O Exterminador do Futuro: Gênesis
Média
4,0
3015 notas

187 Críticas do usuário

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anônimo
Um visitante
3,5
Enviada em 16 de outubro de 2015
O novo filme da franquia Exterminador do Futuro resolve homenagear cada pedacinho de toda a saga repetindo cenários, cenas, diálogos, ideias e reviravoltas. Como tradição, inova o modelo do modelo T-800, dessa vez, pra variar, um que usa nanotecnologia. Não se saindo tão mal quanto o terceiro filme, sua sacada genial é revelada no meio da história, e para os que tiveram a sorte de não assistir nenhum trailer e não ver nenhum pôster, pode até ser uma surpresa. Eu disse pode, pois até no começo há dicas demais sobre o que irá acontecer.
Peter B.
Peter B.

87 seguidores 127 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 12 de outubro de 2015
Um bom filme para entreter , Os efeitos especiais são o que eleva o nível do filme.
anônimo
Um visitante
3,5
Enviada em 3 de outubro de 2015
A grande ironia em relação ao novo 'Exterminador',é saber que o próprio Arnold Schwarzenegger criticou seu próprio trabalho nesse filme.Uma pena,pois o filme é uma boa continuação,assim como o foi o terceiro.Mesmo assim,a continuação deixa os fãs apreensivo,já que os dois primeiros filmes foram considerados por muito obras primas,e que a história era pra ter acabado por ali.Aqui não temos nenhum James Cameron na direção,mas temos o experiente diretor Alan Taylor.Que é bastante conhecido na TV,com excelentes trabalhos em séries.Trabalhou em "Game of Thrones" ao lado de Emilia Clarke,que vive uma Sarah Connor bem ágil e divertida.Lembra um pouco Linda Hamilton em certos momentos dentro do longa.Os minutos iniciais (pra mim) foram os melhores.Nos leva a história inicial,lembrando o primeiro filme,onde tudo começou.Resgata aquela fotografia antiga que sempre nos dá prazer a assistir.E consegue ser idêntico ao filme de 1984.Arnold está demais.Está velho,mas não obsoleto.Ele como sempre diverte,tem bastante carisma e ainda mostra uma boa forma para cenas de ação.Assim como seu personagem,a franquia envelheceu,mas não está obsoleta.

-Filme assistido em 03 de Outubro de 2015- Nota 7
Celso M.
Celso M.

346 seguidores 178 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 28 de setembro de 2015
Quando assistimos a um filme com Arnold, do nível de "Terminator", a gente espera uma obra arrebatadora e divertida. Certo? Nem sempre, depois de ter conferido o terrível Maggie - filme de terror pós-apocalíptico onde os as pessoas infectadas tinham um período para se transformarem e ficavam isoladas até então, com o mesmo ator, que, pasmem, atuava de verdade não há como não comparar as edições anteriores. O exterminador do futuro: Gênesis é fraco. Sim. Muito fraco. Arrasta-se com efeitos especiais estrondosos , estória rasa e manjada e o android do Arnold é terrivelmente fake. Você passa o tempo todo esperando ver algo interessante, mas é mais do mesmo e acabamos entendendo que o tempo de seu último trabalho não deixou este filme melhor, talvez devesse esperar um pouco mais...confira!
Fernando M.
Fernando M.

33 seguidores 51 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 3 de setembro de 2015
Vivemos uma época de desconstrução dos clássicos. Se até o próprio George Miller – o criador da saga Mad Max – pretendeu “revisitar” (para o bem ou para o mal) a sua mais famosa obra, não é nenhuma surpresa que O Exterminador do Futuro – Gênesis tenha trilhado (quase) pelo mesmo caminho.

Eu digo “quase” porque, embora seja uma espécie de desconstrução, ela não contou – mais uma vez – com a batuta de Cameron.

Gênesis veio para arrumar a casa, limpar a bagunça, mas trocar os móveis de lugar. Ele parte do pressuposto que o terceiro (2003) e o quarto filme (2009) nunca existiram. Como um filho arrogante de Cameron, Gênesis não só quer ter brilho próprio, como tentar provar – do começo ao fim – que as histórias do pai não passavam de mentira.

A sacada é de mestre. Brincando com as linhas temporais, o filme tenta abalar os conceitos já cristalizados no primeiro (1984) e segundo filme (1991), relativizando-os. A rebeldia é essa. Cameron sempre foi uma barreira intransponível para a própria obra. Ele fez tão bem que parecia que nada mais havia o que ser feito. Ainda assim, Mostow e McG tentaram, à sua maneira, continuar com a trama, mesmo pagando um alto preço. Enquanto o filme de Mostow é lembrado como uma esforçada fan-fiction, o trabalho de McG é lembrado como um corpo estranho em toda a franquia.

Alan Taylor aprendeu muito com eles. De Mostow, Taylor pega o respeito de fã, a reverência, a continência para com o mestre. Já de McG, ele obtém a rebeldia, a quase agressividade de trilhar por caminhos próprios. É divertido ver a preocupação de Taylor de reconstituir fielmente cenas icônicas dos primeiros filmes, ainda que ressignificando-os. Aliás, Gênesis mostra, da direção ao roteiro, um trabalho de pesquisa, de quem se debruçou sobre todos os quatro anteriores.

O resultado é que Taylor fez praticamente um filme que lança boas perguntas e muitas pontas soltas e que poderão ser desenvolvidos em uma possível continuação. Ele explode com as bases daquele aspecto “definitivo” esboçado por Cameron em 1991, que prejudicou por muito tempo as tentativas de sequência.

Entretanto, a comparação é inevitável. Gênesis não possui o traço econômico, enxuto, que pautou o início da franquia. Ele grita, se esperneia, soltando fogos, fazendo malabarismos, com surpresas e reviravoltas. É um produto inferior, mas o resultado é razoável. Ao contrário de muitos críticos puristas e saudosistas, achei a transformação de John Connor (Jason Clarke) em vilão o ponto alto do filme. Mas é aquela quebra de expectativa que todos os outros filmes pós-Cameron adotaram, de carona com o segundo. É uma fórmula, mas aqui é bem mais interessante por acrescentar algo novo, inovador.

Em Gênesis há um grande salto de qualidade. Entretém, diverte, empolga como o mais genuíno cinema-pipoca. No entanto, chegamos em 2015 com a sensação que Exterminador do Futuro virou uma franquia irregular, de altos e baixos, com surgimento de pastiches involuntários esmagados pelo gênio criativo de James Cameron.

Talvez o que o Exterminador precise seja não de mais uma continuação, mas de uma refilmagem. Um novo primeiro capítulo. Como as sagas de super-heróis, como os filmes Batman de Tim Burton ou de Christopher Nolan. Como os filmes RoboCop de Verhoeven e Padilha. Nesse aspecto, eu sou radical. O tempo já provou que Cameron está absorvido demais em projetos grandiosos para lançar um terceiro filme, no que isso realmente significa. O Exterminador ganharia se outro diretor fizesse a sua releitura, a partir de outra perspectiva, de outro olhar. Como nos quadrinhos. Inclusive riscando a cláusula pétrea, de que o papel de Terminator deva sempre ser de Schwarzenegger.
André A.
André A.

7 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 15 de agosto de 2015
É difícil de dar nota por que quem viu o 2 nunca se esquece. Mas o Arnold está bem no filme e sempre eterno exterminador.
Gerson F.
Gerson F.

6 seguidores 10 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 13 de novembro de 2015
Das novas continuações de O Exterminador do Futuro, esta é, por enquanto, a mais interessante. Antes de mais nada, isso não é um reboot ou uma refilmagem, o filme começa com a mesma premissa do original, mas segue uma direção completamente diferente depois disso.
O filme utiliza várias ideias já vistas em Exterminador 2 e Exterminador: A Salvação, mas as manipula de uma maneira nova e diferente, além da reviravolta envolvendo viagem no tempo, que adiciona um certo mistério na trama sobre spoiler: quem está por trás do Exterminador-pai
. A forma como Skynet surge nos dias atuais também é curiosa, refletindo o modo que usamos a tecnologia atualmente.

Não que o filme não tenha seus pontos fracos, algumas referências no diálogo soam forçadas, e atores como Matt Smith e J. K. Simmons foram completamente desperdiçados.

No final o filme serve como uma homenagem à franquia como um todo, e também para encerrar o conflito entre os humanos e Skynet que acompanhamos ao longo dos filmes. Nem precisavam fazer mais um, o que provavelmente farão por que ainda precisamos descobrir quem spoiler: está por trás do Exterminador-pai
, mas tomara que não passem disso para não enrolar ainda mais a trama.
Mineiro B.
Mineiro B.

1 crítica Seguir usuário

3,5
Enviada em 7 de agosto de 2015
Rapidamente, eu considero qualquer tentativa de explorar o personagem do exterminador valida, por que sou fã incondicional de ficção cientifica e do exterminador, e com certeza viagem no tempo, maquinas assassinas eu adoro. Esse filme em questão entrega o que prometeu, com pitadas de humor e até uma certa inteligencia em buscar cenas do Exterminador do Futuro de 1984, e ao envelhecer inteligentemente uma maquina, o que permitiu que o Arnold pudesse representar novamente o T-800 sem problemas, e até com humor. spoiler: E achei inteligente tambem John Connor mudar de lado como o proprio Exterminador mudou sendo reprogramado no segundo filme da franquia.

O que é realmente ruim no filme e não termos Linda Hamilton no papel de uma envelhecida Sarah Connor.
Aline G.
Aline G.

2 seguidores 7 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 7 de agosto de 2015
Bom filme, o ator principal continua em forma, mas os primeiros ainda são os melhores.
Frank B.
Frank B.

13 seguidores 5 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 25 de julho de 2015
Não era o que eu esperava, mas os efeitos especiais são muito bons e atores excelentes.
Gostei muito do Arnold.
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