em face da morte todos ficamos pequenos e frágeis. A pena de morte é um tema brilhantemente debatido no filme. Mesmo que o expectador não simpatize com Poncelet (Penn), ainda sim o filme tem o poder da emoção e da reflexão. Saradon e Penn brilham demais!
spoiler: Destaque para a sublime sequência da execução que alterna imagens da morte de Poncelet com a morte das suas vítimas, esse sequencia facilmente leva o expectador às lágrimas, ou no mínimo lhe dá um nó na garganta.
A trilha sonora de Bruce Springsteen é um show à parte. Recomendadíssimo!
spoiler: Destaque para a sublime sequência da execução que alterna imagens da morte de Poncelet com a morte das suas vítimas, esse sequencia facilmente leva o expectador às lágrimas, ou no mínimo lhe dá um nó na garganta.
A trilha sonora de Bruce Springsteen é um show à parte. Recomendadíssimo!
Não é uma obra-prima, mas o filme é ótimo, grande atuações, ótima história...Susan Sarandon dá um SHOW!
Bravo!! Um filme tenso e emocionante, comovente""". Os últimos momentos do condenado é de arrepiar. Não tem como se envolver e não sentir pena dele e suas aflições. A atuação de Sean Penn está magnífica. Apesar do ano de lançamento(1995), lamentavelmente, só no ano passado o vi pela 1ª vez e desde então assisto quando posso. Muito bom mesmo.Como gosto não se discuti, um filme que agrada a poucos. Recomendado para quem gosta do gênero e de quem é fã de Sean Penn e Susan Sarandon. Mas Penn roubou a cena.
*Está na minha lista de favorito*
*Está na minha lista de favorito*
Excelente filme, muito bem retratado.
Comovente!!
Comovente!!
Filme que enfim deu o oscar de atriz a Susan Sarandon, que já havia recebido 4 indicações anteriores (seu melhor papel foi em Óleo de Lorenzo). Sean Penn esteve ótimo, embora sem chances de levar a estatueta de ator principal, pois o seu papel, no meu entender, era de coadjuvante. Além do que, concorreu com Nicolas Cage, num papel intenso em Despedida em Las Vegas. Os últimos passos de um homem é uma linda história sobre a redenção da alma. Nota 10
Dead Man Walking foi mais um filme ignorado pelo Oscar na indicação para Melhor Filme, (assim como aconteceu com O Povo Contra Larry Flynt, A Última Ceia, Magnólia, etc;) talvez por seu tema forte e polêmico. O que deveria ser um motivo a mais para um reconhecimento da Academia. Susan Sarandon é uma das melhores atrizes americanas vivas, tendo merecido sua estatueta, e Sean Penn deve ter sido a segunda opção para levar o prêmio, depois de Nicolas Cage. É impossível ficar indiferente às emoções de cada personagem. Apesar de ser um filme contra a pena de morte, a direção de Tim Robbins mostra-se imparcial, mostrando os dois lados da moeda e tornando legítimas as motivações de cada um. A excelente seqüência final é de tirar o fôlego. Um filme feito para emocionar e fazer pensar, sem pieguice. E para completar, a trilha sonora é ó tima, com destaque para a canção de Bruce Springsteen, também indicada ao Oscar.
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