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Fábio Jerônimo
1 seguidor
8 críticas
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3,0
Enviada em 25 de maio de 2026
Esse filme já foi feito várias vezes.
"Meu Nome é Agneta" é um filme polido onde sua energia está na capacidade de vender uma fantasia de emancipação isenta de responsabilidades. O longa encontra um eco profundo e legítimo no público de mulheres de meia-idade que carregam o peso histórico do apagamento doméstico e do esgotamento relacional. Para essa audiência, a jornada de Agneta funciona como um manifesto de reparação poética, onde o hedonismo e a autoindulgência são elevados ao status de coragem e o direito ao erro é finalmente celebrado. É um filme de conforto eficaz, que utiliza o carisma de seu elenco e a estética solar da Provença para envelopar as dores reais da crise de meia-idade em um comprimido dopaminérgico de fácil digestão.
No entanto, o mérito do entretenimento não anula sua desonestidade intelectual. Ao desligar a câmera no ápice do "Dia 1" da libertaçaõ, o roteiro comete um estelionato logístico e financeiro, omitindo o custo real de manutenção das escolhas da protagonista — como a barreira idiomática, a precarização do trabalho geriátrico e o desgaste jurídico de um divórcio. Para validar a traição e a fuga de Agneta, a narrativa constrói um espantalho moral ao penalizar o pragmatismo e a busca por saúde do marido, Magnus, transformando ordem e disciplina em opressão simbólica. O filme triunfa exatamente por isso: ele oferece um salvo-conduto para o escapismo irresponsável, permitindo que o espectador experimente a catarse da ruptura sem ter que encarar a fatura inevitável que a realidade cobra no dia seguinte.
Um filme necessário pra todas as pessoas que ainda não sabem quem são. Aquelas que não gostam de si mesmas. Aquelas que sonham em dirigir suas próprias escolhas. Um filme maravilhoso sobre a importância de amigos que nos provocam o melhor de nós mesmos.
Adorei! É surpreendente, cativante, envolvente e muito bem protagonizado. Os diálogos são curtos e exatamente certeiros, fala-se exatamente o essencial. Mostra que o que todos procuram e precisam é de amizade, companheirismo, afeto, consideração, carinho, atenção, autenticidade, confraternização, empatia e amor, é claro. C'est lá vie.
Eu assisti o filme porque foi a unica coisa que achei pra comer meu brigadeiro junto, enfim, eu me surpreendei, pq eu chorei, eu dei risada, foi um filme incrível, enfim. Não vou falar muito sobre a história em si do filme, mas eu tenho que falar da relação do senhor com o filho, eu chorei tanto enquanto ele falava dos gatos de porcelana, me doeu mesmo, e quando o Paul apareceu e nao pegou o ônibus, eu abri um sorriso assim tão grande, enfim, filme pft, vou esperar cada um ver o filme e ter sha própria experiência
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