Média
4,0
76 notas
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8 críticas
4
3 críticas
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Protagonistas com a química de uma progressiva feita com folha de babosa. Romance fraco, não convenceu, final corrido. O ator principal precisa urgentemente de aulas de atuação
É um filme bom, porém o desenvolvimento do casal deixa muito a desejar, principalmente as cenas que estão só os dois.
O filme foi maravilhoso, me tirou boas risadas, com certeza assistiria de novo. Mas algo que me incomodou como leitora, foi o fato de eles terem mudado MUITA coisa, em relação ao livro, e terem sumido com o Holden. Por isso eu acabei tirando 1 estrela da avaliação, mas se não fosse isso eu daria 5.
Bom filme, manteve o clima do livro e a história principal, apesar de algumas modificações que obviamente são necessárias para um roteiro de filme. Gostei.
Filme maravilhoso, fazia tempo que eu nao chorava com um filme atual.. Porque hoje em dia nao esta facil
Honestamente, esperava muito mais.
Li o livro tem alguns anos e se tornou um conforto, reli diversas vezes e sempre percebi diferentes detalhes quando relia, a adptação tinha muito potencial, mas acabou que se tornou algo estranho da história que se conhecia, claro que eu não esperava algo 100% fiel até porque um livro de 300 páginas é dificil de se captar todos os detalhes, apesar disso, a linha do tempo, personagens importantes foram drasticamente mudados, digo pois, algumas cenas só eram possíveis se o personagem tivesse uma característica específica e era isso que dava o contexto geral, quando foi retirado o sentimento de vazio foi constante, spoiler: Adam por exemplo é alguém com humor, mesmo que sarcático ele era até brincalhão com Olive, e infelizmente no filme passaram para o ator uma imagem de hostil até com a personagem principal, muitas vezes é percptível a falta de humor que antes tinha no personagem, principalmente tendo em vista que o filme se passa majoritariamente na visão de Olive
Outro ponto importante são os pequenos detalhes que compõem o todo, detalhes esses que não fariam diferença de serem colocados na visão de quantidade de cenas, mas para que nós leitores fez muita falta. Falas, expressões e até cor de certas peças foram mudados ou simplesmente ignorados, assim acredito que o sentimento de estranheza em algo que um dia me trouxe muito conforto e risadas é proeminente, eles tinham tudo para fazer um ótimo filme, mas infelizmente a falta de detalhes e atenção acabou levando o filme para outro caminho.
Li o livro tem alguns anos e se tornou um conforto, reli diversas vezes e sempre percebi diferentes detalhes quando relia, a adptação tinha muito potencial, mas acabou que se tornou algo estranho da história que se conhecia, claro que eu não esperava algo 100% fiel até porque um livro de 300 páginas é dificil de se captar todos os detalhes, apesar disso, a linha do tempo, personagens importantes foram drasticamente mudados, digo pois, algumas cenas só eram possíveis se o personagem tivesse uma característica específica e era isso que dava o contexto geral, quando foi retirado o sentimento de vazio foi constante, spoiler: Adam por exemplo é alguém com humor, mesmo que sarcático ele era até brincalhão com Olive, e infelizmente no filme passaram para o ator uma imagem de hostil até com a personagem principal, muitas vezes é percptível a falta de humor que antes tinha no personagem, principalmente tendo em vista que o filme se passa majoritariamente na visão de Olive
Outro ponto importante são os pequenos detalhes que compõem o todo, detalhes esses que não fariam diferença de serem colocados na visão de quantidade de cenas, mas para que nós leitores fez muita falta. Falas, expressões e até cor de certas peças foram mudados ou simplesmente ignorados, assim acredito que o sentimento de estranheza em algo que um dia me trouxe muito conforto e risadas é proeminente, eles tinham tudo para fazer um ótimo filme, mas infelizmente a falta de detalhes e atenção acabou levando o filme para outro caminho.
Uma gracinha de filme.
Achei a classificação muito alta, esperava mais.
Questionamentos....
Porque, ele não demostrou que mais que era apaixonado por ela?
Porque elas nunca procurava ele fora dos dias combinados?( Seria legal uma espontaneidade para o surgimento da paixão)
Porque escolheram a opção dele dar um vácuo nela? ok que tinha prazo de validade, mas e a maturidade como fica? ( Afinal são dois adultos estudados que sabem se comunicar muito bem)
E porque a cena íntima foi tão curta? quando sabemos que no livro tem ela tem dois capítulos inteiros.
Achei a classificação muito alta, esperava mais.
Questionamentos....
Porque, ele não demostrou que mais que era apaixonado por ela?
Porque elas nunca procurava ele fora dos dias combinados?( Seria legal uma espontaneidade para o surgimento da paixão)
Porque escolheram a opção dele dar um vácuo nela? ok que tinha prazo de validade, mas e a maturidade como fica? ( Afinal são dois adultos estudados que sabem se comunicar muito bem)
E porque a cena íntima foi tão curta? quando sabemos que no livro tem ela tem dois capítulos inteiros.
Essa comédia romântica é perfeita, tipo Um lugar chamado Nothing Hill, algo que eu não encontrava há muito tempo, mesmo. Com esse filme vc ri, depois se emociona, a narrativa é muito bem construída, é realmente uma comédia romântica 10/10, é leve e muito engraçada. O roteiro é ótimo e os atores são excelentes. Amei esse filme!
Ótimo filme . Divertido , romântico . Nem iria ver esse filme se não fosse minha esposa . E me surpreendi . Leve , divertido , com boas piadas . Pelo que vi principalmente pra quem não leu o livro . Pq as pessoas não entendem que não dá pra por em um filme de 2 horas . Tudo oq se está em um livro . Quem gosta de uma boa come dia romântica .
Gostei muito de A Hipótese do Amor. Muito mesmo. Achei lindo o que ele permite perceber dentro de uma história leve, cheia de situações desajeitadas e do entusiasmo de um romance jovem. Saí com vontade de prestar mais atenção nas pessoas com quem eu vivo.
Lembro que meu olhar aqui não é o da crítica técnica de cinema ou sobre atuações. Eu olho o que há de humano por trás da história.
Quantas vezes a gente chama de conhecer alguém aquilo que apenas ouviu dizer sobre essa pessoa? Um apelido chega antes do nome. Uma fama chega antes da história. E, quando finalmente estamos diante do outro, já levamos uma conclusão quase pronta, procurando no rosto dele alguma coisa que a confirme.
O filme começa num banheiro, com Olive conversando com um homem que ela mal consegue ver, por causa de lentes de contato vencidas. A cena é desajeitada e engraçada. Mas guarda a imagem que atravessa tudo: podemos ter alguém diante dos olhos e ainda precisar de tempo para enxergá-lo.
O título não está ali por enfeite. Em grego, hipótese é o que se põe por baixo, o alicerce provisório sobre o qual a gente raciocina até ter prova. Num laboratório, cada hipótese é testada ao extremo e descartada pelos erros que revela. Quando essa linguagem chega aos afetos, a gente percebe quantas hipóteses leva para as relações, e quantas vezes começa um encontro já procurando confirmação.
E o julgamento apressado não erra só para baixo. Também erra para cima. Prestígio, inteligência e desenvoltura podem nos fazer confiar depressa demais. Julgamos e não vemos, inclusive quando o julgamento é favorável.
Na análise completa eu volto àquele banheiro, porque o filme também volta, e o sentido da cena se inverte. Ali estão a amizade mais bonita da história, o que significa contaminar a amostra quando o assunto é gente, e o que acontece com um rótulo quando a gente finalmente conhece a pessoa que ele escondia.
Enxergar alguém, com tempo e sem rótulo, é uma forma de amar.
A análise completa você encontra no site Humanidade Retratada.
Lembro que meu olhar aqui não é o da crítica técnica de cinema ou sobre atuações. Eu olho o que há de humano por trás da história.
Quantas vezes a gente chama de conhecer alguém aquilo que apenas ouviu dizer sobre essa pessoa? Um apelido chega antes do nome. Uma fama chega antes da história. E, quando finalmente estamos diante do outro, já levamos uma conclusão quase pronta, procurando no rosto dele alguma coisa que a confirme.
O filme começa num banheiro, com Olive conversando com um homem que ela mal consegue ver, por causa de lentes de contato vencidas. A cena é desajeitada e engraçada. Mas guarda a imagem que atravessa tudo: podemos ter alguém diante dos olhos e ainda precisar de tempo para enxergá-lo.
O título não está ali por enfeite. Em grego, hipótese é o que se põe por baixo, o alicerce provisório sobre o qual a gente raciocina até ter prova. Num laboratório, cada hipótese é testada ao extremo e descartada pelos erros que revela. Quando essa linguagem chega aos afetos, a gente percebe quantas hipóteses leva para as relações, e quantas vezes começa um encontro já procurando confirmação.
E o julgamento apressado não erra só para baixo. Também erra para cima. Prestígio, inteligência e desenvoltura podem nos fazer confiar depressa demais. Julgamos e não vemos, inclusive quando o julgamento é favorável.
Na análise completa eu volto àquele banheiro, porque o filme também volta, e o sentido da cena se inverte. Ali estão a amizade mais bonita da história, o que significa contaminar a amostra quando o assunto é gente, e o que acontece com um rótulo quando a gente finalmente conhece a pessoa que ele escondia.
Enxergar alguém, com tempo e sem rótulo, é uma forma de amar.
A análise completa você encontra no site Humanidade Retratada.
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