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Esse filme e uma obra prima.
O Filme é quase perfeito, alguns detalhes deixam a desejar (falarei no final). No filme é tudo muito cronologicamente, matematicamente e fisicamente correto e possível, diante desse fato deixa os telespectadores com a visão sobre a atual realidade e a possível realidade futurística. O roteiro em si não contém nenhum furo, segue tudo em ordem e com seus plots twists , o CGI é de fato perfeito, tanto que é algo usado pela própria NASA. O que deixou a desejar no filme é simplesmente as atuações de certos personagens, que deixam de colocar mais expressões, expectativas e emoções em algumas das cenas, diante disso minha nota é 4.7 (como não dá pra colocar tá ai).
O filme é uma grande mistura de ciência, relações humanas, sentimentos e, principalmente, uma lição de fé em nós mesmos. Nolan mistura nos personagens facetas diferentes de nós próprios, seja quando queremos apagar aquilo que não convêm, ou mesmo tornarmo-nos pessoas diferentes a depender da situação em que vivemos, mesmo que isso signifique recuar a uma posição de teimosia tamanha quanto a cegueira que leva à ignorância.
Mas, mais do que isso, o filme demonstra que cada ser humano pode misturar a frieza e a racionalidade de um cientista com o calor emocional de qualquer um de nós. Assim, a ciência é usada para criar situações e saídas impossíveis de se buscar num filme “não sci-fi”, ao trazer à tela momentos teoricamente intocáveis de uma mesma civilização, que ao fim das contas, tem o tecido rasgado através do olhar da “quinta dimensão”, e assim começam a se comunicar e fazer parte uns dos outros.
Com isso, o filme consegue comprovar sua fé indefectível na própria humanidade, ainda que muitos de nós ainda não se canse de tentar jogarmos para o ceticismo, o revisionismo, e mesmo para o simples egoísmo, não importa quão sábio presumimos ser.
spoiler: Ainda se pode ousar dizer que a coragem, o senso de humor e até a parcial sinceridade de TARS e CASE, e que inclusive causam o espectador certo apego aos robôs, traduzem bem como qualquer um pode ser bem quisto, muito útil, mas ainda assim, dispensável, ainda que muito bem programável. A metáfora é ambiciosa e profunda quando pensamos que isso acontece todos os dias na sociedade, mas que, se não fossem robôs, talvez não aceitassem seu próprio sacrifício, e assim resolvessem lutar por sua própria sobrevivência como lutou Dr. Mann.
spoiler: Ao tocar no ponto do que nos leva à evolução como seres humanos, a película é brilhante a apontar que, ao final, aquele sentimento de Brand ainda no começo da trama que julgamos um mero sinal de desespero e fraqueza é, na verdade, a própria evolução intangível do ser humano: o amor.
Assim, temos uma mensagem belíssima e profunda: que a crença na humanidade não deve morrer, ainda que muitas vezes a resposta não esteja diante de nossos olhos – e esta é, no fim das contas, a razão de não se desistir da jornada – pois sempre se faz possível buscarmos a constante melhora, mesmo que aprendamos com erros passados. Uma bela obra, que deve ser analisada para muito além de sua (muito bem criada) produção e efeitos.
Mas, mais do que isso, o filme demonstra que cada ser humano pode misturar a frieza e a racionalidade de um cientista com o calor emocional de qualquer um de nós. Assim, a ciência é usada para criar situações e saídas impossíveis de se buscar num filme “não sci-fi”, ao trazer à tela momentos teoricamente intocáveis de uma mesma civilização, que ao fim das contas, tem o tecido rasgado através do olhar da “quinta dimensão”, e assim começam a se comunicar e fazer parte uns dos outros.
Com isso, o filme consegue comprovar sua fé indefectível na própria humanidade, ainda que muitos de nós ainda não se canse de tentar jogarmos para o ceticismo, o revisionismo, e mesmo para o simples egoísmo, não importa quão sábio presumimos ser.
spoiler: Ainda se pode ousar dizer que a coragem, o senso de humor e até a parcial sinceridade de TARS e CASE, e que inclusive causam o espectador certo apego aos robôs, traduzem bem como qualquer um pode ser bem quisto, muito útil, mas ainda assim, dispensável, ainda que muito bem programável. A metáfora é ambiciosa e profunda quando pensamos que isso acontece todos os dias na sociedade, mas que, se não fossem robôs, talvez não aceitassem seu próprio sacrifício, e assim resolvessem lutar por sua própria sobrevivência como lutou Dr. Mann.
spoiler: Ao tocar no ponto do que nos leva à evolução como seres humanos, a película é brilhante a apontar que, ao final, aquele sentimento de Brand ainda no começo da trama que julgamos um mero sinal de desespero e fraqueza é, na verdade, a própria evolução intangível do ser humano: o amor.
Assim, temos uma mensagem belíssima e profunda: que a crença na humanidade não deve morrer, ainda que muitas vezes a resposta não esteja diante de nossos olhos – e esta é, no fim das contas, a razão de não se desistir da jornada – pois sempre se faz possível buscarmos a constante melhora, mesmo que aprendamos com erros passados. Uma bela obra, que deve ser analisada para muito além de sua (muito bem criada) produção e efeitos.
Sinopse:
As reservas naturais da Terra estão chegando ao fim e um grupo de astronautas recebe a missão de verificar possíveis planetas para receberem a população mundial, possibilitando a continuação da espécie. Cooper é chamado para liderar o grupo e aceita a missão sabendo que pode nunca mais ver os filhos. Ao lado de Brand, Jenkins e Doyle, ele seguirá em busca de um novo lar.
Crítica:
"Interstelar", dirigido por Christopher Nolan, é uma obra-prima que transcende as barreiras do gênero sci-fi. O filme não apenas desafia as convenções narrativas, mas também oferece uma experiência cinematográfica rica em emoção e profundidade filosófica.
Um dos aspectos mais notáveis de "Interstelar" é a sua abordagem à relação entre amor e ciência. O filme explora como o amor pode ser um fator que transcende o tempo e o espaço, ligando ainda mais o espectador aos personagens. Matthew McConaughey, como Cooper, entrega uma performance poderosa, transmitindo uma gama de emoções que ressoam profundamente. Sua busca por salvar a humanidade e sua filha é tocante e universal, criando um vínculo emocional que torna toda a jornada ainda mais impactante.
Os temas que permeiam a narrativa, como a sustentabilidade da Terra e a necessidade da exploração espacial, são extremamente relevantes no contexto atual. A visão de Nolan sobre o futuro da humanidade é ao mesmo tempo sombria e esperançosa, levando o público a refletir sobre seu papel no mundo e nas gerações futuras.
Visualmente, "Interstelar" é deslumbrante. A cinematografia de Hoyte van Hoytema, combinada com os efeitos visuais inovadores, cria um universo vívido e crível que transporta o espectador para experiências além da imaginação. Cada planeta, cada viagem através do buraco negro, é desenhada com um realismo que fascina e provoca questionamentos sobre o desconhecido.
A trilha sonora de Hans Zimmer complementa a narrativa de forma sublime, proporcionando uma atmosfera emocional que amplifica a tensão e a beleza das cenas. As composições entregam momentos de intensa introspecção e ação, tornando a experiência ainda mais envolvente.
Por fim, "Interstelar" é uma reflexão sobre a condição humana, a busca pelo conhecimento e a luta contra as adversidades. É um filme que não só entretém, mas também instiga conversas profundas sobre o nosso lugar no universo. Com sua narrativa complexa e visuais impressionantes, "Interstelar" se solidifica como um clássico moderno que ficará na memória do público por gerações.
As reservas naturais da Terra estão chegando ao fim e um grupo de astronautas recebe a missão de verificar possíveis planetas para receberem a população mundial, possibilitando a continuação da espécie. Cooper é chamado para liderar o grupo e aceita a missão sabendo que pode nunca mais ver os filhos. Ao lado de Brand, Jenkins e Doyle, ele seguirá em busca de um novo lar.
Crítica:
"Interstelar", dirigido por Christopher Nolan, é uma obra-prima que transcende as barreiras do gênero sci-fi. O filme não apenas desafia as convenções narrativas, mas também oferece uma experiência cinematográfica rica em emoção e profundidade filosófica.
Um dos aspectos mais notáveis de "Interstelar" é a sua abordagem à relação entre amor e ciência. O filme explora como o amor pode ser um fator que transcende o tempo e o espaço, ligando ainda mais o espectador aos personagens. Matthew McConaughey, como Cooper, entrega uma performance poderosa, transmitindo uma gama de emoções que ressoam profundamente. Sua busca por salvar a humanidade e sua filha é tocante e universal, criando um vínculo emocional que torna toda a jornada ainda mais impactante.
Os temas que permeiam a narrativa, como a sustentabilidade da Terra e a necessidade da exploração espacial, são extremamente relevantes no contexto atual. A visão de Nolan sobre o futuro da humanidade é ao mesmo tempo sombria e esperançosa, levando o público a refletir sobre seu papel no mundo e nas gerações futuras.
Visualmente, "Interstelar" é deslumbrante. A cinematografia de Hoyte van Hoytema, combinada com os efeitos visuais inovadores, cria um universo vívido e crível que transporta o espectador para experiências além da imaginação. Cada planeta, cada viagem através do buraco negro, é desenhada com um realismo que fascina e provoca questionamentos sobre o desconhecido.
A trilha sonora de Hans Zimmer complementa a narrativa de forma sublime, proporcionando uma atmosfera emocional que amplifica a tensão e a beleza das cenas. As composições entregam momentos de intensa introspecção e ação, tornando a experiência ainda mais envolvente.
Por fim, "Interstelar" é uma reflexão sobre a condição humana, a busca pelo conhecimento e a luta contra as adversidades. É um filme que não só entretém, mas também instiga conversas profundas sobre o nosso lugar no universo. Com sua narrativa complexa e visuais impressionantes, "Interstelar" se solidifica como um clássico moderno que ficará na memória do público por gerações.
Sim, pra mim um dos filmes mais viciantes de todos os tempos.
Historia sensacional interpretações icônicos.
Um excelente filme!
Historia sensacional interpretações icônicos.
Um excelente filme!
Magnífico. Espetacular. Magistral. Melhor filme de ficção científica já produzido. A magnitude desse filme transcende qualquer coisa já feita na área.
O filme é incrivel, tem uma historia emocionante,complexa,dramtica, eu chorei,eu gritei,xinguei, ele tem um plot twist MUITO bom enfim, e
spoiler:
le vendo a propria filha morrer me pega,
mais eu amei!
mais eu amei!
Apesar de trazer diversas teorias astrofísicas, o que daria um tom mais sério ao filme, ele peca em ser mais um filme de "fada madrinha". No filme colocaram um buraco de minhoca no sistema solar, mas quem colocou? ninguém sabe (foi a fada madrinha) o cara cai num buraco negro quebra todas as regras da física por que? (foi protegido pela fada madrinha). O filme acaba e ninguém sabe quem é a fada madrinha que cuida dos humanos.
melhor filme do século 21! a obra abrange teorias do espaço, cumplicidade, e a realidade de um astronauta.
nota 10
nota 10
sinceramente, o melhor filme que eu já vi. a ideia da quarta dimensão e um pouco vaga, mas relevando isso, e muito bom.
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