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Luiz Marcelo (Padreco)
21 seguidores
137 críticas
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2,5
Enviada em 6 de fevereiro de 2025
Filme apenas regular, longe do sucesso dos dois primeiros filmes, porém muito melhor que o terceiro filme da saga. Neste quarto filme, que tentou resgatar a franquia com uma nova dinâmica e elementos, infelizmente não empolga. É impossível não compararmos os atores que interpretam Robocop, e o ator anterior traz muitas saudades e sua interpretação é imbatível. A dinâmica do filme acaba terminando sem muita lógica e de forma fraca. O design dos elementos tecnológicos do filme é bom, mas mesmo com ótimo elenco, as interpretações são fracas e não conseguem absorver a alma da franquia.
Afinal de contas,o que é ser um humano?Qual a diferença de uma máquina de um homem?São essas indagações que faz desse Robocop do Padilha ser mais didático do que o clássico de 1987!!Joel Kinnaman não fez feio,mas o grande destaque desse longa foi Michael Keaton,numa excelente atuação!!Faltou um pouco mais de ação para o longa ser mais completo,mesmo assim Padilha fez bem seu dever de casa!
Boa trama, foi o que faltou para o filme ganhar mais estrelas. spoiler: Aquele velho cinema onde 200 robôs lutam contra o RoboCop e ele sai ileso. Até acredito na tecnologia de 2028, mas daí acessar o registro de várias câmeras de vídeo e mudar a angulação delas ao seu bel prazer (hummm suspeito), assim como fazer uma busca por criminosos filmados (ao vivo por câmeras de segurança) e localizá-los em tempo real. Tipo, se a tecnologia já existia, por que não era utilizada? e esperaram o RoboCop para fazê-lo? Não vou comentar a explosão (mal feita que Alex Murphy (Joel Kinnaman) sofre e do jornalista sensacionalista que corta a fala de um senador).
No final das contas, vejo o dono da maior empresa de sistemas de segurança com a mão na massa, dando tiros e resolvendo problemas direto com a esposa de Alex Murphy, isso acabou com qualquer hipótese de coerência, sem falar que o cara não tinha seguranças.
A trama é baseada em jogo político, jornalismo sensacionalista e o pior das empresas.
No fim, RoboCop não passa de uma promessa de herói que só quer descobrir quem o matou.
Se Robocop não tivesse nenhum filme anterior ao dirigido por Padilha seria um ótimo filme... Mas aí que está, é um remake, um ""estupro"" (sem más interpretações) de um dos ícones de ação e particularmente um dos meus heróis do cinema. Além da descarecterização do personagem como a mudança da cor da "lataria" do Robocop para preto, o que apenas me faz pensar que Padilha queria dar um toque de Tropa de Elite como se a personagem fosse do BOPE, além das personagens secundárias que nada acrescentam, e sem contar que no original a parceira do Robocop o ajuda a se redescobrir enquanto no novo, mudaram pra um homem, deixando apenas o sobrenome igual e que se não estivesse na história não faria falta alguma. Será que a troca de gênero do parceiro de Murphy seria o velho machismo latino? Não sei dizer ao certo, mas isso colaborou pro filme ficar sem consistencia, sem contar que Padilha estava mais preocupado em criticar os EUA do que fazer um medley entre isso e a história de Murphy como foi feito no primeiro filme de 87 Não é péssimo, durante um tempo da um certo divertimento, ☆☆ e meia está de bom tamanho, principalmente pelas boas cenas de ação feitas que valem a pena ser ressaltadas mas consistencia e roteiro bem longe de serem bons como o de 1987.
Algumas coisas fugiram bastante do Robocop Original, tornando-se estranho. Achei regular, dá para assistir e relembrar um pouco este clássico do cinema.
Hollywood aposta atualmente em filmes que já possuam roteiros pré-fabricados (as HQs) ou continuações incessantes ou em refilmagens. Lamentavelmente isso demonstra um viés de que está faltando ideias aos roteiristas. Antes de assistir a refilmagem de Robocop me perguntei o porquê. Ainda mais pelo diretor José Padilha, que em minha opinião, é um dos diretores de destaque aqui no Brasil. Em entrevistas ele aprovou e gostou de realizar este filme, mas infelizmente o resultado não foi tão bom assim. Alex Murphy (Joel Kinnaman) é um policial honesto que vive o dia-a-dia violento em uma América futurística em que os policiais correm risco de serem trocados por drones e robôs para o combate ao crime. Nesse futuro se encontra uma empresa chamada OmniCorp que é a responsável por criar esses seres mecânicos. Após uma mal sucedida missão de seus robôs, o CEO Raymond Sellars (Michael Keaton), pensa em criar com a ajuda do doutor Norton (Gary Oldman) um ser meio máquina meio ser humano que irá dominar o mercado de segurança nos EUA. Neste filme temos a mesma essência do Robocop original, porém um pouco mais contextualizado. O novo Robocop acaba por ser mais um super-herói do que um ciborg. Diferente do antigo, este consegue pular muros altos e tem um movimento mais dinâmico, que em certas horas acaba por parecer mais um ser humano dentro de uma roupa do que um ciborg como foi o seu homônimo. Assim me faz pensar em mais uma criação para ganhar dinheiro com produtos do que uma criação que justifique realmente existir. Os efeitos especiais conseguem ser interessantes ao desmontar e mostrar o que sobrou de Murphy, mas deixa a desejar quando o CGI prevalece. Pode afastar o espectador quando se deparar com bonecos (como vídeo game) em vez de atores atuando. É como se estivéssemos assistindo um desenho ou jogando um vídeo game. Não consigo entender o personagem de Samuel L Jackson como importante para a trama. Ele é a forma que acharam para realizar críticas aos próprios americanos. Seu discurso patriótico serve como um anti-discurso. A escolha de um personagem para fazer isso não tem validade. Através de imagens seria uma melhor forma. O lado emocional mais acentuado nessa versão acaba com um efeito inverso, pois seu drama não consegue atingir tanto como o antigo que mesmo tendo uma escala menor do lado emocional consegue cativar mais somente com lembranças ou pela maldade exacerbada dos seus inimigos. Além disso Joel Kinnaman funciona mais na ação do que em seu lado emocional. Através da atualização do roteiro temos mais incisivamente o lado do capitalismo voraz que as empresas empreendem a fim de buscar liderança no mercado e mais uma vez insiste em abordar o tema do terrorismo para justificar a implantação de máquinas no combate em vez de homens. Concordo que soa como uma crítica e não como uma propaganda, porém é um tema que já vem com uma utilização maciça e acabam, por esconder, as verdadeiras mazelas da sociedade americana. Além disso o roteiro do filme de 1987 mostra uma América internamente mais violenta do que é abordado nesse filme novo. O roteiro até tenta levantar questões interessantes como quando o doutor Norton diz que quando Murphy está com a máscara é como se ele achasse que está controlando, mas na verdade é a máquina que manda. É o falso livre-arbítrio. Assim levanta-se questionamento sutil, mas inteligente a respeito de um mundo em que as pessoas vivem quase mecanicamente, ganhando o dia-a-dia sem perceber que na verdade somos máquinas sendo levadas adiante por um sistema extremamente arrojado e que em vários momentos da vida não nos tocamos o quanto há vida lá fora. Outro questionamento levantado, mas que seu homônimo de 1987 já tinha levantado é a relação homem x máquina e a questão do jogo de interesse que haveria dentro de um mundo em que a segurança seja realizada por uma empresa e não pelo Estado. Um filme que já nasce fruto de uma indústria que, assim como a OmniCorp, quer visar somente o lucro de sua criação, mas que por pouco não torna sua criação desnecessária.
O filme é fraco, porque ele gira em torno de uma coisa que é ``ele, só quer voltar para dua família´´ e só. A ação que boa, mais mesmo assim ainda é fraca, recomendo mais não é o melhor filme de ação que você pode assistir, acho que o filme seria melhor se eles tivessem aproveitado mais o Samuel l. Jackson e o mais importante; eles podiam ter aproveitado o poder robótico do RobCop. (Fraco)E final mais mais fraco ainda!.
Não sei se alguém q nunca viu um filme de Robocop irá gostar deste. O fator homem/máquina já não é novidade faz tempo então não dá pra adicionar muitas surpresas. O trabalho ficaria pro efeitos visuais e a trama.
Mas se você já viu as versões anteriores, vai perceber que não era por causa dos efeitos especias que vc e todo mundo gostava do filme, mais sim porque o filme era realmente bom. Vou dar a minha opinião sobre tudo o que eu acho que fez das antigas versões do Robocop melhores do que a nova, e se vc considera isso um spoiler, não precisa ler.
Uma das coisas que me prendeu intensamente ao primeiro filme foi a maneira violenta como Murphy morreu o que lhe rendia terríveis flashbacks do ocorrido. Na realidade o que mais me chamou a atenção foi a violência contida no filme, tanto as que causavam angústia e sofrimento ao protagonista, quanto as que saiam de suas próprias mãos e davam uma certa sensação de vingança. spoiler: Essa nova versão não tem violência, não como as anteriores. Eles tentam matar Murphy com uma bomba, o que acaba com a possibilidade de ele reviver o momento e diminui o drama.
Sem falar no sofrimento psicológico, como nas vezes em que ele visitava sua casa e tinha lembranças de sua família que pensa que ele ainda está morto, ou quando se lembrava dele fazendo amor com sua mulher, sabendo que isso nunca mais será possível.spoiler: Mas nessa versão não é nenhum pouco trabalhado esse drama que proporcionaria um maior envolvimento com o personagem. A família é impedida pela OCP de vê-lo mas sua esposa se recorre até aos jornáis pra reclamar disso.
A primeira versão mostra uma Detroid totalmente consumida pela criminalidade, onde os policias são mortos frequentemente. Existia a necessidade urgente de alguma intervenção neste assunto e essa era o Robocop. spoiler: Mas no filme atual essa necessidade não existe! O filme se passa em uma cidade q está longe de ser a apocalíptica Detróid. E é lá, onde já está tudo bem, que resolvem colocar um robô que custou bilhões, BILHÕES de dólares, pra manter a paz q está quase pra tédio, o que dificulta a imersão no filme.
Os efeitos especias que usaram eram os melhores da época.spoiler: Só de ver pelos trailers dá pra saber que não foram incríveis. Mas também não foram ruins, foram raros.
No geral foi morno em todos os sentidos, é um filme que "dá pra ver" mas não dá pra dizer que é bom.
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