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屢 KARATE KID (2010)
Ano de lançamento: 2010
Duração: 2h20min
Direção: Harald Zwart
Gêneros: Ação, drama, artes marciais e aventura
PRINCIPAIS ATORES E PERSONAGENS
Jaden Smith — Dre Parker
Jackie Chan — Sr. Han
Taraji P. Henson — Sherry Parker
Wenwen Han — Meiying
Zhenwei Wang — Cheng
Yu Rongguang — Mestre Li
屢 ESTÓRIA
Dre Parker é um garoto americano que vê sua vida virar de cabeça para baixo quando sua mãe consegue um novo trabalho na China.
De repente, ele deixa para trás tudo o que conhece e precisa começar uma nova vida em um país completamente diferente.
Idioma.
Cultura.
Escola.
Costumes.
Tudo é novo.
E Dre não consegue se adaptar.
Como se isso não bastasse, ele passa a ser perseguido por Cheng, um jovem praticante de kung fu que, junto com sua gangue, transforma a vida de Dre em um verdadeiro inferno.
Até que uma perseguição termina de maneira diferente.
Dre é encurralado e acaba sendo salvo pelo zelador de seu prédio, o misterioso Sr. Han, interpretado por Jackie Chan.
E é aí que começa a verdadeira história.
樂 KARATE KID... SEM KARATE?
Vamos começar pelo elefante na sala.
Esse filme se chama Karate Kid, mas Dre pratica kung fu.
Kkkkkkk!
Tecnicamente, a reclamação faz todo sentido.
Se o filme quisesse ser completamente coerente com aquilo que apresenta, talvez o título correto fosse:
“Kung Fu Kid”.
O próprio filme original estava diretamente ligado ao karatê.
Aqui, a história foi transferida para a China e a arte marcial mudou completamente.
Mas existe uma explicação: o filme funciona como uma releitura da estrutura do original, e não como uma continuação direta da história de Daniel-san.
Mesmo assim, para quem cresceu com Karate Kid, é impossível não pensar:
“Mas cadê o karatê?”
Kkkkkkk!
É uma mudança bastante significativa.
UMA NOVA CULTURA
Uma das coisas interessantes é justamente observar Dre chegando à China.
Ele não está apenas mudando de cidade.
Está mudando de mundo.
O garoto precisa aprender a conviver com uma cultura completamente diferente daquela que conhecia.
E o filme aproveita isso para mostrar a sensação de ser estrangeiro.
Dre não entende os costumes.
Não conhece as pessoas.
Não domina o idioma.
E se torna ainda mais vulnerável diante daqueles que querem intimidá-lo.
O bullying funciona como o ponto de partida para sua transformação.
DRE E CHENG
Cheng é o típico antagonista de filmes de artes marciais.
É habilidoso.
Arrogante.
Violento.
E acredita que força física significa superioridade.
Ele representa exatamente aquilo que Dre ainda não possui:
confiança.
Mas existe uma diferença fundamental entre os dois.
Cheng luta para dominar.
Dre aprende a lutar para se defender.
E essa diferença acaba sendo uma das principais mensagens do filme.
SR. HAN
Jackie Chan assume um papel muito diferente daquele que normalmente associamos a ele.
Em vez de ser apenas o astro das cenas de ação, ele interpreta um homem marcado por uma tragédia pessoal.
O Sr. Han carrega culpa, dor e arrependimento.
E talvez seja justamente por isso que ele consiga compreender Dre.
Ele também está quebrado.
Dre também está perdido.
E os dois acabam encontrando um no outro uma espécie de cura.
Essa relação é, para mim, o coração do filme.
痢 “TIRA O CASACO! COLOCA O CASACO!”
E aqui temos uma das grandes homenagens ao primeiro filme.
Dre começa seu treinamento acreditando que está aprendendo artes marciais.
Mas Han simplesmente manda:
“Tira o casaco.”
Depois:
“Coloca o casaco.”
De novo.
E de novo.
E de novo.
Até Dre explodir de raiva.
Ele acredita que está sendo explorado.
Pensa que Han está apenas fazendo-o trabalhar.
Mas então vem a revelação:
os movimentos aparentemente inúteis eram parte do treinamento.
É uma repetição inteligente da filosofia do primeiro filme.
No original, tínhamos:
“Cera. Polir.”
Aqui temos:
“Tira. Coloca.”
A roupa substitui a cera.
Mas a ideia permanece:
o verdadeiro aprendizado acontece antes mesmo de o aluno perceber que está aprendendo.
❤️ DRE E MEIYING
No meio de toda a confusão, Dre também encontra Meiying.
E nasce aquela amizade que vai caminhando para algo a mais.
Ela funciona como uma espécie de porto seguro para Dre naquele novo mundo.
É através dela que ele começa a compreender melhor a cultura chinesa e perceber que talvez a China não seja tão estranha quanto imaginava.
O relacionamento dos dois é simples, inocente e adequado à idade dos personagens.
Não é o romance que domina o filme.
É apenas mais uma parte do processo de adaptação de Dre.
A MONTANHA E A SERPENTE
Uma das cenas mais curiosas é quando Dre e Han chegam ao mosteiro e encontram uma mulher realizando uma técnica envolvendo uma serpente.
Dre fica completamente fascinado.
A sequência parece quase sobrenatural.
Mas funciona dentro da proposta do filme porque mostra ao garoto que o kung fu não é simplesmente socar e chutar.
Existe concentração.
Controle.
Disciplina.
Observação.
E até uma dimensão espiritual.
É nesse momento que Dre começa a perceber que está entrando em um universo muito maior do que simplesmente aprender a lutar.
O TORNEIO
E então chegamos ao objetivo inevitável.
O torneio.
Cheng e Dre haviam estabelecido que se enfrentariam.
E o filme começa a construir a expectativa para esse momento.
Dre vai avançando.
Cada luta representa mais do que simplesmente vencer um adversário.
Ele está enfrentando o medo.
A insegurança.
A saudade.
O bullying.
A solidão.
E, principalmente, a própria falta de confiança.
Quando chega à final, ele já não é mais o mesmo garoto que chegou à China.
例 A LESÃO
O momento em que Dre machuca a perna aumenta a tensão.
Ele chega ao combate decisivo praticamente sem condições.
E novamente aparece Han.
Não apenas como treinador.
Mas como alguém que acredita no garoto.
A recuperação funciona quase como uma metáfora.
Han não está simplesmente tratando uma lesão.
Está ajudando Dre a recuperar a confiança.
A VITÓRIA
Dre vence.
E, mais importante do que a medalha, ele conquista algo que não possuía no começo:
respeito por si mesmo.
E existe uma transformação também nos alunos de Cheng.
Aqueles jovens que inicialmente seguiam uma filosofia de violência começam a enxergar Han de outra maneira.
O mestre passa a representar não apenas técnica, mas disciplina e caráter.
Dre não vence apenas uma luta.
Ele vence a versão de si mesmo que tinha medo.
FOTOGRAFIA E PRODUÇÃO
O filme aproveita muito bem as paisagens chinesas.
A mudança de ambiente em relação aos filmes anteriores dá uma identidade visual própria à produção.
Temos grandes paisagens, templos, ruas, montanhas e locais históricos.
As cenas de luta também são bem coreografadas.
E aqui existe uma vantagem enorme:
Jackie Chan.
Mesmo interpretando um personagem mais contido, sua experiência com artes marciais é perceptível.
ATUAÇÕES
Jaden Smith surpreende.
Dre é um personagem que precisa carregar praticamente todo o filme, e Smith consegue transmitir bem a transformação do garoto.
Ele começa inseguro e revoltado.
Depois se torna disciplinado.
E finalmente conquista confiança.
Jackie Chan é o grande destaque.
Seu Sr. Han possui uma tristeza que contrasta com a imagem tradicional de Jackie como astro de ação e comédia.
E isso dá ao personagem uma profundidade inesperada.
Taraji P. Henson também funciona bem como a mãe de Dre, tentando proteger o filho enquanto enfrenta as dificuldades de começar uma nova vida.
易 CONCLUSÃO
Karate Kid de 2010 é uma releitura que poderia facilmente ter dado errado.
Troca os Estados Unidos pela China.
Troca o karatê pelo kung fu.
Troca Daniel-san por Dre.
E troca o Sr. Miyagi pelo Sr. Han.
Mas preserva a essência.
Um garoto perdido encontra um mestre.
O mestre ensina disciplina.
A disciplina transforma o garoto.
E a luta final mostra aquilo que ele aprendeu.
O filme é previsível?
Muito.
A gente sabe praticamente desde o começo que haverá treinamento, torneio, confronto com Cheng e uma grande luta final.
Mas isso não significa que não funcione.
Porque, às vezes, o valor de um filme não está na surpresa do destino, mas na maneira como ele nos conduz até lá.
E o grande mérito de Karate Kid está justamente na relação entre Dre e Han.
Dois personagens que, de maneiras diferentes, estavam perdidos.
Um garoto tentando encontrar seu lugar em um país desconhecido.
Um homem tentando sobreviver às próprias lembranças.
E, juntos, eles descobrem que ensinar também pode ser uma forma de se curar.
No final, Dre não aprende apenas a lutar.
Ele aprende a cair e levantar.
E talvez essa seja a verdadeira arte marcial ensinada pelo filme.
⭐ NOTA: 8,0 / 10
Vale a pena assistir?
Sim.
Apesar da estranha contradição de termos um filme chamado Karate Kid em que o protagonista pratica kung fu, a produção funciona muito bem como releitura da fórmula original.
Tem boas lutas, paisagens excelentes, uma relação convincente entre Dre e Han, boas atuações e uma mensagem simples sobre disciplina, coragem e superação.
Não é melhor que o clássico de 1984.
Mas consegue caminhar com as próprias pernas.
E, no final das contas, talvez o título seja apenas um detalhe.
Porque o que realmente importa não é se Dre aprende karatê ou kung fu.
É aquilo que o mestre ensina quando a luta termina.
#KarateKid #KarateKid2010 #KungFu #KungFuKid #JadenSmith #JackieChan #DreParker #SrHan #Meiying #Cheng #Cinema #Filmes #CriticaDeFilmes #FilmeDeArtesMarciais #ArtesMarciais #FilmesDeAcao #CinemaDeAcao #KarateKidMovie #JackieChanMovies #FilmesAnos2010 #CinemaBrasil #CulturaPop #FilmesQueValemAPena #AmantesDoCinema
Ano de lançamento: 2010
Duração: 2h20min
Direção: Harald Zwart
Gêneros: Ação, drama, artes marciais e aventura
PRINCIPAIS ATORES E PERSONAGENS
Jaden Smith — Dre Parker
Jackie Chan — Sr. Han
Taraji P. Henson — Sherry Parker
Wenwen Han — Meiying
Zhenwei Wang — Cheng
Yu Rongguang — Mestre Li
屢 ESTÓRIA
Dre Parker é um garoto americano que vê sua vida virar de cabeça para baixo quando sua mãe consegue um novo trabalho na China.
De repente, ele deixa para trás tudo o que conhece e precisa começar uma nova vida em um país completamente diferente.
Idioma.
Cultura.
Escola.
Costumes.
Tudo é novo.
E Dre não consegue se adaptar.
Como se isso não bastasse, ele passa a ser perseguido por Cheng, um jovem praticante de kung fu que, junto com sua gangue, transforma a vida de Dre em um verdadeiro inferno.
Até que uma perseguição termina de maneira diferente.
Dre é encurralado e acaba sendo salvo pelo zelador de seu prédio, o misterioso Sr. Han, interpretado por Jackie Chan.
E é aí que começa a verdadeira história.
樂 KARATE KID... SEM KARATE?
Vamos começar pelo elefante na sala.
Esse filme se chama Karate Kid, mas Dre pratica kung fu.
Kkkkkkk!
Tecnicamente, a reclamação faz todo sentido.
Se o filme quisesse ser completamente coerente com aquilo que apresenta, talvez o título correto fosse:
“Kung Fu Kid”.
O próprio filme original estava diretamente ligado ao karatê.
Aqui, a história foi transferida para a China e a arte marcial mudou completamente.
Mas existe uma explicação: o filme funciona como uma releitura da estrutura do original, e não como uma continuação direta da história de Daniel-san.
Mesmo assim, para quem cresceu com Karate Kid, é impossível não pensar:
“Mas cadê o karatê?”
Kkkkkkk!
É uma mudança bastante significativa.
UMA NOVA CULTURA
Uma das coisas interessantes é justamente observar Dre chegando à China.
Ele não está apenas mudando de cidade.
Está mudando de mundo.
O garoto precisa aprender a conviver com uma cultura completamente diferente daquela que conhecia.
E o filme aproveita isso para mostrar a sensação de ser estrangeiro.
Dre não entende os costumes.
Não conhece as pessoas.
Não domina o idioma.
E se torna ainda mais vulnerável diante daqueles que querem intimidá-lo.
O bullying funciona como o ponto de partida para sua transformação.
DRE E CHENG
Cheng é o típico antagonista de filmes de artes marciais.
É habilidoso.
Arrogante.
Violento.
E acredita que força física significa superioridade.
Ele representa exatamente aquilo que Dre ainda não possui:
confiança.
Mas existe uma diferença fundamental entre os dois.
Cheng luta para dominar.
Dre aprende a lutar para se defender.
E essa diferença acaba sendo uma das principais mensagens do filme.
SR. HAN
Jackie Chan assume um papel muito diferente daquele que normalmente associamos a ele.
Em vez de ser apenas o astro das cenas de ação, ele interpreta um homem marcado por uma tragédia pessoal.
O Sr. Han carrega culpa, dor e arrependimento.
E talvez seja justamente por isso que ele consiga compreender Dre.
Ele também está quebrado.
Dre também está perdido.
E os dois acabam encontrando um no outro uma espécie de cura.
Essa relação é, para mim, o coração do filme.
痢 “TIRA O CASACO! COLOCA O CASACO!”
E aqui temos uma das grandes homenagens ao primeiro filme.
Dre começa seu treinamento acreditando que está aprendendo artes marciais.
Mas Han simplesmente manda:
“Tira o casaco.”
Depois:
“Coloca o casaco.”
De novo.
E de novo.
E de novo.
Até Dre explodir de raiva.
Ele acredita que está sendo explorado.
Pensa que Han está apenas fazendo-o trabalhar.
Mas então vem a revelação:
os movimentos aparentemente inúteis eram parte do treinamento.
É uma repetição inteligente da filosofia do primeiro filme.
No original, tínhamos:
“Cera. Polir.”
Aqui temos:
“Tira. Coloca.”
A roupa substitui a cera.
Mas a ideia permanece:
o verdadeiro aprendizado acontece antes mesmo de o aluno perceber que está aprendendo.
❤️ DRE E MEIYING
No meio de toda a confusão, Dre também encontra Meiying.
E nasce aquela amizade que vai caminhando para algo a mais.
Ela funciona como uma espécie de porto seguro para Dre naquele novo mundo.
É através dela que ele começa a compreender melhor a cultura chinesa e perceber que talvez a China não seja tão estranha quanto imaginava.
O relacionamento dos dois é simples, inocente e adequado à idade dos personagens.
Não é o romance que domina o filme.
É apenas mais uma parte do processo de adaptação de Dre.
A MONTANHA E A SERPENTE
Uma das cenas mais curiosas é quando Dre e Han chegam ao mosteiro e encontram uma mulher realizando uma técnica envolvendo uma serpente.
Dre fica completamente fascinado.
A sequência parece quase sobrenatural.
Mas funciona dentro da proposta do filme porque mostra ao garoto que o kung fu não é simplesmente socar e chutar.
Existe concentração.
Controle.
Disciplina.
Observação.
E até uma dimensão espiritual.
É nesse momento que Dre começa a perceber que está entrando em um universo muito maior do que simplesmente aprender a lutar.
O TORNEIO
E então chegamos ao objetivo inevitável.
O torneio.
Cheng e Dre haviam estabelecido que se enfrentariam.
E o filme começa a construir a expectativa para esse momento.
Dre vai avançando.
Cada luta representa mais do que simplesmente vencer um adversário.
Ele está enfrentando o medo.
A insegurança.
A saudade.
O bullying.
A solidão.
E, principalmente, a própria falta de confiança.
Quando chega à final, ele já não é mais o mesmo garoto que chegou à China.
例 A LESÃO
O momento em que Dre machuca a perna aumenta a tensão.
Ele chega ao combate decisivo praticamente sem condições.
E novamente aparece Han.
Não apenas como treinador.
Mas como alguém que acredita no garoto.
A recuperação funciona quase como uma metáfora.
Han não está simplesmente tratando uma lesão.
Está ajudando Dre a recuperar a confiança.
A VITÓRIA
Dre vence.
E, mais importante do que a medalha, ele conquista algo que não possuía no começo:
respeito por si mesmo.
E existe uma transformação também nos alunos de Cheng.
Aqueles jovens que inicialmente seguiam uma filosofia de violência começam a enxergar Han de outra maneira.
O mestre passa a representar não apenas técnica, mas disciplina e caráter.
Dre não vence apenas uma luta.
Ele vence a versão de si mesmo que tinha medo.
FOTOGRAFIA E PRODUÇÃO
O filme aproveita muito bem as paisagens chinesas.
A mudança de ambiente em relação aos filmes anteriores dá uma identidade visual própria à produção.
Temos grandes paisagens, templos, ruas, montanhas e locais históricos.
As cenas de luta também são bem coreografadas.
E aqui existe uma vantagem enorme:
Jackie Chan.
Mesmo interpretando um personagem mais contido, sua experiência com artes marciais é perceptível.
ATUAÇÕES
Jaden Smith surpreende.
Dre é um personagem que precisa carregar praticamente todo o filme, e Smith consegue transmitir bem a transformação do garoto.
Ele começa inseguro e revoltado.
Depois se torna disciplinado.
E finalmente conquista confiança.
Jackie Chan é o grande destaque.
Seu Sr. Han possui uma tristeza que contrasta com a imagem tradicional de Jackie como astro de ação e comédia.
E isso dá ao personagem uma profundidade inesperada.
Taraji P. Henson também funciona bem como a mãe de Dre, tentando proteger o filho enquanto enfrenta as dificuldades de começar uma nova vida.
易 CONCLUSÃO
Karate Kid de 2010 é uma releitura que poderia facilmente ter dado errado.
Troca os Estados Unidos pela China.
Troca o karatê pelo kung fu.
Troca Daniel-san por Dre.
E troca o Sr. Miyagi pelo Sr. Han.
Mas preserva a essência.
Um garoto perdido encontra um mestre.
O mestre ensina disciplina.
A disciplina transforma o garoto.
E a luta final mostra aquilo que ele aprendeu.
O filme é previsível?
Muito.
A gente sabe praticamente desde o começo que haverá treinamento, torneio, confronto com Cheng e uma grande luta final.
Mas isso não significa que não funcione.
Porque, às vezes, o valor de um filme não está na surpresa do destino, mas na maneira como ele nos conduz até lá.
E o grande mérito de Karate Kid está justamente na relação entre Dre e Han.
Dois personagens que, de maneiras diferentes, estavam perdidos.
Um garoto tentando encontrar seu lugar em um país desconhecido.
Um homem tentando sobreviver às próprias lembranças.
E, juntos, eles descobrem que ensinar também pode ser uma forma de se curar.
No final, Dre não aprende apenas a lutar.
Ele aprende a cair e levantar.
E talvez essa seja a verdadeira arte marcial ensinada pelo filme.
⭐ NOTA: 8,0 / 10
Vale a pena assistir?
Sim.
Apesar da estranha contradição de termos um filme chamado Karate Kid em que o protagonista pratica kung fu, a produção funciona muito bem como releitura da fórmula original.
Tem boas lutas, paisagens excelentes, uma relação convincente entre Dre e Han, boas atuações e uma mensagem simples sobre disciplina, coragem e superação.
Não é melhor que o clássico de 1984.
Mas consegue caminhar com as próprias pernas.
E, no final das contas, talvez o título seja apenas um detalhe.
Porque o que realmente importa não é se Dre aprende karatê ou kung fu.
É aquilo que o mestre ensina quando a luta termina.
#KarateKid #KarateKid2010 #KungFu #KungFuKid #JadenSmith #JackieChan #DreParker #SrHan #Meiying #Cheng #Cinema #Filmes #CriticaDeFilmes #FilmeDeArtesMarciais #ArtesMarciais #FilmesDeAcao #CinemaDeAcao #KarateKidMovie #JackieChanMovies #FilmesAnos2010 #CinemaBrasil #CulturaPop #FilmesQueValemAPena #AmantesDoCinema
Já peguei meu casaco para assistir a este ótimo filme.
A história é quase uma refilmagem dos antigos filmes de Karate Kid. Dree viaja para a China com sua mãe e enfrenta diversos problemas por causa disso. Ele começa a treinar Kung Fu com o zelador do prédio onde mora. Ele passa por várias transformações durante esses treinos. Sua mentalidade muda. É como o Sr. Han disse: "Kung Fu está em tudo o que fazemos todos os dias", "Kung Fu é autoconhecimento e respeito pelos outros". Isso é demonstrado ao longo do filme. No final, Dree consegue superar as adversidades da vida e vencer o torneio.
Os personagens são muito bons. A química entre Dree e o Sr. Han é excelente. Até mesmo com Meiying, os dois se encaixaram muito bem. Com as ótimas atuações dos atores, eles nos conquistaram ainda mais. Chen interpretou um personagem incrível. Ele é o típico "vilão" do filme, mas fortemente influenciado pela agressividade de seu treinador. Vemos isso ao longo do filme. Tanto que, mesmo no final, Chen reconhece a vitória de Dree, entregando-lhe o troféu de campeão.
As lutas são ótimas. A melhor, para mim, foi a do Sr. Han e dos garotos que lutaram com Dree. Uma luta intensa e divertida de assistir. Típico Jackie Chan. O torneio também teve boas cenas. A principal, obviamente, foi entre Chen e Dree.
A trilha sonora no final foi incrível. Feita exclusivamente para o filme, o que, consequentemente, o tornou ainda mais famoso.
Em resumo, um bom filme. Muito subestimado. Para quem gosta de lutas, vai adorar (foi o que aconteceu comigo).
- Roteiro: 7/10
- Atuação e Personagens: 8/10
- Ação e Lutas: 8/10
- Trilha Sonora: 9/10
Nota Final: 8,0
A história é quase uma refilmagem dos antigos filmes de Karate Kid. Dree viaja para a China com sua mãe e enfrenta diversos problemas por causa disso. Ele começa a treinar Kung Fu com o zelador do prédio onde mora. Ele passa por várias transformações durante esses treinos. Sua mentalidade muda. É como o Sr. Han disse: "Kung Fu está em tudo o que fazemos todos os dias", "Kung Fu é autoconhecimento e respeito pelos outros". Isso é demonstrado ao longo do filme. No final, Dree consegue superar as adversidades da vida e vencer o torneio.
Os personagens são muito bons. A química entre Dree e o Sr. Han é excelente. Até mesmo com Meiying, os dois se encaixaram muito bem. Com as ótimas atuações dos atores, eles nos conquistaram ainda mais. Chen interpretou um personagem incrível. Ele é o típico "vilão" do filme, mas fortemente influenciado pela agressividade de seu treinador. Vemos isso ao longo do filme. Tanto que, mesmo no final, Chen reconhece a vitória de Dree, entregando-lhe o troféu de campeão.
As lutas são ótimas. A melhor, para mim, foi a do Sr. Han e dos garotos que lutaram com Dree. Uma luta intensa e divertida de assistir. Típico Jackie Chan. O torneio também teve boas cenas. A principal, obviamente, foi entre Chen e Dree.
A trilha sonora no final foi incrível. Feita exclusivamente para o filme, o que, consequentemente, o tornou ainda mais famoso.
Em resumo, um bom filme. Muito subestimado. Para quem gosta de lutas, vai adorar (foi o que aconteceu comigo).
- Roteiro: 7/10
- Atuação e Personagens: 8/10
- Ação e Lutas: 8/10
- Trilha Sonora: 9/10
Nota Final: 8,0
Filme assistido a muito tempo atrás,talvez eu precise assistir novamente para entender melhor essa nota kakakakakakkaka
Se você cresceu vendo Karatê Kid dos anos 80 e acha que Daniel-san e o Sr. Miyagi são imbatíveis, prepare-se para conhecer Dre Parker e o Sr. Han – a dupla que transformou "tira casaco, bota casaco" no novo "lixa, encera".
Jaden Smith, o moleque mais determinado da China (sim, ele se muda pra lá e vira o ímã de confusão favorito do kung fu), sofre na mão do valentão Cheng, que parece ter saído de um torneio de bullying profissional. Mas, sortudo, ele esbarra no Sr. Han (Jackie Chan, finalmente sábio e não só quebrando ossos em cenas de ação), que decide treiná-lo com métodos... digamos, questionáveis. Quem diria que pendurar casacos e pegar uma vassoura do chão com os dedos do pé virariam habilidades essenciais para derrotar um campeão infantil de artes marciais?
O filme é uma montanha-russa de emoções: você ri quando Dre apanha (e ele apanha MUITO), torce quando ele finalmente aprende a não ser um saco de pancadas, e se emociona quando o Jackie Chan solta aquele discurso arrasador sobre a vida. Ah, e claro, tem a Mei Ying, a crush que faz qualquer um querer aprender kung fu só pra impressionar.
Mas o verdadeiro vilão aqui? O TRAUMAAAA! Porque depois desse filme, toda vez que você deixar um casaco cair no chão, seu cérebro vai gritar: "TIROU CASACO, AGORA BOTA CASACO, VOCÊ NÃO APRENDEU NADA?!"
E no final, Dre vence (óbvio), mas não sem antes sofrer tanto que até o Rocky Balboa diria: "Caramba, moleque, relaxa!". É um filme que mistura pancadaria, lição de moral e Jackie Chan sendo um tiozão sábio – perfeito pra Sessão da Tarde e pra fazer seu pai velho dizer: "Isso sim é que é cinema!".
Nota final: 10 casacos pendurados com maestria. 屢
Jaden Smith, o moleque mais determinado da China (sim, ele se muda pra lá e vira o ímã de confusão favorito do kung fu), sofre na mão do valentão Cheng, que parece ter saído de um torneio de bullying profissional. Mas, sortudo, ele esbarra no Sr. Han (Jackie Chan, finalmente sábio e não só quebrando ossos em cenas de ação), que decide treiná-lo com métodos... digamos, questionáveis. Quem diria que pendurar casacos e pegar uma vassoura do chão com os dedos do pé virariam habilidades essenciais para derrotar um campeão infantil de artes marciais?
O filme é uma montanha-russa de emoções: você ri quando Dre apanha (e ele apanha MUITO), torce quando ele finalmente aprende a não ser um saco de pancadas, e se emociona quando o Jackie Chan solta aquele discurso arrasador sobre a vida. Ah, e claro, tem a Mei Ying, a crush que faz qualquer um querer aprender kung fu só pra impressionar.
Mas o verdadeiro vilão aqui? O TRAUMAAAA! Porque depois desse filme, toda vez que você deixar um casaco cair no chão, seu cérebro vai gritar: "TIROU CASACO, AGORA BOTA CASACO, VOCÊ NÃO APRENDEU NADA?!"
E no final, Dre vence (óbvio), mas não sem antes sofrer tanto que até o Rocky Balboa diria: "Caramba, moleque, relaxa!". É um filme que mistura pancadaria, lição de moral e Jackie Chan sendo um tiozão sábio – perfeito pra Sessão da Tarde e pra fazer seu pai velho dizer: "Isso sim é que é cinema!".
Nota final: 10 casacos pendurados com maestria. 屢
com certeza eu já assisti esse filme umas 20 vezes, e não canso. recomendo pra quem gosta de luta e superação.
Jaden Smith dizendo a que veio! O rapazinho foi perfeito! Jackie Chan, no papel do professor sério e "caxias", cumpriu bem a missão. O roteiro é conhecido desde a franquia original, mas desta feita, foi adicionada uma pitada a mais de ironia. Ficou muito bom! Os breves momentos de drama também foram numa medida adequada, sem interferir na ideia central, embora não se entenda o porquê do sr. Han ter esperado tanto tempo para destruir o carro... rs rs rs Quatro estrêlas!
Muito legal. Todos sabem como será o desfecho, mas quem se importa? O valentão é derrotado e pronto! E ainda tem o bônus do Sr. Cheng sendo honrado pelos perdedores. Faz juz à trilogia original. Quatro estrêlas!
Karatê Kid mostrou não ser apenas uma refilmagem, mas um clássico juvenil. Sua história é simples mas profunda, cheia de ensinamentos e reflexões.
Jaden Smith já havia mostrado competência ao trabalhar com seu pai em “À Procura da Felicidade” mais aqui ele está mais desenvolvido. Convence quando luta, treina e faz piada. Com uma boa performance, dominou o filme conquistando o público com sua inocência.
Jackie Chan é dono de um carisma inconfundível, muito conhecido e admirado pelos amantes de artes marciais. Aqui ele está sério, num personagem anti-social, possivelmente o mais complexo e profundo de sua carreira.
Por se passar num país exótico, o filme nos traz imagens luxuosas, como o treino na Grande Muralha da China e diversos monumentos e templos. E aproveitando a cultura, pequenos detalhes foram inseridos como o estudo de instrumentos e música clássica.
Jaden Smith já havia mostrado competência ao trabalhar com seu pai em “À Procura da Felicidade” mais aqui ele está mais desenvolvido. Convence quando luta, treina e faz piada. Com uma boa performance, dominou o filme conquistando o público com sua inocência.
Jackie Chan é dono de um carisma inconfundível, muito conhecido e admirado pelos amantes de artes marciais. Aqui ele está sério, num personagem anti-social, possivelmente o mais complexo e profundo de sua carreira.
Por se passar num país exótico, o filme nos traz imagens luxuosas, como o treino na Grande Muralha da China e diversos monumentos e templos. E aproveitando a cultura, pequenos detalhes foram inseridos como o estudo de instrumentos e música clássica.
Gostei do filme, mas acho que a diferença do dre. Parker para o Larusso é grande,o dre é um menino mal criado e rabugento enquanto o Larusso é o contrário,já o Jackie Chan pra mim não muda muito em relação ao Sr.miague, mas tirando tudo isso não muda nada aos karatê kid originais.
LIXO! Pra Começar nem é Karate é Kung Fu, segundo aqui os chineses são retratados como mal educados e racistas coisa que na vida real é bem diferente são um povo educado e fechado pra terminar o filme em si e ruim meio super exagerando em algumas partes enfim LIXO!
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