Média
4,0
151 notas
5
35 críticas
4
5 críticas
3
1 crítica
2
2 críticas
1
9 críticas
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Tudo
Um ótimo filme. Não tem expectativa sobre algo que já assistimos na vida real dar certo. Elas tem química e super combinam, podem virar uma série fácil. As cenas são lindas, divertidas, ótima caracterização, fotografia e excelente trilha sonora. Sucesso garantido.
Me surpreendeu bastante, eu achei que seria tipo forçado.
Foi uma sacanada genial juntar a Monica e a Ingrid.
Ficou super leve e muitoo engraçado, principalmente porque elas trazer vivências que são a realidade de muitas mães, de mulheres 50+.
O filme é leve, divertido e com assuntos interessantes.
Dou nota 10!!!
Vai sem medo assistir, que ta maravilhoso.
Foi uma sacanada genial juntar a Monica e a Ingrid.
Ficou super leve e muitoo engraçado, principalmente porque elas trazer vivências que são a realidade de muitas mães, de mulheres 50+.
O filme é leve, divertido e com assuntos interessantes.
Dou nota 10!!!
Vai sem medo assistir, que ta maravilhoso.
o filme é engraçado do início ao fim e traz reflexões valiosas sobre amizade e sobre a importância de
spoiler:
seguir nossos sonhos
seguir nossos sonhos
filme bem divertido contando a história de duas amigas uma divorciada que não pensa em casar e que curtir a vida e a outra fustrada com o casamento, a vida das duas mudar com uma viagem para Portugal,um filme bem legal para se assistir com essas duas boas nota 7.
Gente, que delícia de filme, você ri o filme inteiro, uma história leve e gostosa de acompanhar.
Só assistam é muito bom!
É a história de duas amigas, mães, que se aventuram no exterior para se sentirem livres, para serem quem são, e lá vivem aventuras únicas.
Fui sem expectativa, por achar que seria forçado, mas foi super divertido.
Só assistam é muito bom!
É a história de duas amigas, mães, que se aventuram no exterior para se sentirem livres, para serem quem são, e lá vivem aventuras únicas.
Fui sem expectativa, por achar que seria forçado, mas foi super divertido.
Falta muito para ruim, poderia ter resumido para 90 minutos que o resultado seria o mesmo, não compensa assistir no cinema
Um filme sem um objetivo, as coisas acontecem do nada , por nada. TODAS AS CENAS são com as duas protagonistas , 90% das transições de cenas são duas mulheres gritando "SUPER" , "TOTAL". Parece que fiquei 2 horas assistindo videos curtos , o filme parece uma redação extremamente ruim onde , nada se conecta e nada tem um motivo forte para acontecer. É sem dúvida um dos piores filmes que já assisti.
Assisti com minha filha e marido no cinema e todos adoramos. Filme leve, engraçado, passa rápido o tempo. O foco é a amizade entre Julia e Clara, com acontecimentos e decisões da vida adulta. Muito bom!
Prepare-se para rir do começo ao fim! Uma comédia sensacional, mas, com belos momentos de reflexão sobre a vida.
Grande atuação de todo o elenco
Grande atuação de todo o elenco
A Voz de uma Amiga e a Dor que Virou Riso
Mônica Martelli tem um dom raríssimo: ela não atua para a gente, ela conversa com a gente. Quando Mônica fala na tela, não parece um texto decorado, mas a nossa melhor amiga desabafando no sofá de casa, com uma xícara de café na mão e a alma escancarada. Há uma verdade tão bonita e humana no jeito dela expor suas dores, seus medos do envelhecimento e suas desilusões amorosas que fica impossível não se ver ali. E é exatamente através dessa vulnerabilidade que ela presta a homenagem mais linda e dolorosa a Paulo Gustavo. Mônica não precisa citar o nome dele a todo momento para que a gente sinta a presença dele; a homenagem está no ritmo da piada, no tempo do improviso e naquele humor que rir da própria desgraça. A gente assiste a cada cena com um nó no peito, dando uma gargalhada gostosa enquanto segura uma lágrima que teima em cair. É o tipo de humor que faz chorar de saudade, mas também de gratidão, resgatando a essência mais pura da nossa comédia brasileira — essa cultura acolhedora que nos ensina a abraçar a dor com um sorriso no rosto.
E o que falar de Ingrid Guimarães? Ingrid é parte da nossa história afetiva na televisão, aquela presença familiar que acompanhamos desde os tempos áureos de Sob Nova Direção, quando ela já mostrava que a mulher brasileira sabe fazer comédia com uma genialidade ímpar. Ver Mônica e Ingrid juntas é testemunhar o encontro de duas mulheres maduras, vividas, cheias de histórias, marcas e bagagem, mas que recusam o peso do mundo para entregar leveza. Elas nos mostram que envelhecer com arte é um ato de coragem e beleza. Em meio a tantos problemas do dia a dia, assistir a duas gigantes da nossa cultura se entregando a um filme mágico, cujo único e mais nobre objetivo é nos fazer sorrir, é um presente para a alma. Elas nos lembram de onde viemos, honram a memória do nosso eterno Paulo e provam que, aconteça o que acontecer, a comédia brasileira sempre será o nosso abraço mais quentinho no final de um dia difícil.
Mônica Martelli tem um dom raríssimo: ela não atua para a gente, ela conversa com a gente. Quando Mônica fala na tela, não parece um texto decorado, mas a nossa melhor amiga desabafando no sofá de casa, com uma xícara de café na mão e a alma escancarada. Há uma verdade tão bonita e humana no jeito dela expor suas dores, seus medos do envelhecimento e suas desilusões amorosas que fica impossível não se ver ali. E é exatamente através dessa vulnerabilidade que ela presta a homenagem mais linda e dolorosa a Paulo Gustavo. Mônica não precisa citar o nome dele a todo momento para que a gente sinta a presença dele; a homenagem está no ritmo da piada, no tempo do improviso e naquele humor que rir da própria desgraça. A gente assiste a cada cena com um nó no peito, dando uma gargalhada gostosa enquanto segura uma lágrima que teima em cair. É o tipo de humor que faz chorar de saudade, mas também de gratidão, resgatando a essência mais pura da nossa comédia brasileira — essa cultura acolhedora que nos ensina a abraçar a dor com um sorriso no rosto.
E o que falar de Ingrid Guimarães? Ingrid é parte da nossa história afetiva na televisão, aquela presença familiar que acompanhamos desde os tempos áureos de Sob Nova Direção, quando ela já mostrava que a mulher brasileira sabe fazer comédia com uma genialidade ímpar. Ver Mônica e Ingrid juntas é testemunhar o encontro de duas mulheres maduras, vividas, cheias de histórias, marcas e bagagem, mas que recusam o peso do mundo para entregar leveza. Elas nos mostram que envelhecer com arte é um ato de coragem e beleza. Em meio a tantos problemas do dia a dia, assistir a duas gigantes da nossa cultura se entregando a um filme mágico, cujo único e mais nobre objetivo é nos fazer sorrir, é um presente para a alma. Elas nos lembram de onde viemos, honram a memória do nosso eterno Paulo e provam que, aconteça o que acontecer, a comédia brasileira sempre será o nosso abraço mais quentinho no final de um dia difícil.
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