O Exterminador do Futuro: Gênesis
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4,0
3012 notas

187 Críticas do usuário

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Luiz Marcelo (Padreco)
Luiz Marcelo (Padreco)

21 seguidores 137 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 29 de março de 2025
Mais do mesmo, mas piorado. Sou fã da Emília Clarke, mas está muito abaixo da Linda Hamilton. O cara que interpreta Kyle Reese é horrível, atuação medonha. A mesma atuação medonha também para a interpretação John Connor, ator foi muito mal. O que salva um pouco é nosso amigo Arnold, porém já demonstra sinais de cansaço para este papel. Resumindo, é mais do mesmo, sem criatividade, inclusive para o final, que logo no início você já sabe como termina. Trilha sonora razoável, cenas de ação razoáveis.
Renato A.
Renato A.

1 seguidor 5 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 21 de maio de 2020
O mais fraco dos 6 filmes, na minha opinião. Não gostei da atriz que faz Sara Connor. Filminhorréi feito só pra ganhar dinheiro. E o final? spoiler: Como o T800 ressurge como metal líquido
,, nada a ver... Roteiro com furos.. Enfim, filme fraco! Não sei como o Schwarzenegger aceita um roteiro desses.. Deve ser só pelo dinheiro e não se importa com sua Filmografia!
Alcidney
Alcidney

1 seguidor 1 crítica Seguir usuário

2,0
Enviada em 15 de março de 2020
Filme fraco! Ator fraco, personagem parece mais um adolescente e a mulher do game of thrones frágil é fraca pra ser a Sarah. Arnold salva o filme!
Eder NH Pereira
Eder NH Pereira

1 seguidor 1 crítica Seguir usuário

2,0
Enviada em 28 de janeiro de 2020
Se quiser assistir um filme medíocre, que simplesmente deve ser o pior da série, assista este filme. Pra ser ruim, tem de melhorar muito. Clichês já usados a exaustão, falta de realismo, efeitos especiais muito fracos. Chega ser ridículo em algumas partes.
anderson j
anderson j

302 seguidores 222 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 27 de setembro de 2018
Me lembro bem da sensação de entrar no cinema empolgado pra ver Arnold"fucking"schwarzzeneger viver o terminator novamente. e os primeiros minutos de filme me fizeram chorar de emoção, tamanha foi a perfeição de recriação de cenas e digital que foram feitas de Arnold schwarzzeneger jovem. Mas o filme avançou e avançou e quando terminou eu estava chorando de desgosto. O filme tem muita idéia idiota. que vai desde John Connor vilão, Até sarah connor fofa e meiga, exterminador professor de física quântica. Há muitos furos e incoerências no roteiro e o filme não acerta no tom, pois quando se trata de extinção, a melhor abordagem é sempre a de urgência e não a de humor, que foi a escolhida pelo filme. Apesar de conter algumas boas cenas de ação, tudo que já foi visto em filmes anteriores é melhor, o elenco do filme não me agrada, exceto por Arnold e j.k simmons que dão um show, todos não convencem em seus devidos papéis, jai Courtney é muito fraco e limitado e a nossa Emila Clarke não segura a barra como sarah por não ser forte o bastante,guerreira o bastante, ela é fofa demais e jason Clarke possivelmente é o pior . Enfim o pior filme da série. tudo que faz o filme se sair razoavelmente bem é por conta de Arnold que faz o papel de corpo e alma e com muito carisma. Ele é responsável pelo pouco que há de bom nesse filme.
Adriano Silva
Adriano Silva

1.614 seguidores 481 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 27 de novembro de 2017
O começo de uma nova trilogia.
O EXTERMINADOR DO FUTURO: GÊNESIS (Terminator Genisys

O EXTERMINADOR DO FUTURO sempre foi uma das minhas franquias preferidas, marcou uma grande parte da minha infância (principalmente com T1 e T2). Os dois primeiros filmes da série são verdadeiras obras-primas, me apresentou um universo fantástico pra época. Depois de vários problemas internos, a franquia passou por uma reformulação, trazendo O EXTERMINADOR DO FUTURO 3 - A REBELIÃO DAS MÁQUINAS e O EXTERMINADOR DO FUTURO - A SALVAÇÃO. T3 é de longe o pior filme da franquia, já T4 é bastante questionável, mas em partes até que é bom.

O EXTERMINADOR DO FUTURO: GÊNESIS é a tentativa de recomeçar, até com a possibilidade de formar uma nova trilogia. O longa dirigido por Alan Taylor (Thor: O Mundo Sombrio) não é totalmente ruim, mas é bastante questionável (pelo menos na minha opinião). T5 usa todos os seus atributos para tentar se tornar um filme à altura da franquia e tentar motivar os fãs mais antigos (meu caso), como a volta do icônico Schwarzenegger no comando do grandioso T-800 após 12 anos.

Os roteiristas decidiram atirar para todos os lados em T5. O longa funciona com um reboot/remake logo de início e termina com uma nova continuação. T5 usa várias referências dos dois primeiros filmes da série, com cenas icônicas, como a primeira aparição de T-800, a cena do tênis da Nike, a segunda aparição de T-800 em T2, entre outras várias cenas que foram verdadeiras homenagens à franquia (gostei). No começo o roteiro é totalmente perdido, tentando explicar tudo que aconteceu no passado, antes mesmo dos acontecimentos em T1. Uma coisa que de certa forma me incomoda um pouco, pelo fato da franquia não ter mais pra onde caminhar e tentar explicar tudo que aconteceu, como se eu estivesse interessado em saber os mínimos detalhes dos acontecidos antes do início da franquia (pode ser interessante pra outras pessoas). Pra mim, isso funciona como um roteiro perdido, que não sabe pra onde seguir, usando praticamente uma recolagem de cenas.

Depois de tentar explicar tudo que aconteceu no início, o roteiro parte para outro lado, em tentar criar uma nova estória dentro da franquia. Eu achei bem mediano, não me cativou e não me chamou a atenção toda estória do "Gênesis", e o destino que o Kyle Reese tomou foi uma coisa que me incomodou bastante (não gostei). Eu achei um roteiro muito perdido, sem originalidade e sem coesão, até as partes em que mostravam as viagens no tempo pra tentar explicar algo, ficou bagunçado.

Schwarzenegger é o que salva no filme, assim como já havia feito em T3, mesmo com toda sua idade e seus fios grisalhos, ele é sempre fantástico em um filme do Exterminador. Eu achei interessante a forma como usaram o rosto de Schwarzenegger em um outro corpo pra reformular o T-800 de 1984, mas também fiquei um pouco desconfortável em ver uma nova versão do T-800 mais animadinho como o novo "Papi". Aqueles trejeitos que Schwarzenegger coloca em seu personagem é simplesmente sensacional, como o sorriso robótico (uma referência da cena com John Connor em T2).

O novo elenco é outro ponto questionável em T5 , eu diria que não ficou ruim, mas assim como em O Exterminador do Futuro 3, não chegaram nem perto dos originais (T1 e T2). Jason Clarke apresenta um John Connor bem mediano, principalmente em suas cenas finais, caricato demais para o meu gosto. Jai Courtney é esforçado em sua versão estranha de Kyle Reese, mas também não me cativou. Emilia Clarke até que ficou interessante como uma versão mais nova de Sarah Connor, foi a que mais me agradou, apesar de não chegar nem na sombra da versão icônica de Linda Hamilton. Mas de certa forma ficou bom, até tentando apresentar aquela versão guerrilheira e aquelas caras da Sarah de Hamilton. Lee Byung-hun foi a nova versão do T-1000, uma grande referência e uma grande homenagem a uns dos vilões mais fodas dos filmes de ação. Ficou bom, eu gostei da sua versão de metal líquido, mas o T-1000 de Robert Patrick é simplesmente inquestionável e insubstituível.

Os pontos positivos do longa está nos efeitos especiais, que dessa vez ficaram muito bons, principalmente no personagem de John Connor e no T-1000. A trilha sonora não é uma das melhores, mas ouvir aquela trilha clássica de Exterminador do Futuro ao subir dos créditos foi muito nostálgico. Gostei das referências aos dois primeiros filmes da franquia, foi algo que me deixou bastante feliz e empolgado, ao rever cenas que acompanhei durante a minha infância.

Como um fã da franquia, o que me resta é esperar pra ver se o nosso "pai" James Cameron ainda consegue salvar a série. Vamos torcer para que tudo saia como o esperado e ele consiga trazer a sequência de Terminator que esperamos desde 1991, ainda mais se tiver a volta da nossa majestade Linda Hamilton.
Pedro C.
Pedro C.

50 seguidores 73 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 21 de janeiro de 2017
Fraco. Adoro Emilia Clarke em GOT. Porém, ficou uma Sarah Connor descontextualizada e frágil. Não chegou aos pés do trabalho de Linda Hamilton. Para quem viu os outros e gostou - principalmente do 2 - vai se decepcionar com este aqui.
Laila C.
Laila C.

17 seguidores 45 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 21 de novembro de 2015
AVISO:Esta critica contem tantos spoliers que vcs vao saber a metade ou o filme todo.
O filme ja começa com uma puta cena pre credito contando sobre o dia do julgamento final ocorrido em 1997.
Depois disso o Kyle Reese e salvo pelo john connor, lider da resistencia ai o kyle começa a narrar os feitos dele,um dos artificios mais pobres para se apresentar um personagem.
Vamos aos furos no roteiro: Ao começar pelo famigerado "dia do julgamento" que estabelecido pelo filme aconteceu em 1997 mas la pela metade do filme devido a uma visao ou algo do tipo, passa a ser em 2017 (o genesis e o skynet) parabens ao roterista deste filme que fez a cena pre credito do filme servir pra porra nenhuma.
O fato do kyle e a sarah nao terem praticado o ato do coito e mesmo assim o john nasceu e tambem virou um dos 350 viloes do filme.
Aquele T-1000 japones completamente dispensavel que nao fede e nem cheira (sdds Robert Patrick) .
Quando john,sarah e t-800 vao presos em 2017 e ai sem nenhum motivo aparente começa a tocar a musica dos bad boys, PORRA!Assim nao da.
As piadas infantiloides que,em sua maioria, nao tem graça nenhuma.
E toda vez que a sarah dizia papi,dava vontade de matar o diretor desse filme.
E o pior:E QUE VAI TER O TERMINATOR 6.
Lixo de filme,nem a bunda do kyle reese apareceu,sem falar nas atuaçoes,desculpa mae dos dragoes mas a linda halmintom atira com o fuzil usando apenas uma mao.
Passe longe! Nota:3/10.
varantes
varantes

1 crítica Seguir usuário

2,5
Enviada em 3 de novembro de 2015
Mais um da série. É divertido ver o velho Arnold na telinha novamente.
Ana A
Ana A

20 seguidores 37 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 18 de outubro de 2015
Em 1984, o diretor James Cameron apresentou o primeiro filme da franquia Terminator. A série conquistou os seus fãs e teve o seu ápice em 1991 com o lançamento de Exterminador do Futuro 2 – O Julgamento Final. Mais de 30 anos depois do primeiro filme, nós somos reintroduzidos ao universo do exterminador.

Exterminado de Futuro – Genesis é uma introdução da franquia para uma nova geração sem, necessariamente, ser um reboot. O filme é cheio de autorreferência e frases de efeito que já se tornaram clichês para as pessoas que cresceram vendo os filmes anteriores, repetições de situações no mesmo universo pode incomodar, pois nada é acrescentado no que já é conhecido e acaba se tornando uma versão genérica do original.

A reconstrução de cenas da versão de 1984 é interessante do ponto de vista cenográfico, transportar 2015 para a década de 1980 não é fácil, reproduzir detalhes de uma época que passou é um trabalho complexo.

Kyle Reese é o guia do público em Gênesis, ele nos apresenta ao mundo apocalíptico após o ataque da Skynet, algo que não é visto no primeiro filme e que serve para percebemos como o mundo tal como conhecemos nunca fará parte da realidade do personagem. Enquanto no filme de 1984 Reese era franzino, desesperado para propagar sobre o futuro da humanidade e extremamente protetor da Sarah Connor, na versão atual nos deparamos com um soldado capacitado e com um porte físico mais imponente, no entanto, o desespero e traumas, consequências de um futuro condenado, são insignificantes, a missão central perde o propósito por conta do rumo que o roteiro dá à trama.

A inevitável comparação fica por conta de Sarah Connor. Ela passa de uma jovem mulher que precisa ser protegida no filme de 1984 para quase uma máquina de combate em O Julgamento Final, talvez, se tornando uma dos ícones pioneiros do Girl Power. Em 2015, Sarah Connor se tornou uma jovem adulta com ares infantil, abordando dilemas que todo adolescente aparentemente enfrenta e perdendo a essência da personagem original. A tentativa de torná-la uma combatente desde o início não funciona, pois o biótipo da Emilia Clarke não se encaixa com os personagens típicos de filmes de ação, não tornando as cenas que exigem mais fisicamente críveis.

John Connor outra vez é o X da questão. Ao invés de ser a solução mais uma vez ele é o problema e, desta vez, não para as máquinas. Antes do lançamento do filme nos cinemas o destino de John Connor já estava traçado, os trailers e cartazes de divulgação não fizeram questão de esconder o rumo do personagem, a escalação do ator Jason Clarke pode ter sido o primeiro indício, o seu rosto já entrega um ar de maus presságios. Toda a estrutura do personagem, o figurino e as cicatrizes são os maiores indicadores do seu destino. O problema não é tornar Connor um dos vilões, mas a toda a crença desenvolvida para torná-lo o salvador desde o início perde todo o sentido, sendo mais uma pista de que o rumo da franquia será outro.

O retorno de Arnold Schwarzenegger como Exterminador é o trunfo do filme, a nostalgia de vê-lo confortável no seu maior papel é gratificante. A introdução de emoções no cyborgue é um reflexo de como o ator se sente a vontade no personagem. Apesar de não ser a primeira vez que o Exterminado transmitir emoções, esta é mais escrachada, a todo momento há um resquício de humanidade na androide. A tentativa de transformar o Exterminador, Sarah Connor e Kyle Reese em uma família disfuncional é o grande exemplo disso.

A tecnologia está muito mais presente neste quinto filme, a atual realidade que vivemos foi uma grande oportunidade de explorar o termo atualização, pois tudo se torna obsoleto em uma velocidade muito grande mesmo que esteja apto para uso, mas para a sobrevivência é necessário a novidade mais recente.

E em uma tentativa de conquistar novos fãs, O Exterminado do Futuro – Gênesis acaba deixando de lado as gerações anteriores que acompanharam o surgimento e ascensão da franquia, talvez seja a hora de um reboot oficial para reconquistar ambos os espectadores.
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