Média
4,0
151 notas
5
35 críticas
4
5 críticas
3
1 crítica
2
2 críticas
1
9 críticas
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Faixa etária de classificação deveria ser 16 anos. Conteúdo inadequado para 12 anos como recomendado. Filme engraçado, maravilhoso, apenas a idade de classificação está completamente errada.
Horrível, de longe o pior filme que ja vi na minha vida.
Péssimo roteiro, humor péssimo, atuação pessima, filme muito desconfortável de assistir.
História Horrível me arrependo amargamente de ter assistido.
A única coisa boa neese filme, se é que pode dizer do filme, foi ter usado legião urbana na trilha sonora.
Péssimo roteiro, humor péssimo, atuação pessima, filme muito desconfortável de assistir.
História Horrível me arrependo amargamente de ter assistido.
A única coisa boa neese filme, se é que pode dizer do filme, foi ter usado legião urbana na trilha sonora.
Á muito tempo não assistia a uma comédia boa. Cheguei a chorar de tanto rir. O filme tem uma fotografia linda, amor, sedução, carinho. Amizade simplesmente lindo. Super recomendo.
Fezes puríssima! Fezes puríssima! Fezes puríssima! Fezes puríssima! Fezes puríssima! Fezes puríssima! Fezes puríssima! Fezes puríssima! Fezes puríssima! Fezes puríssima! Fezes puríssima! Fezes puríssima! Fezes puríssima! Fezes puríssima! Fezes puríssima! Fezes puríssima! Fezes puríssima! Fezes puríssima! Fezes puríssima!
Um ótimo filme. Não tem expectativa sobre algo que já assistimos na vida real dar certo. Elas tem química e super combinam, podem virar uma série fácil. As cenas são lindas, divertidas, ótima caracterização, fotografia e excelente trilha sonora. Sucesso garantido.
O Silêncio que Acolhe e a Risada que Cura
Imagine fechar os olhos no final de um dia exaustivo, e encontrar do outro lado da tela alguém que entende exatamente o que dói em você. Mônica tem esse dom raro e quase espiritual: ela não apenas atua, ela senta ao nosso lado no sofá, segura a nossa mão e sussurra, com aquela voz embargada e cheia de vida, que no fim das contas vai ficar tudo bem. Cada palavra que ela solta carrega as nossas próprias inseguranças, os amores que não deram certo e o medo do tempo que insiste em passar rápido demais. E é exatamente ali, nessa conversa íntima e crua de uma amiga que já viveu de tudo, que sentimos a garganta apertar com uma saudade que quase não cabe no corpo.
Porque, nas entrelinhas de cada sorriso dela, no respiro minúsculo entre uma piada e outra, o nosso eterno Paulo Gustavo está lá, vivo, vibrante, imenso. A homenagem não precisa ser dita; ela pulsa no brilho molhado dos olhos de Mônica, na forma majestosa como ela encontra graça no absurdo da dor, exatamente como ele sempre nos ensinou a fazer. É aquele humor mágico que nos arranca uma gargalhada no exato instante em que uma lágrima quente escorre pelo rosto. Nós rimos querendo chorar, porque percebemos que a nossa comédia brasileira, na sua essência mais sagrada, é isso: um curativo feito puramente de amor, colocado com delicadeza sobre as feridas abertas da nossa alma.
Duas Vidas Tecidas Pelo Tempo e Pelo Afeto
E então, como um cobertor macio em uma noite fria, vemos Ingrid. Olhar para ela é viajar no tempo, é voltar para aquela época em que a casa estava cheia, a TV iluminava a sala com as confusões de Sob Nova Direção, e os nossos maiores problemas sumiam diante de uma alegria tão simples. Ver o encontro dessas duas mulheres gigantes, marcadas pelas perdas, pela passagem inevitável dos anos e pela imensidão de suas próprias trajetórias, é testemunhar um milagre silencioso. Elas não tentam disfarçar o peso da vida; pelo contrário, elas vestem a maturidade com uma dignidade tão comovente que nos faz querer aplaudir e chorar ao mesmo tempo.
Em um mundo que muitas vezes parece tão duro e cheio de tropeços, ver essas duas amigas de peito aberto, entregando os próprios medos e fragilidades apenas para nos roubar um sorriso, tem uma beleza capaz de despedaçar e consertar o coração numa mesma cena. Elas nos pegam no colo. Elas nos lembram da força infinita e acolhedora da nossa cultura. E, como em um segredo compartilhado entre lágrimas e risos, elas nos provam que, não importa a dor que carregamos no peito: o riso que damos juntos, aquele que ecoa e nos faz lembrar de quem já partiu, sempre será a salvação mais bonita que a vida nos deixou.
Imagine fechar os olhos no final de um dia exaustivo, e encontrar do outro lado da tela alguém que entende exatamente o que dói em você. Mônica tem esse dom raro e quase espiritual: ela não apenas atua, ela senta ao nosso lado no sofá, segura a nossa mão e sussurra, com aquela voz embargada e cheia de vida, que no fim das contas vai ficar tudo bem. Cada palavra que ela solta carrega as nossas próprias inseguranças, os amores que não deram certo e o medo do tempo que insiste em passar rápido demais. E é exatamente ali, nessa conversa íntima e crua de uma amiga que já viveu de tudo, que sentimos a garganta apertar com uma saudade que quase não cabe no corpo.
Porque, nas entrelinhas de cada sorriso dela, no respiro minúsculo entre uma piada e outra, o nosso eterno Paulo Gustavo está lá, vivo, vibrante, imenso. A homenagem não precisa ser dita; ela pulsa no brilho molhado dos olhos de Mônica, na forma majestosa como ela encontra graça no absurdo da dor, exatamente como ele sempre nos ensinou a fazer. É aquele humor mágico que nos arranca uma gargalhada no exato instante em que uma lágrima quente escorre pelo rosto. Nós rimos querendo chorar, porque percebemos que a nossa comédia brasileira, na sua essência mais sagrada, é isso: um curativo feito puramente de amor, colocado com delicadeza sobre as feridas abertas da nossa alma.
Duas Vidas Tecidas Pelo Tempo e Pelo Afeto
E então, como um cobertor macio em uma noite fria, vemos Ingrid. Olhar para ela é viajar no tempo, é voltar para aquela época em que a casa estava cheia, a TV iluminava a sala com as confusões de Sob Nova Direção, e os nossos maiores problemas sumiam diante de uma alegria tão simples. Ver o encontro dessas duas mulheres gigantes, marcadas pelas perdas, pela passagem inevitável dos anos e pela imensidão de suas próprias trajetórias, é testemunhar um milagre silencioso. Elas não tentam disfarçar o peso da vida; pelo contrário, elas vestem a maturidade com uma dignidade tão comovente que nos faz querer aplaudir e chorar ao mesmo tempo.
Em um mundo que muitas vezes parece tão duro e cheio de tropeços, ver essas duas amigas de peito aberto, entregando os próprios medos e fragilidades apenas para nos roubar um sorriso, tem uma beleza capaz de despedaçar e consertar o coração numa mesma cena. Elas nos pegam no colo. Elas nos lembram da força infinita e acolhedora da nossa cultura. E, como em um segredo compartilhado entre lágrimas e risos, elas nos provam que, não importa a dor que carregamos no peito: o riso que damos juntos, aquele que ecoa e nos faz lembrar de quem já partiu, sempre será a salvação mais bonita que a vida nos deixou.
A Voz de uma Amiga e a Dor que Virou Riso
Mônica Martelli tem um dom raríssimo: ela não atua para a gente, ela conversa com a gente. Quando Mônica fala na tela, não parece um texto decorado, mas a nossa melhor amiga desabafando no sofá de casa, com uma xícara de café na mão e a alma escancarada. Há uma verdade tão bonita e humana no jeito dela expor suas dores, seus medos do envelhecimento e suas desilusões amorosas que fica impossível não se ver ali. E é exatamente através dessa vulnerabilidade que ela presta a homenagem mais linda e dolorosa a Paulo Gustavo. Mônica não precisa citar o nome dele a todo momento para que a gente sinta a presença dele; a homenagem está no ritmo da piada, no tempo do improviso e naquele humor que rir da própria desgraça. A gente assiste a cada cena com um nó no peito, dando uma gargalhada gostosa enquanto segura uma lágrima que teima em cair. É o tipo de humor que faz chorar de saudade, mas também de gratidão, resgatando a essência mais pura da nossa comédia brasileira — essa cultura acolhedora que nos ensina a abraçar a dor com um sorriso no rosto.
E o que falar de Ingrid Guimarães? Ingrid é parte da nossa história afetiva na televisão, aquela presença familiar que acompanhamos desde os tempos áureos de Sob Nova Direção, quando ela já mostrava que a mulher brasileira sabe fazer comédia com uma genialidade ímpar. Ver Mônica e Ingrid juntas é testemunhar o encontro de duas mulheres maduras, vividas, cheias de histórias, marcas e bagagem, mas que recusam o peso do mundo para entregar leveza. Elas nos mostram que envelhecer com arte é um ato de coragem e beleza. Em meio a tantos problemas do dia a dia, assistir a duas gigantes da nossa cultura se entregando a um filme mágico, cujo único e mais nobre objetivo é nos fazer sorrir, é um presente para a alma. Elas nos lembram de onde viemos, honram a memória do nosso eterno Paulo e provam que, aconteça o que acontecer, a comédia brasileira sempre será o nosso abraço mais quentinho no final de um dia difícil.
Mônica Martelli tem um dom raríssimo: ela não atua para a gente, ela conversa com a gente. Quando Mônica fala na tela, não parece um texto decorado, mas a nossa melhor amiga desabafando no sofá de casa, com uma xícara de café na mão e a alma escancarada. Há uma verdade tão bonita e humana no jeito dela expor suas dores, seus medos do envelhecimento e suas desilusões amorosas que fica impossível não se ver ali. E é exatamente através dessa vulnerabilidade que ela presta a homenagem mais linda e dolorosa a Paulo Gustavo. Mônica não precisa citar o nome dele a todo momento para que a gente sinta a presença dele; a homenagem está no ritmo da piada, no tempo do improviso e naquele humor que rir da própria desgraça. A gente assiste a cada cena com um nó no peito, dando uma gargalhada gostosa enquanto segura uma lágrima que teima em cair. É o tipo de humor que faz chorar de saudade, mas também de gratidão, resgatando a essência mais pura da nossa comédia brasileira — essa cultura acolhedora que nos ensina a abraçar a dor com um sorriso no rosto.
E o que falar de Ingrid Guimarães? Ingrid é parte da nossa história afetiva na televisão, aquela presença familiar que acompanhamos desde os tempos áureos de Sob Nova Direção, quando ela já mostrava que a mulher brasileira sabe fazer comédia com uma genialidade ímpar. Ver Mônica e Ingrid juntas é testemunhar o encontro de duas mulheres maduras, vividas, cheias de histórias, marcas e bagagem, mas que recusam o peso do mundo para entregar leveza. Elas nos mostram que envelhecer com arte é um ato de coragem e beleza. Em meio a tantos problemas do dia a dia, assistir a duas gigantes da nossa cultura se entregando a um filme mágico, cujo único e mais nobre objetivo é nos fazer sorrir, é um presente para a alma. Elas nos lembram de onde viemos, honram a memória do nosso eterno Paulo e provam que, aconteça o que acontecer, a comédia brasileira sempre será o nosso abraço mais quentinho no final de um dia difícil.
Me surpreendeu bastante, eu achei que seria tipo forçado.
Foi uma sacanada genial juntar a Monica e a Ingrid.
Ficou super leve e muitoo engraçado, principalmente porque elas trazer vivências que são a realidade de muitas mães, de mulheres 50+.
O filme é leve, divertido e com assuntos interessantes.
Dou nota 10!!!
Vai sem medo assistir, que ta maravilhoso.
Foi uma sacanada genial juntar a Monica e a Ingrid.
Ficou super leve e muitoo engraçado, principalmente porque elas trazer vivências que são a realidade de muitas mães, de mulheres 50+.
O filme é leve, divertido e com assuntos interessantes.
Dou nota 10!!!
Vai sem medo assistir, que ta maravilhoso.
Amei o filme! Um filme para assistir com amigas! Mulheres que se conectam e vivem um momento de passagem quando as "crianças", criam asas e dão seus próprios voos sem precisar da nossa ajuda, crescem e sobra tempo para nós. O que fazer então? Para mim, são cinco estrelas ! Fala de amor, de pessoas e, principalmente, de amizade! Fora a temática, amo a conexão entre essas duas atrizes maravilhosas!
Faz tempo que eu não assistia um filme tão bom, ouvi o cinema inteiro rindo, se emocionando e aplaudindo no final. ❤️❤️
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