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Leo Moraes
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25 críticas
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2,0
Enviada em 2 de agosto de 2026
De onde tiraram que esse filme é ficção científica? Eu esperando um filme de contato extraterrestre, nave, chegada, me deparo com um filme de ação, nada contra filmes de ação, mas estava esperando outra coisa. Decepcionado.
Este filme entrega ação, correria, cenas mirabolantes, mas um roteiro cansativo e enfadonho. O artefato é algo que poderia ter sido eliminado ou modificado. A ideia religiosa de ETs separados do céu e da terra (espirito e corpo), parece sem nenhum fundamento ou coerência. Blunt é uma ótima atriz, mas é triste vê-la nessa estória.
Não sei se por ser uma obra do Spielberg, eu fui com uma expectativa enorme, mas o que encontrei foi um filme insosso. Muito tempo para esse filme. Só foi bom para quem cochilou.
O roteiro é extremamente bem conduzido, marca de Spielberg e as interpretações são ótimas, com um enredo que provoca nosso interesse e curiosidade até o fim. Entramos na busca da verdade, que nos é dada logo de início, mas queremos o algo a mais... a cereja... o ápice... e isso fica na nossa imaginação. Um pouco frustrante e muito coerente, se tratando de algo tão subjetivo quanto a vida fora da terra.
“Dia D” é um misto de sentimentos. Para todos que gostam de ufologia, é uma obra perspicaz, que traz consigo diversas teorias, ocorrências e referências a casos e situações famosas envolvendo alienígenas — até colocando “lenha na fogueira” em alguns momentos. Nesse aspecto, a obra é ótima, e nem chega a ser necessariamente um filme de alienígenas como eu esperava — o que é positivo, pois me surpreendeu.
Mas os elogios acabam por aí. É mais crível acreditar nos alienígenas e em seus artefatos do que nas cenas de ação ilógicas e quase cômicas. Os efeitos visuais extravagantes dão um ar meio trash em alguns momentos. As atuações são boas, mas a direção nem tanto — especialmente considerando que estamos falando de Spielberg, o que naturalmente eleva as expectativas, ainda mais quando colocamos “Spielberg” e “alienígenas” na mesma frase.
Acho que o longa tem muitos acertos de roteiro, mas peca na execução.
Esperei muito por esse filme, mas achei que acabou sendo um dos piores filmes do Spielberg. Achei o roteiro bem confuso e a narrativa, além de arrastada, deveras monótona. O filme é longo e acho que não se vale dessa duração para construir melhor os personagens.
Sobre o elenco, deixo destaque aqui para o sempre bom Colin Firth, que faz um vilão competente. Emily Blunt está ok, como sempre, porém nada de muito estupendo. O restante do elenco serve como um bom apoio, mas também não tem muito destaque.
O filme me pareceu muito cansativo e, salvo os seus 30 ou 40 minutos finais, que realmente são muito bons, parece que fica andando em círculos durante todo o restante, a fim de encher linguiça e tentar sustentar um roteiro que não convence. O final, sim, é muito bom e salva o filme de ser uma catástrofe, na minha visão. Mas, ainda assim, achei que faltou muito para que esse blockbuster seja lembrado em um futuro próximo. Talvez possamos ver algo melhor em uma continuação, mas não acredito que isso vá acontecer.
Steven Spielberg passou décadas fazendo filmes sobre o que existe lá em cima. Dia D parece o momento em que ele finalmente senta, olha para a câmera e pergunta: “Tá, mas e se tudo isso for verdade?”
Durante mais de duas horas, o filme me transformou naquele usuário de fórum que passa a madrugada lendo teorias sobre OVNIs, documentos secretos e sinais inexplicáveis no céu. Cada resposta gera três perguntas novas e Spielberg sabe exatamente como alimentar essa curiosidade.
Curiosamente, as revelações nunca são tão interessantes quanto os mistérios. Mas talvez esse seja o ponto. O filme funciona menos como uma explicação e mais como uma provocação.
Saí da sessão com várias dúvidas, algumas reclamações sobre o terceiro ato e uma vontade genuína de olhar para o céu quando cheguei em casa.
O velho ainda sabe exatamente quais botões apertar.
Dia D é um filme de ficção científica que contou com a direção de Steven Spielberg e roteiro de David Koepp. Diante do caos de uma possível 3 guerra mundial, acompanhamos Daniel (Josh O'Connor), um especialista em segurança cibernética, que rouba da empresa em que trabalha (Wardex Corporation) que é o braço direito do governo americano arquivos confidenciais e tecnologia alienígena. Um dos líderes da empresa Noah (Colin Firth) mobiliza todos os seus recursos para conseguir os arquivos e a tecnologia de volta antes que o joven a divulgue. Paralelo a isso, temos a reporte do tempo Margaret (Emily Blunt), que passa a se comportar de maneira estranha e falar idiomas que nunca estudou, e passa a procurar Daniel para ajuda-lo. Diferente de outras de suas obras voltadas para alienígenas, Spielberg prefere apostar numa paranoia, colapso de informações e desconfiança institucional. Nao espere grandes feitos aventureiros ou de ação envolvendo et que nao vai ter. Claro, que a premissa parte do básico: o extraordinário invadindo a vida cotidiana, quando Margaret tem a sua vida mudada radicalmente com um situação banal; um pássaro invadindo seu apartamento e observa rapidamente ela. Cena trás um carga expressiva muito boa, uma virada de chave que Spielberg sabe fazer. A narrativa se apoia diante de un possível colapso de uma nova guerra mundial, por isso os personagens que aparecem soam vigilantes e desconfiados sobre o que vai acontecer ( vemos cenas de corre e corre de pessoas dentro do supermercado e os bastidores do jornal em que Margaret trabalha pegando fogo). Spielberg parte dessa narrativa para apostar no outro, mas com base na fé ( algo puramente genuíno). Tanto que uma das personagens, que é "namorada " de Daniel, a Jane (Eve Hewson), que já tentou se freira, se vê preocupada sobre a revelação da existência de vida fora da Terra. Será que oa humanos nao perderia de vez a fé em Deus? Ela coloca uma ideia filosófica muito interessante, dentro de uma perspectiva fora da religião: sabendo ou entendendo que Deus nao existe, os et estarão acima de Deus e as pessoas podem perder a fé nele e para nao criar um vazio, colocar os ets no lugar. Lembra muito a ideia de que Deus está morto de Nietzsche. Mas nao temos um desenvolvimento maduro aqui. Existe um rápido diálogo sobre isso. Pois bem, temos a narrariva dividida em 2 histórias no início do filme: uma de Margaret, que é casada, é repórter do tempo, mas quer crescer na carreira e quer ser âncora do jornal e Daniel que roubou arquivos secretos sobre ets e quer divulgar. Ambas as histórias se cruzam depois que Margaret passa a procurar Daniel e ajuda a proteger os dados. Temos aqui um personagem importante que é Hugo (Colman Domingos), um funcionário da mesma empresa de Daniel, ajuda tbm com a fuga com meios tecnológicos mais sofisticados. En resumo, temos o vilao por parte de Noah, que faz de tudo pra ter esses dados de volta. Mas chega a irritar o desenvolvimento que Spielberg faz dele e de sua trupe. Deixando os seus oficiais como idiotas e nao consegue de forma nenhuma pegar Daniel. Tudo bem que isso seria bem previsível, mas tem cenas que chegam a ser irritante, pois os seus soldados sao feitos de idiotas o tempo todo ( como nao conseguiram perceber isso?). Fora as cenas que eles poderiam matar facilmente Daniel e Margaret Tudo vai ficando pra Noah que por meio de um dispositivo alienígena (poucos explicado) consegue ficar a frente da pessoa desejada bastando olhar uma foto. Outro problema é o descarte de Jane que é praticamente descartada na metade da trama e só volta a aparecer na última cena. A sua personagem poderia render mais. A narrativa sofre por querer explicar demais coisas demais e parece se perder naquilo que se quer revelar. Talvez o mistério funcionasse melhor no último ato e olhe que nao estou reclamando da obviedade da revelação que iria ocorrer nas últimas cenas. O filme funciona melhor quase flutua na subjetividade de Margaret. Trilha sonora ruim demais, mas visualmente o filme é bonito. As luzes da atmosfera de revelação que empolga. No mais, é um filme sobre humanidade e nao sobre et. No sentido que a humanidade precisa mais ouvir o outro do que a si mesmo.
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