Críticas mais úteisCríticas mais recentesPor usuários que mais publicaram críticasPor usuários com mais seguidores
Filtrar por:
Tudo
Henrique S.
7 seguidores
10 críticas
Seguir usuário
3,0
Enviada em 10 de junho de 2013
Filme retrata a relação entre Sigmund Freud e Carl Jung, durante o nascimento da psicanálise. O nome do longa vem da relação dos dois, mas principalmente de Jung, com a paciente Sabina Spielrein, que acaba sendo mais do que uma paciente cobaia do novo método para o psiquiatra. "Um Método Perigoso" oferece a leigos como eu, um resumo do nascimento da psicanálise, uma área que me interessa bastante. Além do mais, um dos focos do filme é a separação de Freud e Jung, graças às divergências de ideias, de perspectiva para o futuro e do modo de encarar a psicanálise. Viggo Mortensen interpreta magnificamente o Freud orgulhoso e resistente quanto à expansão da análise do ser humano além da sexualidade. Já Jung é retratado como o sonhador e idealista, que não recusa nenhuma área de estudo, motivo pelo qual acabam sendo rivais. O longa possui bastantes informações e referências biográficas dos 3 personagens, o que o faz talvez merecer o título de pseudodocumentário. Essa é a grande qualidade da obra. A riqueza com que foram mostrados os encontros entre os dois psiquiatras e suas discussões, as sessões com Sabina e sua posterior carreira de psiquiatra e até as cartas trocadas entre os personagens, fazem do filme uma fonte excelente de conhecimento da área. Logo em uma das primeiras cenas vemos Keira Knightley interpretar a perturbada Sabina na sua primeira sessão com Jung, que iniciava o novo método de "cura pela conversa". Essa cena, na qual a câmera fica fechada em seu rosto durante a sessão, enquanto o doutor ficava sentado ao plano de fundo fazendo anotações, é memorável. Infelizmente, há um ponto negativo em colocar atrizes famosas e bonitas nesses papéis: sempre fica algo de irreal. O oposto ocorreu com Viggo Mortensen (ator não tão conhecido), e que por isso fez com que eu quase acreditasse que aquele era Freud em pessoa. Vale a pena ser visto por aqueles que possuem algum interesse pela área.
Achei o filme muito bom, com interpretações memoráveis dos papéis masculinos. O papel feminino interpretado pela Keyra (na verdade um personagem desafiador, cheio de nuances) ficou caricato. A direção foi a contento e contida. A reconstituição de época foi bem trabalhada pela direção de arte e figurinos.
A atuação de Keira Knightley não foi das melhores, ficou bem abaixo da qualidade do resto do filme, no mais a história girou muito em torno dos problemas de Carl Jung e chegou até mesmo a se desviar muito do tema central do filme, o nascimento da psicanálise.
Uma experiência realmente gratificante assistir a "Um Método Perigoso", que excedeu com louvor as expectativas que tinha pelo filme. O ponto alto da produção, além de seu talentosíssimo elenco, é sem dúvidas, o roteiro muito bem concebido, principalmente por obter máximo êxito ao brindar o espectador com uma história inteligente que se mantém muito fiel aos fatos e com diálogos ricos que em momento algum soam pretensiosos.
A química entre os atores é muito boa, o que só fortifica o desenvolvimento da relação entre Jung e Freud, marcada pelo anseio e orgulho de ambos ao defenderem métodos distintos para a execução de seu ofício, que ganham força e convicção após Jung, tomado pelo desejo do qual antes "curava" seus pacientes, desrespeitar um de seus próprios princípios e passar a questionar Freud, fazendo a rivalidade suprir a amizade entre os dois.
"Um Método Perigoso" é uma bela e relevante obra que merece ser assistida, pois além de cinema de qualidade, trata-se de uma boa aula para os menos familiarizados com as origens da psicanálise.
Achei o filme ótimo. Recomendo aquele que são amantes que filmes com uma leve carga de história à assistir. Não se trata de um filme um complicado para quem conhece a história de Freud, ira entender a mensagem que o filme traz.
RUIM. um filme cheio de bla,bla,bla somente pra intelectual assistir e entender, sem emoções ou coisa do tipo, um filme arrastado. Somente Kiera Knightley soube atuar pra ajudar um pouquinho o filme. Os últimos filmes de Cronemberg estão muito chatos, não tô gostando do estilo de carreira que ele está seguindo.
Ótimo filme. David Croneberg não me decepcionou dessa vez. Simplesmente adorei o filme, já que minha mãe é psicóloga então consegui ver no filme algumas coisas das quais ela já comentou comigo, como por exemplo, Freud. A história é ótima e David Croneberg soube aproveitá-la muito bem. Recomendo a todos.
Caso você continue navegando no AdoroCinema, você aceita o uso de cookies. Este site usa cookies para assegurar a performance de nossos serviços.
Leia nossa política de privacidade