Minha Melhor Amiga
Média
4,0
151 notas

63 Críticas do usuário

5
35 críticas
4
5 críticas
3
1 crítica
2
2 críticas
1
9 críticas
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Vitoria oliveira
Vitoria oliveira

1 crítica Seguir usuário

1,5
Enviada em 20 de setembro de 2026
A prosta do filme é boa, o começo é legal e parece que vai ter algum desenvolvimento e daí não acontece nada com nada spoiler:
há tanta contradição nesse filme que fica chato e previsível, é como historinha do tiktok, sinceramente depois da metade abandonei o filme e fiquei mechendo no meu Instagram, meu feed estava muito mais interessante e eu não foi a única a mecher no celular por mais de 5 minutos.
Daniel Costa
Daniel Costa

1 crítica Seguir usuário

1,0
Enviada em 19 de setembro de 2026
Levei minha família de três gerações — minha mãe de 71 anos, minha esposa e minha filha de 12 anos — ao cinema esperando uma comédia leve sobre amizade e viagem, baseando-me na divulgação e em sinopses que vendem o longa como um programa divertido. A experiência foi péssima e extremamente constrangedora para todos nós. O filme é carregado de palavras de tom sexual, diálogos pesados e repetitivos sobre sexo, além de cenas e insinuações sexuais totalmente desnecessárias. Outro ponto é que também mostra a desconstrução completa da família, mostrando infidelidade e desejo sexual por outros homens de uma pessoa casada, como se fosse normal. Esse filme é vendido de forma enganosa como uma comédia para o grande público, mas seu tom real e conteúdo são totalmente inadequados para crianças ou adolescentes de até 16 anos, e profundamente desconfortáveis para o público idoso tradicional. Se você busca um programa saudável e respeitoso para assistir com a sua esposa, pais ou filhos, não recomendo de jeito nenhum.. Fica o alerta para que outras famílias não passem pelo mesmo constrangimento que a nossa passou.
Bianca Borges
Bianca Borges

3 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 18 de setembro de 2026
Existem obras que não aceitam a frieza das réguas cartesianas; elas exigem ser sentidas no arrepio da pele, choradas no silêncio do peito. Minha Melhor Amiga é esse sopro raro. Um filme que primeiro sangra a nossa tela, para depois, com infinita delicadeza, costurar as feridas da nossa alma.

Dizer que o longa faz "apologia à traição" é uma sentença cruel, proferida por quem talvez nunca tenha sentido o terror de encolher a própria essência até caber em um casamento de paredes gélidas, onde o amor há muito virou poeira. Quando a protagonista se entrega a um novo abraço, ela não está desenhando uma futilidade moral; ela está lutando, com as próprias unhas, para não morrer asfixiada. Como podemos condenar quem busca o ar depois de passar anos submerso? Como ousamos chamar de "erro" o grito de socorro de uma mulher cujo marido já havia esmigalhado o sagrado da confiança nos corredores sombrios de suas próprias mentiras? Buscar calor fora daquele inverno conjugal não é trair a família; é o resgate heroico e desesperado de um coração que agonizava de inanição afetiva.

Reduzir essa odisseia a um mero fetiche carnal é vendar os olhos para a mais deslumbrante poesia do encontro humano. Aquelas cenas de intimidade não gritam para chocar, tampouco estão ali para preencher o vazio de um roteiro raso. Elas são a sagrada tradução visual de duas almas retirando, peça por peça, as armaduras que as feriram a vida toda. Cada toque hesitante, cada lágrima silenciosa e cada suspiro que se cruza no escuro são confissões sobre o terror e a maravilha de se permitir ser amada de verdade. É a beleza sublime de encontrar um porto seguro no peito de outro alguém; a vertigem de, após uma vida inteira sendo um fantasma na própria casa, finalmente ser enxergada sob a luz da manhã.

Por isso, dói quase fisicamente ler quem acusa o filme de "não ter objetivo" ou de ser um carrossel vazio de mulheres gritando "SUPER" e "TOTAL". Essa miopia crítica tenta enquadrar a vida na rigidez de uma redação escolar, ignorando que o coração não bate em linha reta. Aquela dinâmica frenética, o riso quase infantil, a repetição eufórica das gírias — tudo aquilo é o barulho absurdo da liberdade. É o som ensurdecedor de correntes invisíveis se partindo no chão.

Porque quando você finalmente tropeça na "sua pessoa" — aquela que dança no meio do seu caos, que beija a sua dor e que faz da sua mera existência uma festa —, o resto do universo simplesmente evapora. É por isso que o mundo lá fora perde a cor e 90% das cenas pertencem apenas a elas. Não há erro de narrativa ali; há o retrato mais cru, honesto e arrebatador da comunhão absoluta entre dois seres humanos. Ali, nada acontece "do nada". As coisas transbordam. Acontecem porque o afeto represado e o desejo urgente de voltar a pulsar são tempestades que não pedem licença para inundar a sala.

Minha Melhor Amiga não tem a obrigação de explicar seus passos; ele apenas suplica que você tenha a coragem de sentir. É uma carta de amor escrita com as lágrimas doces dos recomeços. Uma obra corajosa e de uma lindeza quase insuportável, feita para nos lembrar que, às vezes, a gente precisa se desmanchar em pedaços miúdos para poder, finalmente, se reconstruir por inteiro.
Rég
Rég

1 crítica Seguir usuário

0,5
Enviada em 18 de setembro de 2026
QUE FILME RUIMKKKKKKKKKKKKKK,
ENREDO HORRÍ MELHOR TER SERVIDO FEZES FEZES FEZES FEZES. CINEMA BRASILEIRO NAO É RUIM MAS ESSE FILME
Inajara Chaves
Inajara Chaves

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 18 de setembro de 2026
Gostei muito do filme e elogio por ter poucos palavrões e apenas cenas sensuais e não pornograficas . Fui com muita receio de ver e sai feliz por ver algo tão bem feito e bonito . E principalmente SUPER ENGRAÇADO
Roger 2906
Roger 2906

Seguir usuário

0,5
Enviada em 17 de setembro de 2026
Filme normalizando traição.
Não é pq vc esta infeliz com o casamento que vc tem direito de trair seu parceiro que um dia ambos juraram ficar juntos na saúde e na doença e isso inclui a do só ter divorciado antes, opção do divórcio mas parece que ninguém liga!
Angelica Swarchovski
Angelica Swarchovski

2 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 17 de setembro de 2026
Quando a Saudade Aprende a Rir

Há filmes que terminam quando sobem os créditos. E há filmes que continuam dentro da gente muito depois de a tela ficar preta.

Minha Melhor Amiga me deixou assim.

Mônica Martelli não parece estar atuando. Ela parece estar se despindo diante da gente. Colocando na tela o medo de envelhecer, as feridas de amar errado, as inseguranças, as perdas e tudo aquilo que a gente esconde quando precisa fingir que está bem. E talvez seja impossível não se emocionar porque, em algum momento, a história deixa de ser dela e passa a ser um pouco nossa.

Mas existe uma dor ainda maior escondida por trás das risadas.

Paulo Gustavo.

Ele não precisa aparecer para estar presente. Está no jeito de fazer graça quando a vida aperta, na coragem de rir da própria desgraça, naquele humor que transforma uma lágrima em gargalhada. E é justamente aí que o filme mais dói: porque a gente ri como ele nos ensinou a rir, mas agora existe uma saudade sentada ao nosso lado.

É como receber um abraço de alguém que já não pode mais abraçar a gente.

E então Ingrid Guimarães entra nessa história trazendo consigo toda uma memória afetiva. Ao lado de Mônica, ela nos lembra que envelhecer é carregar marcas sem deixar que elas nos roubem a capacidade de celebrar a vida.

As duas não estão apenas fazendo comédia. Estão dizendo, de alguma maneira, que ainda existe beleza depois das perdas, depois dos amores que acabam, depois das versões de nós mesmas que precisam morrer para que outras possam nascer.

E talvez essa seja a coisa mais bonita que o filme me deixou:

a vida vai quebrar nosso coração algumas vezes. Ainda assim, precisamos encontrar motivos para rir.

Porque rir também é resistir.

É continuar.

É dizer para a tristeza: você pode até ficar aqui, mas não vai levar tudo de mim.

E talvez Paulo Gustavo tenha deixado exatamente isso para nós. Não apenas personagens, frases ou gargalhadas, mas uma maneira de olhar para a dor e transformá-la em afeto.

Por isso, quando eu ri durante esse filme, em alguns momentos senti vontade de chorar.

Não porque ele seja triste.

Mas porque algumas risadas carregam saudade.

E algumas saudades são tão grandes que só conseguem caber dentro de uma gargalhada.

Paulo se foi, mas o riso que ele deixou continua aqui. E enquanto a gente rir, de alguma forma, ele ainda estará entre nós.
Maria Fernanda de Araujo Santos
Maria Fernanda de Araujo Santos

Seguir usuário

5,0
Enviada em 16 de setembro de 2026
É muito bom,exalta pontos que não são tão comentados como a necessidade de sempre uma mulher estar em um relacionamento,o medo de se entregar ,a importância da comunicação com adolescentes e por fim a importância da amizade
Kit Kat
Kit Kat

1 crítica Seguir usuário

1,0
Enviada em 16 de setembro de 2026
O filme inteiro parece girar em torno de sexo. Em vez de desenvolver uma amizade de verdade entre as protagonistas, a história acaba girando praticamente o tempo todo em torno de homens, drogas e sexo. De "melhores amigas", sinceramente, não vi muita coisa: vi duas personagens sem noção, tomando decisões forçadas. Além disso, o filme aborda o sexo na adolescência e o uso de cigarro (vape) de uma forma que pode acabar parecendo uma normalização desses comportamentos, sem apresentar uma reflexão realmente significativa sobre as consequências. No fim, a proposta de mostrar uma amizade forte se perde completamente em meio a relacionamentos, festas, droga e sexo
Vinicius Lima
Vinicius Lima

1 crítica Seguir usuário

1,0
Enviada em 16 de setembro de 2026
Filme totalmente sem graça, foi fácil o pior filme que assisti nos últimos tempos. spoiler:
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