História um pouco lenta, com ótima interpretação de Matthew McConaughey. Vai bem, com ótimos efeitos visuais e música marcante de Hans Zimmer, até 3/4 do filme. Depois, há uma queda vertiginosa no roteiro: para provar que espíritos ("fantasmas") não existem, cria-se um teoria absurda com buraco negro, passeio no tempo (passado, presente) e sobrevivência da matéria, com um desfecho absurdo para a ciência e para a sã consciência. Scooby-Doo, quanto ao ceticismo, tem mais lógica! Enfim, legal, mas absurdo! Mas tem gente que acha ótimo mesmo não tendo entendido quase nada!
Super aula da teoria da relatividade! Quem não gostou é porque não entendeu. Como em "Lucy" ou "Matrix", a ficção está cada vez mais próxima da realidade. Sugiro assistir "Quem Somos Nós?".
Os efeitos especiais são excelentes em quase todo o tempo, porém a parte gráfica do filme deixou a desejar em pequenos momentos. O filme ficou muito confuso em determinados momentos. Eu fui assistir o filme por acaso, eu não tinha visto trailer, não havia ouvido falar nada sobre o filme que eu me recordava. Cheguei pra assistir com a minha sobrinha de 12 anos, na última sessão do cinema, sessão de quase meia noite, sala super cheia. No decorrer do filme, aparentemente parecia ser um filme normal, de fácil entendimento, quando de repente a maioria absoluta da sala do cinema ficou sem entender nada, meio que perdido, resmungando, murmurando.... Reclamando que não estavam entendendo nada. Eu acho que tanto eu, como minha sobrinha, como o restante da sala de cinema, não tinham ido pra assistir um filme daquele porte. No final do filme eu entendi quase que tudo, voltei no cinema outro dia pra entender completamente o filme e constatei que esse é um bom filme.
Obra-prima? É... Acho que não. A primeira aventura de Christopher Nolan a uma propriamente dita ficção cientifica demonstra a qualidade natural do diretor, mas não faz jus, tal como a maioria de sua filmografia, a seu status de gênio. Com um primeiro ato fascinante onde vemos todo a angústia da humanidade em um planeta Terra "morrendo", Nolan nos apresenta um cenário promissor para a construção de um sci-fi memorável com grandes atuações e um já vislumbre do que seria o melhor trabalho de Hans Zimmer, responsável pela trilha sonora durante o filme, em sua carreira. Porém, decepciona. Mesmo estabelecendo todos os temas e questionamentos (como os rumos que a humanidade tomou, os sacrifícios a serem feitos para a não-extinção e, principalmente, o que é o amor em meio ao toda magnitude do Universo) comuns dos sci-fi's mais puros, não há espaço para o espectador na discussão, pois as respostas já estavam formuladas. Rumo a rumo tomados pela trama são meticulosamente explicados na narrativa, não cabendo a quem assiste desafio, reflexão ou interpretações, limitando a experiencia cinematográfica a sala de cinema. Ao fim, entende-se que tudo é uma aplicação de conceitos (não necessariamente científicos), sem o deslumbramento e a grandeza das verdadeiras obra-primas do gênero.
Que o futuro da humanidade esta em risco ninguém duvida, nem precisa ser uma ficção. O filme começa no mesmo milharal de Sinais. Após muita imaginação cientifica, bastante surreal, mas com um minimo de verossimilhança as questões existenciais ganham relevo. Não sei o que Matt Damon foi fazer no filme e Anne está muito apagada. No fim uma sombra de 2001 uma odisseia no espaço aparece sutilmente.
Barulhento e arrastado. Idéia Muito Boa, porém péssima direção e efeitos pobres. Há momentos que o filme te põe para dormir. Conseguem salvar o filme nos últimos 20 minutos e mesmo assim a sonorização fica insuportável eu e o cinema todo estávamos cobrindo os ouvidos...claro preciso checar em casa depois pra ver se o problema não era da sala 1 do Roxy Copacabana.
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