A Longa Marcha: Caminhe ou Morra: Recentes críticas
A Longa Marcha: Caminhe ou Morra
Média
3,5
136 notas
37 Críticas do usuário
5
4 críticas
4
7 críticas
3
7 críticas
2
10 críticas
1
7 críticas
0
2 críticas
Organizar por
Críticas mais úteisCríticas mais recentesPor usuários que mais publicaram críticasPor usuários com mais seguidores
Filtrar por:
Tudo
Igor C.
17 seguidores
426 críticas
Seguir usuário
1,5
Enviada em 27 de abril de 2026
Não sei como a história funciona no livro, mas a adaptação para o cinema acabou ficando bastante cansativa. O ritmo é arrastado, a narrativa não prende como deveria e, para piorar, o final soa completamente sem sentido, deixando uma sensação de frustração.
filme distopico , ninguem aguenta caminha sem para por 5 dias , o filme mostra uma narrativa de soladariedade e amizade durante toda sua jornada , achei que deveria ser mais curto , muitas cenas desnecessarias .
**Enredo & Estória** Inspirado na obra de Stephen King, *A Longa Marcha* apresenta uma distopia onde, para manter uma falsa sensação de ordem e “paz”, 100 jovens são forçados a participar de uma caminhada sem fim. A regra é simples e cruel: parar ou desacelerar significa morte após a terceira advertência. Apenas um sobreviverá — e poderá pedir qualquer coisa. O Major, vivido por Mark Hamill, personifica o sistema: frio, autoritário e desumanizado.
**Produção & Fotografia** A produção é competente e aposta no realismo opressor. A fotografia privilegia tons apagados e planos longos, reforçando o desgaste físico e psicológico dos personagens. A repetição visual, embora coerente com a proposta, acaba tornando o ritmo cansativo em alguns momentos.
**Efeitos Especiais** São discretos e funcionais. O horror aqui não vem de grandes efeitos, mas da violência seca e inevitável. Ainda assim, faltou impacto visual em momentos-chave para elevar a tensão.
**Atuações** O elenco jovem entrega boas performances, especialmente Cooper Hoffman e David Jonsson. Mark Hamill é o grande destaque, transformando o Major em um símbolo perturbador do poder absoluto. Mesmo assim, alguns personagens poderiam ter sido mais aprofundados emocionalmente.
⚖️ **Avaliação Final — Vale a pena assistir?** É um filme com uma ideia forte e atual, que lembra *Jogos Vorazes* pela dinâmica mortal da competição. Porém, apesar da boa execução técnica, o enredo simples carece de um “algo a mais” — um aprofundamento psicológico ou uma virada conceitual — que o tornasse memorável ou digno de continuação.
A Longa Marcha é um daqueles livros que, se adaptado ao cinema, seria 8 ou 80: sucesso ou fracasso.
Francis Lawrence soube muito bem adaptar e transformar uma obra que, em sua literalidade, são apenas pessoas marchando, em um filme que te prende e te faz se importar com cada personagem, além de se perguntar: “Por que estão matando essas pessoas?” e “Por que tanta crueldade?”.
Desde o começo, os diálogos são bem construídos e bem interpretados. O elenco manda bem em cada segundo de atuação, e cada personagem apresentado traz uma substância diferente para a trama. Raymond e Pete se tornam a âncora que diversos outros “caminhantes” precisavam para tirar a força necessária e continuar marchando rumo à vitória.
O final? Surpreende, principalmente, pela transformação de um Pete pacífico em um personagem que, atordoado pelo sacrifício de Raymond, cumpre o seu desejo, executa o Major e parte sozinho, caminhando por uma rua vazia.
Para mim, a competência de Francis Lawrence na direção resultou em um filme que me prendeu do começo ao fim. A fotografia é muito bem trabalhada em cada cenário que compõe o longa. O roteiro tem pequenos deslizes, mas nada que faça perder a concentração.
Um dos bons filmes de terror do ano! Com uma pegada bem diferente e um roteiro bem inscrito, temos boas cenas de horror e diálogos afiados, claro que possui exageros do gênero, mas nada que estrague a experiência.
Infelizmente, o filme não chegou nem perto de conseguir recriar a tensão e a profunda do livro escrito por Stephen King, chegando ao ponto de alterar o desfecho da história. Acaba por ser uma sucessão monótona com foco na própria marcha e transformou a motivação do protagonista em participar da competição num simples desejo de vingança contra o Major (enquanto, no livro, é algo muito mais profundo). Também ignora as sutis insinuações dos desejos homossexuais do Ray e do Peter, que estão no livro.
Simplesmente horrível, brinca com a cara do telespectador. Onde que uma pessoa vai passar mais de 4 dias sem dormir? O filme relata que eles dormem andando, coisa totalmente sem sentido e impossível ao ser humano. Carros que nunca acabam a gasolina, candidatos tomando decisões totalmente sem sentido em meio a caminhada e perdendo a vida. E o pior, eles mesmos são voluntários para a caminhada, se fosse algo que eles tivessem que passar, como algo obrigatório, uma sentença de morte que eles só se salvariam se chegasse até o final faria mais sentido. O único ponto que deixa o filme legal de assistir são as cenas de companheirismo no decorrer da história, fora isso é uma baita perca de tempo.
O filme se passa num regime autoritário nos EUA, com uma economia arruinada. A “Longa Marcha” é um evento anual brutal: 50 meninos (um de cada estado) devem andar sem parar, sob pena de serem executados se desacelerarem demais.
Isso já sugere uma crítica forte ao espetáculo da violência, ao autoritarismo e à exploração de sofrimento para manter controle social.
Caso você continue navegando no AdoroCinema, você aceita o uso de cookies. Este site usa cookies para assegurar a performance de nossos serviços.
Leia nossa política de privacidade