O história não chega a lugar nenhum, totalmente perdido, cenas de sexo sem sentido, faz lembrar dos filmes brasileiros antigos, nunca vi um filme tão ruim.
Derrota merecida, filme chato pra cacete. Brasil precisa inovar e ser mais criativo nos enredos, filme de ditadura e de favela já deu! Parem também com militância política, bando de adulto se comportando como criança retardada.
Filme denso do começo ao fim. Quem deu nota baixa simplesmente não entendeu a proposta. Não é um filme de herói, nem um hollywoodiano tradicional em que tudo gira em torno de um protagonista e o mocinho vence no final. Aqui a narrativa expõe a tensão que era passar informações sem poder dizê-la, conhecer sem se conhecer, sobreviver sem viver, e o quão sorrateiras e banalizadas podem ser as atitudes mais destrutivas da sociedade, muitas vezes tratadas quase como deboche ou brincadeira por quem as faz. O filme mostra como pensamentos obtusos e ignóbeis vão sendo normalizados e acabam abrindo espaço para ações violentas, frequentemente justificadas por ataques ao próprio ego. Evidencia como pessoas com grande poder de decisão encobrem, perpetuam e legitimam crimes para manter estruturas de poder. Enquanto isso, a “vida normal” tenta simplesmente continuar existindo em um contexto em que o risco de vida pode surgir por mera diferença de ponto de vista, e quem tem mais, sai por cima, quem tem menos "vale menos". O paralelo com o presente é evidente, e ignorar isso é fechar os olhos para caminhos que já mostraram, aonde podem levar.
“Meia estrela... Roteiro fraco, suspense inexistente e um elenco ruim. Parece mais um desfile de atores em fase decadente do que um verdadeiro thriller de espionagem.”
Um filme confuso e monótono. Com uma dinâmica pobre e cheia de elementos culturais desnecessários. O enredo é indecifrável. Uma violência crua e sexualidade explorada de modo banal.
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