A Longa Marcha: Caminhe ou Morra: Críticas - Página 2
A Longa Marcha: Caminhe ou Morra
Média
3,5
166 notas
41 Críticas do usuário
5
5 críticas
4
7 críticas
3
9 críticas
2
10 críticas
1
7 críticas
0
3 críticas
Organizar por
Críticas mais úteisCríticas mais recentesPor usuários que mais publicaram críticasPor usuários com mais seguidores
Filtrar por:
Tudo
José Renato F. V. Prata Resende
1 crítica
Seguir usuário
2,5
Enviada em 12 de dezembro de 2025
Infelizmente, o filme não chegou nem perto de conseguir recriar a tensão e a profunda do livro escrito por Stephen King, chegando ao ponto de alterar o desfecho da história. Acaba por ser uma sucessão monótona com foco na própria marcha e transformou a motivação do protagonista em participar da competição num simples desejo de vingança contra o Major (enquanto, no livro, é algo muito mais profundo). Também ignora as sutis insinuações dos desejos homossexuais do Ray e do Peter, que estão no livro.
Simplesmente horrível, brinca com a cara do telespectador. Onde que uma pessoa vai passar mais de 4 dias sem dormir? O filme relata que eles dormem andando, coisa totalmente sem sentido e impossível ao ser humano. Carros que nunca acabam a gasolina, candidatos tomando decisões totalmente sem sentido em meio a caminhada e perdendo a vida. E o pior, eles mesmos são voluntários para a caminhada, se fosse algo que eles tivessem que passar, como algo obrigatório, uma sentença de morte que eles só se salvariam se chegasse até o final faria mais sentido. O único ponto que deixa o filme legal de assistir são as cenas de companheirismo no decorrer da história, fora isso é uma baita perca de tempo.
O filme se passa num regime autoritário nos EUA, com uma economia arruinada. A “Longa Marcha” é um evento anual brutal: 50 meninos (um de cada estado) devem andar sem parar, sob pena de serem executados se desacelerarem demais.
Isso já sugere uma crítica forte ao espetáculo da violência, ao autoritarismo e à exploração de sofrimento para manter controle social.
Normalmente obras de livros sofrem muito com a falta de espaço para colocar tanto detalhe que exista no livro, a exemplo de It a coisa, o livro é duas, três vezes maior em história do que é apresentado em filme e isso é super aceito afinal estamos vendo um filme não tem como representar um livro de forma integra.
E o porquê estou falando isso é que aqui sobra tempo para explorar a história do livro pois é algo monótono que não tem muito oque mostrar, jovens caminhando por horas sem parar, o filme não explica absolutamente nada sobre o jogo ( havia espaço para incluir isso ), o filme diz que é televisionado para todo o país como se fosse uma competição de fato ( podia ter usado isso para criar um arco da mãe do protagonista acompanhando a jornada pela televisão ou rádio, sofrendo, etc mas isso naõ foi explorado ), entendem o que quero dizer ? poderiam ter usado mais histórias mais arcos para preencher o filme.
Gostei dos personagens, todos são carismáticos, você torce por eles, engraçado como homem tem facilidade imensa em criar amizades mesmo perante o caos, amizades fortes ( como o final do filme mostra, onde um sacrifica pelo outro e esse ganhador se sacrifica para realizar o desejo do protagonista ).
Gostei também como filme responde perguntas óbvias como " Como eles cagam ? Como mijam ? " "Como eles dormem ? " achei bacana essas explicações.
Filme ok, assista andando na esteira pra se sentir bem imersivo, recomendo.
Filme fraco, mesmo com bons recursos como câmera de qualidade, os personagens são detestáveis e não criam nenhuma empatia, perece que as falas foram escritas por adolescentes, um filme que quer falar sobre amizade de pessoas que se conheceram a 24 horas, o personagem principal foi muito mal escolhido , resumindo se esse filme tivesse sido dirigido por mãos competentes poderia ter sido bom
A longa marcha: caminhe ou morra é um filmes de terror que contou com a direção de Francis Lawrence e roteiro de JT Mollner (baseado em romance de Stephen King). Na trama, acompanhamos o jovem Garraty (Cooper Hoffman) que decide participar de uma competição anual na qual deve caminhar junto com outros jovens. Quem sair da pista ou ir muito devagar morre. Apenas um último vence e não há linha de chegada. Acompanhados por uma escolta militar liderada pelo major (Mark Hamill), Garraty passa a conhecer alguns dos competidores e começa a fazer amizades. O filme é baseado no primeiro romance de King e sua ideia foi baseada na coragem e união do povo Vietnã em meio a guerra. Tentado se aproximar da obra literária, o roteiro buscou abraçar mais os longos diálogos e interações entre os personagens. Deixando as cenas de mortes mais desfocadas na maioria dos casos. A escolha de um bom elenco jovem e da dupla de protagonistas fizeram total diferença. Os personagens secundários tbm foram bem desenvolvidos e os clichês entre cada um deles até que funcionaram bem. O grande problema do filme é sua adaptação para os motivos em que levaram os jovens a entrar na marcha e da marchar existir em si. Motivos muito simplificados ao ser comparado com a obra original. E pareceu bem vazio. Para tentar compensar, o roteiro busca flashbacks para explicar uma coisa ou outra, que chega até a melhorar, mas ainda sim pouco convivente. Os momentos finais em que vai ficando os personagens com quem mais vamos gostando é chegado e a tensão vai aumentando. O final (assim como no livro) é ambiguo, pois é fechado de uma forma simbólica.
Um roteiro simples, com uma fotografia impecável, e é claro apenas um resumo da obra grandiosa de King, porém com todos os méritos de um filme que incomoda, feito para mentes pensantes, feito para quem marcha.
Caso você continue navegando no AdoroCinema, você aceita o uso de cookies. Este site usa cookies para assegurar a performance de nossos serviços.
Leia nossa política de privacidade