Isento de bons momentos, Quinze Dias sofre com um roteiro simplório e forçado, que não sabe trabalhar o subtexto de autoimagem, atuações primárias (Debora Falabella parece deslocada por atuar bem) e uma hiperestilização visual que mais parece esconder a sufocante falta de substância que existe no filme.
Lindo, emocionante me fez refletir sobre a importância de deixar nossa armadura de guerra e nos permitir ser amado✨ além de tudo, um filme super divertido, militância rsrs PAJUBAAA! Diga!!
O filme tem uma boa proposta mas recheado de clichês foeçados que desaceleram o ritmo quando você começa a ver alguma naturalidade possível no filme. Mas o que torna a experiência realmente difícil é a atuação do ator (que não sei o nome e prefiro não saber) que faz o personagem principal! Impossível conectar com o filme com uma atuação tão ruim, texto forçadamente decorado, inexpressivo, não tem como. Uma pena. Esperei bastante pelo filme
Mesmo sem ter lido o livro, fui completamente conquistada por 15 Dias. O filme entrega a dose exata de clichê estilo fanfic que faz a gente surtar, mas sem perder a maturidade para tratar de romance, bullying e amadurecimento. É leve, divertido e emocionante na medida certa! A forma como retrata a adolescência, os primeiros amores e o contraste entre uma família acolhedora e uma conservadora é extremamente sensível e real. A história ainda entrega representatividade, crítica social, um universo pop cheio de referências incríveis e uma trilha sonora espetacular que dá vontade de cantar do início ao fim. Que filme apaixonante!
Hoje assisti 15 Dias pela Netflix e saí do filme completamente encantado. Confesso que gostaria muito de ter vivido essa experiência no cinema, mas as sessões, os horários e os locais disponíveis acabaram tornando isso inviável.
Ainda assim, assistir ao filme foi uma experiência linda. Achei a história magnífica, sensível e, acima de tudo, extremamente importante. Sinceramente, acredito que todo adolescente gay deveria ter a oportunidade de assistir a algo assim e, mais do que isso, de viver uma experiência parecida: poder se descobrir, se apaixonar, sentir, experimentar e simplesmente ser feliz, sem que a própria sexualidade precise estar o tempo todo associada à dor.
Eu tive a sorte de viver algumas dessas experiências e reconheço o privilégio que isso representa. Por isso, também fico triste e sinto muito por aqueles que não tiveram essa oportunidade, por quem precisou esconder sentimentos, viver seus afetos em silêncio ou atravessar a adolescência acreditando que ser quem é necessariamente significaria sofrer.
E talvez uma das coisas que mais tenham me emocionado seja justamente poder assistir a uma história LGBT que não coloca o sofrimento como único destino possível. Durante muito tempo, nossas referências foram histórias como Orações para Bobby, De Repente, Califórnia e O Segredo de Brokeback Mountain. Obras importantes, mas marcadas por dor, rejeição, violência, perdas e finais que deixavam uma ferida.
Por isso, é tão bonito ver histórias LGBT que também nos permitem enxergar a possibilidade de amor, descoberta, leveza, juventude e felicidade. Porque nós também merecemos histórias em que dois garotos possam simplesmente se apaixonar, viver aquele frio na barriga, cometer erros, descobrir quem são e, principalmente, serem felizes.
Que bom poder assistir a uma história LGBT e terminar com o coração aquecido, e não destruído. Acho que, para muita gente, isso pode parecer apenas um filme. Para alguns de nós, pode significar finalmente enxergar na tela aquilo que um dia gostaríamos de ter visto quando éramos adolescentes: a possibilidade de que nossa história também pudesse ser bonita. ❤️
Fui ver esse filme com expectativa bem baixa, mas confesso que superou as minhas expectativas! Filme gostosinho de assistir, leve e prende a atenção! Apesar de não ser uma atuação de milhões, foi muito bem feitinho.
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