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Lohan Galvao de Oliveira
2 críticas
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5,0
Enviada em 26 de junho de 2026
1-Tema central: O mundo estava acabando na poluição global. Entretanto a empresa PnL estava procurando vida vegetal por anos. Eles estavam navegando na via láctea e não sabiam o que era o planeta Terra e mandavam robôs. Ela achou e foi em busca da nave. 2- Os personagens mostram o comportamento humano em relação a natureza. O comandante da nave e a . são alheios a degradação ambiental, ou assim pensava o Capitão que estava desinformado sobre o assunto. A . sabendo dos problemas ambientais, escolheu escondê-los da humanidade na nave e de seu capitão por ter recebido uma ordem quando saiu da Terra, enquanto o capitã, vítima da ignorância, assim que soube das dificuldades e belezas da natureza, fez o que pode para a volta da humanidade para a terra. 3- Todos gostaram do filme. Na minha opinião, o filme retrata a poluição e as consequências da mesma para a terra no futuro. O filme faz pensar em todos os possíveis problemas que a humanidade pode e deve enfrentar se não frear o aquecimento global e reduzir o consumo.
Obrigado pela leitura.
Crítica feita pelo grupo Wall-E, da eletiva Cine Debate, no CEEFMTI Maria Penedo, Cariacica - ES.
D. R da S. E. G. A de S. G de S. S. L. F. S. V. L. V. da S. N. N. da S. M. V. M. de J. N. Y. G. V da S.
Sinopse: Após entulhar a Terra de lixo e poluir a atmosfera com gases tóxicos, a humanidade deixou o planeta e passou a viver em uma gigantesca nave. O plano era que o retiro durasse alguns poucos anos, com robôs sendo deixados para limpar o planeta. WALL-E é o último destes robôs, e sua vida consiste em compactar o lixo existente no planeta. Até que um dia surge repentinamente uma nave, que traz um novo e moderno robô: Eva. A princípio curioso, WALL-E se apaixona e resolve segui-la por toda a galáxia.
Crítica: "WALL-E" é uma obra da animação que vai além da simplicidade de um filme infantil. Dirigido por Andrew Stanton, o filme apresenta uma narrativa envolvente que mescla romance e ficção científica, tudo isso em um futuro distópico onde a humanidade deixou a Terra em um estado de abandono. No cerne da história está WALL-E, um robô com uma singularidade que transcende suas funções programadas—sua curiosidade e capacidade de amar.
O filme se destaca pela sua abordagem visual. Desde as sequências iniciais, onde a comunicação é quase silenciosa, somos levados a apreciar a expressão e a linguagem corporal de WALL-E. Essa escolha de narrar uma história com tão poucos diálogos é corajosa e muito eficaz, permitindo que o público se conecte emocionalmente com o personagem principal sem palavras.
Além disso, "WALL-E" não é apenas uma história de amor robótico; é uma crítica social contundente sobre o consumismo desenfreado e a degradação ambiental. O cenário da Terra, coberta de lixo e devastada, serve como um poderoso lembrete das consequências de nossas ações coletivas. A maneira como o filme aborda temas complexos como a obesidade e o estilo de vida sedentário da humanidade futurista é sutil, mas impactante.
A trilha sonora de Thomas Newman é outro ponto alto, complementando as emoções já expressadas através das imagens. Os sons robóticos e a música delicada criam uma atmosfera mágica que realça os momentos de descoberta e conexão entre WALL-E e EVE.
A animação é impressionante, com detalhes meticulosos que trazem vida a um mundo futurista. A Pixar, mais uma vez, prova sua habilidade em criar personagens memoráveis e mundos cativantes que não apenas entretêm, mas também incitam reflexão.
Embora seja um filme voltado para o público jovem, "WALL-E" ressoa com espectadores de todas as idades, provando que histórias bem contadas podem transcender gerações e provocar conversas relevantes sobre nosso futuro. Em resumo, "WALL-E" é um triunfo da animação que combina entretenimento e mensagem de maneira sublime. É uma obra que continua a inspirar e fazer refletir, mesmo anos após seu lançamento.
O filme apesar de ser de 2008, tem um enredo emocionante e impactante. A Disney e Pixar mandaram muito bem, por isso ganharam o Oscar. Os personagens me emocionaram tanto, que já assisti 12 vezes. Cada característica me surpreendeu. Super recomendo!
Wall-E (2008) é um filme que eu daria nota 4/5. Ele é um exemplo perfeito de como a Pixar consegue criar uma obra que mistura profunda mensagem social com uma animação visualmente impressionante, mas que, ao mesmo tempo, tem um ritmo que pode ser um pouco entediante para quem não está tão disposto a mergulhar no seu estilo mais contemplativo.
O filme tem uma premissa maravilhosa: Wall-E, um robô que sobrevive na Terra após a humanidade ter deixado o planeta devido à poluição extrema e ao abandono. Ele passa seus dias sozinho, realizando tarefas de limpeza, e se apaixona por uma nave chamada Eve. Embora a trama seja simples, a maneira como é desenvolvida, com pouca fala e muita ação visual, é algo que realmente se destaca. Não é um filme que aposta em diálogos rápidos ou cenas frenéticas, mas sim em uma narrativa mais lenta e visual, o que pode ser tanto encantador quanto cansativo, dependendo do espectador.
A parte mais impressionante de Wall-E é, sem dúvida, a sua animação e o design do mundo pós-apocalíptico. A Terra está coberta de lixo e devastada, mas a maneira como a Pixar consegue transmitir uma sensação de desolação e solidão sem usar muitas palavras é genial. A interação de Wall-E com os objetos e os pequenos momentos de descoberta de novos itens fazem com que você se conecte com ele de forma única. Mesmo sendo um robô, você sente a solidão e a esperança em seus olhos, o que é uma grande conquista para um personagem tão simples.
Além disso, Wall-E transmite uma crítica muito relevante sobre o consumismo, o impacto humano no planeta e a busca por um propósito, mas faz isso de uma forma bastante sutil. O filme é repleto de mensagens sobre como a humanidade perdeu seu contato com o ambiente e com a verdadeira conexão emocional, o que é abordado de maneira muito bonita e reflexiva.
O problema para mim está no ritmo do filme, especialmente nos primeiros 40 minutos, onde praticamente não há diálogos. Para quem espera uma experiência mais animada e ágil, essa parte pode se arrastar um pouco, tornando o filme menos envolvente. Embora essa escolha narrativa seja uma das qualidades de Wall-E para muitos, para outros pode parecer excessivamente lento e, às vezes, um pouco entediante.
A segunda metade do filme, quando Wall-E e Eve se aventuram no espaço e conhecem a estação espacial onde os humanos vivem, traz mais ação e dinamismo, o que melhora o ritmo e torna o filme mais envolvente. O desenvolvimento do relacionamento entre Wall-E e Eve é fofo e emocionante, com momentos genuinamente bonitos.
Em resumo, Wall-E é um filme visualmente deslumbrante e com uma mensagem poderosa, mas o ritmo pode ser um desafio para quem busca uma experiência mais ágil. É lindo de assistir e tem um toque emocional e filosófico, mas definitivamente requer paciência e disposição para abraçar seu estilo mais lento.
Filme maravilhoso. A Disney/Pixar acertou completamente, é uma pena não haver continuação, mas o filme em si é o melhor que já vi. Recomendo, ótima animação.
eu achei meio bizarro, principalmente quando a moça percebe o mundo que tem na frente depois de quebrar a cadeira e vê todos agindo como zumbis. a relação da Eva e do wall-e é linda
Um excelente filme de ficção científica da Pixar. O filme conta a história de um robozinho solitário que coleta lixo de uma Terra situada em 2700, após a atmosfera ser poluída por gases tóxicos, causadas pelo homem, até que tudo muda quando ele conhece Eva. Um excelente filme, um dos meus favoritos da Pixar e com um final muito emocionante.
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