Média
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A história do Caio e do Felipe é incrível. Eu me apaixonei demais pelo filme e todo o enredo dos personagens. Assistirei várias vezes e tô amando o livro
Mesmo sendo bem adolescente, esse roteiro traz tamanha representatividade. A trilha sonora é perfeita e a cada cena, fica impossível não se identificar e emocionar como pessoa LGBT. Gostei demais. A relação entre mãe e filho é incrível.
Isento de bons momentos, Quinze Dias sofre com um roteiro simplório e forçado, que não sabe trabalhar o subtexto de autoimagem, atuações primárias (Debora Falabella parece deslocada por atuar bem) e uma hiperestilização visual que mais parece esconder a sufocante falta de substância que existe no filme.
"Quinze Dias" é uma comédia dramática e romance que encontra beleza na simplicidade de sua história. Ao acompanhar Felipe durante as férias de julho, o filme constrói uma narrativa sobre inseguranças, amizade, descoberta e primeiro amor. Seus planos de passar as férias isolado mudam quando Caio, seu vizinho e paixão platônica de infância, vai morar em sua casa por duas semanas. A aproximação dos dois acontece de maneira gradual e natural, permitindo que sentimentos antigos sejam redescobertos enquanto a história alterna entre momentos divertidos, delicados e emocionantes. Daniel Lieff conduz essa jornada com sensibilidade, sem transformar o romance em algo excessivamente idealizado.
Miguel Lallo entrega uma atuação muito sensível como Felipe, transmitindo as inseguranças de um adolescente que sofre bullying e ainda tenta compreender seu próprio valor. Um dos maiores acertos está justamente na forma como o filme aborda a gordofobia, o corpo de Felipe não é tratado como um obstáculo a ser superado, nem como motivo de alívio cômico. Ele não precisa mudar para merecer amor, e sua trajetória não depende de se encaixar em um determinado padrão. Diego Lira também se destaca como Caio, e a química entre os dois é sutil e natural, fazendo com que a relação seja construída através de pequenos gestos, conversas e descobertas. Eu me identifiquei com Felipe e Caio em diferentes momentos do filme, e essa identificação acabou trazendo uma perspectiva muito pessoal sobre minha própria vida.
"Quinze Dias" também consegue equilibrar muito bem comédia, romance e drama. O filme possui uma identidade de rom-com juvenil e encontra leveza mesmo ao abordar temas como bullying, autoestima, família e descoberta dos próprios sentimentos. A relação de Felipe com sua mãe, Rita, interpretada por Débora Falabella, acrescenta outra camada à narrativa, enquanto as participações de Mariana Santos, Olívia Araújo, Mika Soeiro, Silvio Guindane e Bel Moreira ajudam a construir um universo que vai além do romance central. O resultado é uma história confortável e divertida, mas que também sabe quando desacelerar para desenvolver momentos mais emocionais.
A trilha sonora nacional acrescenta um brilho especial ao filme, contribuindo diretamente para sua atmosfera e para o impacto de determinadas cenas. Músicas como "Idiota", de Jão, e "Flutua", de Johnny Hooker feat. Liniker e os Caramelows, combinam muito bem com a narrativa e ajudam a traduzir sentimentos que os personagens nem sempre conseguem expressar. A direção, as atuações e a música trabalham juntas para criar uma experiência que consegue ser leve e, ao mesmo tempo, profundamente tocante. Em diversos momentos, a forma como a história é elaborada me emocionou justamente por tratar sentimentos tão íntimos com simplicidade e sinceridade.
A representação LGBTQIA+ também é um dos pontos mais importantes da obra. "Quinze Dias" permite que Felipe e Caio sejam simplesmente adolescentes descobrindo o primeiro amor, sem transformar sua sexualidade no único elemento de suas personalidades. Existe espaço para insegurança, carinho, confusão e descoberta, fazendo com que o romance seja tratado com a mesma naturalidade e sensibilidade de qualquer outra história de amor. Por isso, "Boicote Invisível" nos cinemas é extremamente ridículo, principalmente diante de um filme que demonstra tanto cuidado em sua construção. É frustrante ver uma obra tão delicada ser cercada por esse tipo de resistência quando sua proposta é justamente contar uma história de amor e autodescoberta.
"Quinze Dias" é uma obra linda, sincera e emocionalmente e extremamente envolvente, que consegue transformar uma história simples sobre duas semanas de férias em uma reflexão sobre crescer, se aceitar e compreender os próprios sentimentos. A identificação com Felipe e Caio tornou a experiência ainda mais pessoal para mim, fazendo com que o filme trouxesse algo a mais sobre minha própria vida. Entre momentos divertidos, descobertas, inseguranças, uma química excelente entre os protagonistas e uma trilha sonora nacional marcante, o filme encontra sua maior força na maneira como mostra que ninguém precisa se transformar em outra pessoa para ser digno de amor e aceitação.
obs: tirei 0,5 por que senti um pouco de inveja desse final perfeito
Miguel Lallo entrega uma atuação muito sensível como Felipe, transmitindo as inseguranças de um adolescente que sofre bullying e ainda tenta compreender seu próprio valor. Um dos maiores acertos está justamente na forma como o filme aborda a gordofobia, o corpo de Felipe não é tratado como um obstáculo a ser superado, nem como motivo de alívio cômico. Ele não precisa mudar para merecer amor, e sua trajetória não depende de se encaixar em um determinado padrão. Diego Lira também se destaca como Caio, e a química entre os dois é sutil e natural, fazendo com que a relação seja construída através de pequenos gestos, conversas e descobertas. Eu me identifiquei com Felipe e Caio em diferentes momentos do filme, e essa identificação acabou trazendo uma perspectiva muito pessoal sobre minha própria vida.
"Quinze Dias" também consegue equilibrar muito bem comédia, romance e drama. O filme possui uma identidade de rom-com juvenil e encontra leveza mesmo ao abordar temas como bullying, autoestima, família e descoberta dos próprios sentimentos. A relação de Felipe com sua mãe, Rita, interpretada por Débora Falabella, acrescenta outra camada à narrativa, enquanto as participações de Mariana Santos, Olívia Araújo, Mika Soeiro, Silvio Guindane e Bel Moreira ajudam a construir um universo que vai além do romance central. O resultado é uma história confortável e divertida, mas que também sabe quando desacelerar para desenvolver momentos mais emocionais.
A trilha sonora nacional acrescenta um brilho especial ao filme, contribuindo diretamente para sua atmosfera e para o impacto de determinadas cenas. Músicas como "Idiota", de Jão, e "Flutua", de Johnny Hooker feat. Liniker e os Caramelows, combinam muito bem com a narrativa e ajudam a traduzir sentimentos que os personagens nem sempre conseguem expressar. A direção, as atuações e a música trabalham juntas para criar uma experiência que consegue ser leve e, ao mesmo tempo, profundamente tocante. Em diversos momentos, a forma como a história é elaborada me emocionou justamente por tratar sentimentos tão íntimos com simplicidade e sinceridade.
A representação LGBTQIA+ também é um dos pontos mais importantes da obra. "Quinze Dias" permite que Felipe e Caio sejam simplesmente adolescentes descobrindo o primeiro amor, sem transformar sua sexualidade no único elemento de suas personalidades. Existe espaço para insegurança, carinho, confusão e descoberta, fazendo com que o romance seja tratado com a mesma naturalidade e sensibilidade de qualquer outra história de amor. Por isso, "Boicote Invisível" nos cinemas é extremamente ridículo, principalmente diante de um filme que demonstra tanto cuidado em sua construção. É frustrante ver uma obra tão delicada ser cercada por esse tipo de resistência quando sua proposta é justamente contar uma história de amor e autodescoberta.
"Quinze Dias" é uma obra linda, sincera e emocionalmente e extremamente envolvente, que consegue transformar uma história simples sobre duas semanas de férias em uma reflexão sobre crescer, se aceitar e compreender os próprios sentimentos. A identificação com Felipe e Caio tornou a experiência ainda mais pessoal para mim, fazendo com que o filme trouxesse algo a mais sobre minha própria vida. Entre momentos divertidos, descobertas, inseguranças, uma química excelente entre os protagonistas e uma trilha sonora nacional marcante, o filme encontra sua maior força na maneira como mostra que ninguém precisa se transformar em outra pessoa para ser digno de amor e aceitação.
obs: tirei 0,5 por que senti um pouco de inveja desse final perfeito
Um filme pra ser um passatempo e nada mais, tem uma história comum que você pega em 10 minutos de filme, nada de novo e nada surpreendente, se você assisti a muitos filmes você saca a moral em pouco tempo de tela.
gostei bastante do filme, bem emocionante.
é muito ver a evolução dos personagens no meio do filme, eu fui assistir o filme não esperando nada e quando fui ver é muito incrível ver o filme
me parece bom este filme, esse 3 daqueles pra sentar na frente da tv e comer pipoca, pois pare bem divertido
Apesar de ser um filme com uma pegada juvenil é um filme que trabalha muito bem a mensagem que ele quer passar. Cada personagem como é construído e desenvolvido te envolve na história que é muito bem escrita. O filme é leve, divertido, porém, trabalha muito bem seus dramas e traumas . Esse é um daqueles filmes que todo pai e mãe deveriam assistir.
Uma obra prima nacional!!! Filme lindo, emocionante e super envolvente, muito fiel ao livro, gostei bastante
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