A história de um dos maiores golpistas dos EUA contada em forma de comédia. Por quê? Existiam vários estilos possíveis de filme pra contar essa história. Em vários momentos eu senti que a única “graça” que quiseram passar era rir da vivência e da maneira não masculina dos personagens. Existe uma grande diferença entre rir com gays e rir dos gays e o que o filme faz é isso, deboxar dos personagens. O filme acabou estereotipando os personagens pra virarem piada em situações vexatórias. Com uma história tão absurda e interessante na mão, dava pra ter feito algo muito melhor. Péssimo filme.
obviamente não é o melhor filme do mundo, mas é um ótimo filme pra assitir quando vc não tem o que ver. Uma história que consegue ser engraçada em alguns momentos e muito triste em outros, e eu gosto dela por ser aquele tipo de romance que acaba diferindo da grande maioria dos filmes gays conhecidos que se tratam de homofobia e não saber quem você é, já que neste filme os personagens são cativantes e o telespectador torce pelo relacionamento deles, e gays trambiqueiros é a Representatividade que todo mundo gosta, sem dúvida. é muito legal ver que o filme não fica falando de como é difícil descobrir sua sexualidade e esconder ela, mas sim mostra o que as pessoas fazem por amor
Eu gostei demais, Jim está muito engraçado. O enredo tem uma boa história sim. Lhe prende do incio ao fim. As escapadas dele é algo digno de um gênio, o melhor de tudo é que ele é real
Esse filme é muito da hora. Ri demais, as fugas da cadeia são surreais, algo que não dá pra imaginar que é possível, mas ele consegue sim. E viva ao amor
Eu simplesmente amei. É muito engraçado. Acontece coisas que vc nem imagina, as armações dele são demais, as maneiras de como ele foge da cadeia é algo impressionante. Recomendo
Filminho fraco, de péssimo gosto, roteiro ruim, péssimas atuações, enfim nem percam tempo, pois apesar da história ser baseada em fatos reais e interessante não funcionou no filme.
Um filme com estilo episódico (fade out em vários momentos), narração em off de um protagonista que supostamente está morto (acho que já pensaram nisso antes…) e invencionices demasiadas com a câmera, muitas vezes na mão. Apesar de ter tudo para dar errado, O Golpista do Ano apresenta Jim Carrey, Ewan McGregor e até Rodrigo Santoro em personagens que acompanham as personas dos atores, mas desafiam a realidade dos eventos (sim, o filme é baseado em alguns fatos em torno da figura de Phillip Morris).
Achei um mal aproveitamento de uma boa ideia. Transformaram uma história real e interessantíssima de um famoso golpista em um romance gay. Nenhum problema em relação à homossexualidade do protagonista, mas ser gay é algo tão normal nos dias de hoje que poderiam ter aproveitado muito melhor as minúcias das picaretagens que Steven fazia e transformar o filme em algo do gênero "Prenda-me se for capaz". Mas, sobretudo no final, o filme passa "correndo" pelos golpes do Steven e força a barra em desnecessárias cenas gays. Não gostei. Além do que o título usado no Brasil vende gato por lebre.
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