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DV Beck
8 críticas
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1,0
Enviada em 13 de agosto de 2026
Que decepção, enredo confuso e sem sentido, excesso de cenas de perseguições chatas e sem final. Com certeza é um dos 5 piores filmes que assisti na vida. Não vale o preço da entrada no cinema.
De onde tiraram que esse filme é ficção científica? Eu esperando um filme de contato extraterrestre, nave, chegada, me deparo com um filme de ação, nada contra filmes de ação, mas estava esperando outra coisa. Decepcionado.
Este filme entrega ação, correria, cenas mirabolantes, mas um roteiro cansativo e enfadonho. O artefato é algo que poderia ter sido eliminado ou modificado. A ideia religiosa de ETs separados do céu e da terra (espirito e corpo), parece sem nenhum fundamento ou coerência. Blunt é uma ótima atriz, mas é triste vê-la nessa estória.
Não sei se por ser uma obra do Spielberg, eu fui com uma expectativa enorme, mas o que encontrei foi um filme insosso. Muito tempo para esse filme. Só foi bom para quem cochilou.
O roteiro é extremamente bem conduzido, marca de Spielberg e as interpretações são ótimas, com um enredo que provoca nosso interesse e curiosidade até o fim. Entramos na busca da verdade, que nos é dada logo de início, mas queremos o algo a mais... a cereja... o ápice... e isso fica na nossa imaginação. Um pouco frustrante e muito coerente, se tratando de algo tão subjetivo quanto a vida fora da terra.
“Dia D” é um misto de sentimentos. Para todos que gostam de ufologia, é uma obra perspicaz, que traz consigo diversas teorias, ocorrências e referências a casos e situações famosas envolvendo alienígenas — até colocando “lenha na fogueira” em alguns momentos. Nesse aspecto, a obra é ótima, e nem chega a ser necessariamente um filme de alienígenas como eu esperava — o que é positivo, pois me surpreendeu.
Mas os elogios acabam por aí. É mais crível acreditar nos alienígenas e em seus artefatos do que nas cenas de ação ilógicas e quase cômicas. Os efeitos visuais extravagantes dão um ar meio trash em alguns momentos. As atuações são boas, mas a direção nem tanto — especialmente considerando que estamos falando de Spielberg, o que naturalmente eleva as expectativas, ainda mais quando colocamos “Spielberg” e “alienígenas” na mesma frase.
Acho que o longa tem muitos acertos de roteiro, mas peca na execução.
Esperei muito por esse filme, mas achei que acabou sendo um dos piores filmes do Spielberg. Achei o roteiro bem confuso e a narrativa, além de arrastada, deveras monótona. O filme é longo e acho que não se vale dessa duração para construir melhor os personagens.
Sobre o elenco, deixo destaque aqui para o sempre bom Colin Firth, que faz um vilão competente. Emily Blunt está ok, como sempre, porém nada de muito estupendo. O restante do elenco serve como um bom apoio, mas também não tem muito destaque.
O filme me pareceu muito cansativo e, salvo os seus 30 ou 40 minutos finais, que realmente são muito bons, parece que fica andando em círculos durante todo o restante, a fim de encher linguiça e tentar sustentar um roteiro que não convence. O final, sim, é muito bom e salva o filme de ser uma catástrofe, na minha visão. Mas, ainda assim, achei que faltou muito para que esse blockbuster seja lembrado em um futuro próximo. Talvez possamos ver algo melhor em uma continuação, mas não acredito que isso vá acontecer.
Steven Spielberg passou décadas fazendo filmes sobre o que existe lá em cima. Dia D parece o momento em que ele finalmente senta, olha para a câmera e pergunta: “Tá, mas e se tudo isso for verdade?”
Durante mais de duas horas, o filme me transformou naquele usuário de fórum que passa a madrugada lendo teorias sobre OVNIs, documentos secretos e sinais inexplicáveis no céu. Cada resposta gera três perguntas novas e Spielberg sabe exatamente como alimentar essa curiosidade.
Curiosamente, as revelações nunca são tão interessantes quanto os mistérios. Mas talvez esse seja o ponto. O filme funciona menos como uma explicação e mais como uma provocação.
Saí da sessão com várias dúvidas, algumas reclamações sobre o terceiro ato e uma vontade genuína de olhar para o céu quando cheguei em casa.
O velho ainda sabe exatamente quais botões apertar.
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