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Talles D.
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18 críticas
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2,5
Enviada em 19 de novembro de 2013
Embora o filme comece bem, termina mal. Se perde. Tem poucas cenas de ação e, em geral, gira em torno do mesmo lugar. Quando chega a algum lugar (fim), a meu ver, é desconexo. Acho que se o desfecho do filme fosse o obvio teria se dado melhor. Pretendeu-se um final menos convencional e surpreendente, mas que, no contexto do filme, não fez sentido. Mas num é ruim de tudo não. Tem uma boa trilha.
O que pode parecer pela sinopse um filme de ação banal ao estilo "Duro de Matar", na verdade, é um dos melhores filmes de arte dos últimos anos. "Drive" é uma obra-prima de estilo e a história é apenas uma desculpara para que o diretor, roteiristas e atores façam um show em suas respectivas funções. A direção (merecidamente premiada em Cannes) mistura estilos variados e cria um idioma próprio, criando momentos muito empolgantes onde personalidade e charme comandam as cenas, o roteiro é bem interessante (ele é extremamente econômico, mas diz tudo que é necessário e de forma muito eficiente) e os atores estão ótimos (Ryan Gosling dá um show no papel principal [ele não foi indicado ao oscar, apenas porque em 2011 fez dois grandes papéis [nesse filme e em "Tudo Pelo Poder", o que fez que seus votos se dividissem], Carrey Mulligan também merece elogios, assim como o marcante vilão Albert Brooks. Enfim, um filme de ação como você nunca viu antes.
Bom como o comentario pede um minimo de 50 palavras então estou tendo que "encher linguiça" para escreverr uma frase bem simples sobre o filme: Foi um dos piores filmes que ja ví !
Começa em um assalto onde o motorista espera apenas 5 minutos. Revela bastante esperteza e uma certa vida na marginalidade, onde o personagem central é silencioso, quieto mesmo, e onde closes de perto são constantes, dando uma dimensão artística ao filme. O romance ou quase romance com a Irene revela a compensação do mal com o bem, da noite com o dia, porque o “Motorista” apenas vive à noite, pois de dia é piloto dublê de filmes. Ele é um herói humano, como diz a música eletrorock em momento romântico de Irene e seu filhinho com o Motorista. Assim a vida desse mecânico que incorpora o escorpião, sendo ainda uma versão astrológica moderna. Já de começo o filme me agradou por ter um clima anos 80. Faz tempo que me identifico com filmes dos anos 70 e 80, por causa da arte pura e da redução de efeitos especiais, e o melhor, sem a computação gráfica que estraga filmes pós-modernos. As músicas são bem interessantes, e diferentes, uma vez que esse eletrorock europeu não faz muitos hits por aqui. E o Motorista fala pouco, o que me lembra a minha adolescência de tímido, ainda que sou do signo de escorpião, então guardamos uma casca e venenos desconhecidos, o que se torna pior a nós mesmos. Símbolos que conversam com escorpião, são a serpente e o dragão, pra você ter uma ideia da simpatia dessa energia. Mas frente ao fora que o protagonista leva de Irene, por seu marido presidiário porto-riquenho ser liberado da cadeia, o Motorista volta ao seu normal, deixando de ser o “bom moço” protetor de separadas mães solteiras e fala já no bar que faria um cara engolir seus dentes. Depois ele vem com a violência contra os capangas da máfia, que seu chefe serve com carros da oficina. Ele mesmo parece da máfia, e vou ver o livro para saber desses detalhes, já que o filme é obscuro a esse sentido. Dizem que o livro fala de sua infância e do que o fez ser tão violento. E assim o filme caiu bem no estilo Tarantino. Boa fotografia no início e a Irene e o Motorista se cruzam na rotina moderna da vida, com seus carros e urbanidade. Gosto do filme por ter bom contraste. Para se regular a TV é muito sugestivo, nas cenas iniciais, principalmente aquelas dentro do prédio onde mora o escorpiano, que desfila a sua jaqueta com o bicho bordado nas costas. E legal uma cena que o mafioso agiota vai emprestar dinheiro ao chefe do Motorista e aperta as mãos desse, ele diz que “está com as mãos sujas”, o que foi boa sacada de roteiro. O roteiro tem poucas páginas pelo jeito, e achei naturais esses diálogos curtos, já que as pessoas não são papagaios, ainda mais um homem mecânico e motorista. Eu mesmo quando dirijo não falo muito, e sou às vezes silencioso, e noutros lugares acho que palavras sem sabedoria não têm sentido. O filme é diferente da maioria, e as cenas de perseguição iniciais e as finais têm falhas, hora o carro está danificado, hora a velocidade não é alta, hora a os mesmos carros aparecem duas vezes em cenas diversas. Bom é o Mustang que é um carro esportivo mais acessível, o que mostra maior realidade no filme. O assalto para ajudar marido da Irene dá errado, e a perseguição aos mafiosos revela o verdadeiro anti-herói ou herói que é o Motorista, assim restando o amor não resolvido e a natureza de Escorpião, suas serpentes interiores e a vida isolada de motorista. Bom filme, apesar da violência demasiada poder colocar numa censura que limita quem assiste. (Mariano Soltys, autor do livro Filmes e Filosofia, pela editora Clube de Autores)
bem o primeiramente para deixar claro um dos maiores triunfos do filme é sua trilha sonora expetacular uma das melhores nos ultimos anos , este filme é imprevisivel a uqe o filme nao explora muito os personagens , mas isso nao se torna ruim deixando o filme num clima de imprevisivel assim voce fica mais surprendido com as açoes do personagem , mas o filme é genial e ótimo com uma hitória e enrredo muuito bom mas claro nada é perfeito , sabe esse nao é o estilo de filme no qual quando voce termina de ver voce fica parado apenas adimirando a obra prima que voce assistiu mas mesmo assim ótimo filme .
Uma história fraca. Mas com atuações fantásticas. O roteiro é íncrivel, e a trilha bate bem com o clima dos personagens. A ação rola pouco nesse filme, mas quando acontece, não decepciona.
Achei o filme excelente! a fotografia e as técnicas de filmagem(não entendo nada de cinema, sou só uma apreciadora!) realmente remetem aos filmes das décadas de 70/80, a quase inexistência de diálogos só salienta o elenco talentoso. A cena de perseguição pós assalto é maravilhosa! Tudo na medida certa: violência, cenas de perseguição, romance, drama e visual impecável.
Respeito quem o mencionou como um dos melhores filmes do ano. Porém, um filme como esse não ganha minha simpatia. Há muitas cenas, cenas explícitas de ação e pouco fala, pouco diálogo por parte do protagonista. Não vejo uma interação dele com os outros e se há alguma é forçada. Bom, quem acha que é melhor parar de falar e fazer, creio que possa gostar do filme.
Nota 10! Combinação perfeita de trilha sonora, enredo...ah sei lá...tudo de bom! O perfil psicológico do personagem casa direitinho com o mesclado de violência e doçura que tem em algumas cenas. Ah! E tem uma atmosfera de anos 80 ... huuummm...eu gamei!
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