Drive
Média
4,2
1267 notas

118 Críticas do usuário

5
26 críticas
4
49 críticas
3
12 críticas
2
16 críticas
1
10 críticas
0
5 críticas
Organizar por
Críticas mais úteis Críticas mais recentes Por usuários que mais publicaram críticas Por usuários com mais seguidores
Alexandre C.
Alexandre C.

5.235 seguidores 525 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 29 de março de 2019
Bom filme, pouco badalado mas tem um bom roteiro, cenas de ação, carros, drama, enfim um bom filme, fiquei surpreso, não esperava.
gustavo d
gustavo d

2 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 17 de setembro de 2018
Atuações sensacionais, filme que foge completamente do comum visto no gênero, história que prende totalmente a atenção, fotografia impecável juntamente com a trilha sonora que agrega muito valor a atmosfera do filme. Excelente !
Mauricio C.
Mauricio C.

10 seguidores 49 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 15 de março de 2018
Excelente atuação de Ryan Gosling, estranho esse filme ser tão pouco conhecido e tão bom, ótimo elenco, vale a pena ver.
Nino G.
Nino G.

4 seguidores 26 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 3 de julho de 2017
Tudo em “Drive” é muito interessante, das lacunas inquietantes propostas pelo roteiro, por sua trilha sonora repleta de sintetizadores com mensagens descritivas das personagens, o estilo neo-noir (neon) adotada pela fotografia e pelos enquadramentos impecáveis que remetem ao estilo Tarantino.

“Drive” é um roteirizado adaptado por Hossein Amini, inspirado nos livros da série “Diver” do escritor americano James Sallis, tendo sido dirigido em 2011 pelo dinamarquês Nicolas Winding Refn. Uma curiosidade é que Ryan Gosling, protagonista do filme, indicou o diretor para os estúdios da FilmDistrict.

Em “Driver” Ryan Gosling vive o protagonista sem nome, que não é citado ou nomeado em momento algum do filme, isso já pontua a característica misteriosa da personagem, que possui hábitos noturnos e faz às vezes figura de vigilante das ruas da cidade de Los Angeles, que ele conhece muito bem, tão bem, que o filme inicia com Ryan deixando claro sua habilidade de conhecedor das ruas e de motorista, e que ele se resume naquele momento a isso, o serviço para qual ele está sendo contratado ou que virá depois desse serviço não lhe interessa. Todo esse discurso inicial do protagonista é capturado em cortes assimétricos de uma janela, com um jogo de sombra e luz característicos do filme noir e que colaboram para a construção de um prólogo que apresenta uma situação, não explica nada, o que o público pode contar é com aquele momento e aquela situação que ambienta e apresenta em uma pequena dose, uma das faces do protagonista. E essa será uma constante em todo o filme, não há explicações, há o recorte de um determinado momento na vida do personagem principal e que acompanharemos até o que podemos entender como desfecho, onde nesse ciclo, da mesma forma que esse homem se apresenta e se encerra enigmaticamente.

Destaca-se no prólogo uma concisa apresentação da proposta fílmica, sendo muito clara que pretende ser e a forma que utilizará para isso. Um trabalho magnífico de roteiro e direção que somado com a fotografia, edição, arte e trilha sonora promovem um trabalho excepcional e merecidamente figurando como no top 10 dos melhores filmes realizados em 2011, rendendo a Winding Refn o prêmio de melhor diretor no Festival de Cannes. Ainda sobre o prólogo, destaca-se entre outros, o recurso de unir a fuga dos assaltantes contra a polícia, onde no carro Ryan ouve a narração de um jogo de basquete, que servirá como narração da própria fuga e de auxiliador para os ladrões se dispersarem, no carro onde ocorre a fuga de dois bandidos sendo guiado por Ryan, temos uma câmera que registra todos os momentos de dentro do carro e que revela o motorista através do retrovisor e do reflexo no painel frontal do carro. Após a bem sucedida fuga, temos um letreiro estilizado com uma cor pink neon que intitula o filme e tendo como fundo musical a sugestiva “Night Call” (Kavinsky & Lovefoxxx), reparem que da escolha musical a inserção ao título, aos recortes e a fotografia neon, tudo é muito bem pensado e estruturado, colaborando ainda mais para preparar o terreno de “Drive” que não significa apenas dirigir, quer dizer também impulso, motivação, sendo essa última a característica primária da personagem de Ryan Gosling, ele é um herói que ronda a cidade em busca de motivação, de algo que impulsione sua vida e o faça ser um herói de verdade.

Ryan se vale da sua habilidade no volante para exercer as mais diferentes funções, ele é mecânico, piloto de Stock Car, dublê de motorista em filmes, vigilante noturno e entre outras, motorista de fuga em assaltos. Tendo Shannon (Bryan Cranston), como empresário, agenciador e a figura mais próximo de um amigo. Uma característica na apresentação das personagens, é que raramente elas se apresentam de uma forma convencional, sempre surgem de encontros casuais ou na medida que são necessárias para um serviço, por exemplo, o próprio Shannon aparece a primeira vez como alguém que aluga um carro para Ryan, já Irene (Carey Mulligan), por quem Ryan depois irá se apaixonar, aparece despretensiosamente em um encontro casual de elevador. Detalhe para o elevador, que dá mesma forma que apresenta e é ponto de encontro das personagens, será futuramente de separação e desfecho, em uma belíssima cena, capaz de inserir no mesmo ambiente romance e violência, utilizando luz, trilha e atuações perfeitas.

Irene é a responsável para conhecermos outras vertentes e facetas de Ryan, através da relação traçada e que assistimos ser desenvolvida ao longo do filme por Ryan, “Irene” e o seu filho “Benicio” (Kaden Leos), que podemos ter a dimensão humana desse herói, e é através dessa relação com a interseção do namorado de Irene que estava preso, que surge uma motivação para o herói presente em Ryan se apresentar, e isso é explicitado no filme em vários diálogos, principalmente quando Shannon diz a Ryan, que ele é o único homem que tenta salvar o marido da mulher por quem se está apaixonado.

Os diálogos em “Drive” são construídos por uma originalidade e pontualidade raríssima. Tanto que é um filme de poucas falas e vários momentos de silêncio que dizem muito, principalmente pelo jogo realizado pelos atores, onde a interpretação de um subtexto é muito mais importante e evocativa do que qualquer outra fala. Dentre as atuações Bryan Cranston - como Shannon - se destaca. A versatilidade desse ator, famoso por interpretar Walter White na série Breaking Bad, mostra mais uma vez sua capacidade em criar personagens diferenciados e com uma precisa atenção para os detalhes e sutilezas de um sorriso ou do desconforto de um mancar. O resto do elenco promove um trabalho preciso, mas Ryan Gosling como motorista, deixa em vários momentos uma inexatidão de propostas, são vários planos mostrando o ator com uma fisionomia neutra, que não expressa nada, nem tão pouco evocam qualquer diálogo ou colaboram para uma narrativa, sua inexpressividade transforma-se em momentos vazios e que geram certo incômodo diante de uma quebra na atuação que não diz nada.

“Drive” é um filme sombrio, com tomadas noturnas e que alterna com tomadas internas claras com um abuso de tons laranjas e amarelo, seus silêncios prolongados tomados por uma transmissão de sugestão dos atores/personagens que alternam o que se diz com o quê se quer dizer, uma história que apresenta um enredo inicialmente com viés romântico e se transforma em uma violência bruta, com cenas fortes e suas tomadas e planos que lembra muito os filmes de Tarantino, principalmente pelo uso plongée e contra plongée, a utilização de uma simbologia sugestiva, como a figura de um escorpião aliado ao personagem de Ryan e a conversa com a criança Benicio, onde um vilão é visto pela ótica de um desenho infantil, em que para ser do mal é uma condição inerente ao ser, em suma, nas dualidades que “Drive” se constrói temos um filme coerente, que se vale muito pela omissão de respostas e que fazem desse filme uma verdadeira obra.
Leonardo A.
Leonardo A.

4 seguidores 1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 18 de setembro de 2016
Um dos melhores filmes que já assisti.
Uma obra prima, fotografia e trilha sonora são perfeitas.
Ryan está ótimo no papel do personagem principal, uma hora tranquilo e outra hora tão violento.
Merecido o Prêmio no Festival de Cannes
Anderson  G.
Anderson G.

1.369 seguidores 397 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 6 de agosto de 2016
Drive é um daqueles filmes a onde nada é perfeito mas também nada é ruim, tudo no filme é bom, nada de destaques, tudo é muito bem encaixadinho, começando pelo roteiro que te apresenta personagens, depois com o tempo explora a ligação dos mesmos, depois coloca nosso protagonista em situações complicadas gerando mudanças e surpreendendo apesar de ser um pouco linear, a trilha sonora é muito boa, quase todas as cenas do filme tem uma tensão incrível, até nas cenas leves, Nicolas Winding Refn traz muitas canções oitentistas animadas em situações tensas, lembrando um pouco Tarantino ou Scorsese, sem falar em sua ótima fotografia, que é urbana, passa um ar de realidade e lembra Taxi Drive, inclusive os ângulos de câmera dentro do carro me lembram também Taxi Drive, e o filme me lembrou também o popular jogo GTA, principalmente a ótima cena inicial, o primeiro ato do filme todo é incrível, Ryan Gosling está ótimo, ele é centrado, ele é calmo ele sorri, mas ele tem quase uma aura de psicopata, o que se prova ser apenas uma aura, pois fica subentendido o passado de nosso protagonista sem nome, e mostra a paixão que ele sente por Irene (Carey Mulligan), todos os espelhos narrativos que o filme traz são ótimos, muito inteligentes e cirúrgicos, Drive não é perfeito, longe disso, mas mesmo assim é um ótimo filme.
Isis Lourenço
Isis Lourenço

7.622 seguidores 772 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 26 de julho de 2016
O filme tem ação,suspense,adrenalina e romance,um fura olho e um final surpreendente,vale a pena ver.
Bruno Maschi
Bruno Maschi

444 seguidores 215 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 5 de maio de 2016
Sem dúvidas a melhor abertura de um drama que eu já presenciei. Drive, do início ao fim, é um filme incrível, brilhante, sofisticado e impecável. A fotografia, a trilha sonora e o silêncio do filme combinam de uma forma perfeita, transformando o longa em uma experiência única e especial. É um filme que por mais que possua uma história bem básica, consegue por forma de imagem e som cativar o telespectador com cenas simplesmente incríveis. O elenco também é brilhante e Ryan Gosling está fantástico do início ao fim. Um drama formidável. Perfeito.
Erika
Erika

59 seguidores 107 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 13 de fevereiro de 2016
Poderia ter sido mais bem desenvolvido, porém filme inteligente, a atriz é bem passiva e sem ação, mas gostei muito, não é um final esperado, mas eu recomendo.
Fernando2041
Fernando2041

1 crítica Seguir usuário

3,5
Enviada em 9 de fevereiro de 2016
O filme é muito bom, eu gostei muito o estilo do filme e a forma que Ryan Gosling fez o seu papel como o motorista, frio e calculista. O filme só me decepcionou no final spoiler: pra mim o filme ficaria muito melhor e é o final que eu fiz para o filme me agradar 110% é que quando a câmera vai subindo da perna dele até o rosto ele com uma respiração ofegante olhando para o horizonte da forma que ele estava fecha-se o olho lentamente e acabasse.
Seria o melhor filme que eu já assisti depois do Clube da Luta! Porque já não spoiler: teria mais motivos para ele continuar vivo pois a cena que mostrou o tiro havia muito sangue e por isso acho que iria concluir o filme 110%
Quer ver mais críticas?
  • As últimas críticas do AdoroCinema
  • Melhores filmes
  • Melhores filmes de acordo a imprensa