Média
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Pra quem gosta de comédia romântica irá curtir!!!! O longa-metragem traz a história de Olive e Adam saindo das páginas de livro diretamente para as telas.
Protagonistas com a química de uma progressiva feita com folha de babosa. Romance fraco, não convenceu, final corrido. O ator principal precisa urgentemente de aulas de atuação
um excelente filme para quem assim como eu ama comédia romântica, me diverti muito com o meu esposo, que historia leve, bonitinha. O casal tem muita química. 殺
Ótimo filme . Divertido , romântico . Nem iria ver esse filme se não fosse minha esposa . E me surpreendi . Leve , divertido , com boas piadas . Pelo que vi principalmente pra quem não leu o livro . Pq as pessoas não entendem que não dá pra por em um filme de 2 horas . Tudo oq se está em um livro . Quem gosta de uma boa come dia romântica .
O filme foi maravilhoso, me tirou boas risadas, com certeza assistiria de novo. Mas algo que me incomodou como leitora, foi o fato de eles terem mudado MUITA coisa, em relação ao livro, e terem sumido com o Holden. Por isso eu acabei tirando 1 estrela da avaliação, mas se não fosse isso eu daria 5.
Amei muito, muito o filme.冀溺
Perfeitooooooo ❤️
Perfeitooooooo ❤️
Filme bom até a metade, quando achava que ia ter desfecho interessante baixam o nivel a nivel de um fime pornô... perderam o foco de comédia romantica com final alegre. Depois tentaram voltar no mas não colou.
Filme maravilhoso, fazia tempo que eu nao chorava com um filme atual.. Porque hoje em dia nao esta facil
Já tinha lido o livro e fui assistir ao filme com expectativas altas, e gostei muito do resultado! Achei o filme super engraçado, fofo e conseguiu transmitir bem a essência da história. Claro que não ficou 100% igual ao livro (e nem teria como colocar todos os detalhes em um filme), mas isso não tirou o brilho da adaptação. Foi perfeito na medida certa! E o Adam, mesmo com aquele jeito sério e fechado, deixou bem explícito o quanto gostava da Olive, o que deixou tudo ainda mais fofo de assistir.
Sempre fui apaixonada por livros. Leio dos mais diversos gêneros há mais de vinte anos e sempre gostei de assistir às adaptações para o cinema. Também sempre tive consciência de que um filme dificilmente supera a experiência da leitura. Cada leitor cria, na própria imaginação, os cenários, os silêncios, as expressões e, principalmente, os sentimentos dos personagens. O livro permite mergulhar nos pensamentos deles de uma forma que o cinema raramente consegue reproduzir.
Por isso, aprendi a assistir às adaptações sem esperar fidelidade absoluta. Mudanças de cenas, personagens ou da ordem dos acontecimentos fazem parte da linguagem do cinema. Nunca me incomodei com isso.
Mas, pela primeira vez em mais de vinte e cinco anos como leitora, terminei um filme realmente frustrada.
Não porque mudaram detalhes da história.
Mas porque mudaram justamente aquilo que fez *Hipnose do Amor* se tornar um fenômeno.
O livro nasceu como uma fanfic escrita por uma mulher. E quem conhece esse universo sabe que fanfics, muitas vezes, são histórias escritas por mulheres sobre o romance que elas gostariam de viver. Não existe problema nenhum nisso. Pelo contrário. Talvez seja exatamente por isso que tantas delas se tornam tão populares: porque conseguem tocar desejos, sonhos e emoções que muitas leitoras reconhecem em si mesmas.
*Hipnose do Amor* nunca foi um romance extraordinário pela complexidade da trama. Sua força sempre esteve nos personagens.
Olive não era perfeita. Era impulsiva, corajosa, inexperiente, mas também extremamente racional quando precisava ser. Durante anos, guardou seus sentimentos porque acreditava que não havia espaço para eles. Preferia suportar o peso sozinha a causar sofrimento para alguém que amava. Ela queria ser vista, queria ser amada, queria ser cuidada. E quando isso finalmente aconteceu, descobriu um mundo completamente novo.
Ela nunca deixou de ser forte.
Ela apenas encontrou alguém diante de quem não precisava ser forte o tempo inteiro.
Esse era o coração da história.
Adam também fugia completamente dos estereótipos. Era um cientista brilhante, reservado, um verdadeiro nerd, bonito, gentil e completamente perdido quando o assunto eram relacionamentos. Ele não passou a vida colecionando romances. Dedicou-se ao trabalho. Mas nunca deixou de acompanhar Olive de longe.
Quando finalmente surgiu a oportunidade de se aproximar dela, ele não a atropelou. Não tentou acelerar seus sentimentos. Não quis controlá-la.
Entrou na brincadeira.
Esperou o tempo dela.
Respeitou seus limites.
Protegeu quando era necessário.
Cuidou sem sufocar.
Ele podia ser duro com qualquer outra pessoa.
Mas nunca com ela.
E foi exatamente isso que fez milhões de mulheres se apaixonarem por esse personagem.
Não porque ele era perfeito.
Mas porque era um homem que encontrava sua força justamente na forma como amava.
Os dois cresceram juntos.
Um não anulava o outro.
Um completava o outro.
Foi essa simplicidade que transformou um romance aparentemente comum em um enorme sucesso.
E foi justamente isso que o filme resolveu destruir.
Não estou falando porque cortaram personagens ou mudaram cenas. Adaptações fazem isso o tempo inteiro.
O problema foi outro.
Na minha visão, o filme retirou exatamente a característica que tornava Adam especial.
Hoje parece existir uma dificuldade enorme da indústria em retratar um homem protetor sem que isso seja interpretado como uma ameaça à independência feminina. Como se um homem cuidar da mulher que ama significasse automaticamente diminuir a força dela.
Eu penso exatamente o contrário.
Uma mulher não deixa de ser forte porque é amada.
Uma mulher não deixa de ser independente porque existe um homem disposto a protegê-la.
Aliás, proteção nunca deveria ser confundida com controle.
Uma coisa é dominar.
Outra completamente diferente é cuidar.
Sou investigadora de polícia. Trabalho diariamente em uma profissão que exige coragem, dureza e responsabilidade. Tomo decisões difíceis. Enfrento situações que muitas pessoas jamais enfrentarão. Sei me impor quando preciso.
Mas continuo gostando de ser mulher.
Continuo gostando da ideia de existir um homem que cuide de mim, que me proteja quando necessário, que divida comigo o peso da vida, que desce do banco do motorista e abra a porteira e depois volta ao volante enquanto fico no banco como uma boa moça que sou.
Isso nunca diminuiu minha força.
Na verdade, reforça minha humanidade.
Por isso me incomoda quando histórias como essa parecem acreditar que, para uma mulher ser considerada forte, ela precisa ser sua própria salvadora em absolutamente tudo.
No filme, essa mudança ficou evidente.
O papel emocional que no livro pertencia ao Adam foi diluído e diminuído a um bobo que não sabe ser portar em seu papel de homem . Em vários momentos, quem ocupa esse espaço é a própria Olive ou sua melhor amiga.
E, sinceramente, isso destruiu a essência da história.
Porque não era isso que fazia o livro emocionar.
O que emocionava era ver uma mulher que passou a vida inteira carregando tudo sozinha finalmente encontrar alguém que também carregasse o peso com ela.
Não porque ela fosse incapaz.
Mas porque amar também é isso.
É permitir que alguém cuide de você.
Percebo uma tendência em muitas produções atuais de desconstruir qualquer traço de masculinidade associado à responsabilidade, à proteção e ao cuidado, como se essas características fossem incompatíveis com uma mulher forte. Essa leitura não me convence.
Acredito que um homem pode ser forte, protetor e gentil sem diminuir a mulher que está ao seu lado. Assim como uma mulher pode ser independente, inteligente e bem-sucedida sem precisar abrir mão do desejo de ser acolhida e protegida por quem a ama.
Não vejo essas características como opostas.
Vejo como complementares.
E talvez tenha sido exatamente isso que fez tantas mulheres se apaixonarem por *Hipnose do Amor*.
Não porque elas sonham em ser salvas.
Mas porque sonham em encontrar alguém que caminhe ao lado delas, que enxergue sua força e, ainda assim, queira cuidar delas.
Quando o filme retirou essa essência do relacionamento entre Olive e Adam, não mudou apenas algumas cenas.
Mudou o motivo pelo qual tantas pessoas amaram essa história.
E foi justamente por isso que, pela primeira vez em muitos anos lendo romances e assistindo às suas adaptações, terminei um filme com a sensação de que não haviam mudado apenas a história.
Haviam mudado o seu coração.
Por isso, aprendi a assistir às adaptações sem esperar fidelidade absoluta. Mudanças de cenas, personagens ou da ordem dos acontecimentos fazem parte da linguagem do cinema. Nunca me incomodei com isso.
Mas, pela primeira vez em mais de vinte e cinco anos como leitora, terminei um filme realmente frustrada.
Não porque mudaram detalhes da história.
Mas porque mudaram justamente aquilo que fez *Hipnose do Amor* se tornar um fenômeno.
O livro nasceu como uma fanfic escrita por uma mulher. E quem conhece esse universo sabe que fanfics, muitas vezes, são histórias escritas por mulheres sobre o romance que elas gostariam de viver. Não existe problema nenhum nisso. Pelo contrário. Talvez seja exatamente por isso que tantas delas se tornam tão populares: porque conseguem tocar desejos, sonhos e emoções que muitas leitoras reconhecem em si mesmas.
*Hipnose do Amor* nunca foi um romance extraordinário pela complexidade da trama. Sua força sempre esteve nos personagens.
Olive não era perfeita. Era impulsiva, corajosa, inexperiente, mas também extremamente racional quando precisava ser. Durante anos, guardou seus sentimentos porque acreditava que não havia espaço para eles. Preferia suportar o peso sozinha a causar sofrimento para alguém que amava. Ela queria ser vista, queria ser amada, queria ser cuidada. E quando isso finalmente aconteceu, descobriu um mundo completamente novo.
Ela nunca deixou de ser forte.
Ela apenas encontrou alguém diante de quem não precisava ser forte o tempo inteiro.
Esse era o coração da história.
Adam também fugia completamente dos estereótipos. Era um cientista brilhante, reservado, um verdadeiro nerd, bonito, gentil e completamente perdido quando o assunto eram relacionamentos. Ele não passou a vida colecionando romances. Dedicou-se ao trabalho. Mas nunca deixou de acompanhar Olive de longe.
Quando finalmente surgiu a oportunidade de se aproximar dela, ele não a atropelou. Não tentou acelerar seus sentimentos. Não quis controlá-la.
Entrou na brincadeira.
Esperou o tempo dela.
Respeitou seus limites.
Protegeu quando era necessário.
Cuidou sem sufocar.
Ele podia ser duro com qualquer outra pessoa.
Mas nunca com ela.
E foi exatamente isso que fez milhões de mulheres se apaixonarem por esse personagem.
Não porque ele era perfeito.
Mas porque era um homem que encontrava sua força justamente na forma como amava.
Os dois cresceram juntos.
Um não anulava o outro.
Um completava o outro.
Foi essa simplicidade que transformou um romance aparentemente comum em um enorme sucesso.
E foi justamente isso que o filme resolveu destruir.
Não estou falando porque cortaram personagens ou mudaram cenas. Adaptações fazem isso o tempo inteiro.
O problema foi outro.
Na minha visão, o filme retirou exatamente a característica que tornava Adam especial.
Hoje parece existir uma dificuldade enorme da indústria em retratar um homem protetor sem que isso seja interpretado como uma ameaça à independência feminina. Como se um homem cuidar da mulher que ama significasse automaticamente diminuir a força dela.
Eu penso exatamente o contrário.
Uma mulher não deixa de ser forte porque é amada.
Uma mulher não deixa de ser independente porque existe um homem disposto a protegê-la.
Aliás, proteção nunca deveria ser confundida com controle.
Uma coisa é dominar.
Outra completamente diferente é cuidar.
Sou investigadora de polícia. Trabalho diariamente em uma profissão que exige coragem, dureza e responsabilidade. Tomo decisões difíceis. Enfrento situações que muitas pessoas jamais enfrentarão. Sei me impor quando preciso.
Mas continuo gostando de ser mulher.
Continuo gostando da ideia de existir um homem que cuide de mim, que me proteja quando necessário, que divida comigo o peso da vida, que desce do banco do motorista e abra a porteira e depois volta ao volante enquanto fico no banco como uma boa moça que sou.
Isso nunca diminuiu minha força.
Na verdade, reforça minha humanidade.
Por isso me incomoda quando histórias como essa parecem acreditar que, para uma mulher ser considerada forte, ela precisa ser sua própria salvadora em absolutamente tudo.
No filme, essa mudança ficou evidente.
O papel emocional que no livro pertencia ao Adam foi diluído e diminuído a um bobo que não sabe ser portar em seu papel de homem . Em vários momentos, quem ocupa esse espaço é a própria Olive ou sua melhor amiga.
E, sinceramente, isso destruiu a essência da história.
Porque não era isso que fazia o livro emocionar.
O que emocionava era ver uma mulher que passou a vida inteira carregando tudo sozinha finalmente encontrar alguém que também carregasse o peso com ela.
Não porque ela fosse incapaz.
Mas porque amar também é isso.
É permitir que alguém cuide de você.
Percebo uma tendência em muitas produções atuais de desconstruir qualquer traço de masculinidade associado à responsabilidade, à proteção e ao cuidado, como se essas características fossem incompatíveis com uma mulher forte. Essa leitura não me convence.
Acredito que um homem pode ser forte, protetor e gentil sem diminuir a mulher que está ao seu lado. Assim como uma mulher pode ser independente, inteligente e bem-sucedida sem precisar abrir mão do desejo de ser acolhida e protegida por quem a ama.
Não vejo essas características como opostas.
Vejo como complementares.
E talvez tenha sido exatamente isso que fez tantas mulheres se apaixonarem por *Hipnose do Amor*.
Não porque elas sonham em ser salvas.
Mas porque sonham em encontrar alguém que caminhe ao lado delas, que enxergue sua força e, ainda assim, queira cuidar delas.
Quando o filme retirou essa essência do relacionamento entre Olive e Adam, não mudou apenas algumas cenas.
Mudou o motivo pelo qual tantas pessoas amaram essa história.
E foi justamente por isso que, pela primeira vez em muitos anos lendo romances e assistindo às suas adaptações, terminei um filme com a sensação de que não haviam mudado apenas a história.
Haviam mudado o seu coração.
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