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Diogo Codiceira
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920 críticas
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3,5
Enviada em 3 de dezembro de 2025
Um método perigoso é um filme dramático que foi dirigido por David Cronenberg e roteiro de Christopher Hampton (baseado em sua peça teatral) e livro de John Kerr. Na trama, acompanhamos Carl Jung (Michael Fassbender) que passa a tratar uma jovem paciente Sabina Spielrein (Keira Knightley), que sofre de histeria com os métodos de Freud (Viggo Mortensen). Porém, devido ao envolvimento entre Jung e a sua paciente, gera uma grande rivalidade com Freud. O filme em seu primeiro ato busca uma apresentação clara dos personagens principais e o método de “curar pela fala” que era aplicado em Sabina. Além das teorias voltadas a sexualidade de Freud e os contrapontos de Jung (provando que embora existisse uma admiração profissional de ambas as partes, existia uma faísca entre eles) e isso foi piorando diante da paixão e prazeres guardados entre Jung e sua paciente. O roteiro talvez tenha pecado em alguns diálogos que poderiam ser mais sutis no filme, a redundância chega a ser cômica (mas não proposital). Ao menos podemos dizer que o roteiro conseguiu extrair o máximo dos atores, que conseguiram transmitir com maestria aquilo que realmente foi Jung e Freud (ótima interpretações dos 3 protagonistas). A narrativa ganha força após o envolvimento entre Jung e Sabina, mostrando a fragilidade de Jung e como isso reverbera em um Freud que não mede as palavras para criticar o colega de profissão. O filme se torna mais interessante quando se é mas discutido do que é visto.
De verdade, não vale a pena perder tempo assistindo o filme! Muito fraco!!! Muito forçado a história... enfim, ja perdi tempo assistindo, nãovou perder mais ainda escrevendo o porquê o filme é péssimo!!!
É um filme muito bom para quem tem interesse em Psicanálise. Ele retrata um pouco da história de Freud e Jung no início do século 20, quando ambos pertenciam ao movimento psicanalítico, e mostra como ocorreu a aproximação entre ambos, algumas histórias relevantes para a época, até por fim retratar o distanciamento entre os dois médicos. Para quem tem interesse no assunto, é muito interessante.
As ceroulas do Dr. Freud Sabrina Klein Freud está de ceroulas, de quatro, na cama. A psicanalista Sabine Spielreim tem uma cinta dobrada na mão e bate sem piedade na bunda dele. Dr. Freud geme de prazer. Corta! O psicanalista Jung está de quatro na cama, bunda pelada, e sua colega Sabine Spielreim está com a cinta na mão, desferindo golpes violentos nas nádegas do homem, que alcança o orgasmo pelas vias da humilhação. Corta! Nada de novo no front: o filme “Um método perigoso” (2011), do diretor canadense David Cronemberg, não traz os famosos médicos citados de quatro em cima da cama, gostando de apanhar. Quem pede porrada no filme é, claro, uma mulher. E que mulher! A médica judia Sabine Spielreim, uma das primeiras psicanalistas mulheres do mundo, frequentou a Universidade de Medicina, defendeu uma tese pioneira, influenciou o pensamento teórico de Freud, Jung, Piaget entre outros, foi precursora em análise de crianças, atuou em áreas como linguística, psicanálise e educação, escreveu cerca de 30 artigos científicos, casou-se, teve duas filhas, foi professora da universidade de Moscou, conferencista, médica, compositora e música. Depois de assistir um filme que soterra a obra de uma mulher destas, vem a pergunta: como pode, em pleno século XXI, um diretor que tem em seu currículo filmes de ficção escatológicos como “A mosca” (1987), enveredar para um filme que reduz uma mulher gigante a duas camas: a cama de uma clínica psiquiátrica, onde a jovem Sabine se tratou por um breve período com o Dr. Jung, e a outra cama, onde esta mesma mulher, com nome, sobrenome, e toda vida dedicada e produção científica reconhecidamente pioneira, é mostrada de quatro, levando porradas. Aliás, pedindo porradas de seu psicanalista. E porque o título do filme é “um método perigoso”? Seria porque no filme, um Dr. Jung magnanimamente dá a sua paciente o que ela quer, ou seja, enche a moça de pancada e ela ameaça o milionário casamento dele? Ou arriscado por que a moça superou o espancador e se tornou a segunda mulher psicoterapeuta do mundo, influenciando o próprio Dr. Freud? Ou quem sabe o perigo deve-se ao fato de que espancadores geralmente gostam do que estão fazendo e podem virar feminicidas? Após fazer uma rápida pesquisa sobre Sabine Spielreim, dá para concluir que o filme é mentiroso, pequeno, e finalmente, sim, um filme perigoso. Fonte de pesquisa: Sabine Spielreim, seu lugar na história da psicanálise e sua representação no cinema Marcus Vinícius Neto Silva Marina Maciel de Almeida https://periodicos.ufmg.br/index.php/mosaico/article/view/15881/19641
Keira Knightley, Michael Fassbender e Viggo Mortensen estrelam esse filme do premiado diretor David Cronenberg que aqui está um distante do seu estilo mais grosso de ser, com uma pegada mais de diálogos e drama. Um filme bom, mais pouco lembrado.
Baseado em uma história real, o filme “Um Método Perigoso”, dirigido por David Cronenberg, fala sobre o encontro pessoal e profissional entre dois dos mais importantes teóricos da psicologia: Carl Gustav Jung (Michael Fassbender) e Sigmund Freud (Viggo Mortensen), quando ambos tinham em comum o fato de estarem dedicados a buscar a cura dos pacientes pela fala, primeiramente, pela psicanálise; posteriormente, quando as diferenças científicas se acentuam entre os dois, com a psicologia analítica fundada por Jung.
Além desse encontro, um outro é muito importante para o filme: o que ocorre entre Jung e uma de suas pacientes, Sabina Spielrein (Keira Knightley, naquela que, na minha opinião, é a melhor atuação de sua carreira). É com ela, e sob a orientação de Freud, que Jung começa um tratamento inovador para a época, com o objetivo de, por meio da conversa, fazer com que o paciente encontre a raiz dos seus problemas e possa ir trabalhando eles até encontrar a cura. Além de cobaia, Sabina será, futuramente, uma discípula de seus mestres, na medida em que se forma em Medicina e se torna especialista em Psicologia Infantil.
“Um Método Perigoso” faz parte de uma linhagem mais recente de filmes dirigidos por David Cronenberg, em que o diretor dialoga com a linguagem mais tradicional do cinema, fugindo do experimentalismo que foi a marca de boa parte de sua carreira. O longa tem uma boa reconstituição de época, com trabalhos sólidos de figurinos e direção de arte e seu ponto mais positivo, talvez, seja a captura de um momento histórico tão efervescente pra ciência e pelo fato de conseguir transmitir isso de uma forma que seja compreendida por todos nós.
Que filme horrivel, e que crítica parcial do Adorpcinema. Sou muito interessada em filmes com essa temática, mas esse é apenas burocrático, que tem como charme ter sido dirigido por David Cronnemberg. Pouco, muito pouco e risível detalhe. "Jornada da Alma", um filme fraco? Só para is tendenciosos. "Jornada da Alma" dá de 10 a 0 nesse filme horroroso. Nada se salva. Arrastado e monótono, caricato e que esconde fatos que a História conta. Todos estão horrivelmente mal nesse filne. Pra esquecer!
Cronenberg, um diretor geralmente fascinante (Terapia de Risco), por algum motivo, dirigiu um filme burocrático que conta a história de amizade entre Sigmund Freud (Viggo Mortensen) e Carl Jung (Michael Fassbender) como um documentário da BBC. No meio envolve a russa judia Sabina Spielrein (Keira Knightley), de paciente para amante e posteriormente médica.
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