O Drama
Média
3,3
126 notas

31 Críticas do usuário

5
3 críticas
4
10 críticas
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6 críticas
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4 críticas
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Críticas mais úteis Críticas mais recentes Por usuários que mais publicaram críticas Por usuários com mais seguidores
Mayara Silva
Mayara Silva

1 crítica Seguir usuário

1,0
Enviada em 1 de junho de 2026
Assistir o filme por conta dos atores de peso, mas foi uma perca de tempo, parece que os dois tem sérios problemas de confiança e autoestima, o filme é péssimo.
Breno C.
Breno C.

1 crítica Seguir usuário

0,5
Enviada em 30 de maio de 2026
Não faz sentido algum, criam um problema e o dramatizam em exagero, reações desproporcionais que adotam um viés punitivo sem sentido.
Jackson A L
Jackson A L

13.710 seguidores 1.245 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 24 de maio de 2026
O casal vive sustentado por uma arquitetura delicada. Quando então surge uma revelação que quebra a imagem construída, eles entram em conflito e colapso total porque precisam enfrentar uma pergunta brutal:
“Se eu conhecer tudo sobre você, ainda consigo te amar?” Esse é o coração do filme."

Trazendo para o cotidiano atual, muitos casais constroem a própria relação como uma imagem cuidadosamente planejada: fotos perfeitas, momentos aparentemente espontâneos, legendas sentimentais e uma estética quase cinematográfica. Mas, por trás de toda essa aparência bonita, existe um receio escondido: o medo de que alguém descubra quem realmente somos longe dos filtros e da versão idealizada.

Logo, esse filme transforma justamente essa insegurança em tensão constante, como se cada cena estivesse prestes a "explodir" emocionalmente.
Rodrigo Salgado
Rodrigo Salgado

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2,0
Enviada em 23 de maio de 2026
O filme tem uma boa proposta - retratar um noivo em crise ao descobrir um segredo de sua noiva e o impacto disso no desenrolar de sua festa de casamento. Acho que peca na escolha desse "segredo", por ser algo de uma dimensão tão séria e complexa, que joga o filme numa dinâmica surreal, principalmente pelo "segredo" não retratar necessariamente um desvio de caráter da noiva, mas sim uma dinâmica de abuso no qual ela foi vítima e conseguiu se recuperar. Acaba que os temas se desconectam e passam a impressão para o telespectador de estar assistindo uma história absurdamente sem sentido, embrulhada em formato de comédia romântica. A falha é de roteiro.
Débora Freitas
Débora Freitas

22 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 13 de maio de 2026
Um filme com bons atores e uma história com potencial para profundidade, mas que escolheu permanecer na superfície..
Antonio Amaral Gomes
Antonio Amaral Gomes

7 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 30 de abril de 2026
O início e um drama chato. Quase fomos embora. Depois melhora. mas a perda de tempo inicial estraga.
WagnerSantos
WagnerSantos

8 seguidores 115 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 26 de abril de 2026
A performance central é, sem dúvida, a alma do filme. Há uma entrega física e emocional que transita entre o desespero absoluto e a resignação silenciosa. Zendaya entrega uma interpretação contida, afastando-se do tom enérgico de outros papéis para mergulhar em uma melancolia profunda enquanto Robert, transita do nerd ao paranoico novo em busca da verdade. Ambos estão espetaculares. Porém, a maior performance pra mim vem de Alana Haim, com a sua implicante Rachel. Sua personagem surge como um oásis que ajuda o embate e impede que a história se torne abstrata ou assombrosa. Acerto em cheio. Destaque também para a direção de fotografia explora ao máximo a presença de todos, utilizando enquadramentos que isolam cada um em seu próprio sofrimento até que os caminhos finalmente se cruzam.
Sanchess717
Sanchess717

1 crítica Seguir usuário

0,5
Enviada em 24 de abril de 2026
Filme horrível, sem pé nem cabeça, toda hora acha que vai acontecer algo e nunca acontece nada, baseado em uma coisa que nunca nem aconteceu, chato demais, horrível do início ao fim.
antonio neiva de toledo tom
antonio neiva de toledo tom

1 seguidor 39 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 22 de abril de 2026
Eu não diria que é um filme de comédia, claro que tem partes engraçadas, mas é muito mais triste do que de comédia, mas isso não o torna ruim, ele começa a ficar bom mesmo do meio para o final, sendo o final genial spoiler: eles se "conhecendo" novamente, como um novo e começo, e se pensar melhor há muito mais coisa por trás disso
Sarah Davilla
Sarah Davilla

1 crítica Seguir usuário

4,5
Enviada em 21 de abril de 2026
spoiler:

O filme "O Drama" (2026), de Kristoffer Borgli, não é apenas um thriller psicológico ou uma comédia ácida de constrangimento; é um experimento social que coloca a audiência em um tribunal desconfortável. Enquanto parte do público na sala de cinema parece reagir com risos nervosos diante do absurdo, a verdadeira essência da obra reside na angústia asfixiante de sua protagonista, Emma (Zendaya).
A grande força do filme está em como ele retrata a invalidação do trauma. Acompanhar Emma é sentir uma raiva crescente. O roteiro deixa claro que a sociedade — representada pelos personagens ao seu redor — prefere focar na "monstruosidade" do plano que ela arquitetou no passado (o massacre) do que investigar a dor sistêmica que a empurrou até aquele abismo. Quando ouvimos frases como "É só por isso que você pensou em um massacre?", o filme nos joga na cara a nossa própria incapacidade de ouvir. Não importa a forma como Emma conte sua história; ela está presa em um jogo onde já perdeu. Culpar a vítima é a saída mais fácil e higiênica para uma sociedade que não quer admitir suas próprias falhas estruturais na escola e na vida.
Diferente das interpretações literais que atribuem a desistência de Emma a um mero acidente físico (sua perda auditiva), a alma do filme sugere algo muito mais humano. O verdadeiro ponto de virada não foi um defeito técnico, mas a descoberta do pertencimento. Ao encontrar um grupo com uma causa real, Emma finalmente se sentiu parte de algo verdadeiro. A violência deixou de ser sua única linguagem no momento em que ela foi, pela primeira vez, ouvida e incluída.
O desfecho do filme é um golpe melancólico. A decisão de Emma de permanecer com o marido não surge de um amor romântico idealizado, mas de um pragmatismo de sobrevivência. Em um mundo pronto para triturá-la, ele é o seu porto seguro — a única testemunha que conhece sua sombra e ainda assim permanece.
A aceitação final não traz um alívio pleno. O filme termina, mas a ansiedade permanece ali, escondida como "um cabelo incomodando dentro da roupa". É um desconforto constante, invisível para quem olha de fora, mas que mantém Emma (e o espectador atento) em um estado eterno de alerta.

"O Drama" é um espelho cruel da nossa era. Ele nos lembra que, em uma sociedade que prefere julgar a entender, a humanidade muitas vezes se esconde naqueles que rotulamos como vilões, enquanto a verdadeira frieza reside naqueles que riem da tragédia alheia.
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