Duna
Média
4,1
1167 notas

294 Críticas do usuário

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Mauro A
Mauro A

16 seguidores 99 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 22 de outubro de 2021
Esse filme tem uma sensação de "dejavu" en Star Wars e outros. Aquela mesma situação de que dois reinos poderosos estão se enfrentando. No entanto, tudo dentro de uma ação lenta e tediosa, devido a falta de ação e cadenciamento do roteiro estar centrado em conflitos políticos e psicológicos dos personagens. Se você espera ver a magia de Guerra nas Estrelas ou o exagero de efeitos especiais dos filmes da Marvel, fique em casa. Além do mais, a fotografia do filme é cansativa, tudo passado num deserto, sinceramente a história nos parece mais um filme de gladiadores dentro de um cenário futurista (aliás, nem tão futurista assim). Eu fui assistir pensando ver coisa melhor do que aquela porcaria que o Dino de Laurentis fez em priscas eras, mas não pretendo ver a continuação, se houver.
João Paulo N.
João Paulo N.

1 seguidor 22 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 31 de janeiro de 2022
Médio, muito inovador em naves história, mas poderia acontecer mais diálogos para explicar as castas, muito no ar o filme mas os outros q viram acho q serão melhor
anônimo
Um visitante
4,0
Enviada em 3 de junho de 2024
Duna é um épico de ficção científica que se destaca pelas suas qualidades visuais impressionantes e uma discussão sutil e surpreendente de política. A grandiosidade visual do filme é inegável, com uma cinematografia deslumbrante que captura a vastidão e a desolação do planeta Arrakis de maneira magistral. As paisagens são de tirar o fôlego, e a trilha sonora de Hans Zimmer complementa perfeitamente essa imersão sensorial, criando uma atmosfera envolvente que prende o espectador do início ao fim.

Entretanto, apesar da fidelidade ao material original, a longa duração do filme pode ser um desafio, especialmente para aqueles que não estão familiarizados com o universo de Duna. Além disso, as complexas intrigas políticas e sociais, embora presentes, não são totalmente exploradas, resultando em uma narrativa que pode parecer superficial ou confusa para novos espectadores, mas para aqueles já ambientados com esse tipo de narrativa a abordagem torna-se excelente.

O desenvolvimento dos personagens é interessante, com cada um deles sendo apresentado de maneira detalhada, onde os atores também conseguem transmitir plenamente a profundidade e a evolução que seus papéis exigem. No entanto, para quem não tem um conhecimento prévio das obras, o filme pode parecer confuso, pois a trama, apesar da longa duração, se apresenta de maneira apressada em alguns momentos, perdendo nuances importantes que são essenciais para compreender a transformação dos personagens.

Dito isso, como o filme termina de maneira abrupta, deixa muitas questões em aberto e também não oferecer uma resolução satisfatória. Isso pode ser frustrante para alguns, mas também desperta um forte desejo de assistir à continuação o quanto antes. Em resumo, "Duna" impressiona pelos seus visuais e pela ambição de retratar temas complexos e interessantes, apesar de alguns problemas na execução da narrativa.
Kamila A.
Kamila A.

7.941 seguidores 816 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 5 de dezembro de 2021
Na forma como foi imaginada pelo diretor e co-roteirista Denis Villeneuve, a sua adaptação de "Duna" (baseada no livro homônimo escrito por Frank Herbert) seria dividida em duas partes - com um adendo importante, a existência da segunda parte dependeria do sucesso desta primeira. Adaptar o filme em duas partes, de acordo com Villeneuve, ajudaria a preservar o sentido da história original.

Ao terminar de assistir a primeira parte de "Duna", não sei se esta decisão foi das melhores. O comum quando a gente assiste a filmes que são parte de uma duologia é que esperamos que a história siga uma certa progressão. Por exemplo: o primeiro longa pode fazer uma contextualização que leve ao ponto principal e de conclusão da história no próximo. Em nenhum momento, "Duna" me deixou com essa sensação.

Num futuro distante, o jovem Paul Atreides (Timothée Chalamet) se vê às voltas com a sua posição de herdeiro de uma linhagem política importante e a possbilidade dele exercer um papel primordial num plano que pode libertar os demais povos de uma dominação longa perpretada pelos Harkonnen. Nesta primeira parte de "Duna", o pai de Paul, o duque Leto (Oscar Isaac) cai numa armadilha que leva Paul e sua mãe (Rebecca Ferguson) a se verem lutando pela sobrevivência em Arrakis, conhecido como o Planeta Deserto.

Que Denis Villeneuve é um diretor competente, isso ninguém tem dúvidas. "Duna" tem em si muitas qualidades - todas relacionadas ao ponto de vista técnico, tendo em vista que o filme tem elementos estéticos interessantes, como a sua direção de fotografia, por exemplo. Apesar disso, a bonita embalagem que o longa possui não consegue esconder o seu maior defeito: o roteiro escrito por Villeneuve, Jon Spaihts e Eric Roth. Assistir "Duna" é uma experiência maçante, que não me deixou nem um pouco interessada para saber como será a continuidade desta história.
Emanuel
Emanuel

10 seguidores 30 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 25 de fevereiro de 2022
Para não ficar de fora da onda do momento, já assisti ao novo longa baseado na prestigiada obra Duna de Frank Herbert, lançada há 56 anos atrás.

Com desconhecimento absoluto da obra, sua importância e afins, assisti a suas duas horas e meia de duração. Com um elenco estrelar da atualidade, encabeçado por Timothée Chalamet, Jason Mamoa, Josh ‘’Thanos’’ Brolin e outros mais, o filme explora uma possibilidade peculiar de ficção científica, que é a ambientação de duna.

Há muitos elementos ali que nos ligam ao nosso imaginário proposto por George Lucas nas locações de Star Wars: Tatooine.
(nota de consideração: Considerem a opinião do Emanuel somente a partir de quem assistiu a nova versão, não conhece a antiga e nem leu a obra considerada mitológica aos conhecedores geek-nerds de scifi).

O longa explora também a paciência do expectador ao passar cenas longas das paisagens das dunas, ‘’(...) também um personagem do filme(...)’’ como explica a crítica especializada.

O filme é blasé, muito por conta do seu tom e da atuação ‘’modelo de passarela’’ de Timothée Chalamet, se esforçando para não cair num desesperado choro a cada cena que aparece.

Há sempre um motivo para uma aventura no mundo de ficção cientifica não é mesmo? Star Wars é a dualidade bem contra o mal. Blade Runner é a aventura de Rick Deckard.

Buscando entender um pouco sobre a proposta de Duna, achei considerações sempre positivas quanto ao filme, principalmente quando se pensa a versão literária da história.

Interessante que em um filme de 2021 há muita divagação, quadros abertos do cenário... Digamos: Duna é uma ficção cientifica contemplativa, focando na ideia de um diferente do nosso. Não é um longa convencional de sci/fi, portanto, muitos ficarão desapontados com a falta de enredo. Foi meu caso, e mesmo que seja um elemento justificado, não creio que seja um legítimo sci/Fi.

Pode ser que a segunda parte, já anunciada no Instagram de Timothée no lançamento do primeiro longa, preencha os vazios de enredo. No mais, Duna nada mais é que um programa National Geographic Sci-Fi
Maxxuel 42
Maxxuel 42

17 seguidores 219 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 13 de julho de 2022
Ao ver filmes dirigidos por Denis Villeneuve,espere ver uma ótima fotografia,efeitos e boas atuações.Mas assim como Blade Runner,você pode esperar uma poética trama bem lenta ,nomes e lugares complicados e 2 horas experiência numa trama futurística baseada num livro.Prepare o rascunho para parte 2 de Duna.
Tiago F.
Tiago F.

1 seguidor 9 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 22 de outubro de 2021
Foi um dos melhores filme de ficção científica que vi este ano, o filme é tão bem construído que faz você ficar fascinado pelo mundo distópico de Duna. Fiquei com medo por não ter lido o livro e ter ouvido pouco sobre esse mundo de ficar perdido, mas a forma que Denis Villeneuve fez, deixou a história fluida e fez me interessar muito mais. recomendo e quero a parte dois já
Adriano Silva
Adriano Silva

1.614 seguidores 482 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 21 de fevereiro de 2022
Duna (Dune)

Duna é dirigido por Denis Villeneuve e escrito por Jon Spaihts e Eric Roth (juntamente com o próprio Villeneuve). É a primeira de uma adaptação em duas partes do romance de 1965 de Frank Herbert, cobrindo principalmente a primeira metade do livro. O filme é a terceira adaptação de Duna após o filme de David Lynch de 1984, que foi um fracasso de crítica e comercial, e a minissérie de John Harrison em 2000. Após uma tentativa frustrada da Paramount Pictures de produzir uma nova adaptação, a Legendary Entertainment adquiriu os direitos de filme e TV de Duna em 2016, com Villeneuve assinando como diretor em fevereiro de 2017.

Villeneuve nos entrega um longa de fantasia, ficção científica, aventura, levemente inserido no drama. Acredito que Denis Villeneuve foi o nome certo para a direção de Duna, pois o próprio já trabalhou em produções voltadas para a ficção e fantasia, como em seus longas "A Chegada" e "Blade Runner 2049". Villeneuve trouxe toda a sua expêriencia e deu os toques certeiros na direção do longa, deixando o filme praticamente com a sua cara, pois quem já assistiu "A Chegada", vai notar imediatamente vários pontos trazidos por Villeneuve para Duna, como os seus trabalhos de filmagens e seus takes aéreos (que estão espetaculares), acompanhando diretamente o movimento de cada acontecimento que se desenvolvia e se movia em cena - completamente perfeita a direção de Villeneuve em Duna, nota 10. Já quero de antemão deixar aqui a minha profunda indignação com a 'irrelevante' academia (mais uma vez), pois não indicar o Villeneuve a direção no Oscar é praticamente um crime que presenciamos (exatamente como o BAFTA também fez).

É muito interessante e satisfatório observar (ao longa da trama) às inúmeras referências trazidas para Duna de filmes como a franquia "Star Wars" e "Matrix". Às próprias coreografias das lutas nos remete diretamente à "Star Wars", funcionando como uma espécie de homenagem ao épico de George Lucas - eu achei fantástico!

Tecnicamente o longa de Denis Villeneuve é uma obra-prima do gênero.
Como a fotografia de Greig Fraser, que se destaca como uma obra-prima visual. É impressionante como a fotografia de Duna é bela, magnífica, estonteante, se destacando notavelmente em todas às cenas e sendo a grande responsável pela nossa imersão nos cenários gigantesco do longa. Greig Fraser está indicado ao Oscar e vai brigar diretamente com Dan Lautsen (O Beco do Pesadelo), Ari Wegner (Ataque dos Cães) e Janusz Kominski (Amor Sublime Amor). A trilha sonora do gênio Hans Zimmer é outra obra-prima, pois a mesma é única, contemporânea, intimista, que se destaca nos momentos mais oportunos, como na tensão de um ataque, um embate, uma guerra, uma morte, onde a trilha estava mais suave e ia se elevando (aumentando o ritmo) de acordo com os seguimentos dos acontecimentos em tela - magnífico! Hans Zimmer já levou o Globo de Ouro e na minha opinião, é favorito ao Oscar.

Completando com às partes técnicas temos: os efeitos visuais que estão soberbos e se destaca bem em todas às cenas. A edição e mixagem de som de Mac Ruth é majestosa. A direção de arte de Tibor Lazar é outra obra-prima, como nos impressiona a estética do filme, onde a narrativa casava perfeitamente com a unidade visual do longa. A cenografia também merece um destaque, pois estamos diante de cenários completamente estonteantes. Cabelo e maquiagem também tem que ser mencionado, assim como os figurinos de Jacqueline West e Robert Morgan, que são um show visual em cena, impossível não ser contagiado pelos belíssimos figurinos dos reinos de Duna. O longa é muito bem editado, muito bem montado, méritos para Joe Walker.

Eu não conheço a obra de Frank Herbert, tampouco assisti o longa de David Lynch, dito isto, devo destacar o principal ponto fraco do longa de Denis Villeneuve. Eu gostei do roteiro do filme, acho que ele percorre um caminho correto de acordo com os acontecimentos que permeia toda a história, mas o que me incomoda está no enredo, mais precisamente no desenvolvimento onde nos é apresentado e estabelecido os personagens. O longa peca exatamente no ritmo, pois a primeira hora é completamente arrastada, o ritmo é extremamente lento, falta imersão, dessa forma o desinteresse pela trama é inevitável, fazendo o espectador se cansar até chegar a segunda hora do filme (que até melhora um pouco). Pra quem já leu o livro, ou assistiu o longa de 1984, ou já conferiu a minissérie, estará mais familiarizado com esta parte (ou talvez não), poderá levar esta parte arrastada do filme numa boa, sem se incomodar como eu me incomodei, mas no meu caso o ritmo do longa me cansou bastante, chegando até me desanimar em algumas partes. Acredito que esta primeira parte da adaptação de Duna funcione mais como um prólogo, uma apresentação dos personagens na trama que irá se desenrolar no segundo filme, porém acredito que toda esta apresentação e desenvolvimento fez o ritmo do filme cair muito e se destacar como um ponto negativo do longa de Denis Villeneuve.

Timothée Chalamet entrega um boa atuação na pele do Paul Atreides, o descendente da Casa Atreides. Timothée segura bem o personagem, até se destacando em algumas partes, principalmente às que envolvia sua mãe. Rebecca Ferguson é a Lady Jessica, a mãe de Paul. Rebecca está mediana, sua atuação em até certo ponto condiz com a sua personagem, mas nada de grande destaque, não vi como um grande trabalho. Oscar Isaac é o duque Leto Atreides. Isaac tem uma curiosa participação na história, e se destaca com bastante relevância para os acontecimentos que irão ocorrer na segunda parte do longa. Uma boa atuação entregue por Oscar Isaac. Josh Brolin é o Gurney Halleck, e ele está bem no filme, apesar de ficar me perguntando o que de fato aconteceu com o seu personagem na segunda metade da história. O grande Stellan Skarsgård está irreconhecível como o Barão Vladimir Harkonnen, e nos entrega mais uma atuação digna do grande ator que é.

Dave Bautista nos entregou o brutal Glossu Rabban. Bautista teve menos tempo de tela, porém foi bem até onde conseguiu. Jason Momoa foi um dos meus personagens preferido da história, o espadachim Duncan Idaho. É sempre gratificante vê o Jason Momoa atuar em personagens que lhe exige força, ímpeto, coragem, e aqui ele nos entrega exatamente isso. O belíssimo ator Javier Bardem nos brinda com mais uma ótima atuação na pele do sagaz Stilgar. É impressionante como em todos os papeis que o Bardem atua, ele nos contagia e nos deixa maravilhado - que baita ator que é o Javier Bardem. Zendaya deu vida à Chani, uma misteriosa jovem Fremen que aparece nas visões de Paul, Chani é o contraponto de Paul e seu interesse amoroso. Zendaya está mais contida, mais mediana, acredito que seu maior destaque virá no segundo filme, acredito que inicialmente o roteiro não lhe favoreceu nessa primeira parte da adaptação.

Duna foi indicado em 3 categorias no Globo de Ouro, Direção, Melhor Filme Drama, e venceu na categoria Trilha Sonora. No Critics Duna empatou com "Ataque dos Cães", recebendo 10 nomeações, entre elas às principais de Direção e Melhor Filme. No SAG's o longa tem uma indicação em Melhor Elenco de Dublês em Filme. No BAFTA o longa é o campeão de indicações, tendo recebido 11, porém com tantas indicações, faltou uma das principais, Melhor Diretor pro Villeneuve (Valeu pela incoerência BAFTA). O mesmo discurso vale para o Oscar, que indicou Duna em 10 categorias (ficando atrás somente de Ataque dos Cães), mas a direção de Villeneuve foi completamente esnobada - que absurdo academia...AFF!

Duna é um bom filme, ele consegue entregar o que se propõe, que é exatamente uma aventura na fantasia. Os maiores destaques é sem dúvidas às partes técnicas, que são um show à parte, mas peca exatamente no que prenderia a atenção do público, que é o ritmo do filme, por ser extremamente lento, arrastado e cansativo. Villeneuve de fato faz um bom trabalho em Duna, ele acerta em umas coisas e erra em outras, mas isso pode servir de lição para a continuação da segunda parte do filme. Duna apresenta resquício de espetáculo, tem grandeza, tem uma ótima premissa, acredito que a adaptação tem potencial para se tornar um dos épicos na lista das obras-primas da fantasia, da ficção e da aventura - como "Avatar", "O Senhor dos Anéis" "Matrix", "Aliens" e "Star Wars", mas se for feito da forma correta.[20/02/2022]
DANIEL BARRAL
DANIEL BARRAL

27 seguidores 235 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 5 de abril de 2024
Grande filme. Aqui temos uma história adaptada do livro de Frank Herbert, com um excelente protagonismo de Tchalamet. Um dos melhores filmes de ficção científica que existem na atualidade, e não vejo a hora de assistir o segundo filme.
anônimo
Um visitante
4,5
Enviada em 21 de maio de 2022
Filme espetacular, atuações, efeitos, história roteiro, design, tudo! Não é atoa o alto número do Oscar's que venceu. Não darei 5 estrelas, porque não é um filme original, e existem filmes por aí com ideias similares. Mas não é nada torne esse filme "pior". Vale muito a pena assistir Duna!
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