Dia D
Média
2,9
296 notas

148 Críticas do usuário

5
22 críticas
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29 críticas
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Jeferson Dias
Jeferson Dias

2 críticas Seguir usuário

0,5
Enviada em 16 de julho de 2026
Decepção total. A expectativa era muito grande, principalmente porque organizei um momento com minha esposa e minha família para assistir ao filme. Infelizmente, foi uma experiência frustrante.

O filme é longo, cansativo e praticamente sem um enredo que consiga prender a atenção. As atuações também deixam muito a desejar, o que torna tudo ainda mais difícil de acompanhar.

Foi justamente essa experiência que me motivou a criar uma conta aqui no AdoroCinema. A partir de agora, pretendo sempre consultar as avaliações antes de escolher um filme e também contribuir com minhas próprias opiniões para ajudar outras pessoas a não perderem tempo com produções como esta.
nabrubz
nabrubz

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 14 de julho de 2026
Esse filme é do tipo que só se entende vendo com os olhos da alma. Quem está conectado com a espiritualidade e já teve algum tipo de contato com esses seres entendeu a sua proposta. Eles estão entre nós,há muito tempo..E a mensagem que foi passada é clara: nós precisamos melhorar como seres humanos.. Emocionante,reflexivo..É um filme profundo,por isso não agrada pessoas rasas.
Murillo Lacerda
Murillo Lacerda

2 críticas Seguir usuário

0,5
Enviada em 13 de julho de 2026
Ta aí… há muito tempo eu não desperdiçava 2h:30min da minha vida fazendo algo, e hoje aconteceu. Pra ter algo ruim igual esse filme, vão ter que trabalhar muito pra conseguir fazer novamente. Horrivel!
Bob Ruas
Bob Ruas

1 crítica Seguir usuário

0,5
Enviada em 13 de julho de 2026
Disclosure Day talvez seja o filme americano mais involuntariamente revelador dos últimos anos. Ele se apresenta como uma meditação solene sobre o primeiro contato e o lugar da humanidade no universo. O que entrega é um monumento ao infantilismo espiritual: a fantasia de que os seres humanos são confusos, corruptos e moralmente exauridos demais para governar a si mesmos e, portanto, precisam de uma espécie superior que desça dos céus para resgatá-los das consequências do próprio comportamento.

Os alienígenas não são visitantes. São missionários. Chegam trazendo "a palavra", a explicação final que reordenará a existência humana. Em certo momento, o filme torna sua premissa constrangedoramente explícita: a humanidade precisa de um ser superior. Essa frase deveria ter feito o roteiro desabar sob o peso da própria falência. O filme a trata como sabedoria.

Isso não é profundidade. É anseio autoritário vestido de assombro metafísico. Os extraterrestres são anjos com design de produção atualizado. Troque as naves por nuvens, os seres avançados por arcanjos e o "disclosure" pelo Juízo Final, e nada de substancial muda: uma humanidade decaída, uma verdade oculta, mensageiros escolhidos, a salvação descendo do alto. Religião reembalada para uma plateia que se considera sofisticada demais para a religião, mas continua viciada em sua arquitetura.

Que fique registrado: o filme é belamente construído. O acabamento é impecável, as atuações são entregues, o assombro é fabricado com mão de mestre. E é exatamente esse o problema. Todo esse virtuosismo está a serviço de uma premissa que o filme não questiona uma única vez. Cada diálogo pomposo pede para ser recebido como sagrado; a câmera insiste em pausar diante das próprias ideias, como se esperasse que a plateia se ajoelhasse. Um filme tão bem-feito nos devia ao menos um personagem disposto a dizer o óbvio: que uma espécie que atravessou a galáxia para entregar uma doutrina não é um salvador, e sim um colonizador com propulsão melhor.

Mas isto não acontece, porque a visão de mundo por baixo da decoração cósmica é primitiva. Os seres humanos são crianças perdidas. A verdade é propriedade de seres superiores. A história avança por revelação, não pela razão. Nossa tarefa não é deliberar, mas receber. O filme chama isso de transcendência. A palavra exata é obediência.

A promessa central do filme, de todo modo, não sobrevive a um instante de escrutínio. O que poderia sequer ser uma "palavra" final sobre a existência? Se os visitantes anunciam que o amor é a resposta, atravessaram a galáxia para entregar um cartão de felicitações. Se oferecem conhecimento, isso é informação, não salvação. Se impõem uma doutrina, são imperialistas. Se reivindicam autoridade por serem tecnologicamente superiores, o filme confundiu poder com sabedoria, o erro fundador de toda tirania da história. Propulsão avançada não confere infalibilidade moral. Inteligência não é virtude; antiguidade não é legitimidade; poder não é verdade. A mensagem precisa permanecer vaga, porque qualquer conteúdo concreto exporia o quanto a premissa é infantil.

A fantasia é, além disso, inconfundivelmente americana. Trata-se de uma cultura que passou quatro séculos descrevendo a si mesma como a escolhida, a cidade sobre a colina, a nação indispensável e, ao mesmo tempo, a nação decaída, corrompida por inimigos internos, à espera de alguém que restaure a aliança. O salvador muda conforme a plateia: um pastor, um presidente, uma profecia, um bilionário. A mesma lógica que transformou um demagogo vulgar num Ciro moderno — não é preciso ser justo, apenas escolhido — agora recruta uma federação alienígena para realizar a seleção mais uma vez. E tudo chega embrulhado na mitologia do "disclosure", um sistema de crenças elegantemente projetado para ser irrefutável: o silêncio do governo prova o encobrimento; a divulgação prova que a revelação começou; os desmentidos demonstram a profundidade da conspiração; as provas ausentes foram suprimidas. Todo desfecho possível alimenta a crença. Disclosure Day não examina essa armadilha epistemológica. Ele a romantiza.

Há, por fim, algo de evasivo em imaginar a salvação como um presente extraterrestre justamente neste momento histórico. Mudança climática, guerra e decadência democrática não são mistérios à espera de revelação. Suas causas são amplamente conhecidas; as soluções são genuinamente difíceis, mas difíceis no sentido de instituições, limites e custos distribuídos, não no sentido de conhecimento faltante. Nenhum visitante celestial é necessário para explicar que queimar combustível fóssil altera a atmosfera, ou que sociedades desmoronam quando a verdade vira marcador de lealdade tribal. O que falta não é "a palavra". É a disposição de fazer o trabalho. A fantasia da intervenção é atraente precisamente porque nos absolve. Isso não é esperança. É procrastinação moral em escala interestelar.

No fim das contas, Disclosure Day é menos uma história sobre extraterrestres do que uma confissão: a de uma civilização capaz de imaginar a travessia das estrelas com mais facilidade do que o próprio amadurecimento. O filme quer desesperadamente que a plateia sinta assombro. O que despertou em mim foi vergonha alheia de sua profundidade sintética, de seus sermões cósmicos e, acima de tudo, de uma cultura tão viciada na fantasia de ser escolhida que, tendo esgotado profetas, presidentes e bilionários, precisa agora importar alienígenas para fazer a escolha.

A humanidade não precisa de um ser superior.

Precisa parar de esperar por um.
Mateus
Mateus

Seguir usuário

1,0
Enviada em 8 de julho de 2026
Agente vai com a expectativa do nome do diretor pensando "ele não vai fazer algo ruim" , e fez. Longo, sem nexo em algumas partes, sem explicar muitas coisas, tem momentos que parecem bons mas desmancham sem contexto, nem sei muito como explicar o filme, parecia bom mas infelizmente tenho que dizer que não é.
André C.
André C.

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 7 de julho de 2026
Fui ver ontem, Assunto de meu interesse. Ótimas atuações com ótimos atores. Quem deu nota baixa não entendeu nada do que o filme entregou. Que venham mais filmes assim...
Cleiber Queiroz
Cleiber Queiroz

1 crítica Seguir usuário

2,5
Enviada em 6 de julho de 2026
Disclosure Day tinha tudo para ser um excelente filme de ficção científica. A premissa é muito boa e levanta uma questão fascinante sobre o contato da humanidade com uma civilização extraterrestre. Infelizmente, o roteiro não acompanha esse potencial.
A história depende de coincidências e conveniências em excesso: o encontro entre os protagonistas é forçado, pistas e soluções surgem com facilidade, personagens se encontram "por acaso" no momento exato e um artefato "mágico" parece ganhar novas funções sempre que o roteiro precisa resolver um problema.
O filme sofre de uma crise de identidade, tentando abraçar vários gêneros ao mesmo tempo, sem desenvolver plenamente nenhum deles. Além disso, os personagens são pouco desenvolvidos e suas motivações são superficiais ou mal explicadas. O desfecho simplifica excessivamente conflitos que vinham sendo construídos ao longo da trama.
Apesar da boa fotografia e da trilha sonora, fica a sensação de que a ideia era muito melhor do que a execução. Com um roteiro mais coeso, personagens mais profundos e regras mais consistentes para o seu universo, Disclosure Day poderia ter sido um filme memorável. Para mim, acabou sendo apenas uma excelente premissa desperdiçada.
Silvia Hernandes
Silvia Hernandes

1 crítica Seguir usuário

1,0
Enviada em 5 de julho de 2026
Decepção. Filme de ação e suspense, roteiro previsível, típico dos anos 80, com direito a perseguições de carros, com capotamento e citações dos "inimigos" Rússia e Coréia do Norte. Enfim, extremente chato,
Marcos Viana
Marcos Viana

1 seguidor 28 críticas Seguir usuário

1,5
Enviada em 4 de julho de 2026
filme fraco, historia boba e mal contada. um final de da dó. nem de longe lembra que é uma obra do spielberg.
Mac Andrews
Mac Andrews

1 crítica Seguir usuário

0,5
Enviada em 2 de julho de 2026
Muito lento, extremamente forçado, uma super produção pra um roteiro ruim. Parece uma ridicularização do tema, e espere pra um fim ainda pior. 3 horas que poderiam ser 10 minutos.
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