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Pedro Halex
1 seguidor
10 críticas
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3,5
Enviada em 21 de abril de 2026
É um filme com muita porrada, onde as lutas são muito legais de assistir, mas o principal não são só as cenas de ação, e sim os sentimentos. O filme mostra o lado do perdão, da família e dos problemas pessoais. É um bom filme, só o final que eu achei bem paia.
As cenas de luta são impecáveis e não deixam a desejar em nada. Tom Hardy entrega exatamente o que se espera de um personagem durão: um estilo bruto e foda que reflete alguém que passou por coisas pesadíssimas e foi moldado pela dor. No entanto, o filme peca no desfecho. Embora o confronto entre os irmãos fosse esperado, a derrota de Tommy é decepcionante. Para um personagem que se mostrou muito mais experiente, forte e superior desde a adolescência, a forma como ele perdeu foi ridícula. O final sacrifica a coerência da trajetória do lutador mais preparado em prol de um sentimentalismo que, na prática, deixou muito a desejar.[spoiler]
Que coisa linda!! É um drama esportivo que equilibra com maestria cenas de luta intensas e uma trama emocionante. O filme aborda muito bem temas profundos como trauma, arrependimento e redenção. Se destaca por suas cenas de luta emocionantes e pesadas somadas ao drama familiar. Contudo a trama é previsível, o que não atrapalha em nada, já que todo o clichê do filme é muito bem construído, dando a sensação de que não existiria outro final. Apesar das lutas serem muito bem coreografadas, o filme peca por não ter planos sequencias longos e abertos para cenas de luta, optando por cenas fechadas e com vários cortes. Outro ponto fraco do filme são os personagens secundários que são fracos e mau aproveitados Apesar das poucas falhas, é um filme cativante, tanto pelos combates, quanto pela carga emocional imposta pelo enredo e pelas atuações dos irmãos e do pai, deixando uma marca pesada e duradoura no espectador.
É difícil barrar filmes de esporte como veículos para excelentes histórias de superação de obstáculos aparentemente intransponíveis. Dentro desse nicho, diria que os filmes de luta são ainda mais propícios para essa lição, já que os lutadores não dependem de uma equipe, apenas de sua própria força de vontade, técnica e, dependendo do filme, de seu treinador e/ou sua família mais próxima. Guerreiro é um exemplo desse tipo de obra que, infelizmente, teve uma divulgação tímida demais quando de seu lançamento tanto nos EUA quanto no Brasil (somente em vídeo ainda por cima!), sendo normalmente esquecido em meio a tantos outros exemplos mais vistosos como o recente – e também excelente – Creed: Nascido para Lutar
Filme retrata um ex-fuzileiro naval que retorna para casa, e convence seu pai a treina-lo para um torneio de artes marciais mista onde ele enfrentará seu irmão. Excelente trama.
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