Fúria de Titãs
Média
3,8
2690 notas

74 Críticas do usuário

5
4 críticas
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cinetenisverde
cinetenisverde

29.473 seguidores 1.122 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 14 de janeiro de 2017
Fúria de Titãs busca ser uma super-produção sobre deuses e humanos, mas falha miseravelmente em sua abordagem 3D, especialmente em suas transições, onde um bebê no barco parece distorcido ou a aparência de Hades quando este aparece entre os humanos.

Com uma introdução um tanto rápida do protagonista, talvez deixando pouco espaço para criação da empatia ou até da criação desse personagem, logo parte-se para as lutas, mas que quase nunca emplacam, tendo como muleta a sua forçada trilha sonora que não conta muito com criatividade. Mesmo nas sequências onde o remake deveria se sair melhor que o original datado, como a luta com o escorpião gigante, temos uma dessincronia entre as cenas próximas de suas garras (rápido) e as cenas em que os personagens sobem em cima dele (lento), mesmo que esse ritmo de encaixe com a trilha sonora (que tem um raro bom momento). Outra falha notável é o fato do cenário ser 3D, mas o escorpião parecer em muitas ocasiões “fora” do quadro, como um efeito de projeção no fundo do cenário. Lembrou um Duna 3D (se esta tivesse sido feita com o uso da tecnologia). E, por fim, não há tensão, mesmo se tratando de uma luta mortal com um escorpião gigante, o que é um problema mais grave ainda, pois é disso que a aventura depende para engrenar. Como prêmio de consolação, o efeito visual das bruxas, do barqueiro e da Medusa são muito bem conduzidos, assim como as cenas de ação relacionadas com esses personagens.
Ricardo L.
Ricardo L.

63.294 seguidores 3.227 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 22 de janeiro de 2018
Um filme que a critica odeia, mas para mim é bom, sei que tem vários erros, mas na visão metafórica dos Deuses gregos é bom, atuações realmente são ruim, efeitos também , mas o roteiro é bom e nos prende na frente da tv!
Luis R.
Luis R.

24.054 seguidores 759 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 7 de agosto de 2016
Filme consegue entreter sem muito comprometimento,tem boas cenas de ação,com destaque para a luta contra medusa,os efeitos especiais são caprichados e bem feitos.
Ronaldo M
Ronaldo M

24 seguidores 36 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 31 de maio de 2016
A Sétima Arte nos transporta mais uma vez para o mundo da fantasia. Uma boa oportunidade para conhecer um pouco da Mitologia Grega.

ZEUS - Deus dos Céus (Liam Neeson) (pai dos Deuzes e dos Homens), POSEIDON - Deus dos Mares e HADES - Deus do submundo (Ralph Fiennes), destruiram seus pais TITÃS, com a ajuda de KRAKEN, um monstro nascido da carne do próprio HEDES. ZEUS criou os humanos, os quais através da fé, davam os Deuzes Poder.

PERSEU (Sam Worthington) filho mortal de ZEUS, com a juda de seus amigos e de sua protetora, Io (Gemma Arterton) e ainda seu lindíssimo cavalo alado PÉGASO, vai enfrentar os Deuzes e mostros: escorpiões gigantes, seres horripilantes alados e MEDUZA e o próprio KRAKEN, para salvar ARGOS (cidade grega) e a belíssima ANDRÔMENDA (Alexa Davalos), cuja sua beleza é comparada a AFRODITE - Deuza do Armor.

Aventura e ação, porém sem exageros, com boas dosagens de efeitos especiais propiciam ao espectador um bom entreterimento.

Confira aí!
Sidney  M.
Sidney M.

29.816 seguidores 1.082 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 24 de fevereiro de 2014
Esperava sim algo mais empolgante, mas não é de todo ruim.
Luis A.
Luis A.

6 seguidores 18 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 23 de maio de 2014
Não é o Melhor nem o Pior filme. A história ficou muito boa para um filme de aventura, mas o que o diretor deixou a desejar, foi na parte da AÇÃO, esperava mais cenas, mais monstros, houve poucos e os poucos que tiveram, as cenas foram curtas, mas no geral, é um bom filme, dá para assistir numa boa. Também faltou mais atores conhecidos não gostei desse San Worthington, deveria ser outro!
Neto S.
Neto S.

30.587 seguidores 773 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 5 de dezembro de 2013
Bom Filme , Boas Cenas de Açao , Boas Atuaçoes , Efeitos Bons Bem Perseu (Sam Worthington) descobre que é o filho mortal de Zeus (Liam Neeson), mas recusa-se a aceitar tal condição. Contudo, para salvar a cidade de Argos da fúria dos deuses do olimpo e da vingança de seu tio Hades (Ralph Fiennes), ele vai ter que enfrentar uma perigosa jornada contra terríveis criaturas como a Medusa para salvar os simples mortais e a bela Andrômeda (Alexa Davalos) do sacrifício para o monstro Kraken. Nota 8.5
Thiago Petherson
Thiago Petherson

168 seguidores 259 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 23 de setembro de 2013
Valeu, pois fui assistir a esse filme com uma menina que eu não ficava a anos. Fiquei com ela novamente, assistindo a esse filme. No dia dos namorados ou algo assim. Valeu muito a pena *-*
Jhonathan C.
Jhonathan C.

3.325 seguidores 415 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 16 de julho de 2013
É um grandioso filme. Tem ótimo efeitos especiais e consegue agradar bastante. Seus defeitos pode-se perceber através do roteiro mal colocado e pela infidelidade à história. Mas ainda assim Fúria de Titãs consegue impressionar não só pela "nova história" montada, mas sim pelos belos gráficos dos personagens, como o Kraken e a Medusa. Aliás quando Perseu corta a cabeça de Medusa, deu pra se lembrar um pouco de Percy Jackson - O Ladrão de Raios, não é? É um bom filme, mas não se deve botar muitas expectativas.
Leandro A.
Leandro A.

21 seguidores 65 críticas Seguir usuário

1,5
Enviada em 6 de julho de 2013
Personagens mal-desenvolvidos e atuações ruins estragam o que poderia ter sido um novo clássico

Aguardado com ansiedade pelos fãs do original, verdadeiro clássico da "Sessão da Tarde", o novo Fúria de Titãs (Clash of the Titans, 2010) fica devendo àqueles que exigem de seus filmes de ação algo mais que cortes rápidos e lutas vertiginosas.

O épico pega do longa de 1981 apenas a história básica: um embate entre deuses, liderados pelo todo-poderoso Zeus (Liam Neeson), e sua maior criação, os humanos - de quem passaram a depender através de orações. A maior cidade dos mortais, Argos, é colocada em xeque pelas divindades quando exigem seu tributo de fé: o sacrifício da bela princesa Andrômeda (Alexa Davalos). Do contrário, o lugar será devastado pelo pesadelo monstruoso e colossal chamado Kraken. Em seu caminho já apenas um semideus relutante: Perseu (Sam Worthington).

O Fúria de Titãs (Clash of the Titans, 1981) produzido por Ray Harryhausen, além de um clássico das matinês - ao lado dos filmes de Simbad e Jasão -, é de certa maneira uma produção corajosa. Na época de sua execução, afinal, George Lucas já havia revolucionado os efeitos especiais com Star Wars - e o animador, expoente máximo da stop-motion, escolheu desenvolver a aventura mitológica grega apenas com as ferramentas que dominava. O resultado é um universo riquíssimo e duradouro. Não há quem tenha visto o filme em sua infância que não se recorde da corujinha dourada de Atena ou da maneira como Perseu decapitou a Medusa.

Visualmente, o novo Fúria de Titãs, de Louis Leterrier, pode até eventualmente vir a desfrutar de destino semelhante. As imagens, criadas com computação gráfica e cenários grandiosos, são empolgantes. Criaturas fabulosas como harpias e escorpiões gigantes fazem o abre-alas para o maior monstro já visto nas telonas, o Kraken. Todas têm peso e presença, as batalhas contra elas são frenéticas e bem coreografadas e equilibradas com um alívio cômico aqui e ali. Enfim, a receita do sucesso dos filmes recentes de aventura.

No entanto, o longa padece de problemas sérios de roteiro (o original também, mas eram tempos muito mais simples para o cinema de ação). Apesar de não se apressar em jogar Perseu e seu bando na busca pela única arma conhecida capaz de fazer frente ao Kraken, nenhum personagem é suficientemente desenvolvido. Dessa forma, como todo o texto se apoia sobre a ideia de sacrifício, fica difícil lamentar o destino de Andrômeda, afinal, ela teve apenas uma cena para ser apresentada. "Matem-na e salvem Argos de uma vez..." é a impressão que predomina.

Os novos personagens criados para o filme são igualmente dispensáveis. Tentando dar ao gênero alguma novidade e mulheres fortes, os roteiristas deslocam o interesse romântico de Perseu para Io (Gemma Arterton), humana amaldiçoada com a imortalidade, que age como guia do guerreiro em sua jornada. Io surge sem aviso, convence Perseu de sua divindade rapidamente e é aceita pelo grupo sem questionamentos. Um bando, vale lembrar, liderado pelo imponente Draco (Mads Mikkelsen), alguém que a história já havia mostrado ser um sujeito absolutamente desconfiado de estranhos.

Não ajuda também o fato do elenco inteiro estar péssimo. Worthington tem aqui seu pior papel desde que despontou em Exterminador do Futuro: A Salvação. Careteiro, insosso... só consegue empolgar quando brada frases de efeito, como "não olhem nos olhos da vadia". Ele é acompanhado em sua mediocridade por Arterton (olhos lacrimejantes o tempo todo) e todos os demais. Aos sempre competentes Neeson e Ralph Fiennes (Hades) resta um ou outro diálogo caricato e a certeza que Leterrier não fez o menor esforço em fazê-los trabalhar como sabem. E melhor nem falar do pobre Danny Huston, que aparece 10 segundos em cena como Poseidon...

Fúria de Titãs, claro, não poderia ser um filme de ação dos anos 2010 se não empregasse a tecnologia do 3-D estereoscópico, tendência dos últimos anos tornada obrigatória depois que Avatar (também com Worthington) mobilizou o planeta. Mas a decisão chegou tarde demais, quase no final da pós-produção (o filme foi até adiado em um mês por causa disso)... convertido na montagem, o filme é talvez o pior a empregar essa tecnologia. A profundidade funciona nas cenas rápidas, na ação, quando harpias voam na direção da plateia ou quando os tentáculos do Kraken se esticam na direção do rosto do espectador. Mas nas sequências de diálogos, no campo e contracampo, com o quadro mais estático, chegam a tirar a atenção do que os personagens estão dizendo. É tão ruim que em várias dessas cenas as cabeças dos atores parecem cortadas, como se o rosto estivesse em um plano e a parte de trás do cabelo em outro, unidos por um a membrana de cabelo. Bizarríssimo. Isso também acontece em planos médios, quando o rosto e peito estão na mesma linha e o pescoço parece muito mais fundo do que deveria. A estranheza é constante quando a câmera se acalma. Prefira a versão em 2-D.

Com ótimos valores de produção e com personagens instigantes, o novo Fúria de Titãs poderia ser um clássico instantâneo. Mas o descaso de Leterrier com a direção de atores e o roteiro fraquíssimo reduziram o filme a uma bela sucessão de quebra-paus. Ao menos isso o diretor sabe fazer com estilo, justificando o ingresso para alguns. De qualquer maneira, fica o lamento pelo que esse embate de figura mitológicas poderia ter sido.
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