Críticas mais úteisCríticas mais recentesPor usuários que mais publicaram críticasPor usuários com mais seguidores
Filtrar por:
Tudo
Diogo Codiceira
24 seguidores
895 críticas
Seguir usuário
4,5
Enviada em 11 de março de 2025
Onde os fracos não têm vez foi dirigido pela dupla de irmãos Joel e Ethan Coen e contou com o roteiro de ambos e de Cormac McCarthy. O filme recebeu 8 indicações ao oscar de 2008: melhor mixagem de som, melhor montagem, melhor edição de som, melhor fotografia, melhor filme, melhor direção melhor roteiro adaptado e melhor ator coadjuvante (Javier Bardem). (vencendo as últimas 4 categorias citadas). O filme conta a história de Llewelyn Moss (Josh Brolin) que encontra vestígio de uma venda de drogas, enquanto caçava e acaba levando todo o dinheiro encontrado. O caçador acaba se transformando em caça, pois além do quartel mexicano atrás dele, tem o xerife Ed tom (Tommy Lee Jones) e um impiedoso assassino Chigurh (Javier Bardem). A direção oferece uma boa sacada para o gênero faroeste, colocando um anti-herói como protagonista. Além disso, caracterizado de uma forma bem atípica. Vale já ressaltar a incrível interpretação de Javier Bardem de um psicopata a sangue frio, fora a sua soberba e sua completa loucura. Um ponto curioso do filme é que nenhum dos seus personagens apresenta uma historicidade. Isto é, não sabemos nem o seu passado e nem seus planos para o futuro. Tornando o tempo no filme um só. Além da paisagem excepcional, o filme oferece uma boa mixagem de som, onde é possível sentir ouvindo a respiração dos personagens e seus passos, gerando um suspense maior. O filme talvez tenha esfriado um pouco no quesito suspense, em seu terceiro ato com a decisão não equivocada, mas fria de matar um dos personagens principais. Parecendo que os diretores simplesmente brincaram com toda as expectativas que criamos em cima deles. Mas a mensagem final do filme é consolidada, e não é tão otimista. Afinal, o mal segue adiante, ele se prevalece e sempre se renova. Os fracos realmente não têm vez nesse terreno duro.
"Onde os Fracos Não Têm Vez", dirigido pelos irmãos Coen, é um marco cinematográfico que redefine os limites do cinema contemporâneo. Vencedor do Oscar de Melhor Filme, esta obra-prima é uma aula de direção, roteiro e interpretação, com uma narrativa implacável que prende o espectador do início ao fim.
A trama, ambientada no árido oeste texano, é uma combinação perfeita de tensão e brutalidade, explorando temas profundos como o acaso, a moralidade e a violência inevitável. A escolha dos Coen por diálogos precisos, longos silêncios e uma trilha sonora quase inexistente cria uma atmosfera opressiva, onde cada cena carrega um peso psicológico esmagador.
Entre os muitos elementos brilhantes do filme, o maior destaque é Javier Bardem no papel de Anton Chigurh. Sua interpretação é, sem exageros, uma das mais assustadoras e fascinantes da história do cinema. Bardem encarna Chigurh com uma frieza e uma imprevisibilidade que transcendem o arquétipo de vilão. Cada palavra, cada gesto e cada olhar de Chigurh são carregados de uma ameaça quase palpável, tornando-o uma figura icônica e aterrorizante.
O corte de cabelo peculiar e o ar de impassibilidade de Bardem, combinados com sua entrega impecável, transformam Chigurh em uma força da natureza — um símbolo do caos e da inevitabilidade da morte. Sua presença domina a tela e deixa uma marca indelével no espectador. Não é à toa que Bardem foi premiado com o Oscar de Melhor Ator Coadjuvante, uma conquista absolutamente merecida.
"Onde os Fracos Não Têm Vez" é um filme que desafia convenções, recusando-se a oferecer respostas fáceis ou finais reconfortantes. É uma obra que recompensa aqueles que apreciam o cinema em sua forma mais pura e artística. A vitória do Oscar de Melhor Filme não foi apenas merecida, foi inevitável — assim como a força implacável que o filme retrata. Um triunfo dos irmãos Coen e um testamento ao talento inesgotável de Javier Bardem.
Filme que tem Fotografia incrível, com ótima atuação dos atores. Retrata uma sociedade disponível a sociopatas e como estes reagem quando seus interesses entram em conflito.
Ótima atuação do elenco de peso, o filme prende o espectador, porém parece que não tiveram tempo de fazer o final do filme e twrmina de forma abrupta e deixando lacunas sem explicação.
O filme em si é muito bom. Atuações, história, efeitos da câmera (os closes em cenas do personagem de Javier Barden são sensacionais), porém o desfecho é bem desagradável. Não há o que se pode chamar de um clímax. O final é decepcionante.
Filme com uma proposta fora do "padrão". Te dá a sensação de realidade, sem trilha sonora nas cenas, o que não deixa o filme ruim, pois cada cena te deixa apreensivo. Você parece esquecer em certo momento que está vendo um filme. Atuações memoráveis e perfeitas! Não é um filme pra qualquer um. Assista com a mente aberta e vai curtir muito!
Filme é um lixo, o principal é a história não importa o ator ter sido excelente se a história é horrível. Filme parado e final não surpreende nem uma criança. Filme bosta demais, perdi meu tempo. Fico pensando como um negócio desse leva Oscar de melhor filme. Essa academia do Oscar tem que ser revisada.
Achei o filme muito ruim, querem dizer que ele é grandioso nos enfiando uma filosofia por trás e a fama dos diretores, mas a únicas coisas boas do filme é a Videografia, o cenário, figurino, os atores são muito bons, porém o enredo é péssimo, começa instigante e super interessante, mas do meio pro final ele se perde completamente, entendo que a intenção dos diretores era não responder tudo e fazer o telespectador pensa e ser instigado, mas corta a parte da história que é a mais esperada e terminar nada com nada, não foi uma boa opção. No início a construção dos personagens é até legal e simplesmente conseguiram destruir tudo, único personagem que não teve alteração em todo o enredo é o assassino. Não veria novamente. (resumo de todos os personagens, prometeram, prometeram e não entregaram nada)
Filme terrível, perda de tempo. Estilo lombra, sem pé, nem cabeça onde o psicopata sempre se dá bem e consegue escapar. Vc espera um desfecho, torce para não ser um desastre e simplesmente o filme acaba
Inacreditavelmente demorei 15 anos pra ver esse filme. Esse filme nasceu como um clássico já. Além da atuação brilhante de Javier Bardem, tem um roteiro consistente(por vezes confuso, o que pra mim é algo comum nos irmãos Coen), e tem todo um clima de grandeza, como um faroeste moderno com personagens épicos, com cenas memoráveis. Um dos melhores filmes que vi recentemente.
Caso você continue navegando no AdoroCinema, você aceita o uso de cookies. Este site usa cookies para assegurar a performance de nossos serviços.
Leia nossa política de privacidade