A Hipótese do Amor
Média
4,0
76 notas

19 Críticas do usuário

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Elisa C.
Elisa C.

18 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 26 de setembro de 2026
um excelente filme para quem assim como eu ama comédia romântica, me diverti muito com o meu esposo, que historia leve, bonitinha. O casal tem muita química. 殺
Carolina Almeida
Carolina Almeida

1 crítica Seguir usuário

1,0
Enviada em 26 de setembro de 2026
Não li o livro mas achei o filme bem ruim, um tanto sem pé nem cabeça em algumas partes, achei o personagem do adam péssimo, para dizer o mínimo. Me incomodou muito também a representação da pós graduação/laboratório, era simplesmente sem sentido muitas vezes. E num geral me parece um retrato muito longe do que deveria ser um relacionamento saudável ou minimamente maneiro, era algo muito imaturo e em alguns momentos problematico.
#BRUNO #
#BRUNO #

10 seguidores 429 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 25 de setembro de 2026
Pra quem gosta de comédia romântica irá curtir!!!! O longa-metragem traz a história de Olive e Adam saindo das páginas de livro diretamente para as telas.
Skarolline84
Skarolline84

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 25 de setembro de 2026
ADOREEEEEIIII O FILME
DEIXA COM BORBOLETAS NA BARRIGA, BOAS RISADAS E SENSAÇÃO DE LEVEZA
Mais filmes como esse!!
Letícia Moreira Gonçalves
Letícia Moreira Gonçalves

1 crítica Seguir usuário

1,5
Enviada em 25 de setembro de 2026
Eu li A Hipótese do Amor muito rápido. O livro me prendeu de um jeito que poucas histórias conseguem, principalmente pela construção dos personagens, que têm características muito marcantes e específicas. Por isso, estava bastante curiosa para ver como tudo isso seria levado para as telas.

E, infelizmente, saí do filme com uma sensação de estranheza e decepção.

A adaptação distorce a linha temporal da história em vários momentos e modifica situações que, no livro, funcionam justamente pela forma como são construídas. Os personagens também não me pareceram fiéis ao que conhecemos no livro. O Adam, principalmente, é muito diferente. A personalidade, as interações e até a forma como ele se relaciona com a protagonista parecem outras. Algumas situações entre eles ficaram estranhas justamente porque perderam a dinâmica que funcionava tão bem no livro.

Também senti muita falta de cenas que considero importantes na história original. Ao mesmo tempo em que algumas cenas muito boas do livro foram simplesmente deixadas de fora, o filme criou situações que não existem na história e que, para mim, não acrescentaram nada. Em alguns momentos, inclusive, falas que pertenciam claramente a um personagem foram colocadas na boca de outro, o que deixou algumas cenas ainda mais desconexas.

A descoberta de determinadas informações, que no livro acontece de uma maneira muito mais interessante e natural, também foi completamente diferente no filme — e, na minha opinião, de uma forma muito menos impactante.

O elenco também não me convenceu. Não senti a mesma personalidade nos personagens e, principalmente, senti falta da profundidade que fazia com que eu me envolvesse tanto com eles no livro. Até algumas histórias secundárias que poderiam ter sido incluídas de maneira breve e funcionado muito bem foram completamente ignoradas.

No fim, o que mais me incomodou foi sentir que não estava assistindo à história que eu tinha amado ler. Entendo que adaptações precisam fazer mudanças e que um filme não consegue reproduzir um livro inteiro, mas, para mim, as mudanças aqui acabaram tirando justamente aquilo que fazia a história funcionar.

O livro é realmente muito bom. O filme, para mim, foi surpreendentemente esquisito, superficial e muito distante da essência da história original. Fiquei com a sensação de que faltou profundidade tanto na narrativa quanto nos personagens.

Talvez quem não tenha lido o livro consiga assistir ao filme de uma forma diferente. Mas, para quem conheceu e amou a história original, essa adaptação deixou bastante a desejar.
Isabella Pereira
Isabella Pereira

9 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 24 de setembro de 2026
Amei muito, muito o filme.冀溺
Perfeitooooooo ❤️
Cris Knychala
Cris Knychala

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1,0
Enviada em 23 de setembro de 2026
Sempre fui apaixonada por livros. Leio dos mais diversos gêneros há mais de vinte anos e sempre gostei de assistir às adaptações para o cinema. Também sempre tive consciência de que um filme dificilmente supera a experiência da leitura. Cada leitor cria, na própria imaginação, os cenários, os silêncios, as expressões e, principalmente, os sentimentos dos personagens. O livro permite mergulhar nos pensamentos deles de uma forma que o cinema raramente consegue reproduzir.

Por isso, aprendi a assistir às adaptações sem esperar fidelidade absoluta. Mudanças de cenas, personagens ou da ordem dos acontecimentos fazem parte da linguagem do cinema. Nunca me incomodei com isso.

Mas, pela primeira vez em mais de vinte e cinco anos como leitora, terminei um filme realmente frustrada.

Não porque mudaram detalhes da história.

Mas porque mudaram justamente aquilo que fez *Hipnose do Amor* se tornar um fenômeno.

O livro nasceu como uma fanfic escrita por uma mulher. E quem conhece esse universo sabe que fanfics, muitas vezes, são histórias escritas por mulheres sobre o romance que elas gostariam de viver. Não existe problema nenhum nisso. Pelo contrário. Talvez seja exatamente por isso que tantas delas se tornam tão populares: porque conseguem tocar desejos, sonhos e emoções que muitas leitoras reconhecem em si mesmas.

*Hipnose do Amor* nunca foi um romance extraordinário pela complexidade da trama. Sua força sempre esteve nos personagens.

Olive não era perfeita. Era impulsiva, corajosa, inexperiente, mas também extremamente racional quando precisava ser. Durante anos, guardou seus sentimentos porque acreditava que não havia espaço para eles. Preferia suportar o peso sozinha a causar sofrimento para alguém que amava. Ela queria ser vista, queria ser amada, queria ser cuidada. E quando isso finalmente aconteceu, descobriu um mundo completamente novo.

Ela nunca deixou de ser forte.

Ela apenas encontrou alguém diante de quem não precisava ser forte o tempo inteiro.

Esse era o coração da história.

Adam também fugia completamente dos estereótipos. Era um cientista brilhante, reservado, um verdadeiro nerd, bonito, gentil e completamente perdido quando o assunto eram relacionamentos. Ele não passou a vida colecionando romances. Dedicou-se ao trabalho. Mas nunca deixou de acompanhar Olive de longe.

Quando finalmente surgiu a oportunidade de se aproximar dela, ele não a atropelou. Não tentou acelerar seus sentimentos. Não quis controlá-la.

Entrou na brincadeira.

Esperou o tempo dela.

Respeitou seus limites.

Protegeu quando era necessário.

Cuidou sem sufocar.

Ele podia ser duro com qualquer outra pessoa.

Mas nunca com ela.

E foi exatamente isso que fez milhões de mulheres se apaixonarem por esse personagem.

Não porque ele era perfeito.

Mas porque era um homem que encontrava sua força justamente na forma como amava.

Os dois cresceram juntos.

Um não anulava o outro.

Um completava o outro.

Foi essa simplicidade que transformou um romance aparentemente comum em um enorme sucesso.

E foi justamente isso que o filme resolveu destruir.

Não estou falando porque cortaram personagens ou mudaram cenas. Adaptações fazem isso o tempo inteiro.

O problema foi outro.

Na minha visão, o filme retirou exatamente a característica que tornava Adam especial.

Hoje parece existir uma dificuldade enorme da indústria em retratar um homem protetor sem que isso seja interpretado como uma ameaça à independência feminina. Como se um homem cuidar da mulher que ama significasse automaticamente diminuir a força dela.

Eu penso exatamente o contrário.

Uma mulher não deixa de ser forte porque é amada.

Uma mulher não deixa de ser independente porque existe um homem disposto a protegê-la.

Aliás, proteção nunca deveria ser confundida com controle.

Uma coisa é dominar.

Outra completamente diferente é cuidar.

Sou investigadora de polícia. Trabalho diariamente em uma profissão que exige coragem, dureza e responsabilidade. Tomo decisões difíceis. Enfrento situações que muitas pessoas jamais enfrentarão. Sei me impor quando preciso.

Mas continuo gostando de ser mulher.

Continuo gostando da ideia de existir um homem que cuide de mim, que me proteja quando necessário, que divida comigo o peso da vida, que desce do banco do motorista e abra a porteira e depois volta ao volante enquanto fico no banco como uma boa moça que sou.

Isso nunca diminuiu minha força.

Na verdade, reforça minha humanidade.

Por isso me incomoda quando histórias como essa parecem acreditar que, para uma mulher ser considerada forte, ela precisa ser sua própria salvadora em absolutamente tudo.

No filme, essa mudança ficou evidente.

O papel emocional que no livro pertencia ao Adam foi diluído e diminuído a um bobo que não sabe ser portar em seu papel de homem . Em vários momentos, quem ocupa esse espaço é a própria Olive ou sua melhor amiga.

E, sinceramente, isso destruiu a essência da história.

Porque não era isso que fazia o livro emocionar.

O que emocionava era ver uma mulher que passou a vida inteira carregando tudo sozinha finalmente encontrar alguém que também carregasse o peso com ela.

Não porque ela fosse incapaz.

Mas porque amar também é isso.

É permitir que alguém cuide de você.

Percebo uma tendência em muitas produções atuais de desconstruir qualquer traço de masculinidade associado à responsabilidade, à proteção e ao cuidado, como se essas características fossem incompatíveis com uma mulher forte. Essa leitura não me convence.

Acredito que um homem pode ser forte, protetor e gentil sem diminuir a mulher que está ao seu lado. Assim como uma mulher pode ser independente, inteligente e bem-sucedida sem precisar abrir mão do desejo de ser acolhida e protegida por quem a ama.

Não vejo essas características como opostas.

Vejo como complementares.

E talvez tenha sido exatamente isso que fez tantas mulheres se apaixonarem por *Hipnose do Amor*.

Não porque elas sonham em ser salvas.

Mas porque sonham em encontrar alguém que caminhe ao lado delas, que enxergue sua força e, ainda assim, queira cuidar delas.

Quando o filme retirou essa essência do relacionamento entre Olive e Adam, não mudou apenas algumas cenas.

Mudou o motivo pelo qual tantas pessoas amaram essa história.

E foi justamente por isso que, pela primeira vez em muitos anos lendo romances e assistindo às suas adaptações, terminei um filme com a sensação de que não haviam mudado apenas a história.

Haviam mudado o seu coração.
Maria Aparecida P
Maria Aparecida P

2 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 23 de setembro de 2026
Filme bom até a metade, quando achava que ia ter desfecho interessante baixam o nivel a nivel de um fime pornô... perderam o foco de comédia romantica com final alegre. Depois tentaram voltar no mas não colou.
Vitória miranda
Vitória miranda

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 23 de setembro de 2026
Já tinha lido o livro e fui assistir ao filme com expectativas altas, e gostei muito do resultado! Achei o filme super engraçado, fofo e conseguiu transmitir bem a essência da história. Claro que não ficou 100% igual ao livro (e nem teria como colocar todos os detalhes em um filme), mas isso não tirou o brilho da adaptação. Foi perfeito na medida certa! E o Adam, mesmo com aquele jeito sério e fechado, deixou bem explícito o quanto gostava da Olive, o que deixou tudo ainda mais fofo de assistir. 
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