Interestelar
Média
4,6
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791 Críticas do usuário

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Guilherme C.
Guilherme C.

21 seguidores 1 crítica Seguir usuário

3,0
Enviada em 10 de novembro de 2014
O filme é bom, a história é boa. Mas é muito complicado pra entender.
Ricardo M.
Ricardo M.

1 seguidor 14 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 10 de novembro de 2014
Interestelar é baseado em teorias científicas, portanto um sci-fi, tudo que um físico imagina que seja um Buraco negro Nolan e Kip Thorne conseguiram colocar na prática, é uma experiência o filme para nós seres comuns. Agora se eu dissesse que ele é o melhor filme do ano como sci-fi não não, mas quando assistir , tente comentar com alguém sobre o filme e veja o que irá sair, apesar de algumas cenas serem muito forçadas, você perceberá que você falará muito bem do filme. Eu tentei falar mal do filme mas a experiência visual e sonora do filme nos transporta para além dos sentidos humanos.
Anderson S.
Anderson S.

5 seguidores 1 crítica Seguir usuário

3,5
Enviada em 10 de novembro de 2014
Filme bem produzido e, apesar do Christopher Nolan ter viajado na história, gostei da conclusão do filme.
Alexandre
Alexandre

1 crítica Seguir usuário

3,0
Enviada em 9 de novembro de 2014
Muito extenso, dramático e fantasioso. Poderia ser melhor.
Fabio X.
Fabio X.

5 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 7 de novembro de 2014
Um bom filme do gênero focando um futuro sombrio (mae culpa) á procura de um novo lar e de um "Admirável Mundo Novo" deixando para trás a escória e o lixo.
Tiago A.
Tiago A.

7 seguidores 3 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 7 de novembro de 2014
Bom filme para quem gosta de ciência mas se torna previsível em algumas partes.
Tarcísio José M.
Tarcísio José M.

14 seguidores 2 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 7 de novembro de 2014
Assim como Batman Begins (do próprio Nolan) e Millennium (do David Fincher) Interestelar é um filme que tinha tudo para ser perfeito, mas apenas chega perto de ir além do que nós esperávamos e, por um erro tenso, morre na proposta que encaliça as mentes de alguns cineastas e que, nesse caso, em alguns momentos, chega a estragar o que poderia ter ido até mesmo além da perfeição: a obsessão pela explicação ao espectador e por fazer o que é moralmente correto no lugar do que é logicamente certo.
Visualmente perfeito, com um roteiro cujo centro é (quase) sempre bem definido, cheio de complexas questões e ideias inteligentes, a ficção de quase três horas de duração é contemplativa, mas não meramente contemplativa. O virtuosismo técnico do Nolan é impressionante. A montagem é muito incrível (mesmo que, para mim, não se iguale à perfeição que foi a montagem de Inception). As atuações estão dentro daquilo que se espera de uma gama tão fantástica de atores. O filme ainda questiona a relação do ser humano com a ciência, provoca reflexões, cria questionamentos e inflama debate acerca de coisas menos sólidas, como fé, amor, esperança, etc.. A ambientação muito “pé no chão” prima por um realismo fantástico que só o Nolan sabe construir de maneira efetiva. Há, no filme, tudo o que se pode esperar de uma ficção científica das boas e muito mais, e é justamente nesse “muito mais” que o filme derrapa quase que feio.
Estamos diante de um espetáculo visual impecável, onde as imagens, diálogos, situações falam tudo, então, para que tanta explicação? Outra coisa que acontece no filme e que irrita é o surgimento de tantos questionamentos que o próprio roteiro não pretende responder, deixando, em alguns pontos, a sensação de vazio, de furos imensos num roteiro tão promissor. Não fosse por esses dois pontos, o filme seria uma perfeição de primeiro grau, mesmo com uma escolha que me fez querer xingar o diretor: está claro que Interestelar, apesar de crítico, inteligente, complexo e, em certos pontos, filosófico, escolhe o coração (vide a emoção) como finalização do clímax e não a razão (vide o mais lógico), que deveria ser optada para o fechamento perfeito de um espetáculo visual tão bem preparado. Temos, então, um final correto, aceitável nos padrões “morais”, mas péssimo para o que vinha sendo narrado, perdendo a coerência narrativa.
Bem, mediano, sim, o filme é, mas se todo filme mediano for como ele, que se continuem fazendo coisas assim. Lógico que, para o patamar do diretor (com ou sem endeusamento), fica a sensação de decepção, mas nunca de diminuição de seu talento. Há muita coisa aqui em Interestelar que temos de levar em conta: a primeira é que Christopher Nolan faz aquilo que todo o cineasta faz, que é simplesmente errar a mão em alguma coisa — nesse caso, justamente no roteiro; a segunda é que é impossível não concordar com a crítica estadunidense que diz que Interestelar, mesmo com a queda no nível do roteiro, firma Nolan como um dos melhores diretores de sua geração, justamente por ser uma ficção cheia de homenagens à odisseia espacial do Kubrick e por ser um filme feito para contemplação sem se limitar apenas a ela, indicando que o cinema visual pode fazer algo dotado de ideias, mesmo que, no caso do Nolan, essas ideias pudessem ter sido mais bem estruturadas; a terceira é que, assim como Inception, Interestelar é uma obra feita com/por paixão pelo diretor, sem preocupação alguma de manter um padrão, ficando evidente que o próprio espetáculo de duas horas e cinquenta minutos é para o diretor o que peças de lego são para quem é habilidoso em montá-las.
Numa nota de 0,0 a 10,0, daria 7,0 com o coração partido.
Antonio B.
Antonio B.

13 seguidores 1 crítica Seguir usuário

3,5
Enviada em 7 de novembro de 2014
Finalmente um dos filmes mais esperados do ano chega, Interestelar o novo filme de Nolan traz uma experiência cinematográfica poucas vezes vistas nos cinemas.
Quem conhece o trabalho de Nolan sabe, que esse diretor adora tratar de temas desafiantes em seus filmes, temas complexos que precisam de estudos árduos do diretor antes de serem passados para o espectador, e em Interestelar isso não é diferente, nos deparamos ao longo do filme com várias teorias complexas sobre o universo, suas dimensões, viagens no tempo, teoria da relatividade entre outros. Mas o grande problema é que essas teorias teorias são plausíveis até o fim do segundo ato, e quando chega o momento que essas teorias usadas durante os dois primeiros atos do filme devem ser usadas para resolver os problemas apresentados até ali, acabam não fazendo sentido algum é entram em fantasias criadas pelo diretor, percebendo-se claramente uma falta de conhecimento do diretor e roteirista Christopher Nolan sobre os assuntos técnicos que o filme relata durante suas quase três horas de duração, o que acaba fazendo com que o espectador olhe aquilo que está sendo apresentado na tela e fique perdido . Mas o que salva o filme e o faz uma grande experiência que não pode ser deixada de lado por amantes do cinema são as magníficas imagens com que nos deparamos ao longo do filme e principalmente as questões humanas como amor, esperança e saudade que são tratados de forma magnífica e emocionante no filme graças também ao seu ótimo elenco com destaque mais uma vez para esse ótimo ator Matthew Mcconaughey que por exemplo na cena em que spoiler: vê as mensagens de seus filhos já crescidos mandadas para ele, se emociona de uma forma linda levando o espectador a se emocionar juntamente a ele nos trazendo uma das melhores cenas do filme
.
Portanto Interestelar é um filme acima da média que nos traz grandes momentos de emoção e beleza mas que se confunde no meio de suas próprias teorias e nos traz um final contraditório, mas mesmo assim merece ser visto.
puaba
puaba

6 seguidores 14 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 7 de novembro de 2014
O mais novo trabalho do grande diretor Christopher Nolan conta com os tropeços de “O Cavaleiro das Trevas Ressurge”, lembra o bom estilo de narrativa de Nolan, mas por procurar alternar o tom do filme entre o dramático-sentimental e o racional-crível, desliza por não desenvolver nem um dos dois bem.
O destaque vai para Cooper, que é um dos poucos personagens complexos ao longo do filme e que conta com uma atuação memorável de Matthew McConaughey. As sequências que envolvem Cooper com a filha Murph são realmente carregadas de muita emoção.
Seguidamente Nolan invoca uma das suas marcas na carreira de diretor, que é o bom uso da montagem paralela, executada pelo talentoso Lee Smith, evocando as sensações de urgência e importância ao que narra. Em dados momentos, devido às teorias envolvidas e à quantidade de explicações dadas no filme em forma de diálogos expositivos, Nolan procura evocar a nossa atenção e preocupação através da trilha e da montagem.
Pois, quando o longa caminha para a sua conclusão, temos alguns momentos que destoam do que vinha sendo mostrado. A maneira como o filme trata de sentimentos e os usa em benefício da narrativa é um ponto fraco. Uma dada revelação ao final do longa sobre as verdadeiras intensões de determinado personagem, a meu ver, contribuem para enfraquece-lo e acaba dando um novo rumo à narrativa, para poder a partir daí caminhar para a sua conclusão. A presença de um novo personagem na trama (outro interessante personagem complexo e multifacetado), que me surpreendeu até pelo intérprete, contribui para essa mudança de rumo, um verdadeiro atalho que o roteiro encontrou para, aí sim, convergir na explicação final de tudo que se apresentara.
Chegamos no ponto fraco do filme. Literalmente utilizar a física quântica para justificar o que ocorre no final do longa, mesmo que elementos já tenham sido inseridos no início da narrativa para que passam fechar com a conclusão, é uma liberdade que não me soou muito coesa.
Interstellar é uma rica experiência mal sucedida, recheada de boas ideias, mas que faltaram ser mais bem selecionadas. Enfim, um longa que tropeça na própria ambição.
Kilder
Kilder

4 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 7 de novembro de 2014
Um filme que começa lento sem demonstrar para que veio. com o passar das cenas do início, mostra para que veio. Ótima trilha sonora é razoável nos efeitos especiais.
Tem algo de cult no ar. O protagonista, tem ótima interpretacao.
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