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O que me fez recomendar Meu Nome é Agneta não foi o riso fácil, embora ele exista. Foi a sensação, que ficou comigo depois da sessão, de ter visto na tela uma dor que muita gente carrega sem nome e sem plateia.
Lembro que meu olhar aqui não é o da crítica técnica de cinema ou sobre atuações. Eu olho o que há de humano por trás da história.
Tem gente que some sem sair do lugar. Não por tragédia. Por rotina.
Você faz tudo o que esperavam e um dia percebe que ninguém precisa mais de você do jeito que precisava. Nem o trabalho, nem a casa. A gente aprendeu a chamar isso de fase, de ninho vazio, de maturidade. Talvez exista um nome mais honesto: a gente parou de aparecer para a própria vida.
Agneta, aos 49 anos, faz o que quase ninguém tem coragem de fazer. E o filme não trata isso como tragédia nem como conto de fadas de recomeço. Trata como a coisa lenta que de fato é.
O que mais me tocou é que ela não estava cansada de trabalhar nem de cuidar. Estava cansada de viver em pedaços: um para o escritório, outro para a casa, outro para todo mundo, e nenhum sobrando para ela. O filme não pede que ela vire outra pessoa. Pede que volte a caber inteira. Talvez essa seja a diferença entre reinvenção e reencontro, e o cinema quase sempre escolhe a primeira.
Na análise completa eu sigo a pista que está no próprio título. Por que dizer o próprio nome em voz alta pode ser o gesto mais corajoso de uma vida. A diferença entre o inconformismo que azeda e o que põe a vida em movimento. E a palavra latina que explica por que viver partido cansa tanto.
Recomeçar não é apagar o que você foi. É finalmente caber inteiro no que você é.
A análise completa você encontra no site Humanidade Retratada, na leitura sobre Meu Nome é Agneta.
Lembro que meu olhar aqui não é o da crítica técnica de cinema ou sobre atuações. Eu olho o que há de humano por trás da história.
Tem gente que some sem sair do lugar. Não por tragédia. Por rotina.
Você faz tudo o que esperavam e um dia percebe que ninguém precisa mais de você do jeito que precisava. Nem o trabalho, nem a casa. A gente aprendeu a chamar isso de fase, de ninho vazio, de maturidade. Talvez exista um nome mais honesto: a gente parou de aparecer para a própria vida.
Agneta, aos 49 anos, faz o que quase ninguém tem coragem de fazer. E o filme não trata isso como tragédia nem como conto de fadas de recomeço. Trata como a coisa lenta que de fato é.
O que mais me tocou é que ela não estava cansada de trabalhar nem de cuidar. Estava cansada de viver em pedaços: um para o escritório, outro para a casa, outro para todo mundo, e nenhum sobrando para ela. O filme não pede que ela vire outra pessoa. Pede que volte a caber inteira. Talvez essa seja a diferença entre reinvenção e reencontro, e o cinema quase sempre escolhe a primeira.
Na análise completa eu sigo a pista que está no próprio título. Por que dizer o próprio nome em voz alta pode ser o gesto mais corajoso de uma vida. A diferença entre o inconformismo que azeda e o que põe a vida em movimento. E a palavra latina que explica por que viver partido cansa tanto.
Recomeçar não é apagar o que você foi. É finalmente caber inteiro no que você é.
A análise completa você encontra no site Humanidade Retratada, na leitura sobre Meu Nome é Agneta.
Filme muito bom, delicado, simples e forte! uma graça.. recomendo para mulheres em momentos de redescoberta!
Um filme que te faz pensar na maneira como você conduz a sua vida, e faz isso de forma leve e divertida.
Ótimo filme, linda fotografia e roteiro! É uma história de auto descoberta, aceitação e humanidade. Vale a pena ver!
Perfeito, poético, emocionante. Só assistam, é fantástico. Perfeito, perfeito, perfeito, perfeito, perfeito.
Achei totalmente sem pé nem cabeça. Filme chato, arrastado e totalmente previsível. Tentam abordar um tema sobre autoconhecimento de uma forma totalmente maluca e sem graça. Não consegui assistir até o final.
Leve
Divertido
Nos faz pensar das escolhas que fazemos. E da coragem dos que vão além do que seria os padrões para viver de fato o amor e a vida em sua plenitude.
Divertido
Nos faz pensar das escolhas que fazemos. E da coragem dos que vão além do que seria os padrões para viver de fato o amor e a vida em sua plenitude.
FILME SEM GRAÇA.. MORNO E CHATO...UMA MULHER SEM NOÇÃO SE ACHANDO A AGNETA DO ABBA E UM VELHO BICHA QUERENDO EMPURRAR O FILHO PRA ELA... SÓ DIÁLOGOS ESCROTOS E SEM SENTIDO... FILME PRA ESQUEÇER 嵐嵐️️狼狼狼類
filme incrível, positivo, sem nenhum preconceito. Ensina a valorização da pessoa, o bem querer de si mesmo e do proprio
assisti na netflix, é um filme bem morno, tive que avançar pois já estava sem paciência. haaaaaaaaaaa
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