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Ânderson Ferreira Borges
1 crítica
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0,5
Enviada em 21 de abril de 2026
Filme horrível de início a fim. Transformaram uma temática pouco abordada, que poderia ser bem explorada, e tornaram em uma terrível bola de neve que mistura clichê, gore e um roteiro cheio de furos. Não digo que foi decepcionante porque já vou com a espectativa baixa, ele foi horrível mesmo, e junto com minha opinião estava meia sala da sessão que assisti. A cara de frustração em perder algumas horas da vida vendo esse filme era visível na maioria após o acender das luzes.
Filme sensacional. Assisti no cinema hoje, não tinha conta aqui, mas acabo de criar só para comentar isso. MUITO BOM! Você começa com dó da menininha, depois vê um pai fazendo o que qualquer pai faria, se sacrifica por ela, você fica triste por ele, mas feliz que a menina terá uma nova chance… E aí vem a esposa e tem a ideia brilhante de fazer o ritual com quem realmente merecia ele… MUITO BOM! Minha ideia é que o próximo ritual não deveria ser feito com mais crianças inocentes, levar assassinos em pena de morte, seria mais plausível!
Um filme interessante do início ao fim. Pra quem gosta do gênero, adrenalina. Sabe aquela sensação de terror que a gente torce pra terminar e ... não acaba, tipo, aqueles sorrisos de ufah !! que medo , risadas de alívio por terminar uma sequência em todos os cantos da sala. Muito bom, suor frio garantido
Filme surpreendne. Talvez, por esperar pouco, acabei por me envolver com o som e imagens vibrantes, em um roteiro esperto e que prende a atenção. O final cai com excesso de ação.
Uma boa ideia enterrada sob fórmulas batidas e excesso de gore.
Tinha tudo pra ser diferente. Múmias, rituais antigos, uma mitologia pouco explorada hoje em dia… mas decide seguir o caminho mais fácil possível: virar só mais um filme de possessão disfarçado.
Se você troca a múmia por um exorcismo genérico, absolutamente nada muda. E isso já diz muito. A identidade passa longe, e o filme funciona mais como um amontoado de referências do que como algo original.
Aí entra o plano B: gore. Muito gore. No começo até segura a atenção, mas logo vira excesso, e o que era pra causar desconforto passa a cansar. Nem susto, nem tensão, só repetição.
Lee Cronin até tenta repetir a energia de Evil Dead Rise, mas sem o mesmo controle. No fim, sobra um filme que tinha uma boa ideia… e desperdiçou tudo.
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